sábado, 30 de maio de 2020

Decepção Religiosa. Templo de Umbanda Ogum 7 Ondas e Cabocla Jupira= Por Cristinatormena

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A Umbanda te decepcionou? Refletir é preciso…

by cristinatormena
Refletir é preciso…
Por que diz que a Umbanda lhe decepcionou, se ela nada lhe prometeu?
A decepção é fruto das expectativas errôneas que criou sobre o que é ser Umbandista…
Ser Umbandista não é se ver livre de viver as dificuldades da vida
Não é achar que o Orixá e Guias estão para lhe servir e fazer cumprir suas vontades
Ser Umbandista vai muito além de ir aos trabalhos ou tocar a gira apenas quando tem problemas pessoais para resolver
Inúmeras são as pessoas que se decepcionam com a religião pois depositam nela a responsabilidade de ser a solução de todos os seus problemas, mas a verdade é que religião não é a solução dos problemas, religião é caminho, é direcionamento.
A Umbanda é só mais um dos inúmeros caminhos que assim como toda religião tem o objetivo de nos conectar com o divino, as religiões mesmo que de formas diferentes são os caminhos que nos conduzem a evolução pessoal e espiritual, verá que escolhendo a religião pelo motivo certo não haverá espaço para futuras decepções…
Está decepcionado com a religião porquê?
Por que gastou o dinheiro que tinha e o Orixá nada lhe deu em troca? Não é possível comprar milagres, os Orixás nos dão sim algo em troca, mas para os que tem merecimento, e não é nada material, o que os Orixás nos dão é mais fé, maior força para que lutemos a conquistar tudo o que almejamos.
Decepcionado por que se dedica anos trabalhando no terreiro e não vê sua vida magicamente melhorando? Trabalhar em um terreiro não é promessa de vida melhor, não é uma troca, sabe quando sua vida vai melhorar? Quando colocar em prática o que é ensinado pelos Guias e não enquanto ficar esperando que eles façam por você
A religião te decepcionou por que um ente querido morreu? inúmeros são os Umbandistas que se desligam da religião após perderem um ente querido, pensou o que, que só por que é Umbandista as pessoas que gosta deixam de morrer? Não, não deixam, e não é por que trabalhamos com a espiritualidade que os Guias tem a obrigação ou vão nos avisar que alguém vai morrer, mas nos ensinam trabalho após trabalho a aceitarmos os desígnios de Olorum e compreender que a morte/desencarne faz parte, mas na hora que acontece muitos se afastam da religião, ao invés de colocar em pratica o que é ensinado.
Antes de dizer que está decepcionado com a religião por algo que passou em um terreiro, pare e pense se não deveria estar decepcionado consigo mesmo por ter escolhido fazer parte de uma casa que sabia que não praticava o bem, antes de dizer que a religião não presta, pare e pense se não é você quem fazia mal uso da religião.
(Fonte - Umbandista de Primeira)
cristinatormena | May 30, 2020 at 10:56 am | Categories: Sem categoria | URL: https://wp.me/p6CoVr-3Gf

quarta-feira, 27 de maio de 2020

Texto de Sacerdote Alexandre Cumino: Incorporação Umbandista em Casa.




ALEXANDRE CUMINO

Alexandre     Cumino

Os espíritas tem uma formação sólida com relação à obra de Kardec, são incentivados a ler, estudar e praticar o “Evangelho no Lar”, uma prática que é feita por muitos umbandistas também. O estudo do Evangelho Segundo Espiritismo é muito salutar, assim como a leitura da Bíblia, Corão, Tao Te King, Torá, do Bhagavad Gita, Zend Avesta e outros livros sagrados. A obra de Kardec nos é mais próxima por tratar da relação mediúnica com os espíritos, logo, somos incentivados ao seu estudo, com o filtro do olhar umbandista.
No dia a dia das práticas de Umbanda, o mais presente é o trabalho mediúnico de incorporação. Trazer a Umbanda para o lar implica em trazer também um pouco das atividades de terreiro: banho, defumação, ritual e comunicação mediúnica direta.
Quando se fala em incorporar em casa, surgem várias restrições, para muitos não se pode nem acender uma vela, porque vai atrair “obsessores”. São conceitos muito presentes no espiritismo, o qual não usa velas ou outros elementos, e pouco trabalha com a incorporação, mas estes valores não servem ao Umbandista praticante.
Não estou recomendando a iniciantes que passem a incorporar em casa, claro. Mas, sim, lembrando a quem já tem o dom de incorporação desenvolvido e uma certa desenvoltura com a espiritualidade, que nossa religião é de mediunidade prática e trazer a Umbanda ao Lar se torna muito natural ao compreender que estes Espíritos Guias são nossa família espiritual, que nos quer bem e se esforça a nos ajudar sempre.
Para trabalhar em casa incorporado o que se pede é maturidade mediúnica, que implica em ideal e responsabilidade, aliados a muita disciplina. O mais importante é não estar brincando de incorporar, fazer suas orações com determinação e sentir a presença de seus Guias, antes da manifestação. Muitos têm medo de manifestarem obsessores, ou mistificadores (enganadores). Como diria Cristo, “não se serve a dois senhores” e “avalie a árvore pelos frutos”.
Uma boa comunicação é feita sempre com respeito e intenção de fazer o bem, seja de direita ou de esquerda. Um guia bem incorporado limpa o ambiente, descarrega as pessoas, traz palavras de amor e esperança e, ao ir embora, todos estão se sentindo bem melhor, mais leves. Quando isso acontece é certeza de que estamos manifestados de nossos Guias e eles é que devem confirmar se existe a maturidade para continuar com esta atividade mediúnica no lar.
Não há como um obsessor ou mistificador trazer paz ou palavras de amor e fé. Cada um dá o que tem e faz o que pode, se o resultado é bom, a entidade é boa. Se houver uma incorporação desequilibrada, deve-se chamar em terra o Guardião daquele médium sob a força e proteção de Ogum, em nome de Deus, da sua lei Maior e Justiça Divina, o que coloca ordem em qualquer ambiente, quando feito com fé, amor e determinação.
A maioria dos terreiros proíbe seus médiuns de incorporar em casa, pois os dirigentes têm receio que médiuns ainda não preparados façam besteiras, ou usem seus “Guias” para fazer as próprias vontades. Alguns dirigentes não querem ter o trabalho de orientar seus médiuns em como proceder para realizar um trabalho mediúnico no lar. E outros, bem poucos, claro, preferem ter seus médiuns dependentes do trabalho do terreiro, criando um terrorismo sobre os supostos perigos de incorporar em casa.
Para um médium em desenvolvimento, o mais certo e seguro é fazer parte de um terreiro que lhe dê atenção, ou inscrever-se num bom curso de desenvolvimento mediúnico.
Com o desabrochar da mediunidade e uma maturidade em lidar com a mesma, este médium pode passar a sentir a presença de seus Guias em outros momentos de sua vida além do terreiro. Somos médiuns o tempo todo e não apenas dentro do templo espiritual.
Para uma atividade certa e segura no lar, o ideal é começar estipulando uma data e hora semanal, na qual pode haver uma leitura espiritual para reflexão, pode-se fazer uma defumação e chamada de um Mentor que venha dar uma palavra aos familiares, possivelmente lhes dando um passe espiritual e cortando energias negativas.
Isto não deve se estender muito, para que sejam encontros saudáveis. O ideal é ter hora para começar e hora para acabar, podendo variar um pouco, mas respeitando os horários da terra também.
Muitos se questionam da segurança para realizar tal trabalho e têm medo de abrir um portal negativo, ou outro em sua residência e a mesma ficar cheia de espíritos. A grande maioria dos terreiros de Umbanda começa em casa, se a incorporação dos Guias de Umbanda dentro de casa fosse prejudicial, eles mesmos nos diriam da impossibilidade de tal trabalho mediúnico. Comece aos poucos, com leitura e manifestação de seu Caboclo, ou Preto Velho. Com o tempo, sinta a presença das outras entidades e de seus Guardiões.
O ideal é ter sempre uma vela de sete dias acesa para seu anjo da guarda, uma vela de sete dias bicolor (vermelha e preta) para toda sua esquerda e uma vela de sete dias para seu Orixá de Frente.  Aí está uma segurança simples e eficiente.
Antes da manifestação, deve-se oferecer um copo de pinga a seu Guardião junto de um charuto aceso, e ofereça um copo de cidra à sua Guardiã junto de uma cigarrilha.
Pergunte a seus Guias se precisa de mais algum tipo de firmeza ou proteção, confie em suas entidades. Com maturidade e sinceridade de ideal é possível fazer um bom trabalho mediúnico no lar, trazendo harmonia, força e luz para o dia a dia da família. Lembre-se: o lar é o Templo da Família, portanto é imprescindível a disciplina, silêncio e meditação. Todos que forem participar deste trabalho devem ter consciência e respeito.
No mais, recomendo a todos estudar, ler o Guardião da Meia Noite (Rubens Saraceni/Ed.Madras), História da Umbanda (Alexandre Cumino/Ed. Madras) e outros títulos que ensinem Umbanda. Estude Teologia de Umbanda, Desenvolvimento e Educação Mediúnica e Sacerdócio de Umbanda. Vamos estudar e praticar Umbanda, que é uma religião linda.

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sexta-feira, 22 de maio de 2020

Incorporação é parceria por Sacerdote Alexandre Cumino.

por Alexandre Cumino
Sabemos que a incorporação, na Umbanda, não é considerada um ato de possessão, não acontece contra a vontade do médium e, sim, com sua vontade e consentimento. Isso é bem simples de entender, levando em consideração que os mentores de Umbanda respeitam o nosso livre arbítrio e que a incorporação é algo muito desejado entre os Umbandistas. Alguns poucos e raros médiuns de Umbanda são “tomados” mediunicamente sem ter passado por um processo de desenvolvimento mediúnico e, ainda assim, quando manifestam guias de Umbanda, estes vêm para lhe ajudar em primeiro lugar, para, depois, ajudar ao próximo por meio deste médium que os tenha aceito.
Há casos de médiuns que começam a se desenvolver e, depois de algum tempo, desistem da mediunidade ou da Umbanda. Isto sempre é respeitado, no entanto, não se perde a mediunidade e o que acontece é o médium continuar sentindo e percebendo coisas pertinentes à mediunidade e não saber o que fazer com isso. Também podemos citar casos de médiuns que vivem uma vida desregrada ou que se tornam excessivamente materialistas e, nestes poucos casos, veremos seus guias espirituais, como irmãos mais velhos, tentando o que houver de recurso para lhe orientar, às vezes abrindo mão de situações embaraçosas para fazer esta pessoa entender que precisa se dedicar o mínimo a uma vida espiritual, menos materialista e menos desregrada. Às vezes, isso é mal compreendido pelos médiuns mais “arredios”, que acreditam estar tomando uma “surra de caboclo”. Na verdade, a vida é quem está lhe dando uma lição e seu caboclo, que lhe ama, está ali tentando lhe mostrar um caminho melhor para seguir de forma mais tranquila. O mundo material embota nossa percepção, os prazeres e diversões limitam as consciências e, assim, é muito fácil colocar a perder uma vida inteira, chafurdando me mesquinharias e mediocridade.
Nossos guias e mentores pretendem abrir nossos olhos, nos fazer acordar e nos ensinar maneiras de viver melhor, com mais qualidade de vida em qualquer circunstância. Isso implica no aprendizado constante de valores maiores que tudo aquilo que pode ser passageiro nesta vida.
Desta forma, os guias se aproximam com muito respeito e amor daqueles que serão seus parceiros nesta empreitada mediúnica. Desenvolver a mediunidade é descobrir esta parceria e descobrir como se relacionar de uma forma tranquila com algo tão complexo, louco ou quase surreal como a incorporação de um outro ser em seu corpo e ainda compartilhar seus sentimentos e pensamentos com os sentimentos e pensamentos deste outro, que na verdade é um mestre para a vida.
Devido ao processo de aprendizado desta parceria, o médium entrará em crise sem saber quando é ele que está se manifestando, ou quando é seu guia a tomar as rédeas, o que é muito normal, a grande maioria dos médiuns passa por isso e supera esta crise, sem presa e sem atropelo, o que faz parte de um amadurecimento mediúnico. Isso quer dizer que aprender a identificar quem é você e quem é seu guia enquanto incorporado faz parte do desenvolvimento e por mais que pareça estar ficando louco, com dupla personalidade ou enganando a si ou aos outros, o tempo se encarrega de mostrar onde estamos enganados e onde estamos acertando. Acertamos no amor, na confiança e na entrega e nos enganamos no desamor, desconfiança e resistência. Aceitar e se entregar é o único caminho para descobrir uma mediunidade saudável. Claro que existe um filtro: você se entrega ao que lhe faz bem. Você se entrega ao sentir a presença de guias que lhe amam. Caso contrário, ao sentir presenças desagradáveis, você aprende a resistir e usar também seu livre arbítrio para o ato de incorporar ou não. Tudo isso faz parte do desenvolvimento mediúnico, que é o período mais delicado da vida mediúnica, onde o médium se abre para esta nova realidade e expõe toda a sua fragilidade. Em contrapartida, este médium descobre novas forças para si e para sua vida, descobre recursos de energia e desenvolve sua percepção com relação ao que sente mediunicamente.
Com o tempo, este médium vai descobrindo em seus guias pessoas que lhe amam e querem o seu bem. Ao longo deste tempo, vai descobrindo a personalidade de cada um de seus mentores e vai identificando o quanto eles são diferentes dele, em suas opiniões e visão de mundo.
Nasce uma nova relação assim que passa a crise de identidade entre o médium e seus guias e, então, desta relação passa a vir um outro aprendizado, no qual o médium vai aprendendo a se comunicar com seus mentores e lhes ter como mestres pessoais. O trabalho mediúnico passa a ser uma parceria desejada e saudável e o médium agora conta com orientadores para toda a sua vida, que lhe amam e lhe respeitam acima do que estamos acostumados neste mundo tão pequeno e material. O médium descobre um novo mundo, uma nova realidade.

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quinta-feira, 21 de maio de 2020

Firmeza para proteção de cada um em forma de Triângulo: Por Sacerdote Alexandre Cumino

Olá !
Hoje, separamos para você um tutorial de como fazer a firmeza: Triângulo de Proteção!
O que vamos fazer aqui é um triângulo de proteção para o médium. Essa firmeza deve ser feita em um local seguro. Pode ser feita dentro de casa, no chão, em uma mesa ou no lugar que preferir.
Elementos que você vai precisar para a firmeza:• 4 velas de 7 dias brancas
Importante: Se você já sabe qual é seu Orixá Ancestral, Orixá de Frente ou Orixá Adjuntó, pode usar a vela da cor correspondente ao Orixá.
Nesse triângulo estamos representando:
• Na vela do centro o seu Anjo da Guarda
• Na vela da frente representamos o Orixá Ancestral
• Na vela à direita representamos o Orixá de Frente
* Na vela à esquerda representamos o Orixá Adjuntó.
Como fazer:
Comece acendendo a vela do centro e ofereça ao Seu Anjo da Guarda.
Em seguida, acenda a vela da frente oferecendo ao seu Orixá Ancestral, depois acenda a vela da direita oferecendo ao seu Orixá de Frente e por último acenda a vela da esquerda oferecendo ao seu Orixá Adjuntó.
Pronto, está feito!

RETORNANDO AOS TRABALHOS. E AGORA???

segunda-feira, 18 de maio de 2020

Desafio 21 Lives com Pai Alexandre Cumino Dia #19

Desafio 21 Lives com Pai Alexandre Cumino Dia #20

Desafio 21 Lives com Pai Alexandre Cumino Dia #21

NÃO CONSIGO FICAR SÓ.

�� Qual é a sua postura frente ao mundo? | Jornada da Quarentena Ep16 | M...

Umbandaead; Resumo dos 21 dias de textos, sobre a Umbanda com e-books, vídeos, etc.

Olá !
Nos últimos dias, Alexandre Cumino participou do desafio de 21 LIVES da Umbanda EAD que terminou ontem (17.05). 
Se você ainda não viu, essa é a oportunidade perfeita para assistir! São assuntos ligados à Teologia de Umbanda e por isso, muito pertinentes à vida dentro e fora do terreiro.

Por isso, estamos enviando os links de cada uma das LIVES para você ver e rever quantas vezes quiser =)
SEMANA 1 - Iniciantes
DIA 01
Abrindo a Gira: Estou sem terreiro, e agora?
Clique aqui para assistir
DIA 02
Bater Cabeça: O significado e a magia dessa prática.
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DIA 03
Saudações a Guias e Orixás: Explicação dos gestos e expressões.
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DIA 04
Por que usamos branco e ficamos descalço?
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DIA 07
O Galo Já Cantou: Pinga fogo com Rodrigo Queiroz.
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SEMANA 2 - Mediunidade
DIA 08
Abrindo a Gira: Nem espiritismo, nem candomblé: sou Umbanda.
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DIA 09
Ogã e Cambone: Os médiuns de sustentação.
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DIA 10
Passe na Umbanda: Como ele funciona no nosso corpo?
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DIA 11
O que é estar incorporado?
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DIA 12
Fui chamado para ser chefe de terreiro e agora? Com David Dias.
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DIA 13
Hora Grande: Exu Mirim: qual seu mistério?
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DIA 14
O Galo Já Cantou: Pinga fogo com Rodrigo Queiroz.
Clique aqui para assistir
SEMANA 3 - Entidades
DIA 15
Abrindo a Gira: Por que usamos tridentes, velas pretas e objetos diversos?
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DIA 16
O mesmo espírito Tranca Ruas está em todos terreiros?
Clique aqui para assistir
DIA 17
Significado dos nomes das entidades.
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DIA 18
Orixás e Signos! Com Patrícia Ungarelli.
Clique aqui para assistir
DIA 19
Umbandista: Viva a Umbanda em casa!
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DIA 20
Hora Grande: Relação fora do terreiro com Exu e Pombagira.
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DIA 21
O Galo Já Cantou: Pinga fogo com Rodrigo Queiroz.
Clique aqui para assistir
Um abraço, e tenha uma ótima semana Antonio!
Colégio Pena Branca

PORFíRIO, Francisco. "Diferença entre o candomblé e a umbanda"; Brasil Escola.

Diferentemente das três grandes religiões monoteístas ocidentais (o  cristianismo , o judaísmo e o  islamismo ), a  umbanda  e o  candom...