segunda-feira, 27 de abril de 2015

Pensamento da Semana #01
www.umbandaead.com.br 
" Quem tem uma razão de viver é capaz de suportar qualquer coisa"
- Nietzsche - 
Quando perdemos de vista nossos objetivos fundamentais, somos dominados pelo estresse e pela desorientação. A sensação de "trabalhar muito para nada" e o esgotamento que dificulta a concentração podem ser combatidos com a definição de uma meta clara, que ofereça sentido ao que estamos fazendo nos bons e nos maus momentos.
O problema de muitas pessoas insatisfeitas com sua existência é que elas não pensam na vida que gostariam de viver. E a primeira condição para encontrar-se é saber onde se quer chegar.

Quando nossa vida se torna plena de sentido, de uma hora para outra os esforços já não são cansativos, e sim passos necessários em direção à meta que estabelecemos.


PENSE NISSO, tenha uma ótima semana!
                Religião De Umbanda 

Para reforçar ainda mais as diferenças existentes entre essas duas religiões, o Blog realizou uma entrevista com Babalorixá Rafael dOxalufã.

Segue a entrevista:

1) Pai Rafael, antes de ingressar no Candomblé quais religiões você freqüentou?
R: Catolicismo - Kardecismo - Umbanda - Candomblé.

2) Algumas dessas religiões possuem semelhanças com o Candomblé? Em caso positivo, quais?
R: Sim, principalmente o kardecismo e Umbanda, pois tem filosofias parecidas.

3) Onde você realizou sua feitura?
R: Na cidade de Rio de Janeiro/RJ na casa da Iyalorixa Kita de Oya

4) Com relação a Umbanda, na sua opinião, quais são as principais diferenças existentes entre ela e o Candomblé?
R: Umbanda é um culto direcionado aos espíritos, ou seja, seres que já viveram no mundo material e hoje retornam para cumprir uma missão. Já o Candomblé é um culto às Divindades, aos encantados que chamamos Orixás. São na verdade, forças da natureza.

5) O que são e quais são as nações do Candomblé? Quais as diferenças e semelhanças existentes entre elas?
R Nações significam de onde aquela raiz africana é provinda, de que região da Àfrica veio, pois a Africa é um continente divido por muitos dialetos e várias culturas diferentes. As Nações mais comuns aqui no Brasil são KETU, ANGOLA, JEJE, AFON. A partir destas nações surgiram outras, mas estas são as principais.

6) Qual a sua nação?
R: KETU  

7) Para o Candomblé, o que é um Orixá/Nkise/Vodun?
R: Orixa tem significado na própria palavra: ORI = CABEÇA   AXÉ = FORÇA ORIXA = CABEÇA DE FORÇA. Na verdade Orixa, Vodum, Nkise representam a mesma coisa, somente em línguas diferentes.
Orixá é um centro de força extraída da natureza e encaminhada para nosso caminho. É um Deus, uma luz.

8) Quantos e quais Orixás são cultuados em sua nação?
R: Dentro da nossa nação são cultuados muitos Orixas, mas podemos aqui citar os 16 principais: ESHU, OGUN, ODÉ, OSSAIN, LOGUNEDÉ,OMULU, OSUMARE, SANGO, OXUM, OYA, EWÁ, OBÁ, NANÃ, IROKO, IYEMONJA, OSALA.

9) Todos esses Orixás que integram a panteão de sua nação, podem ser tidos como Orixás da Umbanda?
R: Não. Não podem.

10) A manifestação e o desenvolvimento mediúnico são as bases da Umbanda. Pois é através da mediunidade de incorporação que os espíritos deixam suas mensagens, dão seus avisos, conselhos, realizam seus trabalhos, etc. No Candomblé, há manifestação mediúnica? Em caso positivo, essa manifestação é idêntica a que ocorre na Umbanda?
R: No Candomblé ocorre um transe, no qual somos de certa forma possuídos pela energia de nosso Orixá, mas esta manifestação é bastante sutil, pois é apenas uma energia encantada.
Diferente da Umbanda, em que ocorre uma incorporação de um espírito.

11) O Orixá que se manifesta no Iyaô durante a roda de Candomblé é um espírito?
R: Não, trata-se apenas de uma vibração de seu Orixá.

12) Quando o Iyaô está manifestado pelo Orixá, ele age como as entidades da Umbanda? (Fala, dá passe, risca ponto, bebe, fuma, etc).
R: Não, apenas dança a seu ritmo batido no tambor. Beber e fumar, por exemplo, são situação que nós humanos utilizamos, os guias de umbanda por terem vividos neste mundo conhecem destas praticas, por isso quando estão incorporados fazem uso desses elementos. Já os Orixás não, pois eles não tem esse conhecimento. Se algum dia ver um Iyaô de Nação " em transe" fumando ou bebendo, pode se ter a clara certeza que Orixa de nação não esta ali e sim, o próprio Iyaô satisfazendo seu desejo.

13) Como são chamados os Espíritos no Candomblé? Eles participam das rodas?
R: No Candomblé os espíritos são chamados Eguns. Os Eguns tem um culto especifico chamado Egungun, que é realizado em determinadas casas, onde eles são cultuados. Egun não participa dentro da roda de Candomblé, ele apenas é tido como um antepassado, ancestral, e por isso é respeitado.

14) O que é a iniciação no Candomblé?
R: Iniciação é um ritual em que a pessoa passa para poder receber a energia de um Orisa.

15) Quando que o iniciado ganha o título de Babalorixá ou Yalorixá? Quanto tempo leva suas obrigações até que esteja pronto?
R: O iniciado se torna Babalorixa ou Iyalorixa quanto ele completa 7 anos após ter sido iniciado dentro da religião, ou em casos específicos, onde a pessoa tem uma missão especial e a mando do próprio Orixá esse tempo é antecipado, mas mesmo assim, tem que ter passado pelo ritual da iniciação e ter pelo menos 01 ano dentro da religião.

16) O que é Bori? A Umbanda também pode dar bori em uma pessoa?
R: O bori, significa EBO = OFERENDA  ORI = ORISA RESPONSÁVEL PELA CABEÇA
Então, bori significa dar comida a orisa da cabeça.
A Umbanda não dá bori, pois não dá culto a ORI.

17) Qual a finalidade do jogo de búzios? Podem existir fundamento de Ifá na Umbanda?
R: O jogo de búzios é meio que utilizamos para se comunicar com os Orixás. A Umbanda não possui fundamentos com Ifá, pois a comunicação se dá diretamente com os guias, quando estão incorporados.

18) Como são tocados os tambores na sua nação?
R: São tocados de acordo com cada orisa, pois cada um possui seu ritmo.

19) Qual o dialeto que é usado nas cantigas?
R: É utilizado o Yorubá

20) Na sua opinião, pode existir Candomblé que tenha cantigas em português, igual as da Umbanda?
R: Na Nação Angola, onde se cultua os Nkises, existe uma qualidade de culto em que as cantigas e rezas são realizadas, em grande parte, em português. Isso devido a colonização portuguesa naquele país.

21) Seguindo a mesma linha de raciocínio, para você, há fundamento para que terreiros de Umbanda cantem em dialeto?
R: Não. Não há nenhum fundamento, pois a Umbanda deve louvar os guias espirituais que trabalham naquele terreiro. Afinal os guias são entidades que se comunicam através da língua portuguesa, qual seria o motivo de se cantar em outra língua?

22) Na sua opinião, é possível um terreiro misturar as duas religiões, ora batendo para um, ora para outro? Ou pior, batendo os dois ao mesmo tempo, com sessões com mesclam pontos em dialetos e pontos em Yorubá?
R: Não, pois Umbanda e Candomblé são religiões muito diferentes. Quem conhecedestas religiões, jamais irá fazer qualquer tipo de mistura. Pois Orixá, ser divino e encantado, jamais se manifesta onde tenha Eguns (espíritos). Tratam-se de forças praticamente opostas.

23) Qual sua opinião acerca de terreiros em que o Pai/Mãe de Santo é formado na Umbanda, mas, mesmo assim, realizam raspagem, dá bori, canta em dialeto, introduz outros orixás, etc.? Quais as conseqüências desses atos, espiritualmente falando? (Tanto para o sacerdote, quanto para os filhos).
R: As conseqüências são muito grandes. Pois, a Umbanda tem um segmento muito diferente do Candomblé, afinal se o pai ou a mãe de santo segue Umbanda, deverá se ater aos rituais de Umbanda. Raspagem, bori, etc são rituais específicos do Candomblé, só podem utilizar-se deste recurso quem passou por ele e tem autonomia para executá-lo, afinal para estes rituais existem rezas e atos sagrados, que somente quem já passou sabe.

24) É possível alguém que nunca freqüentou efetivamente uma roda de santo, formar uma pessoa no candomblé, dando-lhe, inclusive, o título de Babalorixá ou Babalaô?
R: Jamais.

25) Qual a finalidade do Adjá? Quem pode utilizá-lo?
R: O Adjá é um instrumento sagrado, usado para chamar o Orixá. Quem utiliza é o Baba ou a Iya e os cargos femininos da casa.

26) Existe fundamento para se usar Adjá na Umbanda? Uma entidade (caboclo, preto velho, baiano, etc.,) pode bater Adjá para um Orixá?
R: Não, pois o adja é utilizado para chamar os encantados. A Umbanda possui seus próprios meios para invocar seus guias, tais como sineta, palmas, etc.

27) Em sua nação é utilizado Pemba? Para quê?
R: Não

28) No Candomblé há pontos riscados?
R: Não

29) O que é um Erê?
R: É uma manifestação de um ser infantil, que representa uma alma pura. É uma espécie de porta voz, mensageiro do Orixá. É por meio do Erê que o Orixá manda seus recados ao Iyaô. Ele é representado por uma criança, para demonstrar a inocência.

30) Há semelhanças entre o Erê e os chamados Cosminhos da Umbanda?
R: Existe sim, uma pequena semelhança entre Erê e cosminho. Ambas são entidades crianças. Todavia o Erê é incumbido de representar o Orixá, pois como o Orixá é uma energia, então o Erê que traz as mensagens, recados, etc., diferentemente dos chamados Cosminhos ou crianças da Umbanda, que são entidades como as demais.

31) O Exu do Candomblé é o mesmo Exu que se manifesta na Umbanda?
R: Não, no Candomblé temos o Orixá Exu, que tem as mesmas qualidades de outro Orixá dentro do panteão, diferente da Umbanda ,  em que o Exu é tido como entidade da esquerda. O Exu é o mensageiro dos Orixás, mas ele não incorpora. Somente recebe as energias do Orixá Exu aquele que é feito para ele.

32) Qual a serventia da Menga ou Ejé para o Candomblé? Quem realiza a imolação ?
R: O ejé dentro do nosso culto alimenta o Orixá, tornando a sua energia mais palpável e assim tornando ele pertencente ao nosso mundo. Pois o Orixá é uma energia que está na natureza. Após a pessoa passar pelo ritual da iniciação este Orixá se torna parte de nosso mundo físico, ele possui um corpo, e precisa ter energia física para poder se manter ao nosso lado e assim seguir ao lado do seu protegido na caminhada terrena. Quem faz a imolação é o Ogã com um cargo especifico chamado AXOGUN.

33) Na sua opinião, há fundamentos para imolação de animais, inclusive de quatro patas, para Orixás dentro da Umbanda?
R: Na Umbanda não vejo necessidade, pois ao contrário do Candomblé, os espíritos da Umbanda já passaram por este mundo e estão se desvinculando dele e o ejé os aproxima mais do mundo físico.

34) Deixe sua mensagem final acerca da importância dos fundamentos de cada religião e os perigos que existem em misturá-las.
R: Toda religião possui seus encantos e belezas, mas para podermos caminhar dentro desta beleza e encanto é preciso saber, conhecer e caminhar dentro daquilo que ela prega, sem mistificar ou denegrir. E o fundamental de tudo, todas tem o mesmo objetivo, que é chegar a DEUS  e ajudar ao próximo.

"Nascer, morrer, renascer ainda, e progredir sempre, tal 頡 lei"
Allan Kardec.


 


PARA REFLEXÃO NOSSA QUE RECLAMAMOS DE DE ASSUNTOS INSIGNIFICANTES !

A Diferença Real Entre Ricos e Pobres

Uma grande história, com uma grande moral, que nos faz pensar sobre a diferença real entre os ricos e os pobres. 
A Diferença Entre Ricos e Pobres
 
A Diferença Entre Ricos e Pobres
 
A Diferença Entre Ricos e Pobres
 
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A Diferença Entre Ricos e Pobres
 

DIFICULDADES???????

Sábias Palavras Sobre A Dificuldade

A vida é um desafio, um teste. Nós deixamos maus pensamentos tomarem conta da nossa cabeça, e não conseguimos ver as dificuldades com a clareza necessária para enfrentá-las. Portanto, pare um pouco, alguns minutos por dia, e pense nessas frases que coletamos para você. Sempre há a esperança de dias melhores.
Superar as Dificuldades
 
Superar as Dificuldades
 
Superar as Dificuldades
 
Superar as Dificuldades
 
Superar as Dificuldades
 
Superar as Dificuldades
 
 
Superar as Dificuldades
 
Superar as Dificuldades
 
Superar as Dificuldades
 
Superar as Dificuldades
 
Superar as Dificuldades
 
Superar as Dificuldades
 
Superar as Dificuldades
 
Superar as Dificuldades


10 Conselhos Para Obter a Paz Interior


A vida é cheia de desafios, a maioria deles são internos e dependem de como NÓS os aceitamos ou interpretamos. A felicidade, a satisfação e o progresso dependem muito de nós porém, essencialmente, requerem espírito e mente em harmonia.Para isto, apresentamos estes 10 conselhos, que ajudarão você a alcançar a tão desejada serenidade.
 
 
 
1- Entender e aceitar que todos somos diferentes
 
A maioria de nós cria seus próprios problemas quando interfere demais nos assuntos de outras pessoas. Isso acontece porque, por alguma razão, estamos convencidos que no nosso jeito é melhor, que nossa lógica é perfeita e que aqueles que não agem conforme nossa forma de pensar devem ser criticados e orientados na direção correta - ou seja, a nossa. Não existem seres humanos que pensem e ajam da mesma maneira, isso é impossível. Por isso, não se preocupe pelas decisões das outras pessoas. Pense que, assim como você tem suas razões, elas também têm as delas. A tolerância é um princípio básico da convivência.
 
 
2- Perdoe e esqueça
 
Este é um fator fundamental quando se trata de paz de espírito. Em geral, quando alguém nos ofende ou magoa, criamos, em nosso interior, um sentimento de rancor em relação a essa pessoa. Esse sentimento se transfere para o nosso organismo, gerando estresse, insônia, úlceras estomacais e pressão alta. Se os insultos ou ofensas são constantemente recordados, a única coisa que fazemos é alimentar ódio e ressentimento. Lembre-se de que a vida é muito curta para investir nosso tempo e energia recordando coisas ou pessoas que nos magoaram. O amor e o perdão são duas chaves para abrir as portas da paz interior.
 
 
3- Não espere reconhecimento
 
O mundo está cheio de gente egoísta que raras vezes reconhece o esforço ou o trabalho de outras pessoas, a menos que seus interesses estejam envolvidos. Sua satisfação não pode depender do reconhecimento dos outros. Lembrar-se do objetivo do seu trabalho e esforço é a sua realização pessoal. Se você não sentir orgulho das suas conquistas, ninguém mais sentirá.
 
 
4- Não caia na armadilha da inveja e dos ciúmes
 
Em algum momento na vida, todos nós sentimos inveja e fomos testemunhas de como algo tão insignificante pode perturbar nossa paz mental. Você sabe que seu trabalho é melhor do que o do seu colega, mas ele é o promovido, e não você. Seu negócio já tem vários anos, mas o seu vizinho, que está no mesmo ramo há bem menos tempo, tem mais êxito do que você. Há muitos exemplos como esses no dia-a-dia, e por isso... você deveria sentir inveja?
Lembre-se de que cada um tem seu destino e sua realidade. A inveja não levará você a lugar nenhum. Apenas perturbará a sua paz e harmonia interior.
 
 
 
5- Aprenda a adaptar-se
 
Se você é a única pessoa a querer mudar o ambiente, é bem provável que não consiga. Por isso, a melhor opção é aprender a adaptar-se. Tente e verá que o que parecia um ambiente tenso e hostil se transformará em algo muito mais agradável e em harmonia com seus objetivos.
 
 
6- Aceite o que você não pode mudar
 
Esta é a melhor forma de transformar as desvantagens em vantagens. No nosso dia-a-dia, experimentamos inconvenientes, incidentes e outros problemas cuja solução está fora do nosso alcance ou controle. Se não podemos controlá-los ou modificá-los, o melhor a fazer é aprender a conviver com eles. Cultivando a virtude da paciência e com uma atitude positiva, saberemos como lidar com as contrariedades da vida sem tanto estresse.
 
 
7- "Não dê o passo maior que as pernas"
 
Não podemos jamais esquecer desta máxima. Frequentemente, assumimos mais responsabilidades ou tarefas do que somos realmente capazes de dar conta. Se sabemos das nossas limitações, por que nos sobrecarregarmos com tarefas que apenas nos darão mais preocupações?  Quanto mais preocupada a mente, mais difícil será alcançar a paz. Reduza seus compromissos e responsabilidades e comece a investir um pouco mais de tempo em você e nas coisas que lhe fazem bem. Isso aliviará sua mente de preocupações que impedem a paz interior. 
 
 
8- Medite regularmente
 
A meditação tranquiliza a mente e ajuda a nos desfazermos dos pensamentos que nos perturbam. Com apenas meia hora de meditação por dia, sua mente conseguirá alcançar a paz e harmonia que precisa para enfrentar o resto do dia. Além disso, com a meditação, você fortalecerá sua mente e, com o tempo ficará mais resistente às preocupações ou perturbações. Suas tarefas diárias poderão, assim, ser desempenhadas de maneira mais eficiente.
 
 
 
9- Mantenha sua mente ocupada
 
A mente desocupada é oficina do diabo. Mantenha a sua mente ocupada com coisas positivas, coisas que valham a pena. Adote algum passatempo ou atividade que lhe interesse. Nestes casos é preciso decidir o que vale mais: o dinheiro ou a paz interior. Seus passatempos, atividades ou trabalho social nem sempre trarão compensações econômicas, mas, certamente, a satisfação pessoal será enorme. 
 
10- Não adie suas decisões, nem se mortifique
 
Não perca tempo se perguntando se deveria fazer ou não fazer algo. Este debate mental pode gerar um desperdício de horas, dias, meses e até anos. Lamentavelmente, você jamais poderá planejar alguma coisa com 100% de certeza, pois não há como antecipar todas as eventualidades futuras. Aproveite seu tempo e faça o que deve fazer no momento indicado. Sentar-se a pensar e analisar todas e cada uma das consequências dos nossos atos nos levará ao estresse e à perda de oportunidades. Equivocar-se é parte da natureza humana, mas o importante é aprender com os erros, porque lamentar-se pelo passado não ajuda nada no presente.
 
 
NÃO SE ARREPENDA, pois o que aconteceu era o que tinha que acontecer de qualquer maneira. Você não pode mudar o passado. Mas pode mudar seu futuro
 Daniel D.

Não Se Deixe Levar Pela Negatividade!

A negatividade é uma força que não pode ser vista, e por isso esquecemos do quanto ela machuca nossas vidas. Ainda assim, ela afeta a nós mesmos, bem como aqueles a nossa volta, a todo momento, todos os dias. A vida às vezes é difícil, mas a negatividade só piora as coisas, não acha?
Seja Otimista
 
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sábado, 25 de abril de 2015

UMBANDA é dinâmica e não estática no tempo.

DIFERENÇAS ENTRE UMBANDA E CANDOMBLÉ !!!!!!

          Religião:  Umbanda x  Candomblé

Estamos em pleno período de afirmação doutrinária da Umbanda. Uma fase como esta não pode se restringir a negar conceitos. Sabemos que na fase de expansão as grandes discussões da Umbanda se prendiam à sua origem (Vedas, Atlantis, Sumérios?) ou da origem do próprio vocábulo (védico, sânscrito, celta?); essas buscas tinham o sentido de afirmar a Umbanda não como uma religião brasileira, mas, sim, como uma religião antiga, que voltava até nós, e por esse fato mais confiável. Até no próprio Candomblé buscava-se fundamentos para "fazer a Umbanda mais forte". No entanto, o período de afirmação doutrinária iniciou-se, como vimos, com  o abandono de todas essas especulações e firmou-se naquilo cuja evidência era irrefutável e estava bem à mão: a origem brasileira da Umbanda. Hoje, portanto, para que sejamos consistentes com esse início, não devemos ficar em afirmações áridas ou em buscas desnecessárias.

A base filosófico - religiosa da Umbanda é, sem nenhuma dúvida aquela pregada por Cristo. Antes de Jesus Cristo, os Manuscritos do Mar Morto trouxeram isso à tona apesar da oposição dos Judeus e da Igreja Católica Apostólica Romana, comprovam que antes de Jesus Cristo, num período entre 500 e 200 anos a.C., vários líderes religiosos já apresentavam as bases daquilo que posteriormente veio a configurar a religião cristã. 

Dentre eles, figura o então chamado Mestre da Retidão, líder essênio, cujas orientações religiosas já adiantavam quase tudo o que Jesus viria a dizer. Se isso é verdade, porque razão Cristo foi quem marcou nosso mundo? Exatamente por sua missão Crística. E esta missão foi tão forte, tão inconteste, que a filosofia pregada por Cristo, do amor entre todos e de nossa filiação direta a Deus, além de marcar uma Era, marcou o calendário e se espalhou por todos os cantos do mundo. Do extremo oriente ao ocidente, Cristo é hoje reconhecido como aquele que veio trazer a mensagem do Pai.

Assim, a Umbanda não deve temer o assumir Jesus Cristo como seu maior orientador. Se buscarmos em alguns pensadores cristãos suas bases filosófico-religiosas veremos o quanto elas são compatíveis com a Umbanda, inclusive no que concerne à definição dada pelo Caboclo das Sete Encruzilhadas, ou seja,  "A manifestação do Espírito para a prática da caridade". 

Ao analisarmos com cuidado esses escritores, religiosos ou laicos, veremos ainda o quanto foi deturpada a mensagem que nos foi trazida por Jesus Cristo pelas Igrejas que hoje se apresentam como exclusivas representantes de Cristo. 

A esse argumento, somam-se outros de caráter filosófico e histórico. O Caboclo das Sete Encruzilhadas sempre afirmou a presença na Umbanda da filosofia cristã; sempre utilizou-se do Evangelho como apoio de suas pregações; enquanto o seu médium esteve vivo manteve a Umbanda dentro de seus princípios incruentos. 

Já vimos em item anterior, algumas das razões pelas quais a Umbanda foi tão desfigurada. Por isso, o período de afirmação doutrinária, deverá preocupar-se pelo menos com três linhas de pensamento e atuação:

Primeira, é a afirmação dos princípios cristãos da Umbanda;
A segunda, é um processo de afirmação do seu rito, depurado de todos atos que por essa mistura indesejada vieram a descaracterizar a Umbanda, cabendo ressaltar que o que a obra de Omolubá já nos trouxe em relação a essa parte da tarefa significa, sem nenhuma dúvida o maior passo já dado pela nossa Religião neste sentido;
A terceira, é a manutenção do seu ritual de formação sacerdotal, visando ordenar sacerdotes que se comprometam com as duas primeiras vertentes.

No tocante à primeira, cabe executar um trabalho de avaliação dos inúmeros livros com base na filosofia cristã para, após uma acurada avaliação, termos assentadas as bases cristãs da Umbanda. Aproveito para deixar aqui,alguns princípios que acreditamos devam ser revistos.

Não se pode aceitar as interpretações que foram feitas de Cristo e que conduzem a:
um Deus vingativo e punitivo;

inexistência da comunicação com as almas;

o carma como punição divina;

a inexistência da reencarnação.

Alguns outros princípios devem ser discutidos e ampliados:
A autodeterminação (existência de "dois momentos" onde o ser humano faz opções fundamentais a respeito de sua nova existência na Terra) ; nossa ação como nossos próprios juízes, após nossa morte física; qual o caminho de evolução que a Umbanda aceita (centelha divina, aperfeiçoamento até o nível de Devas?); o que significa para a Umbanda o "Amai a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo"? dentro daquilo que pregava Cristo, e por conseqüência da Umbanda, qual e onde está a visão holística do Homem.

Estas e outras questões devem ser buscadas tanto nos livros já existentes como, se nos for consentido, através de comunicações do Astral. Sabemos o quanto foi deturpada a pregação do Cristo; sabemos também o quanto o poder temporal superou a pregação da doutrina que nos foi trazida por Cristo, quando da formação da Igreja Católica: sabemos ainda quantas "reformas" foram feitas nos Evangelhos em nome do fortalecimento desta mesma Igreja; sabemos ainda o quanto o Evangelho segundo o Espiritismo traz no seu bojo a influência da comunicação de Almas que tiveram sua formação dentro do catolicismo; sabemos enfim que será muito difícil esse processo de separação daquilo que foi verdadeiramente trazido por Cristo, do joio do trigo.  

Mas temos certeza que a Umbanda, sem nenhuma dúvida a religião que menos se amarra a dogmas, terá a ajuda de seus guias e a sua doutrinas aparecerá, limpa, transparente, libertadora e, por fim, se afirmará doutrinariamente

Diferenças Entre A Religião De Umbanda E A Religião De Candomblé

O objetivo deste texto é, de maneira simples e direta, demonstrar as diferenças existentes entre a Religião de Umbanda e a Religião de Candomblé.

Umbanda e Candomblé são religiões extremamente distintas. Claro, possuem alguns elementos em comum, como por exemplo a devoção aos Orixás, o uso de miçangas e atabaques. Entretanto, as diferenças são muito maiores do que as semelhanças.

Ressalta-se, porém, que essas diferenças não impedem o respeito que devemos ter com nossos irmãos Candomblecistas, assim como devemos respeitar as demais religiões. E começamos a respeita-los quando não usamos de seus elementos sem fundamento, sem conhecimento e sem preparo.

Infelizmente vemos por aí pessoas que, por ignorância, acabam colocando as duas religiões em um mesmo panelão, desvirtuando, ao mesmo tempo, as duas crenças.

Umbanda e Candomblé comparam-se ao Cristianismo e o Islamismo. Possuem fundamentos, ritos, visões, interpretações completamente diferentes.  

É impossível imaginar um Imam (sacerdote muçulmano) realizando um batismo em nome de Jesus Cristo. Ou, ao revés, um padre católico reverenciando Maomé. O mesmo se dá entre essas duas religiões afro-brasileiras.

Não se imagina um Pai de Santo da Umbanda fazendo raspagem e bori, dando iniciação no Candomblé a uma pessoa ou dando-lhe o título de Babalorixá. 

Assim como é inimaginável (apesar de existir casos, infelizmente), a realização de rituais de Candomblé com entidades de Umbanda no comando, para uma suposta iniciação na Umbanda.

Tais práticas são ultrajantes às duas religiões. As duas possuem seus próprios fundamentos e ritos, não havendo qualquer necessidade de serem mescladas.

As diferenças entre essas duas Religiões começam em sua base.

A Umbanda é uma religião brasileira, nascida em 1908, por meio do Médium Zélio Fernandino de Moraes e de seu guia, o Caboclo das 7 Encruzilhadas. É uma religião que, rompeu com o Espiritismo, apesar de trazer  ainda consigo alguns de seus elementos, e absorveu também elementos das crenças indígenas, católicas e africanas.

O Candomblé, (apesar da forma com que conhecemos exista apenas no Brasil), é oriundo da junção das nações trazidas da África pelos escravos. Ou seja, tratam-se de cultos Africanos, dedicados aos Orixás, Nkises e Voduns (Ketu, Angola e Jeje). Dessa maneira, as cantigas, os rituais, as rezas e oferendas, são as mesmas utilizadas pelos ancestrais africanos outrora.

A Umbanda trabalha com espíritos, os quais são chamados de guias. São entidades que trabalham na energia do Orixá. São falanges de Caboclos, Pretos-Velhos, Crianças, Baianos, Boiadeiros, Ciganos, Marinheiros, Exus e Pombogiras. São essas as entidades que comandam a gira, que realizam os amacis, batismo, cruzamentos, etc.
Além disso, tais entidades, dão passes, realizam curas, descarregos, falam e se utilizam de elementos como o fumo e o álcool.

No Candomblé não existe a manifestação de espíritos. Nessa Religião, os espíritos são chamados de Eguns, e são excluídos das chamadas rodas. (existem algumas casas que possuem o fundamento de Baba Egungun, ritual onde se manifesta os ancestrais). Todavia, o que se manifestas nas sessões de Candomblé são as energias dos Orixás.
Tais energias fazem com que o iniciado, chamado de Iyaô entre em transe. Todavia, esse transe é bem diferente da chamada incorporação existente na Umbanda. Além disso, o iniciado quando manifestado pelo Orixá apenas dança seu ritmo. Não fala, não fuma, não bebe, não dá consultas, etc. Apenas chega, reverencia seus Babas e dança suas cantigas, nada mais.

Na Umbanda, os toques de atabaque são realizados com as mãos e são acompanhados por cantos em português.

Ora, se nossas entidades falam o português, porque iremos chamá-las em outras línguas? Seria no mínimo, uma falta de respeito! O ponto cantado, nada mais é que uma oração cantada, devendo ser cantado com todo o respeito, sabendo o por que de cada palavra. São cantos de chamada, de reverência, de trabalho e de subida.

No Candomblé, os toques variam de acordo com a nação. 
Se for Ketu, os toques serão entoados com toques de varetas (Aguidavi), acompanhados por cantigas no dialeto Yorubá, língua daquelas divindades. Na nação Angola, o toque é realizado com as mãos, acompanhada por cantigas no dialeto Bantu. Na nação Jeje, os toques também são realizados com as mãos, e as cantigas são feitas em um de seus dialetos (Axantis, Gans, Agonis, Popós, Crus, etc.). São cantigas que fazem referencias aos itans, ou seja, lendas sobre os Orixás, Nkises e Voduns.

A Umbanda trabalha com 9 Orixás, os quais estão distribuídos na chamada 7 Linhas de Umbanda. São eles: Oxalá,
Ogum, Oxossi, Xangô, Iemanjá, Oxum, Iansã, Nana Burukê e Obaluaê/Omulú. Vale lembrar que na Umbanda não existe incorporação de Orixás, mas sim, de espíritos e falangeiros que trabalham na sua energia.

O Candomblé Ketu, reverencia no mínimo 16 Orixás, chegando alguns há 21 e até 72 Orixás. Na nação Jeje e na Angola, os Voduns e Nkises também passam de 20.
O Candomblé Ketu trabalha com as chamadas qualidades de Orixás, como por exemplo, Oxalá que possui as qualidades de Oxalufã (velho) e Oxaguiã (moço).

A Umbanda não possui qualidades de Orixás.

O Candomblé possui suas cores e interpretações para os Orixás. 

A Umbanda possui outras cores e interpretações.
O sacerdote de Umbanda é chamado de Pai de Santo, Pai de Terreiro, Cacique, ou simplesmente Dirigente.

O sacerdote de Candomblé é chamado de Babalorixá, alguns possuem o título de Babalaô. As mulheres são chamadas de Yalorixá. Só podem utilizar esses títulos quem de fato teve iniciação no Candomblé e passou pelas raspagens, boris, etc.

Essas são apenas algumas das diferenças. 

Como se pode perceber, as duas possuem uma estrutura, organização e rituais completamente distintos. 

Por isso nós, Umbandistas, devemos zelar pela pureza de nossa fé, evitando a introdução de elementos que não condizem com nossa religião. 

Assim também, os Candomblecistas, devem pregar a pureza de seu culto, evitando a mesclagem indevida e o desvirtuamento do culto milenar.

Para reforçar ainda mais as diferenças existentes entre essas duas religiões, o Blog realizou uma entrevista com
Babalorixá Rafael dOxalufã.
segue no próximo estudo


"Nascer, morrer, renascer ainda, e progredir sempre, tal 頡 lei"
Allan Kardec.

ACREDITE EM SEU PODER !!!!!!!

NÃO HAVERÁ IMPOSSÍVEIS SE
ACREDITARMOS NAS POSSIBILIDADES
Vinícius Francis
24.04.2015



Quando visualizamos os horizontes da realidade sem saídas, ou soluções, precisamos nos convidar a ir pra dentro de nós e aprofundar nossas raízes interiores. Porque todo olhar negativo externo se iniciou através de uma distorção da verdade interna, a de que podemos tudo. E só olhamos com descrença, desespero e pequenez qualquer situação do lado de fora quando abandonamos essa certeza do lado de dentro.

Então, nesse momento, é preciso mergulhar profundamente em nós e buscar a nossa fé em nosso Eu maior que parece ter se perdido. E os momentos em que nos perdemos sempre são oportunidades de nos reencontrarmos com mais amor e motivação, porque somos tudo o que precisamos para seguir adiante.

Sem nossa força estamos vazios e desolados, mas quando caminhamos do nosso lado e nos revestimos de todo o Bem que precisamos, todas, eu disse todas as forças do Universo se voltam a nosso favor. Mas é preciso que não nos abandonemos jamais.


E se você se sente assim hoje, um pouco perdido de si mesmo, volte seus olhos pra si. Se abrace, se envolva, se encoraje, se motive, se ame. Você vale a pena, a sua vida vale a pena, os seus sonhos valem a pena. E por mais que pareçam improváveis ou impossíveis eu quero que você saiba que para cada um deles a resposta de Deus já foi dada, e é "Sim".

Agora, só falta você dar o seu "Sim", se levantar e caminhar até a mesa do Criador, onde ele te espera para cear o banquete dos vencedores. Porque não haverá impossíveis se acreditarmos nas possibilidades.

O impossível se torna possível e nos visita quando não abandonamos a nossa certeza. E às vezes, tudo o que precisamos é que alguém venha e nos lembre disso, não é? Então, eu resolvi te lembrar para que suas forças sejam renovadas no Bem e seu coração se preencha com a motivação necessária para erguer a cabeça e caminhar rumo a uma vida de realizações.

E realização começa quando nos damos o privilégio e a graça da convicção. E por mais que ventos assoprem e a tempestade pareça forte e disposta a derrubar a nossa casa, precisamos lembrar que na rocha a alicerçamos, conforme ensinou Jesus.

E, quando estamos fundamentados nisso, por mais violentas que sejam essas tempestades e ventos, nós permaneceremos. O Bem sustenta os que nele confiam. O Bem encoraja os que se dão coragem. O Bem ajuda os que se ajudam. E se ajudar é estar do seu lado, é se abraçar em momentos de fraqueza e dizer a si mesmo que tudo vai ficar bem, que tudo vai se resolver da melhor forma porque para o melhor você nasceu.

Respire fundo, interiorize-se e busque pelo alívio do seu Cristo interno. Jesus disse: Vinde a mim todos os vós que estais cansados e sobrecarregados e eu vos aliviarei. O mestre disse isso na condição de representar o Cristo, e com isso ele quis nos mostrar que quando corremos para os braços do Cristo que vive em nós somos fortalecidos, consolados, renovadas na força suprema do Criador que depositou a porção do melhor em cada um de nós.

E muitas vezes, nada como uma tempestade para nos lembrar da força que habita em nosso interior, não é?

Então, muita calma nesse momento. Essa forte chuva não vai te derrubar, antes, ela vai varrer com seus fortes ventos o velho cenário para que o novo seja construído por você. Por mais desmotivado que você possa estar nesse dia, eu quero te convidar a render o seu ego, a sua ignorância em não compreender os fatos que te envolvem.

Renda-se na pequenez do eu menor para que o seu Eu superior resplandeça em seu ser e te revista de tudo o que você precisa. Não é porque não entendemos certos fatos que eles não têm seu fundamento e funcionalidade no arranjo da evolução.

E não precisamos entender, apenas confiar, apenas entregar o nosso cuidado à vida, ao nosso espírito, certo de que o caminho onde trilhamos é construído pela excelência da divindade em nós. Não como um destino imposto, mas como um mapa desenhado pelo nosso espírito e entregue ao nosso eu menor quando nascemos.

E se seguirmos esse mapa realizaremos os nossos sonhos e alcançaremos o êxito. Porque fomos nós que escolhemos os tesouros almejados desta vida. E se escolhemos é porque sabíamos que seríamos capazes de conquistar todos eles. E isso, claro, aliados à força do Criador em nós, conectados, fortes, certos de que somos um em Deus.

E nessa Unidade, a vida dele através de nós abrirá nossos caminhos e nos fará experimentar o melhor em todos os níveis. Basta crer e depositar nesse poder a nossa confiança, incondicionalmente e sem reservas.

Seja Feliz!

Por favor, respeite os créditos ao compartilharhttp://stelalecocq.blogspot.com/2015/04/nao-havera-impossiveis-se-acreditarmos.html
Fonte: Os Filhos da Alva

sexta-feira, 24 de abril de 2015

SER UM SACERDOTE DE UMBANDA.

 SER UM SACERDOTE DE UMBANDA.: Um sacerdote de Umbanda deve ser um bom conselheiro e orientador espiritual. Deve ser um líder na sua comunidade. Deve ser alguém que...
                            A Umbanda
Irmão!... 

Medita demoradamente sobre a tua condição de ente humano, e procura conhecer a razão de ser dos teus inúmeros sofrimentos. Acompanha a evolução da mais perfeita ideologia religiosa, que é a Umbanda, e verás que os teus temores se dissiparão. 

Quando tomares conhecimento do mundo espiritual, os bondosos Orixás te mostrarão a sublimidade das Leis Divinas, dando-te forças para suportares, com a resignação dos fortes , os mais atrozes padecimentos morais, materiais e espirituais.
Vem... A Umbanda redentora e amiga te espera!... -  (FONTENELLE, 1953, p. 9).
Jesus e Oxalá na terra de Yurupari
No fundo são misturas. Misturam-se as almas nas coisas; misturam-se as coisas nas almas. Misturam-se as vidas, e é assim que as pessoas e as coisas misturadas saem cada qual de sua esfera e se misturam: o que é precisamente -  o contrato e a troca (MAUSS, 1974, p. 71). 

O Alabê De Jerusalém - A Ópera

Sim, leitor. Uma ópera.

Uma ópera completa, linda e que conta uma história envolvente, passada a dois mil anos atrás.
Alabê de Jerusalém foi encenada poucas vezes no Brasil. Mesmo reunindo nomes de peso da MPB, como Elba Ramalho, Fafá de Belém, Alcione, Lenine, Bibi Ferreira, Jorge Aragão e Ivan Lins, entre outros, Altay não consegue patrocínio para levá-la novamente a público.

Fafá de Belém disse que se Altay tivesse nascido norte-americano, sua ópera seria um dos maiores sucessos da Broadway. E ele estaria rico, muito rico. Como não é o caso, Altay luta diariamente para conseguir o seu sustento e continua na batalha para levar de volta aos palcos a sua grande obra.

Mas, deve estar se perguntando o nobre leitor: o que uma ópera está fazendo num blog ambiental?
Respondo com um trechinho da ópera de Altay:
Ah, meu Deus! Assisto com muita tristeza a pena da aspereza dilacerando a beleza de uma linda sinfonia. A aguarrás de juizes, ciumentos inflexíveis, descolorindo as matizes de uma linda pintura, só porque não gostam da assinatura
E vai com uma bailarina, com a inocência de menina, dançando em volta do sol, a Grande Mãe Terra. Enquanto muitas nações, governos, religiões ensaiam a dança da guerra.

Na verdade a bola azul quase nunca foi amada; é sempre penalizada. Tem um trabalho enorme, dedicação e talento para preparar a mistura, juntar os seus elementos para dar forma às criaturas, e elas, depois de paridas, desconhecem a matriarca e dizem, mal agradecidas: que a carne é fraca.
Olha, eu vou dizer na minha simples observação: dia após dia, me perdoem a liberdade, mas religião de verdade, mais parecida com a que Jesus queria, talvez seja sentimento de ecologia. Para esse sentimento não tem fronteiras e só reza um mandamento: preservação das espécies com urgência, sem adiamento.

Hoje, ela pensa nas plantas, nos rios, no mar, nos bichos. Amanhã, com certeza, com a mesma dedicação e capricho, pensará com muito cuidado nos meninos abandonados.

Ah, se ela tivesse mais força para sustentar sua zanga, evitaria, com certeza a fome cruel de Ruanda. Ainda era uma menina, quando a impertinência sangrou, com a bola de fogo, a pobre Hiroshima. Mas ela cresce, se instala como uma prece no coração das crianças. Tenho muitas esperanças

Eu tenho toda a certeza que nosso planeta um dia, mesmo cansado, exausto, terá toda a garantia e guardado por uma geração vigia, nunca mais verá a espada fria no Holocausto.

Alabê é uma exaltação a conservação da natureza e uma tremenda lição de respeito a vida. 
Só por sua riqueza cultural já merecia estar entre os materiais didáticos distribuídos pelo MEC às escolas. 
A sua mensagem ambiental, importantíssima, só reforça o seu valor.

Mas como quase tudo que presta nesse país, é relegada ao esquecimento.

O  Alabê De Jerusalém - A Historia

Ogundana é um andarilho africano que viveu há dois mil anos, contemporâneo de Jesus Cristo.
Ele sai da própria aldeia, em Ifé, Nigéria, aos doze anos e atravessa todo o Norte da África, a pé, poucas vezes em caravanas, até romper as fronteiras do continente e chegar a Roma. Busca conhecer o mundo e encontrar a si mesmo.

A passagem pela África ocupa o primeiro quarto do livro e foi o que mais me emocionou e interessou. 

O tônus poético das cenas e cenários é de difícil tradução, resta destacá-los para que os sentidos de quem lê este texto possam se aproximar da magia de Ogundana, ao demonstrar, por exemplo, a necessidade de desenvolver fina sintonia com o Orixá de cada dia, como requisito para se tornar um Alabê, aquele que cuida da música nos cultos Iorubás. 

Foi então, que na manhã seguinte, com realeza e requinte, na casa dos instrumentos, recebi dos sacerdotes a empunhadura do archote que ilumina os fundamentos, a orientação secreta pra ficar em sintonia com o Orixá de cada dia, pra receber a energia que cura, que alivia e neutraliza a magia fria dos maus momentos. 

Assim, ao som dos tambores, Xangô desceu de Aruanda trazendo seus dois machados e os cruzou no meu peito, realizou os preceitos; e, então, já quase eleito um Alabê iniciado fui levado em cortejo até a beira do rio. 

E ao som dos cânticos sagrados, recebi a grande honraria: ser portador de um colar, uma guia, que foi por Oxum batizada, pertencer à hierarquia dos que vivem em sintonia com o raio que Xangô envia rumo ao palácio das águas (p.18).

Madiba, primo e melhor amigo de Ogundana vai ao encontro dele, pois não o deixaria viajar sozinho rumo ao desconhecido que ele, Madiba, também queria alcançar. Ogundana o define como aquele que trazia consigo, além da força dos destemidos, a luz do sexto sentido que brilha nos olhos dos iniciados. 

Embora fosse um menino, assim como ele, inocente, Madiba era um sábio, tinha a intuição dos magos, a lucidez dos videntes (p.29).

Mas Madiba adoece parte, e o momento de sua passagem é requintada reflexão de fé na existência do mundo espiritual e nas razões que a razão desconhece. A dor de Ogundana é dilacerante e a poesia gerada dessa dor nos ajuda a compreender e superar nossas dores causadas por perdas:
Conduzido pela dor, fui levado ao traiçoeiro reino da apatia. 

Lá, sujeito às bruxarias silenciosas e à música furiosa daquele mundo sombrio, caí no mais denso e frio estado de melancolia. Não mais levantei os olhos para contemplar o firmamento; e, sem o sábio aconselhamento das estrelas, distante da luminosidade solar e do carinhoso olhar da lua cheia, cheguei a perder de vista o elo resplandecente da poderosa corrente que une os deuses da minha aldeia. 

Era como um açoite, a escuridão da noite, toda vez que ela chegava. E eu sofria pesadelos, acordava assustado. 
 
Ainda na inocência, confundia a luz da vidência com as trevas dos maus presságios(p.35).

Antes disso, a lucidez de Madiba diante da morte iminente, impressiona. 

Ogundana, sinto muito, mas acho que chegou a hora. Minha razão, já está em silêncio, não encontrou nenhuma resposta, e já não faz nenhuma pergunta. Mas a tua, vai estar mais forte que nunca, depois da minha partida, pode deixá-lo de costas pra luz do seu espírito, e, te mergulhar em suas próprias sombras, arruinar sua vida. A razão quase sempre zomba da percepção da alma. Não aceite a hostilidade, segue em busca da verdade, confia nas divindades, que com o tempo, ela se acalma (p. 32 e 33).

Ainda em estado aflitivo, Ogundana prossegue a caminhada. Sonha com um rei altivo e carinhoso, senhor de belo reinado que lhe dá conselhos plenos de sabedoria: (...) 

Todos nós estamos sujeitos a cair nas armadilhas da tristeza. Não percas a delicadeza, só ela traz a clareza quando a estrada é sombria, mantém-te em vigília. Às vezes parece que tarda a chegar o tempo das flores. Mas é que a natureza o guarda porque sabe que os pintores, os que fabricam as cores, moram em outras estações.

E por isso ela espera até que outros artistas procurem-na e felizes lhe digam: Querida mãe natureza, já temos todos os matizes pra pintar sua primavera (p.37).

Uma das mais belas partes do livro vem logo a seguir, um diálogo entre o rio Nilo e o deserto, feito por meio dos viajantes que trazem a um, notícias do outro. 

Há também reflexões profundas sobre a vida e a paixão, uma nos joga na estrada e a outra em algum lugar nos espera, e, finalmente, sobre a difícil decisão de persistir no caminho, de atender ao chamado da vida: Hesitei, não por me faltar coragem, mas o ritual de passagem de um mundo conhecido pra outro tão longe de nossas raízes é um ato violento.
Correu por dentro de mim como um raio, quase me levou ao desmaio, uma assustadora sensação de saudade (...) Chorei. Não como uma criança, mas como um homem que tem esperança, um homem que acredita que a estrada ama os caminheiros, que crê ser do mundo um passageiro e que não deve descansar enquanto o corpo a alma puder levar ao encontro de novos companheiros (p.53).

A partir daí, a poesia reinante se torna episódica.
 
Há mudanças no tom do texto, adota-se um coloquialismo excessivo que destoa da elaborada linguagem anterior. 

O maior mérito dos restantes três quartos do livro, a meu ver, é destacar a simultaneidade da presença de Ogundana, um africano, ao período de vida de Jesus Cristo na Galiléia. Ou seja, o autor mostra o intercruzamento de mundos que não eram estanques, cujas fronteiras eram transpostas e ocorria o diálogo, mesmo que entre estrangeiros, entenda-se, pessoas e culturas em permanente estranhamento.

Ao final, uma grande surpresa, Ogundana não seria uma personagem de ficção? Teria existido? Seria hoje uma entidade espiritual, o Alabê de Jerusalém, que se comunica com os humanos ancorado em uma plêiade de pretos velhos resplandecentes? 

Se assim for, pode ser desculpada uma ou outra incongruência temporal da obra, por exemplo, o fato de uma personagem que viveu há dois mil anos afirmar que não poderia deixar de adotar um determinado comportamento por conta de ideologia. 

A palavra ideologia sequer existia naquela época, é construção política do século XVIII.

Mas é também um bom impasse literário, ou foi problema de revisão, de falta de leitura crítica, ou solução de espírito atemporal que vive em múltiplas eras e incorpora distintas linguagens.

"Nascer, morrer, renascer ainda, e progredir sempre, tal 頡 lei"
Allan Kardec.

terça-feira, 21 de abril de 2015

Tira Dúvidas nº 15

085 - Assentamento Vibratório

                  CARTA DO CHEFE SEATLE

ChefeSeatle
Carta do Cacique americano ao Presidente dos Estados Unidos da América
Em 1854, o Governo dos Estados Unidos tentava convencer o chefe indígena Seatle a vender suas terras.
Como resposta, o chefe enviou uma carta ao presidente que se tornou famosa em todo o mundo. Seu conteúdo merece uma reflexão atenta pois é uma lição que deve ser cultivada por todos, por esta e pelas futuras gerações.
Decorridos quase dois séculos da carta do cacique indígena Seatle ao Presidente do Estados Unidos, suas lições permanecem atuais e proféticas, para todos aqueles que sabem enxergar no fundo do conteúdo de sua mensagem.
A carta do cacique Seatle é uma lição inesgotável de amor à natureza e à vida, que permanece na consciência de milhões de pessoas em todas as partes do mundo. É o hino de todos aqueles que amam a natureza e tudo o que nela vive. A cada leitura, renovamos os ensinamentos que ali estão.
Serve para ler e reler e passar adiante para que todos a conheçam.
No Brasil, existiam em torno de 4 milhões de indígenas, quando os colonizadores chegaram. Hoje, restam cerca de 200 mil! Embora o indígena tenha contribuído de forma essencial para a miscigenação da raça brasileira, é certo que foram sendo expulsos de suas terras pelos exploradores e eliminados por doenças contraídas através do convívio com os brancos.
Atualmente, continuam sofrendo a invasão de suas terras por madeireiros, fazendeiros e garimpeiros, seus principais algozes.
É fundamental que seja preservada a riqueza de sua cultura, suas danças, ritos, conhecimentos sobre as plantas e animais e as formas de viver em harmonia com a natureza. Os indígenas possuem uma sabedoria milenar que precisamos aprender a ouvir.
A história dos indígenas em cada país onde existiam, antes do homem branco, é diferente nas suas particularidades, mas no seu conteúdo são iguais. Nos Estados Unidos ou no Brasil, os problemas enfrentados pelos indígenas foram
os mesmos. Daí esse sentimento de solidariedade e cooperação que existe entre os diferentes povos indígenas e essa sabedoria milenar da qual todos nós temos muito que aprender.
        CARTA DO CHEFE INDÍGENA SEATLE
“O ar é precioso para o homem vermelho, pois todas as coisas compartilham o mesmo sopro: o animal, a árvore, o homem, todos compartilham o mesmo sopro. Parece que o homem branco não sente o ar que respira. Como um homem agonizante há vários dias, é insensível ao mau cheiro (…).

Portanto, vamos meditar sobre sua oferta de comprar nossa terra. Se decidirmos aceitar, imporei uma condição: o homem deve tratar os animais desta terra como seus irmãos (…)

O que é o homem sem os animais? Se os animais se fossem, o homem morreria de uma grande solidão de espírito. Pois o que ocorre com os animais, breve acontece com o homem. Há uma ligação em tudo.

Vocês devem ensinar às suas crianças que o solo a seus pés é a cinza de nossos avós. Para que respeitem a Terra, digam a seus filhos que ela foi enriquecida com as vidas de nosso povo. Ensinem às suas crianças o que ensinamos às nossas, que a Terra é nossa mãe. Tudo o que acontecer à Terra, acontecerá aos filhos da Terra. Se os homens cospem no solo estão cuspindo em si mesmos.

Isto sabemos: a Terra não pertence ao homem; o homem pertence à Terra.

Isto sabemos: todas as coisas estão ligadas, como o sangue que une uma família. Há uma ligação em tudo.

O que ocorre com a terra recairá sobre os filhos da terra. O homem não teceu o tecido da vida: ele é simplesmente um de seus fios. Tudo o que fizer ao tecido, fará a si mesmo.

Mesmo o homem branco, cujo Deus caminha e fala com ele de amigo para amigo, não pode estar isento do destino comum. É possível que sejamos irmãos, apesar de tudo. Veremos. 
De uma coisa estamos certos ( e o homem branco poderá vir a descobrir um dia): nosso Deus é o mesmo Deus. Vocês podem pensar que o possuem, como desejam possuir nossa terra, mas não é possível. Ela é o Deus do homem e sua compaixão é igual para o homem branco e para o homem vermelho. 
A terra lhe é preciosa e feri-la é desprezar o seu Criador. 
Os brancos também passarão; talvez mais cedo do que todas as outras tribos. 
Contaminem suas camas, e uma noite serão sufocados pelos próprios dejetos.
Mas quando de sua desaparição, vocês brilharão intensamente, iluminados pela força do Deus que os trouxe a esta terra e por alguma razão especial lhes deu o domínio sobre a terra e sobre o homem vermelho. 
Esse destino é um mistério para nós, pois não compreendemos que todos os búfalos sejam exterminados, os cavalos bravios todos domados, os recantos secretos da floresta densa impregnados do cheiro de muitos homens, e a visão dos morros obstruída por fios que falam. Onde está a árvore? Desapareceu. Onde está a água? Desapareceu. 
É o final da vida e o início da sobrevivência.
Como é que se pode comprar ou vender o céu, o calor da terra? Essa idéia nos parece um pouco estranha. Se não possuímos o frescor do ar e o brilho da água como é possível comprá-los?

Cada pedaço desta terra é sagrado para meu povo. Cada ramo brilhante de um pinheiro, cada punhado de areia das praias, a penumbra na floresta densa, cada clareira, cada inseto a zumbir é sagrado na memória e experiência do meu povo. 
A seiva que percorre o corpo das árvores carrega consigo as lembranças do homem vermelho (…).
Essa água brilhante que corre nos rios não é apenas água, mas a idéia nos parece um pouco estranha. Se não possuímos o frescor do ar e o brilho da água como é possível comprá-los?
Cada pedaço desta terra é sagrado para meu povo. Cada ramo brilhante de um pinheiro, cada punhado de areia das praias, a penumbra na floresta densa, cada clareira, cada inseto a zumbir é sagrado na memória e experiência do
meu povo. 
A seiva que percorre o corpo das árvores carrega consigo as lembranças do homem vermelho (…).
Essa água brilhante que corre nos rios não é apenas água, mas o sangue de nossos antepassados. 
Se vendermos a terra, vocês devem lembrar-se de que ela é sagrada, devem ensinar às crianças que ela é sagrada e que cada reflexo nas águas límpidas dos lagos fala de acontecimentos e lembranças da vida do meu povo. 
O murmúrio das águas é a voz dos meus ancestrais.
Os rios são nossos irmãos, saciam nossa sede. 
Os rios carregam nossas canoas e alimentam nossas crianças. 
Se lhes vendermos nossa terra, vocês devem lembrar e ensinar a seus filhos que os rios são nossos irmãos e seus também. E, portanto, vocês devem dar aos rios a bondade que dedicariam a qualquer irmão.
Sabemos que o homem branco não compreende nossos costumes. 
Uma porção de terra, para ele, tem o mesmo significado que qualquer outra, pois é um forasteiro que vem à noite e extrai da terra aquilo de que necessita.
 A terra não é sua irmã, mas sua inimiga e, quando ele a conquista, prossegue seu caminho. 
Deixa para trás os túmulos de seus antepassados e não se incomoda. 
Rapta da terra aquilo que seria de seus filhos e não se importa (…). Seu apetite devorará a terra, deixando somente um deserto.
Eu não sei. Nossos costumes são diferentes dos seus.
A visão de suas cidades fere os olhos do homem vermelho. Talvez porque o homem vermelho é um selvagem e não compreenda.
Não há lugar quieto nas cidades do homem branco. 
Nenhum lugar onde se possa ouvir o desabrochar de folhas na primavera ou o bater de asas de um inseto. 
Mas talvez seja porque eu sou um selvagem e não compreendo. 
O ruído parece apenas insultar os ouvidos. E o que resta da vida de um homem, se não pode ouvir o choro solitário de uma ave ou o debate dos sapos ao redor de uma lagoa, à noite? 
Eu sou um homem vermelho e não compreendo.
O índio prefere o suave murmúrio do vento encrespando a face do lago, e o próprio vento, limpo por uma chuva diurna ou perfumado pelos pinheiros
Sabemos que o homem branco não compreende nossos costumes.
Uma porção de terra, para ele, tem o mesmo significado que qualquer outra, pois é um forasteiro que vem à noite e extrai da terra aquilo de que necessita. 
A terra não é sua irmã, mas sua inimiga e, quando ele a conquista, prossegue seu caminho. 
Deixa para trás os túmulos de seus antepassados e não se incomoda. 
Rapta da terra aquilo que seria de seus filhos e não se importa (…). Seu apetite devorará a terra, deixando somente um deserto.”
fonte: http://www.comitepaz.org.br/chefe_seattle.htm

Uma excelente reflexão para todos as pessoas, principalmente para nós, os umbandistas, que consideramos a natureza sagrada, onde vibram nossos orixás.
Saravá!
São Vicente,20/04/2015
Manoel Lopes

ACADEMIA: Texto= Renovação da Umbanda Urbana contemporânea: Por Luan Rocha de Campos

Dear Antonio, You read the paper " Algumas observações em torno da renovação na Umbanda urbana contemporânea "...