domingo, 1 de julho de 2018

É VERDADE ?

Por que o médium tem dor na cabeça?

glandula pinealPrimeiramente acho importante dizer que cada médium deve ser avaliado de uma forma única, não há receitas prontas. Por questões individuais especificas, tanto físicas como espirituais.
Antes de mais nada, vamos entender sobre o que é uma glândula Pineal: A epífise neuralglândula pineal ou simplesmente pineal é uma pequena glândula endócrina localizada perto do centro do cérebro, entre os dois hemisférios, acima do aqueduto de Sylvius e abaixo do bordelete do corpo caloso, na parte anterior e superior dos colículos superiores e na parte posterior do terceiro ventrículo. (wikipédia).
Pineal– “Pelos estudos (…) percebemos a influência diretora da glândula pineal sobre a cadeia glandular do organismo. A ligação que mantém com o hipotálamo e outras zonas nobres do sistema nervoso central é evidente, como também, a influência que exerce no sistema nervoso neuro-vegetativo. Desse modo, jamais poderemos afastar a glândula pineal da participação de inúmeras funções orgânicas, direta ou indiretamente, assim como da acentuada correlação no setor psíquico.”  (Livro: Forças Sexuais da Alma, página 90, autor Dr. Jorge Andréa, editado pela Federação Espírita Brasileira).
Se pararmos para analisar ela é a grande centralizadora do sistema endócrino do ser humano intimamente ligada aos chakras. Um exemplo: um problema emocional irá estar ligado ao chakra cardíaco e coronário. Todos esses sinais energéticos devemos frisar que são passados pela Epífise.
chakras-e-glândulas-endócrinas-copy2-1024x723Essa glândula a qual é instigada pela ação dos chakras, irá lançar no organismo através da corrente sanguínea hormônios, irão provocar mudanças funcionais no organismo (tanto para o melhor quanto para o pior), podendo ser tão intensas que poderão provocar desarranjos orgânicos. Vejam que interessante.
Se pararmos para pensar a cabeça humana é o grande centro irradiador de energia, (chakras principais coronário e frontal) sendo que essa energia passa por essa glândula, levando essa carga de energia para os demais chakras. Todo médium ele tem um acúmulo de energia já intenso, caso essa energia percorrida ache nesse trânsito energético,  algum obstáculo é como um entupimento criando um acúmulo energético que irá atingir um determinado chakra o qual como foi mencionado atingira as glândulas podendo provocar desarranjos no organismo.
Um exemplo básico, em várias literaturas é falado que o médium em dias de sessão mediúnica, deve se abster de comer comidas pesadas, carnes, ingestão de bebidas alcoólicas, comer pouco e comidas leves. Vejam que interessante se o médium entra para a gira empanturrado de bebidas e comidas provavelmente quando no ato de acoplamento espiritual, incorporação,  onde a energia do espírito se une ao do médium através dos seus chakras, onde essa carga energética aumenta potencialmente ela provavelmente terá dificuldades de circulação terá ali um bloqueio, o qual esse médium poderá ter sintomas de desarranjos não muito agradáveis. Nesse caso provocado por alimentação não adequada, e isso vale também para ingestão de entorpecentes, os quais podem provocar danos graves tanto no físico como no mental.
“Vejam o exemplo dos Monges do Tibete, onde ficam até dias em jejuns absolutos, se restringindo de influências externas, meditando e canalizando suas energias espirituais, possuidores de conhecimentos milenares quanto a canalizações energéticas espirituais”.
Agora imaginem um médium dar passividade a um espírito após ter ingerido bebidas alcoólicas em excesso, com certeza quando da veracidade dessa presença espiritual esse médium irá sofrer danos tanto refletidos no seu físico quanto no espiritual, ele se torna um copo de entidades altamente nefastas que irão causar danos seríssimos em seu campo mental e chakras.
Singelamente,  vamos comparar a um cano de água, quando esse cano por algum motivo foi entupido em um determinado ponto, o acúmulo de água pode ser tão intenso, que irá voltar novamente para o ponto de origem, causando vazamentos e transbordando. No caso do médium, esse acúmulo pode se acumular na cabeça onde por ventura pode provocar sintomas de  fortes dores na cabeça, devido a uma carga excessiva de energia muitas vezes contaminada e danosa..
Uma outra situação interessante é quando esse congestionamento vamos colocar assim vem oriundo de magnetizações nocivas, quem nunca ficou perto de uma pessoa tóxica, invejosa, maledicente e quando a mesma saiu se sentiu sugado, vampirizado, com fortes dores de estomago, aquela indigestão, aquele azedume na boca vindo do fígado por exemplo, o médium ele não tem um botãonzinho de desligue ele é médium 24hs por dia e quando isso acontece algo penetrou em seu campo energético, um ataque nocivo.
Sabe aquela frase, quando a pessoa está zangada e diz: “… vou lançar todo meu fígado nele…” pois é, tem um certo sentido.
O médium por sua vez, nessas situações, ele se torna como uma esponja, um receptor de energia de tudo a sua volta. Com o trabalho e aprimoramento mediúnico os médiuns vão aprendendo a canalizar e filtrar essas energias para que as mesmas não lhes provoque tantos danos.
Num ataque espiritual é ainda mais forte, podendo provocar sintomas terríveis num caso de incorporação, porque nesse caso toda a energia dos chakras daquele espírito se ligam nos chakras do médium. Por isso que em caso de trabalhos de descarrego o trazer esse espírito nefasto no médium tem que ser feito com muita responsabilidade e seriedade. Fora que é extremamente danoso executar trabalhos dessa monta em médiuns inexperientes e novatos, médiuns para esse tipo de trabalho devem ser altamente experientes porque saberão lidar com mais propriedade com as influências desses espíritos não se deixando sugestionar. Mas infelizmente alguns fazem dessa pratica algo banal trazendo prejuízos graves em seus médiuns, consulentes e nos próprios espíritos que ali estão sendo canalizados.
Pessoal uma coisa extremamente importante lembre-se que esses ataques, essas energias,  passam pelas glândulas, penetrando no organismo através da corrente sanguínea, então se tiver dor na cabeça, tomem analgésicos, se tiver uma indisposição que atingiu o figado, tome remédios para esses sintomas etc, frise-se que esses medicamentos atenuaram os efeitos. Os guias e mentores até ajudam nesse processo, mas devemos também fazer a nossa parte, caso contrário até para eles acaba dificultando a harmonização e higienização para atenuamento dos sintomas.
Cabe frisar que nem tudo é de ordem espiritual, e dependendo dos sintomas, devem passar por uma avaliação de ordem médica, já vi casos de pessoas que estavam com problemas sérios e graves de ordem física e não espiritual sendo tratadas como sintomas mediúnicos, como já vi o inverso também. O ideal que ambos os campos sejam sim avaliados com critério, porque na realidade também há casos de ordem física e espiritual devendo os dois lados serem bem acompanhados e tratados.
Notem como é importante certos cuidados, muitas vezes o dirigente passa certas restrições e são vistas com descaso por alguns médiuns, sendo assim médium se você anda sentindo sintomas muito agressivos, você terá que passar por uma avaliação criteriosa por seu dirigente e pelo guia chefe, mentor de sua casa religiosa.
Mas se avalie se está tendo os cuidados necessários para sua atuação na casa religiosa, vejam bem, os médiuns tem sua vida social, mas não adianta só tomar certos cuidados na hora da gira, se o médium anda bebendo abusivamente durante a semana inteira, se tem posturas e condutas nocivas para si e para seu semelhante como pensamentos e atos, por exemplo, os cuidados no dia da gira só serão um atenuante. Caso esse médium não se sinta confortável com tais restrições talvez seria melhor se abster do trabalho mediúnico mais ostensivo, porque dessa forma não traria danos nem a si mesmo e nem aos outros.
Dentro dos conceitos da Umbanda quando os guias e mentores, os dirigentes, passam certos banhos de ervas específicos para cada médium, é justamente porque essas ervas já comprovadamente agem na fluidificação, limpeza, energização, e canalização energética desses chakras facilitando que energias mesmo que mais densas consigam ser transmutadas de uma forma mais adequada.
Existem também outros conceitos religiosos de maior fundamento religioso, que devem ser tratados especificamente, alguns médiuns na Umbanda tem essa captação energética mais aguçada, dentre eles podemos destacar, os filhos de Iemanja, Oxum e Xangô, mas vejam bem, não que se restrinja o sintoma de dor na cabeça a eles mas tem-se evidenciado esses sintomas mais acentuados nos mesmos. Então aconselho a esses filhos tomarem cuidados ainda mais primorosos, vamos dizer que suas esponjas sejam ainda maiores que os demais.
Destacamos mais os efeitos da tão cruel enxaqueca, mas há outros sintomas bem desconfortáveis como enjoos, tonturas, perdas dos sentidos, e todos eles correlacionados ao que foi mencionado.
Esse texto foi escrito baseado em estudos os quais procurei associá-los de uma forma interativa para facilitar o entendimento, mas gostaria de salientar que o estudo sobre esses efeitos é muito extenso os quais temos várias literaturas a respeito. Espero ter ajudado de alguma forma o melhor entendimento sobre o assunto.
Cristina Alves
Templo de Umbanda Ogum 7 Ondas e Cabocla Jupira

PENSE ANTES DE ACENDER UMA VELA O QUE REPRESENTA !

O ato sagrado de acender uma vela

Primeiramente quando acendemos uma vela seja para que Entidade ou Guia, Santo, Orixá que for estamos procurando com este ato realizar um religare. O ato de acender uma vela é algo sagrado contido em várias culturas religiosas pelo mundo a fora, e deve-se ser feito com profundo respeito. As velas antigas eram fabricadas utilizando Junco embebidas em sebo, símbolo de iluminação, nos tempos antigos foi considerada artigo de luxo, onde somente pessoas qualificadas tinham a autorização de fabricá-las. Hoje encontramos velas fabricadas de diferentes composições e formatos.
Vamos pegar por base a vela do Anjo da Guarda.
  • A cor da vela do Anjo da Guarda de praxe é branca, podendo também ser usadas velas de mel, é utilizado outras cores principalmente quando se está canalizando a força dos Anjos Cabalísticos.
  • Primeiramente deve-se se escolher um lugar apropriado, limpo. Não se deve acender vela para Anjo da guarda em solo que não seja sagrado, infelizmente já soube de casos de pessoas que acendiam a vela no chão do banheiro, só para constar o banheiro é o lugar mais negativo de uma residência, não se acende vela para entidades e guias nenhum no banheiro. Acredito que não precise se dizer do porquê.
  • No caso do Anjo da Guarda de preferência  utilizar um prato branco, eu particularmente quando compro um prato num estabelecimento seja ele de artigos religiosos ou não, eu costumo lavar bem primeiramente com água, e depois jogo um pouco de água com açúcar e lavo novamente. A água com sal descarrega, mas tira todas as energias tanto negativas quanto positivas, a água com açúcar mantém as positivas.
  • O prato não deve estar lascado, só lembrando que pratos lascados se usa para trabalhos de almas, então cuidado nesses pormenores.
  • Deve-se ungir a vela de preferência com azeite doce, lhe dando um propósito sagrado, fazemos o sinal da cruz, e esfregamos em nossas mãos onde mentalizamos o que queremos e o que estamos buscando alcançar com aquele ato, quando esfregamos as mãos estamos passando a nossa energia para a vela.
  • A árvore  da Oliveira é considera uma árvore sagrada em várias tradições e culturas, foi nela uma das primeiras aparições de Jesus Cristo.
  • Coloca-se um copo de água do lado da vela, a água é vida, não se deve beber a água do anjo da guarda, a não ser que ela tenha um propósito de cura, nesse caso é muito comum colocar umas gotinhas de azeite doce na água e ofertar para a corrente médica do espaço juntamente, caso contrário não se bebe, lembrando que essa forma de canalização sempre vem após uma recomendação de um guia que saberá orientar como deverá ser feito. Na água de anjo da guarda podemos notar que sua forma pode mudar apresentando um aspecto diferente de quando foi colocada, muitas vezes podem aparecer, bolhas, a água ficar turva, nebulosa, gordurosa, a água pode diminuir, pode sair fumaça dela, a água puxa muitas vezes a energia que a pessoa está, principalmente a negatividade que está sendo tirada. Lembrando que muitos desses sinais são ocorridos pela ação do magnetismo.
  • Num assentamento de Anjo da Guarda, que é uma firmeza diferenciada de Anjo da Guarda, essa água é colocada numa quartinha, é muito comum se ver sinais na quartinha como se o Anjo da Guarda estivesse mandando avisos, e ela reflete muitas vezes o próprio estado emocional do filho.  Nunca é bom envolta das quartinhas haverem e aparecerem formigas, caso isso aconteça o dirigente deverá ser comunicado. As formigas simbolizam perda, animais altamente contaminadores, por isso a nível de ritualística ele é considerado negativo. Numa obrigação de assentamento ou firmeza de Anjo da Guarda poderá ser utilizado outros utensílios de acordo com a tradição de cada casa, ex: incensos, essências, cristais, flores etc.
  • A mesma coisa é a presença de ratos, a coisa mais lamentável que existe é ver ratos onde há imagens, velas acesas, ibás etc.
  • Procure sempre depois que a vela apagar, jogar a água do copo no pé de uma planta forte e bonita, mas que não solte leite, e nem tenha espinhos.
  • O astral superior não entende nada de negativo, não pertence a sua sintonia energética. Então quando forem pedir algo sempre positivamente. Por exemplo: Ah meu Anjo da Guarda NÃO tenho saúde, NÃO consigo emprego, estou desesperado. Opte por rezar assim: Gratidão Meu Anjo da Guarda pela boa saúde, pela prosperidade e fartura, pela paz do meu lar. A força da palavra tem grande poder no plano astral.
Velas para guias e Orixás, deve-se ter o mesmo respeito, variando é claro as cores das velas de acordo com a raiz de cada casa. Eu particularmente todas as minhas velas são ungidas e consagradas.
Independente da cor, o que vale mesmo é a INTENÇÃO. Se você precisa acender uma vela para Iança e não tem a vela de sua cor, acenda o branco. Apenas um exemplo.
Esse grande detalhe juntamente com a questão de MERECIMENTO, fazem toda a diferença para que o RESULTADO  seja alcançado.
Um detalhe importantíssimo em toda firmeza para Orixá não deve faltar ÁGUA.
ÁGUA SIMBOLIZA A VIDA.
Algumas pessoas optam por acender as velas nos campos naturais, vamos ter bom senso, e responsabilidade, não se acende velas por exemplo encostadas em troncos de árvores, deve-se limpar bem o chão tirando o excesso de folhas secas, tomando todo o cuidado para que essa vela queime com segurança.
Evitem de acender uma vela grudada na outra, a não ser que seja um trabalho especifico que exija esse tipo de manipulação.
Um outro detalhe importante, não é necessário acender velas de Anjo da Guarda acima da cabeça, tipo colocar em cima de armários, lugares altíssimos, é muito perigoso, porque se essa vela tombar poderá causar incêndios e provocar sérios danos. A vela deve estar na altura do chakra raiz.
Um outro detalhe, se for sair de casa é aconselhável colocar o prato dentro de uma forma, dessas de bolo, com água, porque se a vela tombar do prato, ou mesmo algum animal de estimação tocar nela e a derrubar, não irá causar danos porque irá estar amparada com uma forma cheia de água.
A forma de água é muito útil quando queremos deixar uma oferenda num altar, protege para que não chegue insetos na mesma.
Jamais deve-se acender uma vela sem ter um dono a qual está sendo ofertada. Caso contrário espíritos não muito idôneos podem se canalizar na mesma. Em caso de falta de luz elétrica é um caso aparte, mas assim que a luz voltar apague as velas.
As cores das velas fora a representação dos nossos Orixás, também possuem significados próprios, quanto a intenção e energia.
Vermelha: corresponde a pedidos mais urgentes e específicos
Amarela: sabedoria, prosperidade e discernimento
Verde: saúde
Azul: tranquilidade e paz
Lilás: corresponde a pedidos relacionados a mudanças na vida
Laranja: energia, vigor e força
Branca: neutra; pode ser usada para qualquer pedido, Universal.
Preta:  usada na alta magia (tanto para o bem quanto para o mal), podendo seu propósito variar de acordo com a intenção do manipulador.
(apenas alguns exemplos)
Uma vela bem acesa ela emite sinais que muitas vezes podem surpreender, algumas chegam a mudar a cor da chama ficando azuladas, outras aumentam absurdamente de tamanho suas chamas, algumas chamas podem partir em duas, outras cospem labaredas. A vela é um dos mais antigos instrumentos de magia por isso que o ato de acender uma vela tenha que ser visto com maior responsabilidade e cuidado. E muita concentração para que não haja desvios de canalização.
Muitas vezes as pessoas acendem uma vela para o Anjo da Guarda achando que o Anjo precisa da Luz da vela, mas na realidade essa Luz é para nós mesmos, com esse ato estamos nos iluminando nos religando ao sagrado, trazendo ele mais perto de nós e para nossa proteção.
Quando acendemos uma vela estamos a busca de Paz, de conforto, é o momento que estamos sobre as graças do divino.
Muitas pessoas ficam muito impressionadas por exemplo quando uma vela chora, derrete, sempre acham algo negativo, e nem sempre o é. Primeiramente precisamos verificar alguns detalhes, a qualidade da vela, do material e da parafina, tem velas que compramos para durar 7 dias elas duram 2 e olhe lá, entrada e correntes de ar podem provocar que essa vela queime de uma forma errada, vela acendidas juntas obviamente o calor de uma irá aquecer a outra, apesar de não ser uma regra porque já vi velas unidas queimarem perfeitamente. Muitas vezes as próprias entidades e guias mandam sinais pelas ceras das velas, uma recordação muito bonita que tenho foi uma vez que acendi uma vela para Iemanjá e na cera formou sua imagem.
O sagrado também lê seu coração, então não adianta estar acendendo uma vela e estar pensando bobagens e coisas ruins. Precisa-se ter firmeza, pureza de intenções e muita concentração.
Não entrarei no mérito dos reinos e povos de Exú e Pombogira, porque algumas questões quanto as suas firmezas já entram em méritos de fundamento. E devem ser aprendidos dentro do terreiro.
As cores das velas desses povos e reinos são de acordo com os campos de atuação e magia as quais pertençam. Apenas um ex. Um exú que responda ao reino das matas pode utilizar uma vela metade preta e verde por exemplo.
Um detalhe importante o ato de acender uma vela nunca fica impune, sempre a pessoa deixa seu magnetismo nela, cuidado e reveja para que objetivo esteja utilizando esse instrumento. Se for algo ruim lembre-se você deixou algo seu ali, uma parte sua, e algumas energias vão mas podem voltar e você sentir na própria pele suas intenções. Lembre-se sempre da história do carvão, o mal é como carvão, não ficamos de mãos limpas após tocá-lo. Muita prudência e seriedade neste momento, em caso de duvida consulte um guia idôneo ele saberá te orientar de como proceder.
Espero que com esses toques sutis, possam mostrar a todos que o ato de acender uma vela pode aparentemente ser algo simples mas não o é. Por isso muita cautela, comprometimento e seriedade, ao manipular elementos. A vela é um símbolo de alta magia, um dos instrumentos essenciais em vários ritos religiosos.
Basta enxergar quando nossos guias firmam seus pontos e colocam suas velas, a forma com que manipulam, usam os elementos, as vezes nas situações tão costumeiras que muitas vezes passam desapercebidas pela desatenção dos médiuns, os médiuns deixam de aprender lições preciosas. A vela muitas vezes simboliza a destruição, mas também o renascimento.
ANTES DE ACENDER A VELA NO PLANO FÍSICO OBSERVE SE A VELA QUE AQUECE SUA ALMA TAMBÉM ESTÁ ACESA.

Cristina Alves
Templo de Umbanda Ogum 7 Ondas e Cabocla Jupira.

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