terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

ESSA É A 5ª AULA DO CURSO DE INTERNET SOBRE A DOUTRINA ESPIRITA


CURSO INTERNET
CURSO PARA PRINCIPIANTES NA DOUTRINA ESPÍRITA
Maria Cotroni Valenti
mariazinha.cotronivalenti@gmail.com
5ª. AULA - PARTE B
O VALOR DA PRECE
Por que Jesus nos recomenda não orarmos expostos nas praças públicas, nas ruas, onde possamos ser vistos por todos?
Porque a prece é sentimento.
A prece é algo intimo que sai da alma.
É espontânea, tem que ser feita com discrição.
A prece é uma conversa com Deus, ela parte da fé.
Senão não é prece e sim uma exibição de palavras e gestos.
Jesus nos dá o exemplo do publicano e do fariseu orando.
(Mas quem são os publicanos e os fariseus?)
Os fariseus eram pertencentes a uma seita radical. Seguiam a lei vigente com rigor (teoricamente).
Por isso eram orgulhosos e se julgavam os únicos certos.
Colocavam-se acima de todos.
Os publicanos eram os cobradores de impostos e considerados na época, pessoas desonestas, portanto, sem moral.
No exemplo citado por Jesus o publicano batia no peito pedindo ajuda dizendo: Tem pena de mim Senhor, pois sou um pecador.
O fariseu se auto-elogiava e dava graças por não ser igual ao outro.
Ele tinha certeza que suas preces tinham mais valor perante Deus.
No entanto Jesus completou este exemplo nos esclarecendo que quem voltou justificado para casa foi o publicano, porque ele tinha consciência de que era um ser humano comum e, por isso orava com humildade.
Hoje, aqui entre nós, ainda temos pessoas que se consideram superiores perante Deus.
Acham que são melhor ouvidas e melhor atendidas. São convictas de que serão salvas porque só elas estão dentro das leis de Deus.
Entre os espíritas também existe esse orgulho e essa vaidade.
A verdade é que sem humildade não conseguimos nos aproximar de Deus e distante de Deus a comunicação torna-se mais difícil.
O orgulho é um obstáculo, da mesma forma que o ódio e a mágoa.
É por isso que Jesus recomenda que se tivermos algum ressentimento devemos perdoar.
Vejam que exemplo importante: Uma boa mãe tem alguns filhos.
Ela ama a todos e quer que todos vivam em harmonia, sofre quando há desarmonia.
Se os filhos brigam entre si e se prejudicam, ela sofre.
Então os filhos estão atingindo a mãe.
Não adianta adora-la se não respeitam seus sentimentos.
Assim é com Deus. Agredimos a Ele sempre que desrespeitamos a um semelhante.
Na prece é preciso falar pouco, porque não são as palavras que vão a Deus, mas sim o nosso sentimento.
A prece longa é dispersa passa a ser só da boca para fora.
Por que o pedi e obtereis. Batei e se vos abrirá?
Pela lei de Deus precisamos cumprir a nossa programação de vida com as nossas devidas expiações e provas.
A prece não pode mudar o rumo de nossa programação de vida nem nos isentar de nossas expiações e provas. Mas ela pode nos dar forças, coragem, consolo e alívio.
No momento da prece podemos ser inspirados a fazer algo para solucionar um problema porque nem todas as circunstâncias que vivemos estão submetidas à fatalidade.
Muitas coisas nós temos condições de mudar.
Deus não castiga. Ele nos corrige.
Se nos corrigirmos não há necessidade de permanecermos sofrendo.
É por isso que Jesus aconselha sinceridade.
Algo muito importante: Em vez de pedir Afasta de mim esse mal temos que pedir Me afasta desse perigo, porque não é o mal que vem a nós e sim somos nós que vamos a ele pela sintonia e afinidade.
E mais uma coisa importante: Assim como o ar transmite o som, os fluídos transmitem a corrente da prece e de todos os pensamentos.
(Fonte : O Evangelho Segundo o Espiritismo Cap.XXVII)

Aqui Temos uma explicação de várias alternativas dentro da UMBANDA ! LEIAM E REFLITAM.

A história da Magia Divina
 Por Rubens Saraceni
Quando se fala em magia a maioria das pessoas fica em silêncio ou porque sabem pouco sobre o tão temido poder ou porque temem comentar sobre ela, como se algo de ruim possa acontecer-lhes.
O fato é que, muito antes de existir qualquer religião organizada, as sociedades primitivas se serviam da magia quando se fazia necessário, sendo que pessoas dotadas de determinadas faculdades mediúnicas ou paranormais sempre se destacaram nos Clãs familiares ou tribais nos primórdios das atuais civilizações, pessoas estas que se sobressaiam na magia, tal como os guerreiros se sobressaiam nas guerras mais hábeis traziam as melhores prezas.
O que precisamos salientar sobre a magia é que ela é um recurso concedido por Deus à humanidade desde os seus primórdios, quando moravam em cavernas ou em abrigos de pau-a-pique, para se protegerem das perigosas feras que as rondavam, querendo devora-las.
Lá atrás, no tempo, encontramos todo um manancial de procedimentos tipos como sobrenaturais, onde as pessoas dotadas de determinadas faculdades procuravam controlar as estações climáticas, as espécies hostis com ritos vistos hoje como “bárbaros” ou “pagãos” ou “demoníacos”, mas não devemos nos impressionar com as formas como eram realizados porque o grau de consciência era outro.
A compreensão que tinham de Deus ou as divindades associadas à natureza foi conseguida com a observação, a descoberta e o uso de determinados procedimentos repetitivos para a obtenção de alguma ajuda. Assim como, os revestimentos dos ritos com certas “pantomimas” e a cobertura do corpo com certos elementos (peles, pós-coloridos adornos estranhos, etc.).
Não era só para impressionar que deles participava e sim, tinham a ver com o que os antigos participantes da magia acreditavam.
Se um praticante tinha o poder sobre alguma espécie animal, sua veste e seu “totem” tinham algo da espécie dominada.
Se outro tinha poder sobre os repteis, se cobria com peles ou a couraça de um deles, distinguindo aos olhos dos não “iniciados” como possuidor de um poder incomum.
Assim era com todos os magos da antiguidade, que também recebiam os mais variados títulos de distinção entre os seus beneficiários.
Não devemos ver nas praticas mágicas antigas algo “atrasado”, porque elas estavam em acordo com o estagio evolutivo de então, onde os fenômenos da natureza eram vistos como ocorrências sobrenaturais que, se não fossem controladas ou conjuradas por um mago, com certeza iriam prejudicar a vida de tão frágeis habitantes dela, totalmente vulneráveis às chuvas torrenciais aos furacões, aos ciclones, às secas, aos incêndios provocados pelos raios ou pelos pouco precavidos com suas fogueiras; com as pragas de insetos, etc.
O tempo era outro, o grau de entendimento era outro e a noção sobre o mundo sobrenatural era muito diferente da que temos hoje.
Não existia uma noção bem definida sobre a criação e sobre Deus, mas sim, o que era do conhecimento geral é que em certos locais existiam certos poderes, que neles residiam e que só entendiam a quem conseguia vê-los, oferenda-los e reverencia-los corretamente.
Dessas ocorrências surgiram os Deuses sobrenaturais, que podiam atender ou não os clamores dos aflitos e oprimidos “homens das cavernas”.
Foram surgindo os locais tidos como sagrados, onde os “deuses da natureza” se manifestavam e eram vistos por alguns privilegiados possuidores da clarividência, que adquiriram alguns conhecimentos e que recebiam determinadas ordens orientadoras de como deveriam proceder para serem auxiliados e para auxiliarem outras pessoas.
Daí surgiu os primeiros médiuns ou intermediadores entre deuses e os homens.
Essas pessoas eram importantes para seus clãs ou tribos e iam adquirindo um vasto conhecimento prático da magia que aplicavam para as mais diversas necessidades das tribos que iam desde a cura de doenças até o afastamento de espíritos malignos que vinham perturbar seus conhecidos com afins encarnados, tal como acontece até hoje, mesmo com essas práticas mágicas iniciais tendo se transformado em religiões elaboradissimas, todas ritualizadas nos seus pormenores e já com vastos tratados éticos, morais, religiosos e filosóficos.
Na verdade, nada mudou sob o sol ou sob a lua desde o inicio dos tempos, quando os primeiros seres humanos habitavam em cavernas ou em palhoças.
As necessidades continuavam as mesmas e a mesma é a procura de soluções, que vão desde o auxilio para a cura de doenças até o afastamento de espíritos malignos que perseguem seus desafetos encarnados.
      Ou não é isto que oferecem as “igrejas salvacionistas” da atualidade?
      Ou não é isso que fazem todos os médiuns da atualidade, sejam eles espíritas, espiritualistas ou neo pentecostais?
      Todos os médiuns e todos realizam ritos mágicos envoltos em um determinado grau de cerimonialismo religioso para auxiliarem seus seguidores?
Na verdade, nada mudou sob o sol ou sob a lua desde que esse mundo existe.
Afinal, invocações mágicas passaram a receber o nome de “rezas fortes”, de “orações milagrosas”, e nada mais.
O bem da verdade, só os nomes humanos dados aos seres divinos é que foram trocados ou mudados no decorrer dos tempos, porque seus poderes de auxilio também não mudaram.
A partir do entendimento de que os poderes divinos são imutáveis, externos e estão posicionados no plano divino de frente para toda a criação e estão aprimorando a evolução de todos os seres criados por Deus, então só temos que conhecê-los e a eles recorrer quando precisamos.
E magia é isto: Invocar os poderes divinos nos momentos de necessidade!
A UMBANDA E A MAGIA
A Umbanda é uma religião mágica por excelência!
Como religião ela vem cumprindo sua missão redentora acolhendo em seus templos denominados “centros”, todas as pessoas que encontram nela uma forte afinidade doutrinária e religiosa, assim como vem acolhendo e amparando todos os espíritos que encontram nela uma senda luminosa para evoluírem ou para, através dela socorrerem os necessitados.
Isso é indiscutível e só não a vê ou não aceita como um bem divino na vida dos seus seguidores quem acha que a sua é a única religião que ampara e conduz os seres para Deus.
Com estes, não vamos perder tempo porque são dignos de misericórdia.
Mas, com os que a têm-na como sua religião, com estes só ganhamos ao ser uteis a eles em suas evoluções.
É a estes que escrevemos, e a ninguém mais, certo?
O fato é que a identificação das pessoas com os ritos e praticas umbandistas é algo natural e pouco tempo depois de começar a frequentar um centro elas começam a entender os significados dos seus ritos, dos seus cantos e das magias benéficas que são realizadas pelos Guias durante os passes, assim como começam a se beneficiar dos poderes dos Orixás através de praticas simples e fáceis de serem feitas, seja em suas casas ou em algum dos pontos de forças da natureza.
Entre as muitas praticas umbandistas com fundos mágicos, citamos estas:
     Os cantos ou pontos cantados.
      Os pontos riscados (Magia da Pemba)
      Os cruzamentos
      As defumações
      Os banhos de ervas
      Os amacis – As orações mágicas
      Os passes
      Os transportes e descarregos
      O uso da fumaça de charutos
      As oferendas
      Os trabalhos com os Orixás
      Os trabalhos com os Guias espirituais
      Os trabalhos com as forças da esquerda
      Os trabalhos com os elementos
      Os trabalhos com rezas e orações
Comentemos a Magia dos Pontos Cantados de Umbanda!
A MAGIA DO SOM DOS PONTOS CANTADOS UMBANDISTAS
Os pontos cantados durante a abertura, o desenrolar e o encerramento de uma sessão de trabalhos espirituais umbandistas estão ligados aos mistérios da Magia do Som, ou melhor, “Magia Divina dos Sete Sons Sagrados”.
Esta magia divina rege sobre o mistério dos sons, mistério esse pouco conhecido por nós, que pouco posso comentar porque só sabemos o pouco que já nos foi revelado.
Portanto, nos limitaremos ao que já sabemos, e nada mais.
O fato é que toda religião temos seus cantos sacros, que são entoados durante seus cultos, com cada um deles durante seus cultos, com cada um deles tento só uma ou várias finalidades especificas.
Como estamos comentando a Magia de Umbanda, centraremos nossos comentários só nos seus pontos cantados e nas suas finalidades.
A MAGIA DA UMBANDA
A Umbanda é uma religião que tem auxiliado muitas pessoas, principalmente aquelas que chegam com problemas espirituais graves ou sofrendo por causa de algum tipo de magia negativa.
A espiritualidade que atua na Umbanda, formada por Guias Espirituais agregados às linhas de trabalhos regidas pelos Orixás tem auxiliado a todos realizando pelos necessitados desse tipo de ajuda um ótimo trabalho.
Mas, se os Guias espirituais conseguem dar esse auxilio, ele se deve ao fato de que existe uma Magia de Umbanda Exercitada por eles sempre que veem que é necessário avançarem para além do passe energético.
Esta “Magia de Umbanda” é vastíssima e vai desde o uso de barofadas de fumaça dos cachimbos, dos charutos e dos cigarros usados por eles como “recurso magístico”, até determinados trabalhos que só devem ser feitos nos pontos de forças da natureza regidos pelos Sagrados Orixás.
Devido o vasto formulário de “recursos magisticos”, muitos dos quais pouco ou nunca usados pelos Guias, às vezes os médiuns ficam em duvida se o que foi pedido tem fundamento e é valido colocar determinado elemento em uma oferenda ou dá-lo nas mãos de um deles para que o use em beneficio de um consulente.
Os recursos magisticos são tantos que nem os Guias recorrem a todos e sim, só usam uns poucos que já são suficientes para os trabalhos que realizam no beneficio dos seus médiuns e das pessoas que os consultam.
Sabe-se que existem pessoas seguidoras de outras religiões que olham a quantidade de elementos usados pelos Guias e seus médiuns durante uma sessão e veem naquilo tudo um “fetichismo” e um “atraso” religioso.
Só que essas pessoas não atentam para um detalhe: Nas religiões deles todos se reúnem e participam de um culto religioso, muito bonito, mas que tem um alcance limitado, enquanto na Umbanda a sessão de trabalho espiritual não se limita a ouvir o clamor das pessoas necessitadas e sim, ali, na hora, elas começam a ser auxiliadas na solução dos seus problemas.
E, por ser assim, é que as maiorias dos consulentes provem das outras religiões, nas quais não são feitas as sessões de desobsesão e curas espirituais, de descarrego as e de desmagiamentos, de limpeza energética e de abertura de “caminhos”, etc.
Esta é a razão de tantos seguidores das outras religiões virem se consultar com os Guias espirituais da Umbanda.
Os Guias conhecem muitos recursos magisticos e os usam durante seus trabalhos em beneficio das pessoas necessitadas sem exigirem quase nada por parte delas.
A MAGIA DE UMBANDA
A Magia de Umbanda é vastíssima e não pode ser comentada de uma forma aleatória e sim é preciso organiza-la em capítulos para que as pessoas interessadas em aprender possam receber as informações de forma ordenada.
Então temos isto:
      Magia Espiritual (com os Guias)
      Magia Elementar (com os elementos)
      Magia Natural (na natureza)
      Magia com os Orixás
      Magia Simbólica (com a pemba)
      Magia Mental (com as rezas e orações)
      Magia Sonora (com os pontos cantados)
O campo é visto e inesgotável em possibilidade porque cada Orixá é um mistério divino imensurável e pouco conhecido por nós, que apenas aprendemos como cultua-los e nos beneficiamos de alguns dos seus poderes divinos.
Mas, só esse pouco que sabemos sobre eles tem sido suficiente para nos socorrermos quando necessitamos e tem sustentado nossa fé e religiosidade.
MAGIA DE PEMBA NA UMBANDA
O estudo da Magia da Pemba é amplo e exige o conhecimento prévio de vários mistérios divinos que atuam por traz de cada símbolo e signo mágico, ou através deles, assim como exige um aprendizado sobre os fundamentos divinos que deram origem a essa magia.
Os estudos continuam da magia divina nos ensinou que para cada símbolo existe um ou vários poderes operantes, que entram em ação assim que ele é ativado.
Ainda que não seja possível a identificação de todos os poderes que atuam através dos muitos símbolos existentes, no entanto é possível identificarmos os que atuam por traz de alguns.
Mas é preciso estudar um pouco e por isto recomendamos a leitura de dois livros de nossa autoria:
ð  TRATADO GERAL DE UMBANDA
ð  INICIAÇÃO À ESCRITA MÁGICA DIVINA
No livro Tratado Geral de Umbanda recomendamos o estudo dos capítulos abaixo relacionados, ainda que os outros também sejam importantes porque formam um todo indispensável ao bom aprendizado.
Capítulos recomendados:
ð  As Sete Vibrações Divinas                   página 37
ð  Divindades e Símbolos                        página 47
ð  Os Fatores de Deus                            página 89
ð  O Setenário na Umbanda                  página 105
ð  Os Fatores e o Verbo Divino            página 123
ð  O Símbolo das Cores                       página 167
ð  A Geometria Sagrada da Umbanda         página 169
ð  O Ponto Riscado da Umbanda                          página 183
ð  Ciência do Ponto Riscado                                 página 199
ð  Ondas Vibratórias Temporais e Atemporais   página 207
ð  A Magia Riscada Simbólica                            página 211
ð  A Pemba                                                         página 224
ð  A Toalha na Umbanda                                  página 227
Quanto ao livro Iniciação à Escrita Mágica Simbólica, é necessário que o interessado em aprender sobre a Magia da Pemba na Umbanda o leia e estude com dedicação desde o começo até o fim, pois tudo nele é indispensável para o bom aprendizado sobre a escrita mágica simbólica e sagrada.

Entrevista com Amit Goswami - Parte 2/3

Entrevista com Amit Goswami - Parte 1/3

Mensagem para Reflexão!!!!

Data: 03/02/2015 15:47:56
Assunto: MENSAGEM: DESEJOS (31/01/2015)
 










Encaminhando para apreciação...




DESEJOS



Não permita que o desencanto encontre lugar dentro de você. Nem tudo é como deseja. Aliás, quase nada. Nesta realidade em que se encontra há multirealidades acontecendo simultaneamente. O que precisa saber é qual a realidade na qual se identifica. A da bem-aventurança ou a da revolta.
Se o desencanto encontra lugar dentro de você é porque deposita nas coisas externas ou nos outros o que deseja. No fundo quer que tudo seja servido pronto para você. Mas onde estaria seu mérito se não lutasse para conquistar o que deseja?
Deseja paz? Esteja em paz. Deseja amor? Ame. Deseja prosperidade? Trabalhe.
As adversidades só se transformam em desencanto se você desejar o impossível. Procure aceitar a realidade e os outros como são. Cada um está aqui para se aprimorar através das oportunidades apresentadas.
A vida realmente acontece para aqueles que estão procurando o equilíbrio e a harmonia interiores. A partir daí, tudo é acréscimo, desde que a rigidez de conceitos e valores seja eliminada. Aqueles que possuem bom-senso já estão a meio caminho andado.
Com certeza você pode optar pela aceitação. Dessa maneira o encanto pela vida retornará em seu coração.
Sananda*          
*Sananda é o mesmo Jesus quando encarnado na Terra

Magia - TIRE SUAS DÚVIDAS !!!

O Povo do Oriente.

O Povo do Oriente.: A Linha do Oriente, ou dos Mestres do Oriente, é parte da herança da Umbanda, com elementos de um passado comum, berço de todas as magi...

Os espíritos do Oriente na Umbanda

Os espíritos do Oriente na Umbanda: "Infelizmente, muitos ainda enxergam a Umbanda como se fosse um balcão de troca, uma espécie de escritório para escambo, um toma lá dá...

A Linha do Oriente na Umbanda

 A Linha do Oriente na Umbanda: Lá do Oriente vem a Luz, Chama Sagrada que orienta e nos conduz, Ó Luz Divina, ó Luz de Deus, Luz ilumine e abençoe os filhos seus.  ...

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Eu quero fazer uma apometria...: Gente, apometria está na moda! A frase "eu quero fazer uma apometria" e suas variações; "eu preciso fazer uma apometria&quo...

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UM DESABAFO - A MANUTENÇÃO DE UM TERREIRO DE UMBAN...:            Por Norberto Peixoto.      Que bom seria se todos nós tivéssemos o desapego de um “santo”, de um espírito que serve ...

Alguns Significados e Canticos da nossa Amada Umbanda!


A Verdadeira Umbanda



Posted: 02 Feb 2015 06:17 PM PST
OGUN

I


Ogun Yára, Ogun Megê
Ogun Rompe Mato, auê
Ogun Yára, Ogun Megê
Ogun Rompe Mato, auê 



II


Ianga-mê
Caica angomá
Ianga-mê
Como de Angola


III


Ogun Dilê lê-lê
Ogun Dilá lá-lá
Ogun Dilê
Da costa do mar


IV


Saravá, Ogun
Saravá!
Saravá Ogun, meu Pai
Saravá minha coroa
Saravá!


V


Pisa em Umbanda, ó cangira
Pisa em Umbanda, ó cangira
Mungongo em Umbanda


VI


No campo de Humaitá
Venceu-se aguerra,
Meu Pai Ogun
Com seu cavalo de côr
Ogun Megê, Ogun Yára


VII


Funda agulha no mar
Funda agulha no mar
Com seus cavalos, meu Pai
Funda agulha no mar 


VIII


Ogum Timbiti ô Mana Zambi
Zambi é cuemba
Quando vem lá da Aruanda
P´ra salvar filhos de Umbanda
Auê
Japonês tá nas costas do mar


IX


Ó gente, capitão de Uaia
Êle se chama comandante Uaia 
Posted: 02 Feb 2015 06:14 PM PST
OXALÁ


Oxalá, meu Pai 
Tem pena de nós, tem dó 
A volta do mundo é grande 
Seu poder é ainda maior 


II 

Cacarucai 
Perengô minha cananda 
Cacaruca-ê 


III 

Eu sou filho do Alamin 
Alamin sinsin, ó Alá
Posted: 02 Feb 2015 04:15 PM PST
Abakossu-Kissé – Orixá cultuado na casa de Nagô.
Posted: 02 Feb 2015 05:34 PM PST
Àbaja - Marca facial do povo de Òyó
Posted: 02 Feb 2015 06:11 PM PST
Abaiuba - Pena amarela.
Posted: 02 Feb 2015 05:36 PM PST
Abagueri de Xangô – Festa de Xangô, nos torés do nordeste.
Posted: 02 Feb 2015 05:36 PM PST
Abadó - Milho de galinha (amarelo).
Posted: 02 Feb 2015 05:36 PM PST
Abadô – 1. Comida a base de milho torrado oferecida a Omulu. 2. Milho torrado. 3. Parte da vestimenta do Orixá Oxum. 4. Comida oferecida ao Orixá Oxossi feita com milho vermelho cozido, enfeitado com fatias de coco.
Posted: 02 Feb 2015 05:35 PM PST
Abadá (iorubá) –1. Veste branca, de mangas compridas e largas, usada pelos negros sudaneses islamizados para fazer as orações. 2. Espécie de camisa larga e comprida (até os tornozelos) geralmente aberto dos lados, quase sempre com bordados em volta do pescoço e peito , usado pelos homens, adeptos dos cultos de origem africanos. 3. Túnica larga e de manga comprida usada pelo iorubás e pelos homens em muitos terreiros, seja de Candomblé ou de Umbanda. 4. Para sempre.
Posted: 02 Feb 2015 05:35 PM PST
Abada – Tambor usado no babaçuê, culto afro-indígena da Amazônia. 2. Golpe, pancada.
Posted: 02 Feb 2015 05:35 PM PST
Abacé (abacê)– 1. O mesmo que abassá. 2. Cozinheira responsável pelas “comida de santo” no culto jeje.
Posted: 02 Feb 2015 05:35 PM PST
Abaçá (iorubá) – 1. Sala de cerimônia, a parte principal do barracão de Candomblé. 2. Templo, tenda ou terreiro de Umbanda sincretizado com a nação Angola.
Posted: 02 Feb 2015 05:35 PM PST
Abacateiro – 1. Pé de abacate. 2. Planta consagrada a Oxossi. Na Umbanda é usada em limpeza de ambientes quando espalhadas pelo chão. 3. Reconhecida como medicinal pela medicina popular, onde as folhas são usadas principalmente em forma de chá no tratamento digestivo e diurético, nas doenças renais, cistites, uretrites, gases intestinais e estomacais, fluxo menstrual.
Posted: 02 Feb 2015 05:34 PM PST
Aba baxé ori – Principal cerimônia da iniciação, quando o Orixá chega pela primeira vez, na cabeça (ori) da pessoa inicianda, durante os rituais. Fazem parte desses rituais os banhos de ervas, ebós de caminho, bori, raspagem dos cabelos, colocação dos fios de contas e contra-eguns, sacrifício dos animais, etc
Posted: 02 Feb 2015 05:34 PM PST
Ababá - Alguidar
Posted: 02 Feb 2015 04:16 PM PST
Aba – Pelo / (iorubá) - Encontro
Posted: 02 Feb 2015 04:16 PM PST
Abá – Princípio da permanência. 2. Esperança de paz espiritual, busca de tempos melhores e dias felizes. 3-Pessoa idosa, velha (o).
Posted: 02 Feb 2015 04:15 PM PST
Ááfin – Palácio.

Banho de Alfazema

Banho de Alfazema: Esse banho tem suas características muito pessoais, pois sabe-se do seu efeito para melhorar o astral, o mental e o espiritual das pessoas....

A Verdadeira Umbanda: Ponto Cantado de Oxalá

 Ponto Cantado de Oxalá: OXALÁ I  Oxalá, meu Pai  Tem pena de nós, tem dó  A volta do mundo é grande  Seu poder é ainda maior  II  Cacarucai...

Novo Curso Presencial no Colégio Pena Branca, neste fim de semana

Olá Antonio! É  nesse fim de semana  a Imersão do sagrado feminino:  Iansã - A Filha do Dendê! 👉 Será no domingo (08.12) das 14h...