quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Quem afinal foi Rubens Saraceni na Umbanda ?

O Tempo Passa Rápido Por Rubens Saraceni

                                 março 16, 2011

Posted by raizculturablog in Cultura & Massas
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O Tempo passa muito rápido em nossa vida e temos que aproveitar cada hora e cada oportunidade para enriquecer nossa existência e nossa passagem pela matéria, fazendo o que gostamos e que é útil para nós e nossos semelhantes.
Nisso acredito e assim tenho procedido a vida toda, só raramente desviando minha atenção desta minha linha de procedimento, mas sempre por causa do que acontece à minha volta e que independe da minha vontade.

Minha dedicação e objetividade ao que faço despertam a admiração dos que me conhecem porque não entendem como alguém consegue fazer tantas coisas ao mesmo tempo e lidar de forma positiva e construtiva com tantas pessoas.
Por semana, conduzo e coordeno dez grupos de estudos dentro do Colégio de Umbanda, onde reúno mais de três mil pessoas que estudam comigo Umbanda e Magia.
Dirijo um trabalho religioso umbandista pelo qual passam cerca de mil e quinhentas pessoas, que são atendidas pelos Guias espirituais dos médiuns do nosso Centro.
Faço um programa de rádio semanal na Rádio Mundial FM 95.7 (As Segundas Feiras 10:30hs), a mais de dez anos.
Periodicamente publico algum livro novo.
Escrevo alguma coisa quase que diariamente (quando sobra tempo).
Com o Alan, publicamos esse Jornal virtual a cada quinze dias.
Atendo antes e depois das aulas a dezenas de alunos, dando-lhes orientações, esclarecendo suas duvidas e auxiliando-os na solução de problemas do dia a dia.
Tudo isso faço com a alegria e satisfação porque sou uma pessoa alegre e feliz e estou fazendo o que gosto e o faço com prazer.
Na verdade, lido com quase cinco mil pessoas por semana e não tenho muito tempo livre para a minha família, para passeios e lazer.
Meu passeio é ir de casa ao Colégio e meu lazer é dar as minhas aulas e orientar as pessoas.

Sinto-me feliz por fazer com intensidade o que gosto e sou grato a Deus por Ele ter sido tão generoso comigo, assim como O agradeço pela imensa legião de pessoas que Ele encaminhou para mim e que se tornaram meus amigos e irmãos espirituais.
Se outra vida eu vier a ter no futuro distante, espero que mais uma vez Deus seja tão generoso comigo, porque assim novamente me sentirei feliz e realizado como seu filho e seu servo, dedicado aos seus mistérios.
Fazer o que gosto e com tanta intensidade me realiza como ser humano me alegra e me faz feliz, muito feliz!
Com Deus eu me realizo e poder servi-Lo intensamente alegra-me!
Publiquei meu primeiro livro, intitulado “HASH MEIR O GUARDIÃO DO TEMPLO DA DEUSA DOURADA” em 1991.
E desde então outros sessenta livros já foram publicados, abordando os mais variados temas espiritualistas, religiosos e magísticos.

Iniciei a Magia Divina, com seus 21 graus, em 1999 e só agora, em 2011, estou concluindo seu 21º grau.
Foram 12 anos de ensino de Magia quase que diário porque dois dias por semana são dedicados à Umbanda, ao desenvolvimento de novos médiuns e ao atendimento com meus Guias Espirituais às pessoas necessitadas de auxilio espiritual ou de orientação.
Pisei em um Terreiro de Umbanda quando tinha 13 anos e hoje estou com 60 anos de idade.
Já auxiliei milhares de médiuns umbandistas no desenvolvimento de suas mediunidades de incorporação e muitos deles hoje dirigem seus próprios centros de Umbanda.

Já formei em meu curso de Doutrina, Teologia e Sacerdócio de Umbanda milhares de pessoas, sendo que centenas delas hoje dirigem seus centros, multiplicando e expandindo a Umbanda.
Muitos milhares já se iniciaram na Magia Divina, um sistema prático de trabalhos magísticos que vem conquistando muitos adeptos, devido ele ser simples, prático e muito útil às pessoas.
Pois bem! Como diria Confúcio:
“Escolhe um trabalho que gostes e não terás que trabalhar nenhum dia de tua vida.”

Logo “O Tempo Passa Rápido”, quando fazemos o que gostamos e nos dá prazer…

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É mais fácil odiar do que amar.

Jamais morda a mão de quem um dia te alimentou.
Jamais faça escorrer lágrimas dos olhos de quem um dia te consolou.
Jamais traia quem um dia te amparou. Porque o mesmo prato que jogas fora hoje, poderá ser o mesmo que irá procurar na hora do desespero. A ingratidão e a traição da má palavra é algo oriundo dos infelizes. Não tenhamos raiva, porque pensam em estar fazendo o mal ao outro enquanto ele é o próprio adoentado e ferido. A mesma faca que corta o pão que alimenta é a mesma que pode matar. Devemos nos vigiar, é muito mais fácil odiar do que amar. Cristina Alves

è verdade que sendo Médium não consegue auxílio para si ????

Sou médium e não consigo me ajudar

carrie-vielle-tuttart-2“Sou médium e não consigo me ajudar”,  essa frase realmente nos leva a algumas reflexões do dia a dia de um terreiro de Umbanda, muitas vezes nos deparamos com médiuns questionando, “… por que ajudo todo mundo e não consigo me ajudar…”, primeiramente vamos analisar friamente essa frase, afinal quem ajuda quem? na realidade as vezes o médium se esquece que ele é um instrumento, um medianeiro da espiritualidade e dos guias, conforme seus guias vão ajudando as pessoas o médium acaba meio que se esquecendo do seu papel de instrumento e passa a se achar o próprio guia na terra, uns se acham no direito de cobrar pelo trabalho que não foram eles que fizeram e sim seus guias, uns se acham tão auto suficientes que não se dão o direito de aprender, na realidade acham que sabem tudo e não precisam aprender mais nada. Alguns médiuns começam com o tempo a se acharem tão auto suficientes, “tão guias na terra”, que acabam por negligenciar cuidados primordiais como veículo da espiritualidade, tem médiuns que passam dias, meses, até anos, sem tomar um banho de ervas, sem acender uma vela para seu anjo da guarda, sem renovar suas energias nos campos naturais das matas, cachoeiras, e praias eteceteras, nesse caso pergunto, um carro anda sem combustível? acho que não, a não ser que seja guinchado ou empurrado (risos) detalhe muitas vezes empurrados pelos outros médiuns do terreiro e mesmo pelos seus próprios guias e dos demais, num trabalho extra totalmente desnecessário caso tivesse mais consciência do papel que ocupa e de sua missão, o que acontece muitas vezes com alguns médiuns é que vão se doando.. doando.. e chega um tempo que o desgaste energético está tão intenso que ele mesmo não consegue mais prosseguir, essa perda energética começa a ficar tão intensa que começa a refletir no físico, no dia a dia, no estado de humor, como um motor que fica rateando porque nem no tranco quer pegar mais, a bateria se esgotou, muitos perguntarão e os guias desse médium, o que fazem a respeito? os guias na medida do possível tentam sim, alertar, dão aquele puxão de orelha, mas infelizmente só quando o médium chega no extremo que ele se conscientiza que precisa mudar de conduta, rumo e postura e mesmo de pensamento em relação a mediunidade, os guias agem nessa parte como mecânicos prestimosos tentando não deixar que o motor (médiuns) parem de vez. Já em algumas matérias tenho sempre dito que o médium tem que estar no máximo ou na medida do possível 100% energeticamente falando, porque ele é um doador, um condutor, se ele não possui energia, o guia terá que fazer um esforço tremendo para que consiga preencher o vácuo, a ausência dessa energia para que aquele consulente tenha o atendimento e assistência adequados. E é por essas e outras que muitas vezes o médium sai e fica muito esgotado após a gira, lembrando que mesmo estando 100% esse desgaste já ocorre agora imaginem desvitalizados. O médium na medida do possível ele tem que estar sempre fazendo revisões constantes quanto a sua mediunidade e espiritualidade, deixando o motor em dia para que como veículo dê o máximo de sua potência e capacidade. Esse “se achar” é muito oriundo e comum de médiuns velhos.
Já vi muitos casos de médiuns que faziam atendimentos espirituais particulares, ou que trabalhavam muitas horas a fio incorporados, começarem a sentir alguns sintomas realmente preocupantes tanto a nível de saúde, quanto a nível material. Vou exemplificar usando de uma história verídica a qual presenciei bem de perto, as consequências do não saber ligar com certas energias espirituais ou usá-las de forma equivocada e manipuladora.
Jussara é uma médium, bem negligente com seus afazeres mediúnicos e espirituais, daquele tipo de médium que só lembra de acender uma vela para o anjo da guarda ou tomar um banho de ervas, quando está no fundo do poço. Na sua concepção Jussara acha que já está fazendo muito de “ser médium”, Jussara vai para as giras completamente despreparada, dá passagem para seus guias e mentores, atende algumas pessoas, mas durante a semana Jussara tem um ofício,  joga cartas ciganas e atende um número enorme de pessoas a busca de quererem saber sua sorte, ou alguma previsão a respeito de suas vidas, Jussara usa desse meio para ganhar um dinheirinho extra, quase todas as pessoas que passam com Jussara, acabam saindo com uma garrafada de banho de ervas, um trabalhinho, oferenda para um determinado Orixá eteceteras, tudo é claro depois de uma paga em dinheiro. Observem que Jussara está usando não do seu dom premonitório mas sim, usando como moleta seus guias espirituais. O que Jussara negligência é que está usando da sua espiritualidade para fins lucrativos, mas o pior de tudo que está mexendo com forças espirituais, com mediunidades, muitas vezes usando da ingenuidade de algumas pessoas que acreditam piamente em suas previsões. Observem, que Jussara está lidando com vidas, podendo com suas previsões mudar seus cursos independente se para o bem ou para o mal, há responsabilidade nisso. Jussara com essas atitudes e pela sua falta de assistência espiritual adequada e pela sua própria negligência de cuidados espirituais necessários, acaba se tornando um imã de energias densas, oriundas de si mesma, mas principalmente de outras pessoas, e aquilo vai virando um verdadeiro “bum” energético denso de cargas obscuras, vampirescas, obsessoras. Jussara com isso se torna um imã, com o tempo começa a perceber que sua vida não está bem, anda sempre com muitas dores no corpo e problemas de saúde, o dinheiro fácil que entra, logo vai embora, sua vida amorosa está em pé de frangalhos, pura ironia sendo ela uma conselheira amorosa, e chega a tão previsível indagação: ajudo todo mundo e não consigo me ajudar? A questão,  será que está ajudando mesmo? e até que ponto essa suposta ajuda está beneficiando? ou apenas está arrebatando para si cargas, que pela sua má conduta não está conseguindo se desvencilhar. Observem é uma via de mão dupla energias que vão e que retornam de acordo é claro com o que está se emitindo.
Quero deixar um adendo em relação a esse exemplo, algumas pessoas nascem com um dom nato, de premonição, clarividência, nem sempre associado a guias e entidades espirituais. Essas pessoas sem usar de espíritos vamos colocar assim, cobram por suas previsões, não tem vínculo religioso em questão. Mas mesmo assim não se isentam da responsabilidade do lidar com vidas alheias, e da mesma forma podem sim angariar para si perseguições e inimigos espirituais, demandas que não lhes pertence. É um risco, que essas pessoas correm. Por isso certos procedimentos se faz necessário prudência e responsabilidade.
Mas porque será que isso anda acontecendo com a vida de Jussara? toda ação uma reação, tudo que um médium usa de sua mediunidade para ludibriar, ou tirar favorecimento alheio, usando das pessoas como um fim e não um meio, cedo ou mais tarde a cobrança vem refletida na sua própria vida pessoal e na sua saúde. Alguns médiuns chegam a perceber com o tempo, uma dura realidade, como se tudo aquilo que ela viu na vida das outras pessoas fosse refletida na sua própria existência, e isso muitas vezes acontece oriunda da prepotência e vaidade desse médium que se esqueceu do seu papel de instrumento e medianeiro. Uma lição a ser aprendida, talvez. Quando manipulamos certas energias de forma irresponsável, devemos entender que teremos um preço a pagar, quando uma pessoa desvia outra de uma trajetória por pura manipulação, ela está mexendo com leis espirituais e mediúnicas e isso não sai gratuitamente, e isso muitas vezes é aprendido sentindo na própria pele, na vivência em nossas próprias vidas. É tipo o ditado que diz:”… não atei fogo no telhado do vizinho, se o seu é feito de palha…”. Temos que ter cuidado, algumas provas são necessárias.
Isso é uma questão, mas vamos abordar outros pontos interessantes. Um médium muitas vezes acha que sua mediunidade é para puramente ele obtenha sucesso, angarie bens, dinheiro etc, esse médium precisa entender que a verdadeira riqueza espiritual não pertence a esse mundo físico, falível, não visa bens materiais e muito menos financeiros, eu particularmente costumo dizer que a riqueza espiritual não pertence a esse mundo. Um médium bem dedicado, aplicado, com as questões mediúnicas e espirituais, bem assistido espiritualmente falando com certeza cria uma egregora positiva em sua volta, ele se ilumina, sua fé o guia e o fortalece, médiuns assim conseguem enfrentar sérias dificuldades sem se derrotar, são pessoas espiritualizadas, estão fortalecidos energeticamente e espiritualmente. Chegar nesse patamar é fácil? não… . Muitas vezes o bom conselheiro, não consegue se auto aconselhar, a ferida quando está em nós sempre parece maior que a que está no irmão do lado, mas é nessa hora que devemos parar, respirar, se centrar, e se reconciliar e comungar com os nossos guias e mentores, é nessas horas que a prece é bem vinda, que o prostrar de joelhos aos pés do Orixá e do divino é necessário, o médium nessa hora é como uma bateria que precisa ser recarregada. O médium não está num patamar de deuses divinos, ele está ali suscetível a uma série de dificuldades que muitas vezes lhe serve para o amadurecer e fortalecer sua moral mediúnica e espiritual. O médium é testado quanto a sua fé, comprometimento e idoneidade, e muitas vezes é atentado por forças espirituais negativas que lhe testam sua fé, muitos desses testes são permitidos pelos guias e mentores para que o médium aprenda a ser humilde, um médium que está extremamente vaidoso e arrogante, pode lhe ser colocado provações que o ensinem a ser mais gentil e humilde, mostrando que também pode precisar de alguém. Questões como esta mencionada nos são colocadas diariamente em nossas vidas, como prova e ensinamento: uma pessoa homofóbica, pode se descobrir tendo um filho ou filha homossexual, uma pessoa racista pode se deparar com um irmão namorando uma pessoa da raça negra, um evangélico que persegue a religião espirita pode se deparar com um filho despertando uma mediunidade ostensiva e vice versa. É o famoso pagar a língua.
Um outro ponto interessante a respeito é que quando o médium se sente útil, o doador, o necessário, o bom instrumento da caridade, quando ele se depara ajudando outras pessoas, ele começa a abrir seus horizontes e perceber que seus problemas são muito pequenos comparados a tantas tristezas, derrotas e provações que há por este mundo afora. Ele percebe que ele ajudando o outro, o maior beneficiado é ele mesmo. É preciso sair do círculo vicioso do nosso próprio umbigo, olhar mais adiante e perceber, que muitos passam pelos mesmos problemas todos os dias ou até piores e conseguem superar. Mas o ser humano ele muitas vezes ele é egoísta quando se trata de suas próprias dores, quando está bem, nem sempre se lembra de seus guias e mentores, e muito menos dos outros que necessitam, ele se torna dócil e manso quando necessita do remédio, da solução para suas próprias mazelas. E isso precisa mudar, porque quando doamos amor, caridade, a boa palavra, quando somos gratos e gentis, isso gera prosperidade, paz. O mundo te retorna exatamente o que você lança a ele. Simples assim.
Muitas vezes nos deparamos com pessoas extremamente humildes, trabalhadoras, ralam o dia inteiro na labuta do dia a dia, mas quando conversamos com elas, estão gratas e felizes. Nessas horas a gente para e sente até vergonha da nossa própria vaidade e arrogância que nunca se contenta com nada. Pessoas assim são espiritualizadas, energeticamente potentes e muito bem assistidas pelos mentores espirituais. Quantas vezes não nos deparamos com pessoas simples e humildes que dão o pouco que tem, doadoras natas e por outro lado, vemos aquelas que tem muito, mas que são sovinas, gananciosas, mesquinhas. Deixo aqui, uma reflexão qual dessas são ricas espiritualmente? uma delas irá chegar no mundo espiritual e não terá mais nada a receber, porque já recebeu tudo na terra. Pensemos.
erreO médium ele é ajudado sim pelos guias e mentores, nossos guias nunca nos abandonam, a grande interrogação, é que muitas vezes não conseguimos enxergar de que forma está sendo dada essa ajuda. Quando uma situação começa a ser muito repetitiva recorrente na vida de um médium, ele tem que tentar entender o que Deus nosso pai maior, está querendo lhe mostrar, o médium ele tem que se envergar e procurar entender, afinal de contas o que tenho que aprender e mudar? Deixando o ego, a vaidade e arrogância de lado. A vida é a grande escola, se não aprendemos, repetidamente, vamos voltando para trás, até que a lição seja aprendida e superada. Lembrem-se nossos guias são exímios professores.
Um médium tem que ser bem conduzido e orientado, mas infelizmente alguns médiuns são tratados como verdadeiros burros de cargas, são abusados e explorados mediunicamente, fisicamente, e isso sem sombra de duvidas poderá acarretar em  problemas sérios e complicados em sua vida pessoal. Uma mediunidade mal conduzida, atentem pode ser instrumento contrário as forças da luz e ser uma arma a favor de entidades nefastas, obsessoras e vampirizadoras que quando presentes podem trazer sérios danos pessoais a suas vitimas desatentas.
E para finalizar, médium se seu motor, está rateando, ou mesmo parando, dê um tempo, não adianta querer forçar, caso contrário, pronto o motor fundiu. Alguns médiuns querem se doar tanto e tanto, que não respeitam seus próprios limites, não é vergonha dar uma pausa, fazer um bio check up, uma renovada nas energias e conceitos, aprender coisas novas, reformular, se reformar espiritualmente e mediunicamente falando, você não é uma pedra, uma rocha, ou feito de ferro, você é feito de carne e osso, falível e que de vez enquanto precisa de um colo e uma ajuda. Seja humilde e reconheça suas limitações, se fortaleça, que você mais rápido que imaginar já irá estar ali pronto para outra.
Um médium como instrumento deve estar bem afinado e preparado. Quem está afinando esse instrumento é capacitado para o mesmo? Observem os sinais e atentem, os guias dão alertas e mais alertas, e muitas vezes somos nós que não vemos, não entendemos ou por comodismo e conveniência queremos pagar para a ver até o máximo dos limites.
O lidar sabiamente com a espiritualidade sem sombra de duvidas nos encoraja e fortalece. Se iluminem, brilhem, mas antes de mais nada aprendam a achar o interruptor de vossa própria luz, aquela luz própria que precisa ser achada. E antes de mais nada, reconheça que precisa de ajuda, isso é muito importante.
Cristina Alves
Templo de Umbanda Ogum 7 Ondas e Cabocla Jupira

Cantar pontos em casa.