terça-feira, 3 de julho de 2018

CONVITE PARA BIENAL DO LIVRO PELO COLÉGIO PENA BRANCA

Bienal do Livro 2018 traz debate
sobre Fé e Ciência no mundo atual
Bienal do Livro 2018 terá em sua programação a mesa “Religião e contemporaneidade”.
Ao mesmo tempo, reunirá pela primeira vez quatro ícones de diferentes vertentes: Monja Coen, Nilton Bonder, Alexandre Cumino e Pedro Siqueira.
Assim, Budismo, Umbanda, Judaísmo, Catolicismo estarão juntos.
Igualmente, crenças, ceticismo, ciência e fé se encontram no maior evento literário da América Latina.
Dessa forma, a Bienal do Livro 2018 em São Paulo, que acontece de 3 a 12 de agosto, chega à sua 25ª edição e contará com um debate inédito e bastante atual sobre o papel das diversas crenças no mundo de hoje.
Portanto, a conversa “Religião e contemporaneidade” acontece dia 8 de agosto, às 18h30, no espaço Arena Cultural.
Analogamente, irá reunir a monja Zen Budista conhecida como Monja Coen, o rabino Nilton Bonder, o cientista religioso e sacerdote de Umbanda Alexandre Cumino, e o advogado católico Pedro Siqueira.
O público poderá acompanhar diferentes visões sobre as diversas crenças religiosas abordadas, suas mudanças, avanços, conflitos etc.
Ainda mais, ao completar 50 anos, o intuito da Bienal do Livro 2018 é trazer temas atuais ao cenário cultural e literário, contribuindo para promover a diversidade de pensamento.
CONHEÇA OS PARTICIPANTES
Monja Coen é fundadora da Comunidade Zen Budista Zen...
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Um grande abraço e tenha uma ótima semana!
Colégio Pena Branca

QUAL É MEU ORIXÁ ?

Como saber seu Orixá de Cabeça? Ajudamos você a descobrir

 
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Como saber seu Orixá de Cabeça? Esta é uma pergunta frequente.
Recentemente lançamos uma série de livros digitais (e-books) sobre este tema, mas a questão permanece.
Na verdade, na Umbanda, somos filhos de todos!
Mas tudo bem. Se você é umbandista e quer saber mais, vamos ajudar você a descobrir.
Então, como saber meu Orixá de Cabeça?
Jogo de búzios? Perguntar para o (a) seu (sua) Pai (Mãe) de Santo?
Sim, são formas válidas.
Porém, que tal aproveitar o tema e fazer uma autoanálise?
Igualmente, como saber seu Orixá de Cabeça (ou de frente) pode ser identificado quando analisamos as nossas próprias características físicas, feições, gestos, modo de ser, de agir
e de se comportar.
Ou seja: nossa personalidade, nossos aspectos externos mais visíveis pra todo mundo determinam bastante de qual Orixá somos filhos (as).
Dessa forma, aspectos como a personalidade visível, como nos comportamos no ambiente familiar, no trabalho e no amor ajudam a entender.
Assim, para ajudá-los (as) a determinar isso, descrevemos abaixo algumas das características mais visíveis dos filhos (as) de cada Orixá.
Leia com atenção e tire suas próprias conclusões!
***
Estas filhas e filhos não são muito afeitos a análise. Gostam de agir, mesmo que tenham depois que se desculpar.
Falantes, geniosos e comunicativos. Se dão bem em diferentes grupos, não importa o assunto ou objetivo.
Aliás, adoram cores vibrantes, chamando atenção para si.
Detestam presunçosos e preguiçosos.
Igualmente, detestam o marasmo do dia a dia e ficam briguentos, cheio de intrigas quando se vêem presos à rotina.
Por fim, gostam de ‘tacar fogo’ em situações mal resolvidas. Sentem até prazer nisso.

Estas filhas e filhos estão sempre prontos para enfrentar os desafios do dia a dia. Não precisa chamar duas vezes!
Por exemplo: não se iluda com uma aparência sóbria e ponderada: quem é de Iansã decide, por último, com base na emoção!
Ou seja: pessoas com Iansã de Cabeça são danadas mesmo! Extrovertidas, diretas e sentimentais, se apaixonam e geram paixões quase na mesma medida.
Filhos e filhas de Iansã parecem que têm um comichão invisível, uma vontade irrefreável de fazer algo, de fazer mais, de criar. Não ficam ‘de boa’ quase nunca…
Inteligentes, altruístas e vaidosos. Sua presença é sempre notada, pois sempre se destacam por algo diferente ou por trazerem uma novidade.
Por consequência, se adaptam, aprendem rápido (e se cansam rápido do que aprenderam) e logo partem em busca de mais.

Força, determinação e companheirismo. Características que logo saltam à vista nos filhos e filhas de Iemanjá.
Geram e sentem empatia. Sabem ouvir, entram na história dos outros e quase sentem tudo junto deles.
Protetores, justos, responsáveis, difíceis de perdoar a quem tenha falhado com ele (a).
Gostam de conforto, fartura e adoram ter um par. Detestam se ver sozinhos no mundo. Namoram sério ou se casam cedo.
Adoram o lar e a vida caseira, são protetoras (es) e tendem a se meter na vida alheia, tentando consertar tudo para todos.

Tendência à instrospecção e quietude na alma. São pessoas corretas, acreditam que há sempre um jeito correto para se fazer tudo e seguem à risca.
Costumam ser ótimos amigos (as). Sabem ouvir, são observadores (as) e excelentes para dar conselhos!
São pessoas reservadas e pouco falam de seu íntimo e de suas emoções.
Batalhadores (as) nunca se cansam de perseguir seus objetivos. Caem, levantam e seguem em frente!

Calma, experiência e um ar de serenidade permanente: assim são as (os) filhas (os) de Nanã!
Praticamente tudo que fazem tem começo, meio e fim. Há um método pra tudo, seja para viajar ou arrumar a gaveta de meias.
Gostam de crianças e com elas conversam como se fossem adultos. Mesmo jovens, possuem um ar respeitável e muita sabedoria.
Quando são impedidos de fazer tudo com calma, sequência e método podem se tornar ranzizas e rabugentos (as).

Onde houver uma disputa, uma batalha a ser vencida, lá estarão os (as) filhos (as) de Obá!
É muito comum pessoas com Obá de Cabeça terem fama de impacientes, mal-humorados (as) e intransigentes.
Filhos e filhas de Obá costumam ser pessoas focadas. Determinam o que querem e nada os tiram da rota.
São humildes e não ligam para as conquistas, mesmo quando grandiosas. Logo saem em busca de mais desafios, um de cada vez.

Elegantes, criativos e com um raciocínio rápido. Assim são os filhos e filhas de Obaluayê!
Embora apreciem a elegância e sofisticação em todos os sentidos, se dão bem com todas as classes sociais. Estas características parecem brotar de dentro da alma!
Seriedade e racionalidade fazem com que não sejam os animadores da turma. Ao contrário, é difícil vê-los (as) gargalhando e se expondo em público.
Generosidade é um aspecto logo notado. Entendem rapida
mente quem realmente precisa (e merece) ajuda e não medem esforços para colaborar.

Obstinação, teimosia, mas com um senso de justiça e responsabilidade que logo saltam aos olhos. Assim são os filhos e filhas de Ogum!
Gostam do namoro, da conquista, do desafio. E isso só muda quando encontram o amor, o verdadeiro amor!
Gostam de novidades, de tecnologia, e logo aprendem a mexer em tudo. Nem percebem o tempo passar quando compram algo novo, descobrindo cada detalhe ou função.
São cheios (as) de energia, topam qualquer parada e logo assumem a liderança de tarefas em grupo. Se dão bem no comando, mas se estressam com falsos líderes.

São pessoas sempre prontas para ajudar. Prestativas, costumam ser as primeiras lembradas quando alguém precisa ‘de uma mãozinha’.
Trabalhadores (as), preferem pôr a mão na massa sem alarde e se dedicam com afinco no que tem que ser feito. São pacientes e sabem internamente que sua hora vai
chegar!
Com uma mente afiada, não deixa nenhum detalhe passar despercebido. São cuidadosos (as) com o corpo e com a saúde e adoecem pouco. Discrição, prudência e amorosidade
também são características logo notadas.

Dificilmente perdem a calma e a tranquilidade, mesmo em momentos difíceis. São pessoas queridas! É sempre bom estar próximo de alguém de Oxalá.
São respeitosos (as) e por isso exigem respeito e quando isso não acontece tendem a ser autoritários (as).
Sabem argumentar, tem disposição para ensinar e exercem um papel de liderança de forma natural, quase sem perceber.

Rápidos (as), joviais e muito espertos (as), mental e fisicamente. Embora a mudança seja algo que estes Filhos e Filhas lidem muito bem, possuem grande capacidade de
concentraçao.
Sensibilidade artística, criatividade e a busca por novidades em muitos campos da vida são também características marcantes.
Independentes, não apreciam muito os trabalhos em equipe. Mas têm grande senso de dever e de responsabilidade.

Gostam de ter uma boa aparência e preocupam-se bastante com isso. O espelho em uma das mãos – presente nas representações da Orixá – é, antes de tudo, para gosto
pessoal e não para chamar a atenção dos outros. É algo que ‘vem de dentro’.
Assim, a vaidade norteia outras características marcantes como um grande senso estético e o amor, primeiro por si mesmo (a) e em seguida pelos demais.
Forte determinação, ambição social e grande sensibilidade também são marcantes.

Pessoas de Oxumaré estão em constante mudança e não relutam se precisarem começar tudo de novo, seja no trabalho, seja na vida pessoal.
Costumam ser pessoas magras, atentas, observadoras e até provocadoras. Tem em grande conta a busca por sucesso material e são muito determinados (as) em busca deste
objetivo.
Assim, podem ser pessoas até orgulhosas e exibicionistas, mas isso costuma decorrer de sua incessante busca por tudo o que lhe interessa, pois não sossegam enquanto não
conseguem.

São, por natureza, pessoas fortes, física e mentalmente. São pessoas com grande energia para realizar e dificilmente se largam no sofá lamentando isso ou aquilo.
Dessa forma, obstinação, um certo ar de nobreza e grande caráter são características marcantes.
Igualmente, não gostam de não serem notados (as) e muito menos de serem esquecidos (as). Daí seu gosto pela vivência em grupos, onde tentam sempre se destacar a qualquer custo.
***

E aí, conseguiu descobrir como saber seu Orixá de Cabeça?

Ficou dúvida entre um ou outro?
Pensando nisso, desenvolvemos a SÉRIE FILHOS E FILHAS DOS ORIXÁS.
Com eles, você entenderá com mais detalhes sobre os Orixás e sobre as características que seus Filhos e Filhas apresentam.
Além disso, cada e-book traz Oferendas e Orações para que você realize seus rituais aos Orixás.
Então? Já entendeu como saber seu Orixá de Cabeça? Clique AQUI

Confira os congás da turma 18 de Teologia de Umbanda – A Jornada

Pai Alexandre Cumino fala no 12º episódio da Jornada de Teologia sobre os temas: Altares de Umbanda, Assentamento, Firmeza, Tronqueira, Imagens e tudo o que nós vemos na estrutura de um templo de Umbanda fundamentando o que cada um desses elementos e ritos representam na religião.
As Firmezas e Assentamentos são a forma ritualística e magística com a qual nos relacionamos com as forças e poderes de Guias e Orixás. Os Orixás são o poder pois são fragmentos puros de Deus e os Guias são a força motora que nos ampara, protege e direciona.
Só Deus é o poder, os Orixás são os manifestadores do poder do Criador e eu, você e as entidades temos forças. Nós podemos firmar e assentar forças e poderes dos Orixás e Guias da Umbanda.
Alexandre Cumino em Jornada de Teologia
Comentário sobre Firmeza
A própria palavra já traduz parte do fundamento que se tem no ato de firmar um guia firmar = fixar, estabelecer algo.
No caso das firmezas estabelecemos uma força em determinado lugar, seja na sua tronqueira, no altar ou no “cantinho” do anjo da guarda enfim, firmar algo remete a rezar uma vela, junto de outros elementos ou não e ali depositar suas intenções.
Por exemplo, você reza uma vela para o Anjo da Guarda em sua casa intencionando cuidado, zelo, vigia, equilíbrio e harmonia, nesse momento o seu propósito foi estabelecido perante a vela e a energia ígnea (fogo) desse elemento, fará a ligação entre você e a tela mental do seu anjo.
Com esse ato você estará promovendo a continuidade e retroalimentação da sua ligação mental com o anjo e isso permanecerá ativo durante todo o período em que a firmeza está acesa.
Assim, também acontece com as entidades onde para esquerda é comum que se firme pedindo por proteção e para a direita por humildade, vigor, limpeza, tranquilidade dentre outras especificidades que irá dizer respeito ao campo de atuação da linha firmada.
Uma firmeza pode ser feita em benefício próprio ou tendo como intenção o amparo de outra pessoa, mas ela sempre será algo muito pessoal e particular de cada um e com um tempo de duração curto, que geralmente é o da queima da vela, por isso precisa ser cuidada e renovada constantemente.
Por esse motivo ela também não tem como finalidade sustentar uma estrutura inteira de trabalho, como acontece em um templo e para esse caso, a forma de relação é outra e requer a feitura de um assentamento e esse é oooutro assunto.. Nesse texto demos apenas uma pequena amostra do que estão vivenciando os “peregrinos” rs, do episódio 12, da Jornada de Tu.
Durante a ilustração de Pai Alexandre sobre ‘Altares de Umbanda’ propôs-se que todos os membros da Jornada congregassem as formas de Umbanda e a riqueza cultural que existe no ato de se construir um Congá, enviando imagens de seus respectivos altares.



Texto: Júlia Pereira
Imagens enviadas pelos alunos da 18º turma de Teologia de Umbanda – A Jornada

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