segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Salve nosso Mestre Rubens que já pssou o que devia passar aos Umbandistas e está Agora nos vendo ampliarmos !

Inicio

MAGIA DIVINA DAS SETE PEDRAS

Inscrições

12/09/2018 – das 20:00 às 22:00 – Quarta-Feira

Inicio dia

19/09/2018

Matricula  R$ 25,00

Duração 4 meses

Contribuição Mensal 4 parcelas de R$ 80,00

Reserve já sua vaga.

Ministrado Por Duarte

Reservas de vagas através do Telefone: (011) 4221-4288

 E-mail: Contato@colegiodeumbanda.com.br

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ABERTURA DE MAGIA

MAGIA DAS SETE VISÕES

Em virtude das ferias escolares as inscrições e inicio do Curso de MAGIA DAS SETE VISÕES foi alterada para:

Inscrições

03/08/2018 – das 20:00 às 22:00 – Sexta

04/08/2018 – das 15:00 às 17:00 – Sábado

05/08/2018 – das 10:00 às 12:00 Domingo

Inicio dia

10/08/2018

11/08/2018

12/08/2018

Matricula  R$ 25,00

Contribuição Mensal 4 parcelas de R$ 80,00

Pré-requisito : Ter um grau de Magia

Reserve já sua vaga.

Reservas de vagas através do Telefone: (011) 4221-4288

 E-mail: Contato@colegiodeumbanda.com.br

Resultado de imagem para RUBENS SARACENI

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Magia Divina dos Sete Mantos

Inscrições 06/08/2018 – 20:00 ás 22:00 -Segunda Feira

 Inicio dia 13/08

Matricula R$ 50,00

Contribuição Mensal R$ 80,00

Duração 4 Meses

Ministrante: Graziela Saraceni

Reservas pelo E-mail: contato@colegiodeumbanda.com.br

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ESCLARECIMENTO DA DIREÇÃO DO COLÉGIO DE UMBANDA PAI BENEDITO DE ARUANDA ATRAVÉS DE SUA

DIRIGENTE ESPIRITUAL   ALZIRA SARACENI

MAGIA DIVINA

Muitas vezes, julgamos nossos irmãos conforme nosso entendimento, sem termos o verdadeiro conhecimento de causa sobre o fato que julgamos; o porquê disso! É que julgamos pelo que vemos momentaneamente e não no seu todo. No caso, nossa irmã e também DIRIGENTE ESPIRITUAL do Colégio de Umbanda Sagrada Pai Benedito de Aruanda, GRAZIELA SARACENI, esta sendo julgada sem que tenham total conhecimento dos fatos ao que passo a expor: Ao iniciar qualquer magia aberta por autorização do Mestre Seiman Hamiser Yê, Rubens Saraceni, na época Pai espiritual e responsável pelo COLÉGIO DE UMBANDA SAGRADA PAI BENEDITO DE ARUANDA, não se importando com o horário, pois horário para ele não existia somente suas obrigações para com o sagrado, chamava sua filha de sangue e espiritual também dotada de clarividência, GRAZIELA SARACENI e iniciava todos os testes necessário e determinado por seu mestre Seiman Hamiser YÊ, que aprovava ou não para ser ministrada e iniciar mais uma magia liberada ao nosso plano de vida, (melhor dizendo aos encarnados). Está, portanto, seria uma declaração desnecessária a todos que acompanharam Rubens Saraceni em suas magias, pois ele mesmo cansou de dizer em aula que todas as magias a serem liberadas teriam que passar pelo crivo de seu mestre para depois serem passadas aos encarnados. Assim, para que todos tomem conhecimento, minha filha e também dirigente espiritual deste Colégio, tem sim, todo o conhecimento necessário para ministrar qualquer curso já ministrado por seu pai, com a devida vênia de mestre Seiman, como também, as que por ela já foram abertas e as demais que estão por vir através de sua mestra de magia.

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COMUNICADO DE ESCLARECIMENTO

COLÉGIO DE UMBANDA SAGRADA PAI BENEDITO DE ARUANDA

MAGIA DO ORIXÁ EXU


Dia 09 de Março completamos mais um ano, sem o saudoso mestre RUBENS SARACENI, que veio a terra para nos deixar formalizado a doutrina e teologia de Umbanda em suas obras psicografadas e nos ensinar através de seu mestre de magia, vários graus de magia Divina. Quem conheceu Pai Rubens, sabe o quanto ele se empenhou para ministrar esses cursos de magia e cumprir o que se comprometeu com seu mestre em atingir um numero abrangente de magos iniciados em cada mistério encerrando cada egrégoras, para que depois magos iniciados por ele pudessem ministrar aulas formando outros magos. Mas quando começou a ministrar a Magia do Orixá Exu. Depois de formar algumas turmas desse mistério, Pai Rubens ficou doente e não conseguiu assim cumprir o numero de 11.111 magos do mistério Exu, pois Olorum o chamou de volta para outra dimensão. No entanto, antes de sua partida chamou seus familiares para dizer dali para frente quem faria o que; E preocupado em continuar a cumprir o numero de magos iniciados na magia do Orixá Exu, ele deu a outorga e permissão de ministrar essa magia SOMENTE A SUA IRMÃ MARIA DE FÁTIMA SARACENI, E DISSE QUE MESMO DEPOIS DELA ATINGIR O NUMERO DE 11.111 MAGOS NESTA MAGIA, SOMENTE ELA E NENHUM OUTRO MAGO PODERIA MINISTRAR ESSA MAGIA, essa egrégoras será fechada e só ela poderia continuar a ministrar essa magia nenhum outro mago poderia dar a magia do Orixá Exu como por ele foi passada, Portanto quaisquer boatos contrariam a isso, comunicamos aos magos iniciados e professores da Magia Divina, não há outra pessoa a não ser MARIA DE FÁTIMA SARACENI que tem a autorização de ministrar essa magia do Orixá Exu, pois foi assim que mestre RUBENS SARACENI PEDIU E ASSIM SERA.
Boatos correm a respeito dessa magia, mas são somente boatos sem nenhum fundo de verdade e qualquer duvida com referencia a esta magia devera ser tirada junto direção do Colégio de Umbanda Pai Benedito de Aruanda através de seu dirigente espiritual que é a Sra. ALZIRA SARACEN.

Colégio de Umbanda Sagrada Pai Benedito de Aruanda

Rua Serra da Bocaina Nº 427

Nossos Antecessores na criação da Umbanda !

Memórias da Umbanda do Brasil - Ronaldo Linares e Diamantino Trindade  10 6 99
 Sinopse: A história da Umbanda é uma grande pesquisa em construção. Assim, sempre que novos documentos se apresentam, os autores procuram fazer a sua divulgação para que cada vez mais os umbandistas conheçam as origens e o desenvolvimento histórico da sua religião. Esta obra resgata alguns desses documentos e aborda alguns temas que, ao longo da história, têm sido motivo de muitos estudos e polêmicas, como as conquistas dos umbandistas, a Umbanda na Mídia, a metodologia utilizada na pesquisa histórica da Umbanda, pontos de força de um terreiro, obsessores, animismo e mistificação. 

Resenha:  A História da Umbanda do Brasil é um livro documentário, repleto de informações, notícias e fotografias acerca do desenvolvimento da religião de Umbanda no Brasil.  Escrito por dois baluartes do movimento umbandista - Pais Ronaldo Antonio Linares e Diamantino Fernandes Trindade - conta também com a colaboração de Alex de Oxossi, Gilberto Angelotti e Renato Henrique Guimarães Dias.

Através desta obra, o leitor irá conhecer (ou rever)  a fundação da Umbanda em 1908, pelo Caboclo das Sete Encruzilhadas através da mediunidade de Zélio de Moraes, bem como conhecer diversos fatos históricos ocorridos de lá para cá.

O livro traz diversas ilustrações, inclusive com matérias veiculadas em grandes revistas ao longos dos anos, tais como Manchete, Fatos e Fotos, Planeta, entre outras.

Clique na imagem para ampliar

Além da parte histórica, encontramos importantes esclarecimentos sobre alguns fundamentos da Umbanda que muitas vezes são seguidos nos terreiros sem a devida compreensão por parte de seus frequentadores.
  1. uso dos pontos cantados
  2. oferendas para Yemanjá
  3. o batuque na Umbanda
  4. pontos de força de um terreiro
  5. o marafo
  6. obsessão, animismo e mistificação
Eu gostei muito desse livro e recomendo a todos que desejam conhecer melhor a história dessa religião tão acolhedora.

Ficha Técnica:
Autores: Ronaldo Linares e Diamantino Trindade
Páginas: 254
Gênero: documentário

Trechos:
A obsessão oblitera as faculdades medianímicas, enquanto a prece é sempre um poderosos auxiliar. O médium em geral é um grande devedor, que pela missão mediúnica vai resgatando os erros do passado. É uma oportunidade abençoada que a Espiritualidade maior fornece, e o médium, no entanto, para alcançar o objetivo da moratória moral e espiritual, deve se manter disciplinado, humilde, estudando sempre e participando dos trabalhos espirituais e materiais do grupo ao qual mais se afinizou. (Capítulo "Mediunidade Esclarecida", por Alex de Oxossi. Página 181)
Blogs dos autores:
Ronaldo Linares: Mandala dos Orixás
Renato Henrique Dias: Registros de Umbanda
Alex de Oxossi: Povo de Aruanda

Comentário: Pai Ronaldo conviveu com Pai Zélio, conforme nos relata tanto neste livro quanto em Iniciação à Umbanda. É um dos grandes defensores da Umbanda no Brasil. No vídeo abaixo, Pai Ronaldo discursa na Assembleia Legislativa de São Paulo, no lançamento do selo comemorativo em homenagem à Umbanda. É emocionante!

104 - Santuário Nacional da Umbanda

Umbanda- Comemoração aos 108 anos - Pai Jamil Rachid e Pai Ronaldo Linares

RONALDO LINARES - SELO DA UMBANDA

PAI RONALDO LINARES - Santuário Nacional da Umbanda

Quem foi Benjamim Figueiredo na Umbanda ?

O LEGADO DE BENJAMIN FIGUEIREDO

O Legado de Benjamin Figueiredo
Excelente pesquisa publicada por SERGIO NAVARRO TEIXEIRA do blog FRATERNIDADE UMBANDISTA LUZ DE ARUANDA
INTRODUÇÃO
Escrever sobre Benjamin Gonçalves Figueiredo não é apenas falar do homem e do médium, porque sua vida se mistura com a mensagem e com a obra de seu mentor espiritual, um dos mais importantes dirigentes espirituais da Umbanda: o magnífico Caboclo Mirim. Ambos serão para sempre um exemplo edificante de amor ao próximo e de luta pela dignidade do culto umbandista.














Em um momento histórico-cultural difícil para a Umbanda, Benjamin Figueiredo foi um dos principais expoentes no movimento pela evolução do culto e pelo reconhecimento das casas umbandistas junto às autoridades de seu tempo, estando lado a lado de alguns dos incansáveis guerreiros dos primeiros anos da nossa querida Umbanda, tais como Zélio Fernandino de Moraes, Domingos dos Santos, João Carneiro de Almeida, José Álvares Pessoa, Manoel Nogueira Aranha, João de Freitas, Cavalcanti Bandeira, Cícero Bernardino de Melo, Narciso Cavalcanti, Félix Nascente Pinto, Jerônimo de Souza, Henrique Landi Júnior, Matta e Silva, Tancredo da Silva Pinto, Átilla Nunes (pai), Omolubá, Flavio da Guiné, dentre outros.
Por toda uma vida voltada à unificação dos umbandistas, Benjamin Gonçalves Figueiredo deixou registrada em nossa memória as lembranças do incansável líder, do médium admirável de Caboclo Mirim e de Pai Roberto e do homem cuja integridade e ideais em muito superaram os seus dias, nos trazendo até os dias de hoje os ecos de uma bela mensagem de fé e de determinação em tirar a Umbanda da marginalidade a qual esteve relegada pela sociedade brasileira até meados do século passado.A ANUNCIAÇÃO DA UMBANDA
Há cerca de 20 anos após a proclamação da República, a sociedade brasileira vivia profundas transformações, ainda em busca de sua personalidade, de sua “brasilidade”. No mundo das artes, por exemplo, um grupo de artistas revolucionava a estética e a linguagem na Semana de Arte Moderna de 1922. Esse sentimento nacionalista viria também a se manifestar na política, com a ascensão de Getulio Vargas ao poder, já na década de 1930. Era o fim da hegemonia da elite agrária e a implantação do Estado Novo.A característica mestiça da população brasileira passava a ser valorizada, tida como forma de união da nação. Por essa visão, os vários grupos raciais ganhavam igual importância na formação da civilização brasileira. Esta ideologia ajudou na crença de que o preconceito racial não existia no Brasil. Gilberto Freyre, em seu livro “Casa Grande e Senzala” (1933), foi um dos intelectuais que deram suporte a tal tese.Até o samba, manifestação cultural oriunda da cultura negra brasileira, era redescoberto e reformatado, levado a um universo mais amplo: brilhava a estrela de Carmem Miranda!
E dentro deste contexto nacional, um fato marcante, para aqueles que se propõe a estudar as origens da Umbanda, veio a consolidar-se como o marco inicial da religião: a famosa manifestação do Caboclo das Sete Encruzilhadas em 1908, através do seu médium Zélio Fernandino de Moraes (1891-1975), na cidade de Niterói, então capital do antigo estado do Rio de Janeiro. A data, 15 de novembro, é a mesma da comemoração da proclamação da República brasileira. Coincidência?
Diante de uma respeitada e organizada Federação Espírita Brasileira, Caboclo das Sete Encruzilhadas pôde deixar registrada a definição do novo movimento religioso: “Uma manifestação do espírito para a caridade”. Caridade, a principal lei da Umbanda, religião do amor fraterno em benefício dos irmãos encarnados, qualquer que fosse a cor, a raça, o credo e a condição social.Sabe-se que aquela não foi a primeira manifestação mediúnica de um espírito com perfil de um índio brasileiro, uma vez que desde o final do século XIX há registro da presença destes em pequenos terreiros, espalhados à margem da sociedade daqueles dias, as ditas “macumbas cariocas”. Mas o advento do Caboclo das Sete Encruzilhadas foi realmente especial por diversos aspectos. No início do século XX, “macumba” podia facilmente definir toda e qualquer relação mediúnica (geralmente promíscua) de curandeiros, pais-de-santo, feiticeiros, charlatões, e todos aqueles que se dispunham a intervir junto às forças invisíveis do além apenas em troca de dinheiro e poder, como bem descreve Paulo Barreto em 1904, sob o pseudônimo de “João do Rio”, no livro “As Religiões no Rio”:
“Vivemos na dependência do Feitiço, dessa caterva de negros e negras de babaloxás e yauô, somos nós que lhes asseguramos a existência, com o carinho de um negociante por uma amante atriz. O Feitiço é o nosso vício, o nosso gozo, a degeneração. Exige, damoslhe; explora, deixamo-nos explorar e, seja ele maitre-chanteur, assassino, larápio, fica sempre impune e forte pela vida que lhe empresta o nosso dinheiro.”
Daí percebe-se a grandeza da missão do Caboclo das Sete Encruzilhadas como mensageiro das diretrizes da mais altas esferas da espiritualidade. Sua presença e sua mensagem eram muito claras: uma nova legião de entidades iluminadas trabalharia pela elevação moral e espiritual do nosso povo, sob a inspiração de Cristo-Oxalá. Era o nascimento da Umbanda
Desta forma entendemos porque, em 12 de março de 1920, outro jovem médium viria a ser o veículo de mais um iluminado Mestre, que também se utilizando da roupagem fluídica de um índio brasileiro, veio ratificar a mensagemhumildade e caridade da Umbanda.
Vinha ensinar a prática da mediunidade em sintonia e respeito à natureza e ao livre-arbítrio do praticante, na plenitude da “Escola da Vida”.Assim, Caboclo Mirim se manifestava pela primeira vez naquele que seria seu companheiro de uma vida: Benjamin Gonçalves Figueiredo (26/12/1902 – 03/12/1986).




A TENDA ESPÍRITA MIRIM EM 1924
Benjamin Gonçalves Figueiredo, então com dezessete anos, participava com sua família de sessões espíritas (kardecistas) até que, em março de 1920, em uma dessas reuniões, Caboclo Mirim incorporou o jovem médium e anunciou que aquela seria a última sessão de Kardec realizada por aquela família e que as próximas passariam a ser de Umbanda, religião apresentada apenas há pouco mais de dez anos.
A partir de então, toda a família Figueiredo viu-se envolvida na formação daquele que seria um dos mais importantes núcleos umbandistas do Brasil. Aos 13 dias do mês de março do ano de 1924 considerou-se fundada a Tenda Espírita Mirim. Desde o início Caboclo Mirim advertiu que aquela seria uma Organização única no gênero em todo o Brasil, cujo método seria adotado por outras Tendas, até mesmo em outros Estados da Federação.














De fato, o ritual da Tenda Mirim sempre se destacou no meio umbandista por trazer influencias de correntes filosóficas que vão desde o Ocultismo e a Teosofia ao Espiritismo de Kardec. Caboclo Mirim aboliu do seu culto diversos elementos que estavam intimamente ligados à noção de que se tinha das “macumbas” e feitiçarias reinantes naqueles tempos, bem como alguns outros também relacionados ao culto católico e à cultura africana, em especial.
Ainda como parte da ruptura com outras religiões, nos terreiros orientados por Caboclo Mirim não se encontravam altares com as imagens católicas, apenas a de Jesus Cristo situado acima da altura da cabeça dos médiuns, onde se lia a inscrição “O Médium Supremo”. Os atabaques foram trocados por enormes tambores (tocados sentados), toalhas-de-guarda e as vestes rendadas coloridas, típicas da Bahia, deram lugar aos brancos uniformes e calçados, sempre sóbrios, como a lembrar a seus médiuns que todos eram apenas operários da fé, ou melhor, “Soldados de Oxalá”, como na letra de um belo hino da Tenda Mirim. Nenhum ornamento, nem guias, colares ou qualquer tipo de ostentação pessoal era aceita. Antes da abertura dos trabalhos, era até difícil ao visitante reconhecer os dirigentes dentre os demais médiuns da Casa.
Foi um primeiro passo em busca de uma identidade própria para a Umbanda, buscando-se dignificar o culto e seus participantes, tendo como base a organização e a disciplina do conjunto do corpo mediúnico da casa umbandista. Percebe-se ainda a nítida influência do movimento positivista daqueles tempos, através de uma certa rigidez hierárquica e disciplinar no terreiro, o que aliás, atraiu muitos médiuns militares para as fileiras das casas sob a orientação de Benjamin Gonçalves Figueiredo.







Caboclo Mirim introduziu também o conceito de graduação aos seus médiuns em desenvolvimento, com uma classificação própria para cada um nos trabalhos de atendimento público. Foi, talvez, a primeira Escola de Formação Iniciática Umbandista!
O novo adepto da religião iniciava seu desenvolvimento mediúnico na base da pirâmide hierárquica do terreiro, e ia ascendendo nela conforme em seu próprio ritmo, levando-se em conta a seriedade e a dedicação do neófito, e sempre de acordo com a intensidade e a qualidade com que seus próprios Guias trabalhavam junto ao médium.

QUEM REALAMENTE FOI O FUNDADOR DA UMBANDA NO BRASIL?

Zélio Fernandino de Morais (São Gonçalo10 de abril de 1891 — 3 de outubro de 1975) foi um médium brasileiro. É considerado o anunciador da Umbanda.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Zélio Fernandino de Moraes "Anunciador da Umbanda"



Zélio nasceu em família tradicional de Neves, distrito de São Gonçalo. 
Em fins de 1908, então com dezessete anos de idade, Zélio preparava-se para o ingresso na carreira militar, na Marinha do Brasil, quando foi acometido por uma inexplicável paralisia, que os médicos não conseguiam debelar. 
Certo dia, ergueu-se no leito, declarando "Amanhã estarei curado!".
No dia seguinte, de fato, levantou-se normalmente e voltou a caminhar, como se nada lhe houvesse acontecido: os médicos não souberam explicar o ocorrido. 
Os seus tios, padres da Igreja Católica, surpreendidos, também não souberam explicar o fenômeno. 
Um amigo da família, então, sugeriu uma visita à Federação Espírita do Estado do Rio de Janeiro, então sediada em Niterói, presidida, na ocasião, por José de Souza.
Na ocasião, manifestou-se por intermédio de Zélio a entidade que se denominou Caboclo das Sete Encruzilhadas, que anunciou a fundação de uma nova religião no Brasil, a Umbanda
Foi fundada, no dia seguinte, em virtude dessa manifestação, a Tenda Espírita Nossa Senhora da Piedade.
A partir de 1918, por orientação da mesma entidade espiritual, Zélio viria a fundar mais sete tendas de Umbanda:
  • Tenda Nossa Senhora da Guia (c. 1918)
  • Tenda Nossa Senhora da Conceição
  • Tenda Santa Bárbara
  • Tenda São Pedro
  • Tenda Oxalá
  • Tenda São Jorge (1935)
  • Tenda São Jerônimo (após 1935)
Aos 55 anos, passou a direção da Tenda Espírita Nossa Senhora da Piedade para as suas filhas Zélia de Moraes Lacerda e Zilméia de Moraes Cunha, já mortas. 
Feito isso, fundou a Cabana de Pai Antônio, em Cachoeiras de Macacu, no estado do Rio de Janeiro.

cursos de umbanda segundo a direção da doutrina MATA VERDE !