segunda-feira, 30 de abril de 2012

Missão de Luz: Vídeos

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Grupo de Umbanda Triângulo da Fraternidade: Cristo sorrindo

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Grupo de Umbanda Triângulo da Fraternidade: Foi noite de amaci

Grupo de Umbanda Triângulo da Fraternidade: Foi noite de amaci:                             ...  A todos que olham... A todos que estão aqui...              ...  Muita atenção... Hoje é noite de...

A NECESSIDADE DO TRABALHO
Estudo com base no livro terceiro, caps. III do O Livro dos Espíritos (Allan Kardec)

 
O trabalho é uma lei da Natureza e por isso mesmo é uma necessidade. A civilização obriga o homem a trabalhar mais, porque aumenta as suas necessidades e satisfações. (1) Porém não se deve entender por trabalho somente as ocupações materiais, pois o Espírito também trabalha como o corpo. Toda ocupação útil é trabalho. (2)

O trabalho é uma conseqüência da natureza corpórea do homem. A vida corpórea é necessária ao Espírito, para que possa cumprir no mundo material as funções que lhe são designadas pela Providência: é uma das engrenagens da harmonia universal. A atividade, através do trabalho, lhe surge naturalmente, sem o suspeitar, e na função apropriada. Acreditando agir por si mesmo, desenvolve sua inteligência e facilita o seu adiantamento. (3)

O trabalho pode ser uma prova ou uma expiação, e ao mesmo tempo um meio de aperfeiçoar a sua inteligência. Sem o trabalho, o homem permaneceria na infância intelectual. O homem busca a sua alimentação, a sua segurança e o seu bem-estar pelo seu trabalho e à sua atividade. (4)

Tudo trabalha na Natureza, até os animais, se bem que o trabalho dos animais, assim como a inteligência, é limitado aos cuidados da conservação. Por isso, entre eles, o trabalho não conduz a um progresso semelhante ao do homem. No homem o trabalho tem duplo objetivo: a conservação do corpo e ao desenvolvimento do pensamento, cuja necessidade, o eleva acima de si mesmo. (5)

Quando se diz que o trabalho dos animais é limitado aos cuidados de sua conservação, refere-se ao fim a que eles se propõem, laborando, mesmo sem terem noção, eles se entregam inteiramente a prover as suas necessidades materiais e ao mesmo tempo, se tornam agentes que colaboram com os desígnios do Criador. Portanto, o trabalho dos animais concorre com o objetivo final da Natureza, embora muitas vezes não se possa observar o seu resultado imediato. (5)

A natureza do trabalho é relativa à natureza das necessidades; quanto menos necessidades materiais, menos material será o trabalho. Mas não se deve julgar, por isso, que o homem permanecerá inativo e inútil, pois a ociosidade lhe seria um suplício, ao invés de um benefício. (6)

Ninguém esta livre do trabalho, talvez aquele que possui bens suficientes esteja fora do labor material, mas não da obrigação de se tornar útil na proporção dos seus meios e de aperfeiçoar a sua inteligência ou a dos outros, o que também é um trabalho. Se o homem a quem Deus concedeu bens suficientes para assegurar sua subsistência não está obrigado a comer o pão com o suor da fronte, a obrigação de ser útil a seus semelhantes é tanto maior para ele, quanto a parte que lhe coube por adiantamento lhe der maior lazer para fazer o bem.  (7)

Diz Kardec na Revista Espírita de julho de 1862: Considerando as coisas deste mundo do ponto de vista extra-corpóreo, o homem, longe de ser excitado pela negligência e pela ociosidade, compreende melhor a necessidade do trabalho. Falando do ponto de vista terrestre, esta necessidade é uma injustiça, aos seus olhos, quando se compara com aqueles que podem viver sem fazer nada: tem-lhes ciúme, os inveja. Falando do ponto de vista espiritual, esta necessidade tem sua razão de ser, sua utilidade, e a aceita sem murmurar, porque compreende que, sem trabalho, ficaria indefinidamente na inferioridade e privado da felicidade suprema a que aspira, e que não saberia esperar se não se desenvolve intelectualmente e moralmente. (8)

A lei natural prevê direitos e deveres, assim, a solidariedade é sempre necessária. Os homens devem trabalhar em prol de seu conjunto de relação. Faz parte do progresso geral. Eis porque Deus fez do amor filial e do amor paterno um sentimento natural, a fim de que, por essa afeição recíproca, os membros de uma mesma família sejam levados a se auxiliarem mutuamente. (9)

Porém, não basta dizer ao homem que ele deve trabalhar, é necessário que ele encontre uma ocupação, e isso nem sempre acontece. Então, quando a falta de trabalho se generaliza, toma as proporções de um flagelo e surge a miséria. A humanidade procura uma solução para que haja equilíbrio entre a produção e o consumo, mas esse equilíbrio, supondo-se que seja possível, sempre terá intermitências e durante essas fases o trabalhador tem necessidade de viver. Mas, há um elemento que é importante analisar, e sem o qual a ciência econômica não passa de teoria: é a educação moral, pois é nela que consiste a arte de formar os caracteres, aquela que cria os hábitos, porque educação é conjunto de hábitos adquiridos.

Quando se analisa sobre a massa de indivíduos que diariamente são lançados no meio da população, sem regras, sem educação, entregue aos próprios instintos, pode-se prever as conseqüências desastrosas desse fato. Contudo, quando essa arte for conhecida, compreendida e praticada, o homem poderá melhorar os hábitos de ordem e previdência para si mesmo e para os seus, com respeito. E estes novos costumes lhe permitirão atravessar os inevitáveis maus dias de maneira menos dolorosa.

A desordem e a imprevidência são duas chagas que somente uma educação bem compreendida pode curar. Nisso está o ponto de partida, o elemento real do bem-estar, a garantia da segurança de todos. (10)

Se o homem necessita passar por situações que lhe oferecem o aprendizado moral, ou seja, da boa conduta, pela experiência precisa aprender o que é o bem e o mal. O trabalho como é sempre uma atividade coletiva, fornece ao espírito as provas essenciais para este aprendizado.

NOTAS:  (1) Allan Kardec, O Livro dos Espíritos, questão: 674.
  (2)  __________, O Livro dos Espíritos, questão: 675.
  (3)  __________, Revista EspíritaO Ponto de vista, julho de 1862.
  (4)  __________, O Livro dos Espíritos, questão: 676.
  (5)  __________, O Livro dos Espíritos, questão: 677.
  (6)  __________, O Livro dos Espíritos, questão: 678.
  (7)  __________, O Livro dos Espíritos, questão: 679.
  (8)  __________, Revista Espírita, O Ponto de vista, julho de 1862.
  (9)  __________, O Livro dos Espíritos, questão: 681.
(10) Ver nota de Allan Kardec após a resposta à questão 685 de O Livro dos Espíritos.

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TEXTO DE TRIGUEIRINHO
O sofrimento que se abate hoje sobre a Terra é incalculável. Os fatos confirmam, de maneira cada dia mais desnuda, que estamos no princípio de um processo que, em curto período, terá seu desenvolvimento e desfecho na “escola da dor”. Podemos compreender a necessidade desse aprendizado como recurso último: sem ele, a autodestruição da espécie humana na Terra seria inevitável. Porém, não podemos deixar de nos perguntar como mitigar tão grande sofrimento, como contribuir para esse processo inevitável transcorrer com a maior harmonia possível. Para isso, é bom lembrarmos que, apesar de tamanha carga negativa, maior é a ajuda disponível nos níveis supramentais, onde o caos não existe, e maiores as facilidades para contatá-los. Nesses níveis, Irmãos mais experientes, provindos de outras esferas siderais, velam em silêncio pela humanidade — mas, embora esses Irmãos possam ajudar aos que estiverem receptivos, não podem equilibrar as más ações que ao longo das épocas o próprio homem engendrou. Segundo a lei de causa e efeito, ou lei do carma, para chegar a certo equilíbrio ele mesmo deve agir conscientemente de maneira oposta.
Eis, portanto, como podemos contribuir para a harmonia. E, se assumirmos essa tarefa, notaremos transformações imediatas em nossa vida, com benéficas repercussões planetárias.
1. À medida que você for desenvolvendo a atenção sobre as próprias ações e aprendendo a controlá-las, observará mais defeitos e falhas em sua pessoa.
Não perca tempo analisando-os. Se cometer algum deslize, prontifique-se a não repeti-lo e a manifestar o oposto. Depois siga adiante, com decisão.

2. Não alimente culpa e ressentimento em si mesmo nem nos demais.
Não há culpados, mas aprendizes. Dispomo-nos a aprender quando nos dispomos à transformação.

3. Não tente justificar-se, nem perante si mesmo nem perante os demais.
Aprenda com o erro e com o acerto, e de imediato dê o passo seguinte.

4. Coligue-se com os níveis mais internos da sua consciência.
Descubra como fazê-lo. Todos sabem, pois é um conhecimento inerente ao ser. Lembre-se de algum momento de muita dificuldade, em que, voltado para Deus, ou para um poder superior, você tenha com sinceridade suplicado ajuda. O “lugar” em seu interior ao qual se dirigiu naquele instante de necessidade extrema é para onde você deve volver a todo instante em busca de união com a divindade. Essa ação silenciosa é profundamente eficaz e transformadora.

5. Permita que a compaixão aflore em seu ser.
Isso nada tem a ver com envolvimentos ou demonstrações emocionais. A compaixão é a compreensão da real necessidade de outrem, a união com a essência dos seres. É algo a ser vivido, e não descrito ou discutido.

6. Faça de sua vida externa um reflexo, o mais fiel possível, das suas mais altas aspirações.
Ações abnegadas repercutem de maneira benéfica e indescritível em toda a aura do planeta e evocam os elementos positivos, latentes e manifestos, dos reinos da natureza. Pratique-as, e pouco a pouco você conhecerá uma alegria transcendente.
7. Nada tema, não vacile. Conte com a inspiração do seu eu superior e interno.

8. Eleve ao eu superior por inteiro o amor e o afeto de que você é capaz.
Invoque a Graça, que lhe vem por intermédio do espírito imortal.

9. Repudie com firmeza todo e qualquer pensamento ou imaginação que o desvie da meta eleita.
Seja mais persistente que as forças involutivas que o estejam assediando. O que parece intransponível ou insuportável dissolve-se como se nada fosse no exato instante em que afirmamos a Luz.

10. “Não alimente o que deve morrer. Não semeie o que não deve nascer.”
Sua fortaleza será tanto maior quanto mais firmemente você se pautar por essa Lei.
11. Tenha presente que outros seres esperam você avançar para poderem avançar também.
12. Lembre-se de que o mais importante é sua inteira e cristalina adesão à Verdade.

Com essas sugestões, você poderá descobrir de repente, sem saber como, que está vivendo uma nova vida.

Conhecerá então, por experiência direta, o segredo dos pioneiros.

Fonte: http://stelalecocq.blogspot.com/

Quer saber mais sobre EXU ? Veja o que diz RUBENS SARACENI

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