quarta-feira, 22 de julho de 2015

O que une Ramatís e a Umbanda? Norberto Peixoto.

Quem é Ramatís?

Alexandre Cumino entrevistado no programa Ramatis

Alexandre Cumino • Chamada Legalização e Administração de Terreiros

CURSO • Magia Divina das Sete Chamas Sagradas

20 UNIÃO ESPÍRITA MINEIRA
ÁREA DE ORIENTAÇÃO MEDIÚNICA
Dirigente Reunião Mediúnica

ANEXOS

O TRABALHO DOS BENFEITORES ESPIRITUAIS NO GRUPO MEDIÚNICO

O Centro Espírita e a Desobsessão

A.04  As Reuniões de Exposições Doutrinárias.

Há características de um bom trabalho de exposição doutrinária e por outro lado atitudes inconvenientes do expositor que devem ser abolidas. A mensagem deve ser calibrada para o nível do entendimento das pessoas, com um tempo de duração adequado, não se caracterizando pelo simplório nem pela erudição; melhor será se os aspectos teóricos forem enriquecidos por vivências e exemplificações práticas, colocando um toque de humor de quando em quando, fugindo, todavia, da gaiatice e das expressões picantes que provocam a risada de mau gosto. O expositor terá em mente, sempre que está diante de Espíritos venerandos, razão porque deve se postar com respeito, procurando criar, através da fala, um clima superior que enseje a esses Benfeitores condições para realizar o complexo trabalho a que já nos referimos.
Tão importante a exposição doutrinária que a podemos e devemos introduzi-la como preparação para as terapias do passe e do atendimento fraterno, sendo, nestes casos, de pequena duração.

A.05  A Promoção do Ser.

Esta etapa é o fecho do tratamento desobsessivo para os encarnados.
Todas as etapas antes vistas devem levar a esta, que representa a comprovação de que a pessoa está cônscia de que, enquanto se restabelece, psíquica, emocional e moralmente, pode gerar suficiente harmonia que lhe dê condições para o serviço. É nesta fase que os obsessores vão-se conscientizar realmente de que a pessoa mudou, sendo induzidos a suspenderem o assédio e mudarem também para serem felizes.
A primeira conquista que a pessoa terá de fazer é a recuperação da sua religiosidade, pois a perda dela foi um dos fatores que deu margem à obsessão.
A providência seguinte é criar o gosto pelo estudo, seja o estudo em grupo, sistematizado, ou o feito por autodidatismo, ambos necessários e alavancadores do crescimento espiritual.
A última etapa será a vinculação ao trabalho do bem, que traz para o indivíduo o grande prazer de estar concorrendo para o progresso da humanidade. Apesar de ser esta etapa uma conquista a ser promovida pela pessoa, por si mesma, colocamo-la, no contexto do processo terapêutico global do Centro Espírita porque este precisa desenvolver técnicas integradoras que facilitem a promoção do ser, sob pena de comprometer todo o seu trabalho de cura, no sentido de vencer as obsessões, e até mesmo a renovação de suas equipes com vistas ao futuro.

B  Atendimento aos Desencarnados

B.01  A Reunião Mediúnica

Sempre houve na Terra, obsidiados e obsessores, assim como atendimento, socorro e terapias. Antes do advento do Espiritismo esse trabalho era realizado no Mundo Espiritual com os médiuns encarnados atuando em estado de desdobramento pelo sono. Com o advento do Espiritismo as reuniões mediúnicas de caráter terapêutico passaram a ser realizadas também no plano físico, popularizando-se a psicofonia, por ser o trabalho dos médiuns falantes mais adequado para o tratamento dos desencarnados, em virtude de promover, simultaneamente, a doação energética e o diálogo esclarecedor.
As mediúnicas são, portanto, reuniões especializadas, em que os médiuns psicofônicos se colocam em disponibilidade para essa tarefa socorrista e os doutrinadores, agindo como terapeutas espirituais, esclarecem, consolam, aliviam e aconselham os Espíritos em sofrimento. Além dessas duas funções básicas, o médium e o doutrinador (o mais preparado deles sendo o dirigente da equipe encarnada), outras pessoas mediunicamente frias, fazendo parte do grupo, ajudam a manter a vibração, meditando, orando e acompanhando atentamente as comunicações.
Essa equipe, para atender compromissos na desobsessão, deve ter experiência e caracterizar-se por uma perfeita harmonia de pensamentos e de sentimentos. Deve, cada um dos seus membros, compreender a sua função e a dos demais e conhecer os aspectos técnicos dos atendimentos que na reunião se processam, os quais deverão ser levados a efeito em experimentos regulares, privativos e realizados em ambientes harmonizados e favorecedores do recolhimento.
O principal dos detalhes é a programação dos atendimentos, que deve ser conduzida pelos Espíritos coordenadores da reunião, por serem eles mais capazes do que os encarnados para estabelecer as prioridades, em função da Lei do mérito e das possibilidades espirituais da equipe encarnada, que somente eles têm condições precisas de avaliar.
Podemos colocar um nome sobre a mesa, orar por alguém, e isso já é uma pré-evocação, que muitas vezes os bons Espíritos valorizam, porque correspondem a estados de interseção carinhosa, quando encaminhadas com unção, e a própria pessoa que pediu vai ser instrumento de socorro.

B.02  As Terapias Mediúnicas.

Quando um Espírito sofredor, ou mesmo um calceta, endurecido, incorpora num médium adestrado numa reunião mediúnica séria dá-se um choque fluídico, que vem a ser terapia fundamental, processando-se pela interpenetração entre os perispíritos do médium e do Espírito e caracterizando-se por trocas energéticas entre ambos:  A energia doentia do comunicante sendo absorvida pelo médium, que a elimina enquanto doa energia saudável ao enfermo. Simultaneamente o poder magnético do médium impede que o Espírito desvairado fuja do diálogo com o terapeuta-doutrinador que, ato contínuo, se inicia. Esse diálogo, vai complementar o choque anímico, levando o Espírito à reflexão, e despertando-o para uma realidade nova, felicitadora.
O terapeuta-doutrinador, em sintonia com o Mentor Espiritual da reunião, na medida em que aconselha o Espírito pode sentir a necessidade de adotar outros procedimentos favorecedores da terapia desobsessiva, conduzindo-a para resultados promissores.
Por exemplo: utilizar-se da prece, quando sentir que a onda de desespero do Espírito amainou e este precisa se aproximar de Deus de que se afastou, aplicar passe, quando sentir a necessidade de controlar a energia da comunicação, para que o desequilíbrio não se estabeleça prejudicando a terapia e os delicados equipamentos mediúnicos, funcionando também como recurso calmante e sonoterapia para os Espíritos exauridos no processo da comunicação; poderá utilizar-se da hipnose, no seu aspecto sugestivo, para a projeção de ideoplastias proveitosas ao esclarecimento ou como recurso de contenção dos impulsos asselvajados dos Espíritos comunicantes; por fim, induzi-los à regressão de memória, sob orientação do Mentor, quando perceber a necessidade de remover traumas ou levá-los a compreender os motivos desencadeadores dos acontecimentos atuais.

CONCLUSÃO

A terapia espírita conhecida como desobsessão, por sua complexidade e abrangência, requer uma interação eficaz de todas as atividades e procedimentos de que se constitui para colimar os seus objetivos.
Um Centro Espírita, para se habilitar a levá-la a bom termo terá, em primeiro lugar, que dispor de equipes (em todos os setores) aquinhoadas com valores morais de alto coturno, qualificadas, experientes e perfeitamente sincronizadas, pela inspiração com os Mentores espirituais.
As duas vertentes de que se constitui o processo, o trabalho direto de encarnados para encarnados e o das reuniões mediúnicas, têm que ser conduzidas por quem de direito, respeitando-se a competência dos Dirigentes Espirituais para gerir a programação dos atendimentos mediúnicos e a outorga conferida por eles aos homens no que concerne a administração da ajuda a ser oferecida aos enfermos encarnados que batem às portas da Casa Espírita procurando alívio para suas aflições.
Se os encarnados, nas reuniões mediúnicas, super-põem uma programação humana no bojo da programação espiritual, dá-se um choque de competência e o trabalho perde a qualidade, restringe-se. Por outro lado, se sinalizarem para a clientela, proposta de cura descomprometida em relação à transformação íntima, estarão adotando atitude de lesa consciência, inócua e mentirosa que traria como conseqüência grande freqüência na Casa Espírita de desonestos e preguiçosos do ponto de vista espiritual, alterando para pior o seu padrão vibratório e prejudicando o trabalho terapêutico que nela se realiza.
Nas reuniões mediúnicas de caráter desobsessivo, interrompe-se temporariamente o curso das influências perturbadoras desencadeadas pelos Espíritos vingadores e vampiros sobre os hospedeiros encarnados, ensejando que estes se renovem pela diluição das fixações energéticas responsáveis pelas obsessões. Nesse ínterim, uns e outros se beneficiam, os desencarnados através das terapias a eles dispensadas nessas reuniões especializadas, e os encarnados mediante alívio que experimentam facultando-lhes reprogramar suas vidas e aproveitar as oportunidades que a Casa Espírita mantém a benefício deles.

BIBLIOGRAFIA

1. KARDEC, Allan. O livro dos médiuns. Tradução de Guillon Ribeiro. 80. ed. Rio de Janeiro: FEB,     2007.
2. AZEVEDO, Geraldo, CALAZANS, Nilo, FERRAZ, José e NEVES, João. Atendimento Fraterno.   Salvador: LEAL.
3. _____. Reuniões mediúnicas. Salvador: LEAL.
4. _____. Vivência mediúnica. Salvador: LEAL.
5. FRANCO, Divaldo. A obsessão, instalação e cura. Pelo Espírito Manoel Philomeno de Miranda. Organizado por Adilton Pugliese. Salvador: LEAL.
6. XAVIER, Francisco Cândido. Nos domínios da mediunidade. Pelo Espírito André Luiz. 34. ed.  Rio de Janeiro: FEB, 2007.

"Nascer, morrer, renascer ainda, e progredir sempre, tal 頡 lei"
Allan Kardec.
                   UNIÃO ESPÍRITA MINEIRA
            ÁREA DE ORIENTAÇÃO MEDIÚNICA

                 Dirigente Reunião Mediúnica
                                                        ANEXOS

Programa de Qualificação Continuada do Tarefeiro do Grupo Mediúnico
Esther Fregossi Gonzalez *

Dirigimo-nos aos que vêem no Espiritismo um objetivo sério, que lhe compreendem toda a gravidade e não fazem das comunicações com o mundo invisível um passatempo. 

Allan Kardec. O Livro dos Médiuns

Introdução.1

Quando Allan Kardec elaborou, sob a inspiração dos Espíritos Guias da Humanidade, a obra monumental intitulada O Livros dos Médiuns, nos ofertou o maior e mais completo compêndio de informações relativas a paranormalidade humana e a fenomenolgia espírita.

O singular conteúdo desta obra, que permanece atualíssimo e insuperado, confere ao fenômeno espírita e à mediunidade objetivos nobres, alicerçados na conduta moral dos investigadores e dos médiuns. 

Na atualidade, quando as comprovações são dispensáveis, o estudo aprofundado e constante é atitude inadiável, de todo aquele que deseje obter comunicações produtivas.

Convictos de que [...] a mediunidade é atributo do Espírito, patrimônio da alma imortal, elemento renovador da posição moral da criatura terrena, enriquecendo todos os seus valores no capítulo da virtude e da inteligência, sempre que se encontre ligada aos princípios evangélicos.

2. É indispensável delinear diretrizes que venham a garantir a qualidade do intercâmbio mediúnico.
Refletindo sobre as assertivas de Allan Kardec, compreendemos que, somente quando as diretrizes de O Livro dos Médiuns forem consideradas e aplicadas, poderemos obter Reuniões Instrutivas, ou seja, tornaremos sérias e verdadeiramente úteis às reuniões mediúnicas espíritas. 
É portanto, imprescindível compreender, considerar e aplicar os conceitos e critérios contidos em O  Livro dos Médiuns.

O insigne Codificador asseverou

Esta obra (O Livro dos Médiuns) se destina a lhes aplainar o caminho, levando-os a tirar proveito dos nossos longos e laboriosos estudos, porquanto muito falsa idéia formaria aquele que pensasse bastar, para se considerar perito nesta matéria, saber colocar os dedos sobre uma mesa, a fim de fazê-la mover-se, ou segurar um lápis, a fim de escrever (grifos nossos).
]
3.Indubitavelmente, o Mestre Lionês não mediu esforços para precaver os adeptos quanto aos escolhos naturais que a prática espírita apresenta. Afirmando claramente que, o seu objetivo não se restringia a indicar os meios de desenvolvimento da mediunidade, mas também, a assinalar os obstáculos que hão necessariamente de encontrar, e fundamentalmente a apontar os meios de se obterem boas comunicações.

Resta-nos questionar: estamos efetivamente tirando proveito dos seus longos e laboriosos estudos?

Se nos reportarmos ao Livro dos Espíritos, verificaremos Allan Kardec afiançar, na introdução, item III: 

Para se conhecerem essas leis, (as que regem as relações do mundo material com o espiritual) preciso é que se estudem as circunstâncias em que os fatos se produzem e esse estudo não pode deixar de ser fruto de observação perseverante, atenta e às vezes muito longa. (grifos nossos) 

4.A todo momento nos deparamos com a recomendação do estudo, no entanto, temos confundido a instrução teórica inicial - pré-requisito básico para a prática espírita - com o estudo continuado, perseverante e laborioso, o estudo recomendado pelo Codificador, cujas características indispensáveis são continuidade, regularidade e o recolhimento 

5.* Federação Espírita Catarinense. Membro da diretoria e coordenadora da Mediunidade. 
Florianópolis-Santa Catarina.  Representante da UEM- área da atividade mediúnica nas comissões regionais, CFN-FEB.

O grande erro que temos cometido é o de acharmos que sendo portadores de aptidões mediúnicas patentes, uma vez concluída a etapa da instrução teórica espírita, estamos prontos para o exercício mediúnico. 

Em verdade, a instrução inicial é apenas um estágio, onde vencemos algumas dificuldades de ordem material, porém, a partir deste ponto é que efetivamente iniciam os verdadeiros desafios, é neste momento, mais do que nunca, que precisamos do estudo aprofundado, bem como, dos conselhos da prudência e da experiência, se não quisermos cair nas armadilhas da obsessão.

Presentemente, quando os vastos elementos de estudo apresentados por Allan Kardec, são desdobrados e aprofundados por nobres Benfeitores Espirituais, como André Luiz e Manoel Philomeno de Miranda  através da pena mediúnica de Francisco Cândido Xavier e Divaldo Franco, respectivamente  alargam-se as possibilidades de estudo e pesquisa, neste largo campo de valiosas e imprescindíveis informações para a prática mediúnica segura.
O Espiritismo é Ciência e, como tal, nos incita ao estudo e à investigação continuada, seja do próprio fenômeno mediúnico e seu mecanismo, seja a mediunidade em suas diversas nuances, bem como, as comunicações mediúnicas propriamente ditas.

O fascinante mecanismo da mediunidade, ao ser desvendado, confere-nos oportunidade de conhecer e compreender o intrincado processo do transe, bem como, os seus desdobramentos na organização física. 

Conhecer em profundidade as variadas facetas do mecanismo mediúnico é de suma importância para o medianeiro comprometido com a qualidade da sua tarefa.

É por tanto imprescindível, investirmos em metodologias de estudo que visem tornar a Doutrina Espírita melhor compreendida e adequadamente aplicada. 

O estudo metódico e sistemático da mediunidade e do fenômeno mediúnico apresenta-se como recurso seguro e eficiente, para obter o aprimoramento constante do médium e por via de conseqüência, da reunião mediúnica.

Esta metodologia, de estudo sistemático e continuado, deve, em princípio, contemplar dois aspectos:

*  Qualificação continuada do tarefeiro.

*  Qualificação continuada do grupo de tarefeiros.
 
  Vamos, em seguida, fazer uma análise de ambos os tipos de qualificação.

1. Qualificação Continuada Individual

* 1ª Etapa - Formação Básica

Estudo Sistematizado da Doutrina Espírita, com base em todas as obras da Codificação Espírita. 

Entendemos que esta etapa é imprescindível para o tarefeiro Espírita, qualquer que seja a sua área de atuação, mas, especialmente, na prática mediúnica Espírita.

* 2ª Etapa - Estudo Teórico da Mediunidade. 

Tendo como base O Livro dos Médiuns. Após adquirir o conhecimento básico do Espiritismo, o tarefeiro inicia o estudo específico da Mediunidade e do fenômeno Mediúnico, tendo como base o Livro dos Médiuns e obras subsidiárias como a série André Luiz (Francisco Cândido Xavier) e Manoel P. de Miranda (Divaldo Franco).

* 3ª Etapa - Estudo Teórico-Prático.  

O objetivo desta etapa é o aprofundamento teórico-prático, que pode ser desenvolvido por meio de dinâmicas e exercícios que possibilitem ao tarefeiro o auto-conhecimento, e a disciplina do pensamento e das emoções. 

Se o tarefeiro apresenta faculdade mediúnica bem caracterizada, poderá, concomitantemente, ir educando a aptidão mediúnica através de exercícios práticos específicos, sob supervisão de trabalhadores mais experientes.

Observação: a conclusão das etapas de estudo, não habilita o tarefeiro ao exercício da Mediunidade em um grupo mediúnico. 

O seu ingresso e sua integração nesta reunião espírita deverá atender também a outros critérios, além dos estabelecidos pela Instituição Espírita. 

* 4ª Etapa  Prática Mediúnica: participação em grupo mediúnico. 

A fim de garantir um grupo mediúnico homogêneo, seguro e qualificado, necessário se faz considerar alguns critérios básicos na admissão e manutenção do tarefeiro na atividade Mediúnica. 

Sugerimos observar se o tarefeiro atende as condições básicas, tais como: Conhecimento Doutrinário (contemplando as etapas anteriores); equilíbrio emocional / espiritual; vinculação comprovada na Instituição Espírita; participação efetiva nas demais atividades da Instituição; disposição para aderir a proposta de qualificação continuada e compromisso com a transformação moral; atitude espírita: hábito da oração, 

Evangelho no lar; esforço em renovação moral, vinculação a uma atividade de assistência e promoção social.

É sempre oportuno lembrar que a participação em grupo mediúnico é opcional, não implicando que todos os tarefeiros que preencherem os pré-requisitos e participem das etapas de estudo, devam obrigatoriamente, vincular-se à prática mediúnica.

2  Qualificação Continuada Grupal

* Estudo Continuado para os Grupos Mediúnicos.

Através de programação específica, podem-se contemplar estudos periódicos, que poderão ser realizados no dia da reunião mediúnica  após o termino da reunião ou destinando uma das reuniões semanais exclusivamente para o estudo (exemplo: a primeira semana do mês está destinada ao estudo) ou em outro momento escolhido pelo grupo. 

Sugerimos para compor o programa as seguintes obras:

a) O Livro dos Médiuns,

b)  Obras de André Luiz e algumas de Emmanuel

c)  Obras de Manoel Philomeno de Miranda

O programa poderá ser desenvolvido de duas formas: estudo seqüencial das obras espíritas ou por temas, os quais serão pesquisados nos referidos livros.

* Seminários, Cursos , Encontros

Deve-se promover Cursos, Seminários e Encontros periódicos, previamente definidos e divulgados na Casa Espírita.  

A programação deve, necessariamente, abordar temas que destaquem o estudo continuado da mediunidade, dando ênfase ao aspecto moral, possibilitando ao tarefeiro oportunidades de reflexão, de auto-avaliação, o nível de comprometimento com a tarefa, a qualidade da prática mediúnica etc.

*  Avaliação Contínua

Estabelecer critérios para realizar com periodicidade, avaliação quantitativa e qualitativa das reuniões mediúnicas, bem como, do desempenho dos tarefeiros da atividade mediúnica. 

Esta avaliação poderá servir de base para ajustes no Programa de Estudo Continuado da Mediunidade, bem como, na definição de temas dos Seminários e Cursos a serem realizados.

"Nascer, morrer, renascer ainda, e progredir sempre, tal 頡 lei"
Allan Kardec.
Pensamento da Semana #11
www.umbandaead.com.br 
"Experiência é algo que não se consegue de graça."
- Oscar Wilde -
A grande maioria das pessoas gostariam de pular etapas na escalada da vida, mas se tem algo por onde não existam atalhos, é a vida.
A experiência é resultados da vivência constante, profunda e intensa naquilo em que se está experimentado.
Quando a experimentação é a vida, é certo que muitos vivem uma vida, experenciam-na portanto e no entanto o resultado é desgaste, uma espécie de apodrecimento.
Os que vivem a vida com atenta observação das experiências, sensações e sentimentos com constante reflexão e análise de si, condiciona a incrível oportunidade do amadurecimento que vai garantir certamente a sabedoria existencial.
Então você escolhe, viver e apodrecere ou viver e amadurecer.

Grande abraço, Pai Rodrigo Queiroz.
PENSE NISSO, PRATIQUE e tenha uma ótima semana! 
Lei de Adoração II - Parte 3ª, capítulo II de O Livro dos Espíritos.
        
 Prece inicial

         Primeiro momento: contar a história do Livro A Constituição Divina, de Richard Simonetti, Editora CEAC (p. 22-23).

 “ Havia um preto velho que era escravo. Trata-se, sem dúvida, da mais degradante condição social a que se possa submeter alguém. O infeliz não detém a posse de si mesmo. Há um senhor que pode dispor de seu trabalho, de suas horas e até de seu corpo. Não obstante ele vivia relativamente feliz, porquanto era alguém profundamente ligado a Deus.
         
Diariamente, em plena madrugada, dirigia-se à gleba de terra sob seus cuidados e, antes de iniciar o trabalho do dia, tirava o chapéu, erguia o olhar para o céu, levava a mão direita ao peito e dizia humilde:
         
"Sinhô! Preto véio ta aqui!".
         
Apenas isso. Ele era analfabeto e não conhecia muitas palavras, mas fazia o essencial: exercitava o sentimento, com o impulso do filho de Deus que não quer iniciar seu dia sem pedir a bênção do pai.
         
O que importa, portanto, na prece, não é sua duração, a repetição, a sofisticação das expressões. Fundamental, indispensável é a presença do sentimento.”
         
Segundo momento: comentar a história, destacando que:
          
Deus não está restrito ao espaço/tempo, por isso não há necessidade de um lugar específico para realizar uma prece, nem um momento pré-determinado.
          
A Doutrina Espírita esclarece que não são necessários rituais para orar (não precisa ficar de joelhos, falar alto ou falar muito, ou orar diante de uma imagem).
          Deus sempre ouve nossas preces, se elas são sinceras.
          A prece nunca é inútil, quando bem realizada, porque fortalece quem ora, o que é um grande resultado.
          Não basta apenas fazer preces, temos que realizar a nossa parte, com pensamentos, palavras e atitudes no bem.
         
Terceiro momento: contar as duas situações descritas em O Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo XXVII, item 3.

 1. Quando orardes, não vos assemelheis aos hipócritas, que, afetadamente, oram de pé nas sinagogas e nos cantos das ruas para serem vistos pelos homens. - Digo-vos, em verdade, que eles já receberam sua recompensa. - Quando quiserdes orar, entrai para o vosso quarto e, fechada a porta, orai a vosso Pai em secreto; e vosso Pai, que vê o que se passa em secreto, vos dará a recompensa.
         
Não cuideis de pedir muito nas vossas preces, como fazem os pagãos, os quais imaginam que pela multiplicidade das palavras é que serão atendidos. Não vos torneis semelhantes a eles, porque vosso Pai sabe do que é que tendes necessidade, antes que lho peçais. (S. MATEUS, cap. VI, vv., 5 a 8.)
         
2. Quando vos aprestardes para orar, se tiverdes qualquer coisa contra alguém, perdoai-lhe, a fim de que vosso Pai, que está nos céus, também vos perdoe os vossos pecados. - Se não perdoardes, vosso Pai, que está nos céus, também não vos perdoará os pecados. (S. MARCOS, cap. XI, vv. 25 e 26.)
         
3. Também disse esta parábola a alguns que punham a sua confiança em si mesmos, como sendo justos, e desprezavam os outros:
         
Dois homens subiram ao templo para orar; um era fariseu, publicano o outro. - O fariseu, conservando-se de pé, orava assim, consigo mesmo: Meu Deus, rendo-vos graças por não ser como os outros homens, que são ladrões, injustos e adúlteros, nem mesmo como esse publicano. Jejuo duas vezes na semana; dou o dízimo de tudo o que possuo.
         
O publicano, ao contrário, conservando-se afastado, não ousava, sequer, erguer os olhos ao céu; mas, batia no peito, dizendo: Meu Deus, tem piedade de mim, que sou um pecador.
         
Declaro-vos que este voltou para a sua casa, justificado, e o outro não; porquanto, aquele que se eleva será rebaixado e aquele que se humilha será elevado. (S. LUCAS, cap. XVIII, vv. 9 a 14.)
         
Quarto momento: comentar as situações, ressaltando as condições da prece:

*sinceridade    *amor    *humildade    *perdão das ofensas *autoconhecimento (analisar os próprios defeitos, visando um esforço em se melhorar) *fé    *intenção no bem.

Quinto Momento:

Lembrar que Deus:
         
Sempre nos auxilia, mas deve haver fé e merecimento;
          
Concede, a quem ora, a coragem, a paciência e a resignação;
         
Envia seus mensageiros, a fim de que intuam no bem a quem ora e por quem se ora.
          
Dá-nos o livre-arbítrio, a fim de que tenhamos responsabilidade por nossas escolhas.

         Sexto momento: fazer comentários a respeito da importância de se realizar o Evangelho no Lar (sugestões de aulas neste site), salientando que é um momento de estudo e de adoração a Deus.

Sétimo momento – atividade: caça-palavras.

Encontre cinco sentimentos que devemos ter no coração para que a nossa prece chegue até Deus.

Pinte cada palavra com uma cor diferente, escrevendo abaixo os sentimentos encontrados

Prece de encerramento
Responsabilidade: Grupo Espírita Seara do Mestre
Organização/correção: Claudia Schmidt
Preserve os direitos autorais
"Nascer, morrer, renascer ainda, e progredir sempre, tal 頡 lei"
Allan Kardec.

ACADEMIA- Exu de Mensageiro a Diabo Reginaldo Prandi= Fagner Lante

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