sexta-feira, 8 de julho de 2016

Exu, Pombogira e Exu Mirim, a Tripolaridade Que me Curou | 090 | João Gy...

-Umbanda
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        Com a vinda dos escravos africanos para o Brasil, o sincretismo religioso se tornou uma prática comum entre os escravos, pois os senhores de engenho não permitiam nenhuma outra religião, a não ser a católica.   Desta forma, nasceu a Umbanda, amplamente difundida em todas as camadas sociais do país. 
        A Umbanda difere do candomblé em tudo, pois nela tem várias entidades que ajudam e auxiliam com consultas e conselhos. As giras para preto-velho são permitidas e alguns terreiros mesclam o espiritismo (chamado por alguns de "religião de mesa branca") com a Umbanda.



        Muitas pessoas perguntam por que as entidades se apresentam sob as formas de caboclos, pretos-velhos e crianças. Mas se observarmos bem veremos que esses são tipos de fácil identificação popular, representando as faixas etárias do homem e modelos de comportamento, como mostramos abaixo:
Tipos Faixa etária Comportamento
Pretos-velhos Velhice Prudência e humildade
Caboclos
Adulto
Vigor e pujança
Crianças Infância Inocência e pureza



UMBANDA
Seu Mestre Supremo: 
  • JESUS (Filho de Deus)
Suas Normas: 
  • Sessões - Assim se chamariam os períodos de trabalhos espirituais;
  • Vestes - Os participantes estariam uniformizados de Branco;
  • Sacrifícios - Os sacrifícios de aves e animais é totalmente alheio à Umbanda;
  • Fundamento básico - É a crença ou culto aos espíritos evoluídos;
  • Atendimento - GRATUITO
Origem da palavra "UMBANDA":
  • Oriunda do Sânscrito ( a mais antiga língua da Terra-raiz mestra dos demais idiomas existentes no mundo), que se pode traduzir por "DEUS AO NOSSO LADO"  ou  "O LADO DE DEUS".
  • ou   UM - Deus (único) - Deus, o supremo espírito. BANDA - Povo da Terra - Grupo ou Facção.
Colaboração de:
CASA BRANCA DE OXALÁ TEMPLO UMBANDISTA -
Rua Barbacena 35 - Lagoa Santa - Minas Gerais CEP 33400-000
Dirigentes; Solano de Oxalá e Maria de Omolú



        Havia na época uma variação de culto afro chamada Quimbanda, originário do Congo, muito orientado à magia e que incorporava o trabalho com entidades incorporadas junto com ritos africanos similares aos do Candomblé, mas não iguais porque o Candomblé vem de uma região muito diferente.
        Assim sem uma alternativa a Umbanda foi criada como meio para que entidades pudessem cumprir sua missão. Sendo uma linha muito branda e que era totalmente baseada no catolicismo, sendo assim acabou por absorver a Quimbanda e hoje existem muito poucas casas de Quimbanda.



Data: 09/02/2005
Lei amplia livre exercício religioso

        Projeto de lei do presidente da Câmara de Curitiba, vereador João Cláudio Derosso (PSDB), que de determina a data de 15 de novembro para comemoração anual do Dia da Umbanda já foi sancionado. A iniciativa, que objetiva ampliar, em âmbito municipal, o direito garantido pela Constituição Federal do livre exercício religioso e manifestações culturais populares originárias nas migrações indígenas e afro-brasileiras, atende reivindicação do Superior Órgão Internacional de Umbanda e dos Cultos Afro (SOI), com mais de 50 templos na cidade. No País, ultrapassa 70 milhões de adeptos. “Apesar da origem no século 20, a umbanda só foi oficializada como religião na legislação de 1934”, explica o autor.
Leis divinas
        A escolha da data foi em função de registro de 1908, quando Zélio Fernandino de Moraes, de apenas 17 anos, deu início à doutrina, através de seus guias mentores. O vocábulo “aum-ban-dan”, abrasileirado para “umbanda”, teve origem na língua Abanheenga, do “tronco Tupy”, e significa “o conjunto das leis divinas”.
        Atualmente, o Movimento Umbandista, que concentra adeptos em todo o País, procura desmistificar o preconceito quanto à prática religiosa, confundida desde a origem. Na realidade, de acordo com pesquisas deste movimento, a umbanda foi adaptada pelos escravos. Eles utilizaram o conhecimento ritualístico indígena para cultuar crenças trazidas da África, sob vestes de santos católicos, por sua vez introduzidos pelos portugueses.



        A Umbanda não foi codificada, como foi o kardecismo em sua origem por Hippolyte Leon Denizard Rivail (Livro dos espíritos, Livro dos médiuns, Evangelho Segundo Espiritismo, O Céu e o Inferno e A Gênese) a Umbanda foi manifestada e o kardecismo esclarecido, por isso temos muito a aprender com o Kardecismo sobre esclarecimento e eles muito a aprender conosco sobre manifestação.
        Costumo dizer que se não temos uma “Bíblia Umbandista”, todos os livros sagrados da humanidade são nossos, para extrairmos o que eles tiverem de melhor, temos a liberdade de estudar a Bíblia Cristã, o Tora (Judeu), O Alcorão (Muçulmano), O Tao Te Ching (Chinês), O Zend Avesta (Persa), Os Vedas (Hindu) e tantos outros.
  • Não temos 10 mandamentos Católicos, mas nos basta apenas um mandamento: “Amar ao próximo como a si mesmo e Deus acima de todas as coisas”
  • Não temos sete pecados capitais (gula, avareza, inveja, ira, luxuria, orgulho e preguiça) porque não acreditamos em pecado, mas cremos em vícios e virtudes, nos sete sentidos da vida (, Amor, Conhecimento, Justiça, Lei, Evolução e Geração) dentro de nosso livre arbítrio, onde o que se volta para o ego torna-se vicio.
  • Não temos dogma nem tabu, pois na Umbanda ninguém é obrigado a aceitar nada, mas o conhecimento vai sendo absorvido naturalmente e da mesma forma a própria religião evolui e se adapta.
        Não é uma seita religiosa, é religião, portanto tem seus fundamentos próprios que devem ser esclarecidos. O conceito de seita é muito antigo e vem da época em que haviam religiões oficiais, onde aqueles que se opunham de alguma forma àquela liturgia, formando grupos dissidentes, eram chamados de seitas e portanto considerados “hereges”, à margem da sociedade...
        ...Podemos e devemos absorver o conhecimento de outras religiões, ampliando assim nosso universo espiritual. Na verdade temos a aprender com todos e todos têm a aprender conosco, quando a única religião for o Amor, o que existirão serão práticas diferentes deste Amor, Umbanda é a nossa prática do Amor...
        ...Cada um ou cada grupo umbandista realiza seus trabalhos, sessões, segundo seu ponto de vista, sem deixar de ser umbanda. Cada casa, templo ou tenda é diferente um do outro e todos são centros ou “igrejas de umbanda”. O que há em comum é a essência e não a forma!

Visões sobre o vocábulo Umbanda
Referência Histórioco-Literária
        A mais antiga referência literária e denotativa ao termo Umbanda é de Heli Chaterlain, em Contos Populares de Angola, de 1889. Lá aparece a referência à palavra Umbanda, como: curador, magia que cura, sinônimo de Kimbanda.
Visão Exotérica sobre o vocábulo Umbanda
       Segundo a corrente exotérica que existe na Umbanda, a origem do vocábulo Umbanda estaria na raiz sânscrita AUM que, na definição de Helena Petrovna Blavatsky, em seu Glossário Teosófico, significa a sílaba sagrada; a unidade de três letras; daí a trindade em um. É uma sílaba composta pelas letras A, U e M (das quais as duas primeiras combinam-se para formar a vogal composta O). É a sílaba mística, emblema da divindade, ou seja, a Trindade na Unidade (sendo que o A representa o nome de Vishnu; U, o nome de Shiva, e M, o de Brahmâ); é o mistério dos mistérios; o nome místico da divindade, a palavra mais sagrada de todas na Índia, a expressão laudatória ou glorificadora com que começam os Vedas e todos os livros sagrados ou místicos. As outras palavras componentes se supõem, como: Bandha, de origem sânscrita, no mesmo glossário significa laço, ligadura, sujeição, escravidão. A vida nesta terra.
        Autores dessa corrente exotérica, analisando as duas palavras, definiram Umbanda como sendo a junção dos termos Aum + Bandha, que seria o elo de ligação entre os planos divino e terreno. A palavra mântrica Aumbandha foi sendo passada de boca a ouvido e chega até nós como Umbanda.


AS SETE LÁGRIMAS DE UM PRETO VELHO
         Num cantinho de um terreiro sentado num banquinho pitando o seu cachimbo, um triste Preto Velho chorava. De seus “olhos” molhados, esquisitas lagrimas desciam-lhes pelas faces e não sei porque contei-as. Foram sete. Na incontida vontade de saber, aproximei-me e o interroguei. Fala, meu Preto Velho, diz ao teu filho por que externa assim uma tão visível dor?
        E ele, suavemente respondeu. Estás vendo esta multidão que entra e sai? As lágrimas contadas estão distribuídas a cada uma delas.
  • A primeira, eu dei à estes indiferentes que aqui vem em busca de distração, para saírem ironizando aquilo que suas mentes ofuscadas não podem conceber...
  • A segunda, a esses eternos duvidosos que acreditam, desacreditando, na expectativa de um milagre que os façam alcançar aquilo que seus próprios merecimentos negam.
  • A terceira, distribui aos maus, aqueles que somente procuram as entidades de pouco esclarecimento sobre a doutrina verdadeira do Mestre Jesus, em busca de vingança, desejando sempre prejudicar o seu semelhante.
  • A quarta, aos frios e calculistas, que sabem que existe uma força espiritual e procuram beneficiar-se ~ela de qualquer forma e não conhecem a palavra gratidão.
  • A quinta, chega suave, tem o riso, o elogio da flor dos lábios mas se olharem bem o seu semblante, verão escrito: Creio na doutrina do Cristo Jesus, nos Teus Caboclos e nos Teus Zumbis, mas somente se vencerem o meu caso, ou me curarem disso ou daquilo.
  • A sexta, eu dei aos fúteis que vão de templo em templo, não acreditando em nada, buscando aconchegos e conchavos e seus olhos revelam um interesse diferente.
  • A sétima, filho, notas como foi grande e como deslizou pesada? Foi a última lágrima, aquela que vive nos olhos de todos os Orixás. Fiz doação dessa aos médiuns vaidosos que só aparecem no templo em dia de festa e faltam às doutrinas. Esquecem que EXISTEM TANTOS IRMÃOS PRECISANDO DE CARIDADE, TANTAS CRIANCINHAS PRECISANDO DE AMPARO MATERIAL E ESPIRITUAL.
        Assim, filho meu, foi para esses todos, que vistes cair, uma a uma...
Do livro: Umbanda de Todos Nós
W.W.da Matta e Silva (Mestre Yapacany)
O Sr. W.W. da Mata e Silva, uma figura de real importância na Umbanda, autor de várias obras, cultuava: Oxalá, Ogum, Iemanjá, Oxossi, Xangô, Yuri (linha do Oriente) e Yorima (linha dos pretos-velho).


TEXTOS:
MENSAGENS:
CANDOMBLÉ  E  UMBANDA
DIVERSOS:



Ver também:   
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- o poder, a realidade e o mito das orações,
- jejum de palavras,
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e muito mais.

Confira aqui como foi:
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Alan Barbieri
Sacerdote e fundador do Templo Escola Casa de Lei, médium atuante na Umbanda desde 1999; Palestrante; Graduado em Publicidade e Propaganda pela Unicsul; Master Practitioner em PNL com certificação Internacional assinada pelo Dr. Richard Bandler (criador da PNL) e pela The Society of NLP™ (a mais antiga e respeitada entidade de PNL do Mundo) e mais outras 4 formações; Formação internacional em Hipnose clínica pela A.I.H.C.E (Asociación Internacional de Hipnosis Clínica y Experimental, Espanha) e mais outras 9 formações; Constelador Sistêmico e Familiar, certificado pelo Centro Constela (México) e Systemic IberoAmerican University; Diretor Fundador da Rádio Toques de Aruanda; Diretor e Tutor do Portal Estudar em Casa.
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Grupo de Umbanda Triângulo da Fraternidade: UMBANDA OU "UMBANDAS"? - por que a Umbanda não é u...

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