quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Minha Observação nestes anos de atividades como Umbandistas !





Sem desejar contrariar  a quem quer que seja; todavia não posso me eximir de expressar meu sentimento, embora existam o contrário !

Nessa vida de mais de 50 anos dentro da umbanda, sempre me
pautei pelos ensinamentos mais simples que nos legou nosso amado fundador, Zélio Fernandino de Moraes, seu 7 Encruzilhadas que dentro de um centro de culto espirita, se apresenta com o mínimo sentimento de vaidade, de orgulho de prepotência de querer impor aos presentes sua finalidade.

Abrir um novo caminho onde seriam acolhidos os menos favorecidos financeiramente, os doentes, os sofredores de todas gamas e que jamais seria cobrado por algo que ocorece.

Embora haja desconfiança por parte dos que participaram dessa iniciação; constataram que lá estavam centenas de pessoas para serem acolhidas, tratadas, curadas e até mesmo mantidas em sua residência.

A seguir vimos a abertura de vários outros locais com suas filhas, outros que passaram para aderir a esta Religião que vive exclusivamente do amor ao próximo, evolução de cada médium, caridade.

Com o desenvolver dos anos, iniciaram estudos, onde foram se descobrindo novos segmentos sempre prevalecendo o amor, a caridade e a evolução espiritual.

Entretanto, bem sabemos que até hoje, as filhas do Fundador e muitos terreiros e centros, templos, sabem que muitos que ali chegam para inciar-se nessa Religião, estão fora de um poder financeiro sendo a maioria pessoas simples que todavia, sentem e sabem que devem aprender e seguir uma religião que lhes trará a sua evolução devido suas humildades, e vontade de auxiliar aos seus mentores espirituais e a si próprio.

E em contraposição, vimos casas, terreiros, centros templos, que embora sigam o principal da Umbanda, requerem de suas correntes,
ou no mínimo admite, que as mesmas utilizem-se de roupagem, adereços, que ao meu ver não representam absolutamente nada, a não ser " vaidade " .

São roupas que analisando devem possuir um valor que nem todos da corrente podem participar. São adereços, que mas parecem que estamos copiando de outras Religiões ( que respeitamos ) mas, achamos desnecessários: Padres e Bispos, Cardeais com pombas que só dizem a mim pura vaidade.
Isso está sendo expandido para outras Religiões como o Protestantismo onde se vê pastores utilizando-se de indumentários que são utilizadas pelas leis Judaicas, Rabinos.

Para que essas estolas, anéis, e apetrechos que alguns querem possuir? Qual a finalidade? Utilizar nos cultos? Estes cultos necessitam que seja dessa forma?

Se somos um Religião não que seja somente de irmãos com poderes financeiros não a bastardos, se  nos foi legado que deveríamos promover sempre nossa humildade, roupa branca, pés no chão ( basilar da Umbanda ), para que essas tantas inovações?

Vemos terreiros, templos, luxuosos acreditando que são participações dos membros quer seja das correntes como dos consulentes ( como aliás existia na Igreja ).

E os terreiros pequenos, que querem, precisam trabalhar, mas não possuem esse Staff ( Uma vez que neles não irão irmãos que espontaneamente possuam meios financeiros e venham espontaneamente colaborar, mesmo porque nenhum dirigente e terreiro cobra absolutamente nada, todavia existe sempre dos primórdios os que foram beneficiados por algo, querem fazer determinadas doações e, por questão de aparência, não irão em terreiros humildes.

Aí eu pergunto? 
Os templos, Terreiros, que já estão abastados, possuem um número grande de adeptos, quer seja nas correntes mediúnicas e na consulência. Possuem venda de artigos, livros, cursos ( que aliás fiz muitos e pagos ), EMBORA SIBA QUE CONTRIBUEM COM A MANUTENÇÃO DOS SEUS TEMPLOS E AUXILIAM A ESSA OU AQUELA ENTIDADE FILANTRÓPICA; NÃO PODERIAM TAMBÉM AUXILIAR A ESSES CENTROS NO MÍNIMO COM SEUS LIVROS, CURSOS, E-BOOKS?

ISSO IRIA MOSTRAR UMA MAIOR UNIÃO ENTRE NOSSA AMADA UMBANDA, QUER SEJA PARA QUE SE APRENDA SEM QUE MUITOS NÃO POSSAM  COMPARTILHAR POR FALTA MONETÁRIA, QUER SEJA PARA ABRIR MAIS QUE POSSAM CHEGAR AS ESSAS CASAS  MAIS MESCLADOS DE PESSOAS POR SENTIR NÃO SER SOMENTE HUMILDE, MAS, MUITO MAIS ORGANIZADA, MENOS REPLETA DE COMPROMISSOS A SEREM ASSUMIDOS POR SEUS MÉDIUNS ( QUE MUITOS SEQUER PODEM PAGAR UMA MENSALIDADE QUANTO MAIS UM CURSO ).

Essas são minhas considerações, que exponho aos leitores, e tirem suas conclusões esperando que embora a nossa Amada Umbanda seja bem diversificada, mais o finalidade é e será apenas uma: a de receber todos que lá forem  o amor, a caridade, a paz, um abraço, um conselho, uma cura, sem que nada lhes seja impingido em troca!

ACE-2-08-2012



TEXTO DO TEMPLO DE UMBANDA OGUM 7 ONDAS E CABOCLA JUPIRA

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DEPRESSÃO: VOCÊ TEM 10 NOVAS MENSAGENS

by cristinatormena
DEPRESSÃO: VOCÊ TEM 10 NOVAS MENSAGENS
Dr. Neury J. Botega
1. Tinha uma pedra no meio do caminho, no meio do caminho tinha uma pedra
A depressão é uma circunstância difícil. Como na poesia de Drummond, ela nos obriga a parar na estrada e no tempo. Ruminação, a pedra que não sai da mente. Impotência, não há força para mover a pedra. Peso de pedra, imobilidade de pedra, de depressão que paralisa. Se nada enxergamos adiante, se só temos olhos para a pedra da crise, como abrir caminho?
A imagem pode conter: desenho
É preciso tomar distância, mapear o terreno, reconhecer que um atalho será trilhado a passo pequeno, cuidadosamente. Talvez lhe dê algum alento ouvir isso: superada a depressão, você voltará a caminhar como antes, a estrada da vida terá ganho um valor diferente, com outros significados. Não estou fazendo apologia do martírio, é um testemunho da clínica que vc vai confirmar.
2. Mudar a lente
A depressão tira as cores da vida e transforma o futuro em tragédia. São comuns as ideias de incapacidade, ruína e culpa. Não tire conclusões sob o domínio da depressão. Procure contrastar os pensamentos negativos atuais com as realizações de que foi capaz e com os objetivos pessoais que sempre manteve. Registre em um papel os pontos positivos de sua vida. Nos momentos mais difíceis, releia o que escreveu. Procure mudar a lente do negativismo e da desesperança.
3. Decretar uma moratória
Se você tivesse sido atropelado por um caminhão e sobrevivesse, já imaginou como seria sua recuperação...? Então, se você sofre de depressão, de alguma forma você foi atropelado pelo destino! A melhora leva um tempo, adie decisões importantes, decrete uma moratória! Combine consigo: Até determinada data, não me obrigarei a dar uma solução para tal problema; até lá, procurarei me fortalecer e me proteger.
Se a depressão estiver relacionada a uma perda ou adversidade, o sentido da vida terá de ser ressignificado. A passagem do tempo será o remédio capaz de digerir emocionalmente o que lhe aconteceu.
4. O maior inimigo do bom
Você já ouviu falar que o maior inimigo do bom é o ótimo? Confirmando: a depressão impossibilita o mesmo desempenho do passado. Por isso, o nível de exigência precisa diminuir e temos que nos contentar com o bom. É impossível dar conta de todas as obrigações, como você fazia antes. Reavalie os objetivos de curto prazo, já que a impossibilidade de cumpri-los baixará ainda mais a autoestima. Se estiver muito difícil no trabalho, talvez seja melhor tirar uma licença médica.
5. Um passo de cada vez
Se falta iniciativa e energia para sair do lugar, então é preciso dar pequenos passos, um de cada vez. Se o período da manhã for o mais difícil – isso é comum na depressão - aproveite o fim de tarde para fazer algo que lhe proporcione algum alívio: experimente algumas alternativas! E cultive o hábito: atividades reconfortantes, que não exijam muito esforço.
Aconselho programar com antecedência algumas atividades ao longo da semana, registrá-las em um papel, com a ajuda de alguém que lhe apoie. Tudo na medida do possível, uma coisa por dia, uma rápida saída, um cuidado com a aparência pessoal, um filme, um café da tarde.
Quando for se sentindo melhor poderá incrementar as atividades, mas sempre de modo escalonado e prudente. Por exemplo, caminhar rápido por 40 minutos, quatro vezes por semana, é altamente recomendável para recobrar e manter o estado de ânimo. Mas é algo para ser tentado apenas quando você já se sentir pelo menos 50% melhor. Obrigar-se a isso no auge da depressão é crueldade!
6. Mudar o foco
Tente tirar o foco das preocupações. Não é fácil, é verdade, mas qualquer ganho conseguido significará menos sofrimento. Para mudar o foco, costumo sugerir, além de uma programação sensata de atividades ao longo da semana, a mudanças de ação e de posição do corpo: se estiver sentado e começarem as ruminações, levante-se e beba um copo d’água; se estiver ouvindo música e começar a se entristecer, mude a música.
Em caso de rompimento amoroso, sugiro parar de monitorar, nas redes sociais, o seu amor perdido. Sei que essa recomendação custa para ser atendida, pois luta-se contra um comportamento condicionado, semelhante ao da drogadição: o desejo e a gratificação já não são como antes, mas o querer e o sentimento de necessidade condicionam a busca por alívio e prazer. Esse último se mantém presente mais na memória idealizada do que na realidade do ritual de verificação.
7. Lembrar o caráter transitório da depressão
A sensação de não haver luz no fim do túnel faz parte de uma experiência sofrida da depressão. Felizmente, ela é limitada no tempo e desaparece com a cura da doença. É fundamental se lembrar desse caráter transitório dos sintomas.
É como naquele momento em que o comandante do avião nos avisa para apertar o cinto de segurança, pois atravessaremos uma área de turbulência. Temos que manter a esperança de que o pior vai passar e que a viagem seguirá tranquila. É muito importante manter isso em mente: a depressão vai passar!
8. Tirar a média dos dias
Previna-se contra as oscilações que normalmente ocorrem durante o processo de recuperação. Há dias bons e há dias ruins. Esses últimos, quando interrompem um período de esperançosa melhora, costumam ser devastadores. Para se avaliar o resultado do tratamento, devemos tirar a média dos dias. Não se apavore com ocasionais turbulências. Elas são passageiras.
9. Vida espiritual
Muitas pessoas conseguem manter um fio de esperança, em meio à depressão, ao reforçar a espiritualidade e a prática religiosa. Essa última, além da crença, geralmente inclui a participação em cultos e reuniões de fiéis. A espiritualidade e a prática religiosa fortalecem a esperança, bem como a sensação de pertencimento, de estar unido a um Deus redentor e a outras pessoas que compartilham os mesmos ideais.
10. Aceitar ajuda
Comparecer às consultas, participar das conversas, interagir, tudo exige um esforço incomum de quem está deprimido. Nos sentimos desconectados, sem ressonância afetiva e, comumente, um peso para os outros. Por isso, procuramos o isolamento, nos irritamos com quem insiste na interação. E pior, às vezes nutrimos a sensação de que as pessoas não são sinceras quando elas tentam se aproximar.
Se não conseguimos valorizar os que tentam nos ajudar, não é por ingratidão, e sim por que a depressão impede tal percepção, de que podemos, sim, confiar em uma pessoa e aceitar sua ajuda. Evite se isolar. Procure se cercar de pessoas queridas.
Nenhum texto alternativo automático disponível.
cristinatormena | 2 de August de 2018 at 13:02 | Categories: Sem categoria 

TEXTO EXTRAÍDO DE MÃE MÔNICA CARACCIO EM 02--08-2018

COMO ALICE ESCORREGANDO NA TOCA DO COELHO

aliceasdas







É próprio do ser humano distinguir o bem e o bom do mal e mau. É “importante” para o Homem encontrar um culpado para aliviar e até justificar seu próprio desajuste, incompreensão e desejo, assim como, para materializar aquilo que é imaterial, irracional e injustificável.
Diabo e Exu são os artistas principais nessas cenas, inclusive muitas vezes são confundidos, não é mesmo?
Aí ouvimos discursos e nos encravam doutrinas contextualizadas através de frases do tipo: Exu faz o mal; Exu é um espírito caído; Exu precisa de luz, precisa evoluir… e assim por diante.
Pois bem, o filósofo contemporâneo espanhol Fernando Savater diz que “o que nos convém costumamos dizer que é “bom”, pois nos cai bem; outras, em compensação, não nos convêm, caem-nos muito mal, e o que não nos convém dizemos que é “mau”.
Já o filósofo alemão Leibniz diz que ‘o direito’ deve provir de três princípios morais básicos: Não prejudicar ninguém; Atribuir a cada um o que lhe é devido; Viver honestamente.
E eu afirmo que o “bom e mau” e o “bem e mal” são faces da mesma moeda jogada no tempo e no espaço – tempo e espaço que normalmente perdem-se A NOÇÃO, deste modo, desmerece-se a verdade, a realidade, o contexto, o entorno, o passado e o futuro entrando na frequência do mau/mal. Essa perda – mesmo que inconsciente – acontece devido interesses próprios. Na dúvida, é só avaliar o que você faz questão de lembrar e onde você faz questão de estar. Você perceberá que normalmente se lembra daquilo e se está naquele lugar que, de alguma forma, lhe interessa, mesmo que de forma triste ou destrutiva – os sinônimos do Vitimismo.
Também concordo com as afirmativas:
Exu come tudo que a boca come. Exu SÓ COME o que VOCÊ DÁ.
Exu é o princípio do Movimento, o primogênito do Universo.
Deus não é apenas substantivo. Deus é verbo. É vibração ordenando, infinitamente, o caos primordial. (Martin Claret)
A consciência é a presença de Deus. (Swedenborg)
Legba [Exu] é mais forte do que todos os Vodun e, sobretudo, mais astucioso. Indaga de tudo, está a par de tudo. É prudente oferecer-lhe sacrifícios, de que é guloso. Cada pessoa, desde que nasceu, está destinada a um Legba que segue seu homem até a morte, incitando-o, se possível, a fazer tolices. Mas Legba também pode fazer o bem, não fosse pelo motivo de que o mal de alguns é algumas vezes o bem de outros. (Bernard Maupoil)
O que está mais próximo de você é exatamente aquilo que você menos conhece. (Jung)
Na tentativa de discernir melhor os atos, as qualidades, os relacionamentos, as verdades ditas, o sobrenatural, o Ser, o Tempo e o Espaço, mantenho sempre dentro de mim e na ponta da língua as perguntas: Quem é mesmo O Onisciente? O Onipotente? O Onipresente?????
Enfim, compartilho um vídeo em que Rolando Bolbrin declama maravilhosamente o poema “Cascavé” de Nhô Bento.
Emocionanteeeeee…. Verdadeiro!!!
E compartilho também alguns dos nomes de Exu originários das religiões tradicionais africana (na Umbanda os Exus se humanizam por demasia e recebem nomes simbólicos como Exu Caveira, Exu Tranca ruas e assim por diante). Com os nomes também coloco alguns atributos, qualidades e ações de Exu.
Creio que vocês perceberão que não tem nada de mal ou mau. Será????
EXU YANGI = É o princípio de tudo, a própria memória de Olódùnmarè, seu criador. O Senhor da Laterita Vermelha.
EXU AGBA = O mais velho e, por consequência, ‘o pai’ retratado no mito em que Orunmilá o persegue através dos nove Oruns. O Senhor Ancestral.
EXU IGBA KETA = É o terceiro aspecto mais importante de Exu que está ligado ao número três. A terceira cabaça na qual é representado pela figura de barro junto aos elementos da criação. O Senhor da Terceira Cabaça.
EXU OKORITÀ META = É ligado ao encontro dos caminhos ou à encruzilhada: o encontro de três ruas (Y).
EXU OKOTO = É representado pelo caracol-agulha, mostra a evolução de tudo que existe sobre a terra, e está ligado ao Orixá Ajé Saluga, o antigo Orixá da riqueza dos iorubas. O Senhor do Caracol.
EXU OBASIN = É por este nome que é conhecido e cultuado em Ilé Ifè.
EXU ODARA = É o que, se satisfeito através do sacrifício, traz a felicidade ao sacrificante. O Senhor da Felicidade.
EXU OJISÈ EBÒ = É o que observa todos os sacrifícios rituais e recomenda sua aceitação levando as súplicas a Olódùnmarè. O Mensageiro Divino.
EXU ELERU = É o que leva os carregos dos iniciados (Erupin). O Senhor da Obrigação Ritual.
EXU ENUGBARIJÒ = (O COLETIVO) É o que devolve a todos o sacrifício em forma de benefícios. O Senhor da Boca Coletiva.
EXU ELEGBARA = É o todo poderoso que transforma o mal em bem, cujo poder reside na transformação das coisas. O Senhor do Poder Mágico.
EXU GBARA = É um dos mais importantes aspectos de Exu, pois ele é o Exu do movimento do corpo humano, infundido no corpo pré-humano, ainda no Orun por Obatalà, sendo “assentado” no momento da iniciação, junto com o Ori e o Orixá individual. O Senhor do Corpo.
EXU ONA ou OLONA = É o Senhor de todos os Caminhos.
EXU OLOBÈ ou OBÈ = É o senhor da faca, tem de ser reverenciado ao começar qualquer sacrifício em que a faca é necessária. O Senhor da Faca.
EXU ELEBÒ = É o carregador de todos os Ebós. O Senhor das Oferendas.
EXU ELEPO = É ele quem recebe o sacrifício do azeite de dendê.
EXU INA = Um dos aspectos mais importantes desse Exu primordial é presidir o Ipade, sendo o dono do fogo.
Ééé… É preciso entrar dentro de si como Alice para conhecer seu próprio ‘Eu’, seus próprios vícios, ingratidões, maldades, arrogâncias e pré conceitos… É preciso saber mais, estudar, conhecer, suspender qualquer tipo de julgamento e agir diferente em favor de um futuro melhor se quiser uma vida mais próspera, mágica, encantadora e verdadeira…
Axééé!
TV Cultura Digita – Publicado em 19 de set de 2011
ROLANDO BOLDRIN declama o poema ?A CASCAVÉ? (Nhô Bento)
por Mãe Mônica Caraccio

A Cascavé -Rolando Boldrin - Sr Brasil 15/09/2011

Dia 03 -08- 208- 4ª Semana Sobre EXU DO OURO


4ª Semana Gratuita Exu
   
          do                 Ouro
Mojubá Antonio,
Exu do Ouro é o mesmo que o Exu Chama Dinheiro de antigamente? Essa é sempre uma questão. A pergunta resposta é: faz sentido renomear um falange?
Contudo, existe algo que os aproximam, este é o tema centrar do nosso terceiro dia na 4ª Semana Gratuita Exu do Ouro.
Clique no botão para assistir ao vídeo agora.
Por gentileza após assistir deixe seu comentário lá no espaço específico, é muito importante sua colaboração!
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ASSISTIR DIA 03 →
Muito grato por sua participação e atenção Antonio!
Mojubá!
Rodrigo.
Enviado por Umbanda EAD

ROUPAS E VESTIMENTAS

"Eu Sou Umbanda" - Parte 3/4 Teologia de Umbanda

"Eu Sou Umbanda" - Parte 2/4 Teologia de Umbanda

"Eu Sou Umbanda" - Parte 4/4 Teologia de Umbanda

"Eu Sou Umbanda" - Parte 1/4 Teologia de Umbanda

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TRABALHO e VOCAÇÃO – Mistério Exu do Ouro e as relações de trabalho para...

ACADEMIA: Texto= Renovação da Umbanda Urbana contemporânea: Por Luan Rocha de Campos

Dear Antonio, You read the paper " Algumas observações em torno da renovação na Umbanda urbana contemporânea "...