quinta-feira, 10 de maio de 2012

DOCUMENTO ENCONTRADO NA ANTIGUIDADE SOBRE JESUS CRISTO

A Vida desconhecida de Jesus (6 DE 6)

A Vida desconhecida de Jesus (5 DE 6)

A Vida desconhecida de Jesus (4 DE 6)

A Vida desconhecida de Jesus (3 DE 6)

A Vida desconhecida de Jesus (2 DE 6)

A Vida desconhecida de Jesus (1 DE 6)

Os Cavaleiros Templários - I


Mediunidade de Psicofonia e Incorporação - Por Ednay Melo



Mediunidade é a capacidade de se comunicar com os espíritos. Psicofonia, segundo a Doutrina Espírita, é a mediunidade de comunicação oral também conhecida como incorporação, porém, este termo pode designar uma falsa ideia de que o espírito "entra" no corpo do médium, o que não acontece. A psicofonia é a faculdade mais encontrada e mais vantajosa, pois permite a manifestação objetiva dos espíritos, permite o diálogo facilitando o atendimento aos que necessitam de ajuda ou esclarecimento, além de auxiliar de forma direta os espíritos que precisam de doutrinação e consolação.

A psicofonia se efetua através do magnetismo espiritual sobre o chacra coronário, ativando a glândula pineal para produzir a melatonina, hormônio que interage com os neurônios e produz um efeito de sedação. A melatonina é dirigida para o córtex cerebral sedando o mecanismo da fala e facilitando o controle do espírito sobre a mesma. A comunicação se dá quando o perispírito se liga aos órgãos sensitivos da fala do médium, através do chacra laríngeo.

A mediunidade de psicofonia é classificada em: consciente, pré-consciente (substitui o termo semi-consciente, o qual não é mais utilizado pela Psicologia) e inconsciente. A faculdade consciente é a mais comum, encontrada em 70% dos casos. Nela, o espírito se comunica através da tela mental, cabe ao médium decodificar a mensagem e transmiti-la com o mínimo de alteração, pois, desde que a mensagem passa pelo arquivo mental do médium é natural que se molde aos elementos dele inerentes, isto é, a forma da mensagem irá depender das variantes de linguagem que o médium possui, da riqueza ou escassez do vocabulário e do conhecimento sobre o assunto, mas a essência da mensagem não pode ser alterada. A mediunidade de psicofonia pré-consciente é o meio termo entre a consciência e a inconsciência, durante o fenômeno mediúnico o médium é abordado por clarões de consciência e após o transe há uma mínima recordação do que aconteceu. Isto se dá porque há uma exteriorização parcial do perispírito. O espírito tem melhor atuação no órgão fonador, conseguindo falar com o seu próprio estilo de linguagem. A pré-consciência está em 28% dos casos. E finalmente, a mediunidade de psicofonia inconsciente representa apenas 2% dos casos, é uma mediunidade rara e de menor preferência dos espíritos, pois se o médium não participa ativamente do fenômeno não pode usufruir dos benefícios da mensagem, geralmente ele é o mais necessitado em ouvi-la. O mecanismo da inconsciência consiste em o perispírito se afastar, sendo ligado pelo cordão fluídico ao corpo físico, ficando este ao total controle do espírito comunicante.

Na Umbanda a mediunidade mais utilizada é a de incorporação consciente. O termo incorporação torna-se adequado não porque o espírito se "apossa" do veículo físico, mas porque a atuação energética através da melatonina ativa várias representações do aparelho sensitivo no córtex cerebral, dentre eles o mecanismo da motricidade, onde o espírito controla além da fala, os gestos do médium. Este é impulsionado a obedecer o comando do comunicante, mas fique bem claro: tudo só acontece com a permissão e vontade do médium, afinal, o corpo é dele e a ele cabe o controle final. Daí a importância da educação mediúnica e do estudo, do entendimento real de que somos responsáveis por nossas atitudes, principalmente no transe mediúnico.
Ednay Melo

Leonardo Boff

Corrupção: crime contra a sociedade

Jornal do BrasilLeonardo Boff
          Segundo a Transparência Internacional, o Brasil comparece como um dos países mais corruptos do mundo. Sobre 91 analisados, ocupa o 69º lugar. Aqui ela é histórica, foi naturalizada, vale dizer, considerada como um dado natural, é atacada só posteriormente quando já ocorreu e tiver atingido  muitos milhões de reais e goza de ampla impunidade. Os dados são estarrecedores: segundo a Fiesp (Federação das Indústrias de São Paulo) anualmente ela representa 84.5 bilhões de reais. Se esse montante fosse aplicado na saúde subiriam em 89% o número de leitos nos hospitais; se na educação, poder-se-iam abrir 16 milhões de novas vagas nas escolas; se na construção civil,  poder-se-iam construir 1,5 milhões de casas.
         Só estes dados denunciam a gravidade do crime contra a sociedade que a corrupção representa. Se vivessem na China muitos corruptos acabariam na forca por crime contra a economia popular. Todos os dias, mais e mais fatos são denunciados como agora com o contraventor Carlinhos Cachoeira que para garantir seus negócios infiltrou-se corrompendo gente do mundo político, policial e até governamental. Mas não adianta rir nem chorar. Importa compreender este perverso processo criminoso.
         Comecemos com a palavra corrupção. Ela tem origem na teologia. Antes de se falar em pecado original,  expressão que não consta na Bíblia mas foi criada por Santo Agostinho no ano 416 numa troca de cartas com São Jerônimo, a tradição cristã dizia que o ser humano vive numa situação de corrupção. Santo Agostinho explica a etimologia: corrupção é ter um coração (cor)  rompido (ruptus) e pervertido. Cita o Gênesis: “a tendência do coração é desviante desde a mais tenra  idade”(8,21). O filósofo Kant fazia a mesma constatação ao dizer:“somos um lenho torto do qual não se podem tirar tábuas retas”. Em outras palavras: há uma força em nós que nos incita ao desvio que é a corrupção. Ela não é fatal. Pode ser controlada e superada, senão segue suatendência.
         Como se explica a corrupção no Brasil? Identifico três razões básicas entre outras: a histórica, a política e a cultural.
         A histórica: somos herdeiros de uma perversa herança colonial e escravocrata que marcou nossos hábitos. A colonização e a escravatura são instituições objetivamente violentas e injustas. Então as pessoas para sobreviverem e guardarem a mínima liberdade eram levadas a corromper. Quer dizer: subornar, conseguir favores mediante trocas, peculato (favorecimentoilícito com dinheiro público) ou nepotismo. Essa prática deu  origem ao jeitinho brasileiro, uma forma de navegação dentro de uma sociedade desigual e injusta e à lei de Gerson que é tirar vantagem pessoal de tudo.
         A política: a base da corrupção política reside no patrimonialismo, na indigente democracia e no capitalismo sem regras. No patrimonialismo não se distingue a esfera pública da privada. As elites trataram a coisa pública como se fosse  sua e organizaram o Estado com estruturas e leis que servissem a seus interesses sem pensar no bem comum. Há um neopatrimonialismo na atual política que dá vantagens (concessões, médios de comunicação) a apaniguadospolíticos.
         Devemos dizer que o capitalismo aqui e no mundo é em sua lógica, corrupto, embora aceito socialmente. Ele simplesmente impõe a dominação do capital sobre o trabalho, criando riqueza com a exploração do trabalhador e com a devastação da natureza. Gera desigualdades sociais que, eticamente, são injustiças, o que origina permanentes conflitos  de classe. Por isso, o capitalismo é por natureza antidemocrático, pois  a democracia supõe uma igualdade básica dos cidadãos e direitos garantidos, aqui violados pela cultura capitalista. Se tomarmos tais valores como critérios, devemos dizer que nossa democracia é anêmica, beirando a farsa. Querendo ser representativa, na verdade, representa os interesses das elites dominantes e não os gerais da nação. Isso significa que não temos um Estado de direito consolidado e muito menos um Estado de bem-estar social. Esta situação configura uma corrupção  já estruturada e faz com que ações corruptas campeiem livre e impunemente.
         Cultura: A cultura dita regras socialmente reconhecidas. Roberto Pompeu de Toledo escreveu em 1994 na Revista Veja: “Hoje sabemos que a corrupção faz parte de nosso sistema de poder tanto quanto o arroz e o feijão de nossas refeições”. Os corruptos são vistos como espertos e não como criminosos que de fato são. Via de regra podemos dizer:  quanto mais desigual e injusto é um Estado e ainda por cima centralizado e burocratizado como o nosso, mais se cria um caldo cultural que permite e tolera a corrupção.
         Especialmente nos portadores de poder se manifesta a tendência à corrupção. Bem dizia o católico  Lord Acton (1843-1902): ”o poder  tem a tendência a se corromper e o absoluto poder corrompe absolutamente”. E acrescentava:”meu dogma é a geral maldade dos homens portadores de autoridade; são os que mais se corrompem”.
         Por que isso? Hobbes  no seu Leviatã (1651)  nos acena para uma resposta plausível: “assinalo, como tendência geral de todos os homens, um perpétuo e irrequieto desejo de poder e de mais poder que cessa apenas com a morte; a razão disso reside no fato de que não se pode garantir o poder senão buscando ainda mais poder”. Lamentavelmente foi o que ocorreu com o PT. Levantou a bandeira da ética e das transformações sociais. Mas ao invés de se apoiar no poder da sociedade civil e dos movimentos e criar uma nova hegemonia, preferiu o caminho curto das alianças e dos acordos com o corrupto poder dominante. Garantiu a governabilidade  a preço de mercantilizar as relações políticas e abandonar a bandeira da ética. Um sonho de gerações foi frustrado. Oxalá  possa ainda ser resgatado.
         Como combater a corrupção? Pela transparência total, pelo aumento dos auditores confiáveis que atacam antecipadamente a corrupção. Como nos informa o World Economic Forum, a Dinamarca e a Holanda possuem 100 auditores por 100.000 habitantes; o Brasil apenas, 12.800 quando precisaríamos pelo menos de 160.000. E lutar para umademocracia menos desigual e injusta que a persistir assim será sempre corrupta e corruptora.
Leonardo Boff é teólogo, filósofo e escritor
Tags: brasil, congresso, corrupção, demóstenes, leonardo boff, política, teologia

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