sábado, 30 de agosto de 2014

Hospitais e Cidades no Plano Astral: noções do Hos...

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sexta-feira, 29 de agosto de 2014

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Menino de 9 anos falando sobre a vida e o universo - Legendado

Sinais de Alarme

Há dez sinais vermelhos, no caminho da experiência, indicando queda provável na obsessão:

quando entramos na faixa da impaciência;
quando acreditamos que a nossa dor é a maior;
quando passamos a ver ingratidão nos amigos;
quando imaginamos maldade nas atitudes dos companheiros;
quando comentamos o lado menos feliz dessa ou daquela pessoa;
quando reclamamos apreço e reconhecimento;
quando supomos que o nosso trabalho está sendo excessivo;
quando passamos o dia a exigir esforço alheio, sem prestar o mais leve serviço;
quando pretendemos fugir de nós mesmos, através do álcool ou do entorpecente;
quando julgamos que o dever é apenas dos outros.


Toda vez que um desses sinais venha a surgir no trânsito de nossas idéias, a Lei Divina está presente, recomendando-nos a prudência de amparar-nos no socorro da prece ou na luz do discernimento.


* * *
Vieira, Waldo; Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Ideal Espírita.
Ditado pelo Espírito Scheilla.
CEC.

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Diante os médiuns que se afastam das tarefas...

 Diante os médiuns que se afastam das tarefas...: Como devemos agir diante dos médiuns que se afastam das tarefas? O quadro de nossas responsabilidades diante da mensagem cristã do ...

Sempre haverá um local onde poderemos paraticar o amor, a caridade !

Sempre Chamados

Cristão é chamado a servir em toda parte.Na casa do sofrimento, ministrará consolação.
Na furna da ignorância, fará consolação.
No castelo do prazer, ensinará a moderação.
No despenhadeiro do crime, sustará quedas.
No carro do abuso, exemplificará sobriedade.
Na toca das trevas, acenderá luz
No nevoeiro do desalento, abrirá portas ao bom ânimo.
No inferno do ódio, multiplicará bênçãos de amor.
Na praça da maldade, dispensará o bem.
No palácio da justiça, colocar-se-á no lugar do réu, a fim de examinar os erros dos outros.
Em todos os ângulos do caminho, encontraremos sugestões do Senhor, desafiando-nos a servir.

* * *
Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Agenda Cristã.

domingo, 24 de agosto de 2014

VENCER A ADVERSIDADE

 

Resiliência é a capacidade de reverter uma situação

Como educar crianças índigo? Depois de ler Egídio Vecchio ("Educando crianças índigo"), sobre uma nova pedagogia para as crianças da nova era, Butterfly Editora, São Paulo - SP, 2006, descobri que não sou adulto índigo.

Percebi ainda que duas características encontradas no índigo são fundamentais para aquele que deseja ser divulgador da Doutrina Espírita, na universidade. Perseverante, até a teimosia (número 11) e amoroso sempre (29). O autor lista mais de cem características e foi assim que pude eliminar a cor azul da minha aura. Por outro lado, em duas delas (são 134) pude me identificar. A de número 21, pois meu avô, que era espírita, foi o meu modelo e a de número 86, pois serei companheiro para o que der e vier, com exceção. Drogas? Estou fora! Esportista, participei de diversas Olimpíadas. Fui corredor, com o pires na mão, nos corredores das Agencias Financiadoras de Projetos de Pesquisas.

A psicóloga clínica Valdeniza Sire Salvino, também licenciada em pedagogia, recebe o agradecimento e faz o prefácio do livro acima referido. Tomei conhecimento, através da mídia espírita, que a profissional tem ministrado cursos sobre a “Educação do índigo”. Oportunidade em que, além das novidades existentes, mostra a forma mais adequada de nos comunicarmos com essas crianças.

A comunicação é uma grande barreira para o cultivo da Doutrina Espírita na universidade. O meio de cultura é complexo e as estufas quase sempre estão trancadas pela ignorância, em relação à Doutrina dos Espíritos e pelo preconceito. Por exemplo, "Ninguém entrará no reino de Deus se não nascer de novo". Para o universitário desavisado “nascer de novo” é difícil de entender, tanto quanto conciliar a bondade de Deus com o nascimento de crianças cegas. Nesta hora percebemos a importância de um Núcleo Espírita Universitário (NEU). Um núcleo pode não vingar pela inexistência de “alto nível de resistência à frustração” (resiliência).

No velho dicionário Aurélio, resiliência é propriedade pela qual a energia armazenada em um corpo deformado é devolvida quando cessa a tensão causadora da deformação elástica. Como explicar ao estudante não espírita, que nem é da física, mas da imunologia?

A medicina preventiva também tem os seus problemas. Um exemplo é a vacinação infantil. As mães ficam com o coração dilacerado, quando comunicamos sua forma de aplicação. A dor é aguda diante da agulha fina, na ponta da seringa, nas mãos do carrasco. O clímax é o choro do bebê e a expressão de alivio.

Realmente, a vacina que previne a infecção com o vírus da vaidade deixa o ponto de aplicação extremamente dolorido. Por outro lado, o vacinado produz grande quantidade de anticorpos da classe IgH (imunoglobulinas da humildade), que o deixa imunizado para o resto da vida. O resiliente é um individuo que atendeu ao chamado e compareceu ao posto de saúde, espiritual. A alegria surgiu ao saber, com Yvonne Pereira, no Anuário Histórico Espírita, de 2006, que existem “Cidades universitárias do Espírito”.

O Brasil possui várias universidades. Algumas delas, na realidade, não passam de escolas massificadas de terceiro grau, onde professores dissociam ensino-pesquisa. A produção do conhecimento é cantada, em prosa e verso, mas na prática não se encontra quase nada. As universidades podem adoecer, quando são atacadas por governos patogênicos.

Podem adoecer também pelo ataque dos próprios membros da comunidade por motivos políticos diversos. Apesar das inúmeras iniciativas espíritas, o preconceito na academia é antigo e ainda se manifesta, quando nos revelamos. Fomos encontrá-lo em 1922 na tese de Brasilio Marcondes Machado. "Contribuição ao Estudo da Psychiatria (Espiritismo e Metapsychismo)". Faculdade de Medicina do Rio de janeiro.

Brasilio coloca na folha de rosto: "A Faculdade não approva nem reprova as opiniões exaradas nas theses pelos seus autores". Art. 95 do Regimento Interno da Faculdade de Medicina do Rio de janeiro".

Em "Uma Explicação", diz: “ao apresentar minha these para defesa perante a Faculdade, não cometti a ingenuidade de esperar fosse approvada, não obstante dispor o art. 95 do Regimento Interno vigente que a Faculdade não approva nem reprova as opiniões exaradas nellas pelos seus autores".

"Temia fosse rejeitada sob a allegação do que dispõe o art. 94: - os alumnos que concluírem o curso médico poderão defender these sobre assumpto à sua escolha dentre as matérias ensinadas no referido curso. Aconteceu, porém que essa allegação não poderia ser feita porque já havia sido defendida e approvada uma these contra o Espiritismo.”

“Fui chamado à defesa do meu trabalho a 26 de dezembro, as 13h30 horas. Reprovado. Deste resultado julguem os que me lerem, pois não quero ser juiz em causa própria. Graças a Deus as fogueiras estão extinctas e os Torquemadas fora de moda.

Le monde marche... Vou esperar o um dia depois do outro para voltar à defesa desta mesma causa que, então, será a de todos nós, na sciencia ou fora dela"
.

A Psicoterapeuta Claudia Riecken oferece muitos exemplos de “sobreviventes” e introduz seu livro, “Sobreviver: instinto de vencedor”. 2006. Saraiva. São Paulo, dizendo que a resiliência é a capacidade de reverter uma situação adversa, de usar a força contrária de um dado evento a seu favor, de recuperar-se. A pessoa resiliente conta com uma força interna para se restabelecer de pequenos ou grandes reveses. Machado é o exemplo espírita de resiliência, na universidade.

Em “Universidade da Alma”, no capítulo “Para Sobreviver”, página 165, do Anuário Histórico Espírita, 2006. Co-edição CCDPE e EME. São Paulo, os autores comentam que as universidades adoecem, reaparecem surtos epidêmicos e ainda sem resistência docentes também adoecem.

Fátima Carvalho, na pós-graduação estudando o tema, nos diz que "a resiliência é caracterizada por um conjunto de atitudes adotadas pelo ser humano para resistir aos embates da vida. O ser resiliente não foge das opressões e consegue neutralizar seus efeitos, sem que necessariamente as mesmas sejam afastadas ou diminuídas".

Carvalho nos remete ao texto "Resiliência em Alta" que destaca o termo deslocado da Física: "este conceito nomeia a propriedade de alguns materiais de acumular energia, quando exigidos e estressados, a voltar ao seu estado original sem qualquer deformação".

Heloisa Helvécia, a articulista da Folha diz que "essa característica vem contando pontos como competência humana". Seria a mesma "habilidade do elástico, ou da vara do salto em altura – aquela que enverga no limite máximo sem quebrar, volta com tudo e lança o atleta para o alto".

Procurando elucidar o tema, Carvalho (25-5-2004) enviou à seção do leitor o seguinte comentário: no texto "Resiliência: um conceito em alta" há falha em fazer a simples transposição do conceito da Física para a Psicologia. Na Física, a resiliência, refere-se à propriedade que os corpos têm de voltar à sua forma original sem deformação. Aplicada aos seres humanos, é a capacidade do indivíduo de superar situações de risco e voltar transformado, crescendo com a experiência. É um indivíduo que consegue superar as adversidades encontrando forças para aprender com elas. http://www1.folha.uol.com.br/folha/sinapse/ult1063u819.shtml

Certamente na universidade os espíritas vão exercitar aprender e muito!

Sabemos da existência de pessoas com alto índice de resistência à frustração, no entanto as agressões podem ocorrer mesmo entre vacinados. Alguns podem pensar em fugir, “solicitar aposentadoria precoce”, diante de acontecimentos angustiantes, como por exemplo, a aprovação de uma Nova Lei de Segurança Nacional, com pena de morte e prisão perpétua, como em setembro de 1969.

Os Fisiologistas demonstraram que nos estados de estresses há liberação de determinadas substâncias de grande importância durante a "síndrome geral de adaptação", mas que, em longo prazo, têm certo efeito destruidor sobre tecidos, inibindo o crescimento somático e a formação óssea. Os estressados podem apresentar variados distúrbios, como infarto do miocárdio, úlceras pépticas, doenças circulatórias. É possível que o envelhecimento e o tempo de vida estejam relacionados com a intensidade desse, paradoxal, estado de angustia. Para sobreviver os seres vivos encurtam o seu tempo de vida, envelhecendo.

Qual é a importância de um núcleo espírita na universidade?

Abrir para a comunidade acadêmica mais um espaço de sensibilização para questões complexas como violência, pobreza, exclusão social, corrupção. Estimular o desenvolvimento da espiritualidade, da inteligência emocional-afetiva. O problema é levar a Doutrina aos universitários, quando nem mesmo conseguimos motivação entre espíritas. Como avaliamos hoje as universidades de origem espírita?

“Quando as crenças espíritas se houverem vulgarizado, quando estiverem aceitas pelas massas humanas com elas se dará o que tem acontecido a todas as ideias novas que hão encontrado oposição: os sábios se renderão à evidência. Lá chegarão, individualmente, pela força das coisas”.

Se estamos inseridos, não deve ser acidente de percurso, numa universidade podemos aproveitar a oportunidade. Em todo ambiente inóspito, a prévia vacinação é boa medida. Vai doer. Ainda tenho pequena ferida aberta, igual aquela que aparecia com a antiga BCG intradérmica, mas em compensação as minhas sandália douradas já estão bem desbotadas.

Exemplo de resiliência explicita pode ser encontrado na página do NEU-RJ, no artigo: “Por que Considero Inteligente o Cândido Francisco Xavier”. E, o médium perseguia apenas doze passos para manter o equilíbrio (http://www.geocities.com/neurj/).

Este artigo, também, está disponível para a leitura no endereço abaixo:
http://www.jornaldosespiritos.com/2007.3/col49.1.htm

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

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SINTESE: WILLIAM LEPAR - UMA MENSAGEM DO CONSELHO - PARTE 2...: UMA MENSAGEM DO CONSELHO - PARTE 2 POR QUE ALGUMAS VIDAS SÃO CHEIAS DE PROBLEMAS William LePar e o Conselho Postada em 17 de janeir...

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quarta-feira, 20 de agosto de 2014

UMBANDA: e agora, sou médium?!?

Oração pela familia Padre Zézinho com letra

Te amarei, Senhor

Deus está aqui

Prece de Cáritas

MARIA BETHANIA " ORAÇÃO DE SÃO FRANCISCO "

QUEM NÃO CHORA, NÃO MAMA

 QUEM NÃO CHORA, NÃO MAMA: Ontem, fui abordado por 4 pessoas no momento em que saia de casa. Era 4 evangélicos (que ao me vê correram para minha direção e até já ...

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terça-feira, 19 de agosto de 2014

Existem várias "umbandas" ???

 Existem várias "umbandas" ???: Não existem várias "umbandas". Umbanda é uma só. De forma figurada, fala-se "umbandas", no sentido que existe uma DIVER...

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

A Verdadeira Umbanda: TIPOS DE MEDIUNIDADE

A Verdadeira Umbanda: TIPOS DE MEDIUNIDADE: Infelizmente por falta de incentivos dentro da Umbanda perdemos milhares de médiuns para a vaidade e mistificação. Isso acontece simplesmen...

A Verdadeira Umbanda: Banho para atrair coisas boas

A Verdadeira Umbanda: Banho para atrair coisas boas: - pétalas de rosas brancas - jasmim - erva cidreira - cidró - manjericão - malva cheirosa - aniz - alevante - mel Modo de Fazer ...

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A Verdadeira Umbanda: Banho para abrir caminhos: - louro - cedro - sândalo - sálvia em pó - cominho em pó - aroeira - folha de batata inglesa Modo de Fazer Acenda uma vela de for...

A Verdadeira Umbanda: Banho contra inveja

A Verdadeira Umbanda: Banho contra inveja: - arruda fêmea e macho - alecrim - alevante - comigo ninguém pode. Modo de Fazer Acenda uma vela de força, número 12, branca, rezand...

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A Verdadeira Umbanda: Banho para Cura do Corpo e do Espírito: O banho é a renovação do corpo e da alma, pois quando o corpo se sente bem e se acha refeito do cansaço, a alma fica também apta a vibrar ...

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A Verdadeira Umbanda: Banhos de Amaci: É o banho mais conhecido pelas pessoas que começam a frequentar os Centros de Umbanda e que somente deve ser preparado por uma Entidade E...

A Verdadeira Umbanda: Observações Sobre os Banhos de Ervas

A Verdadeira Umbanda: Observações Sobre os Banhos de Ervas: Todos os banhos de descarga devem ser tomados do pescoço pra baixo; só se deve jogar o banho na cabeça quando for indicado pela entidade ...

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Médiuns que se dizem missionários...

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Presunção Mediúnica!!!!!!!!!!


ACORDA!!!
Por Fabiana Carvalho

Era uma vez um médium antigo da Casa, que sempre chegava em cima da hora (e muitas vezes atrasado!) para qualquer trabalho espiritual, sempre com mil e uma desculpas do quão foi difícil chegar ao terreiro, de tudo que estava fazendo e interrompeu para ir ao trabalho mediúnico.
Ao encerrar a Gira, sempre saía com pressa, não podia nunca ajudar na limpeza, pois precisava atender a mãe que ficou sozinha, ou os filhos que precisavam dele, ou a esposa/marido que não entendia sua vida religiosa e reclamava sua ausência, ou um relatório profissional que precisava ser terminado para o dia seguinte.
Esse médium fazia muita questão de deixar bem claro o quanto sua vida era ocupada e cheia de afazeres e que abandonava tudo para vir ao terreiro fazer sua caridade incorporado de seus Guias.
E quando um irmão se apiedava de sua vida tão sacrificada em prol da Umbanda, ele respondia: "A Casa precisa de mim, tem poucos médiuns confirmados! Além disso, meus Guias precisam trabalhar para evoluir!"
E suas incorporações eram sofridas, difíceis e cansativas pois, segundo ele, seus Guias exigiam demais de seu corpo físico e usavam muito seu ectoplasma.
Muitas vezes, alegava dificuldades financeiras (que faziam parte da sua encarnação tão cheia de problemas) e acabava por não contribuir (ou apenas parcialmente) nas despesas do terreiro...
Esse personagem não é de ficção e existe na maioria dos Templos Umbandistas. E por ser antigo na Casa, acaba cristalizando esse comportamento e se viciando nesta conduta.
Conceitos que devem ficar bem claros para qualquer médium (antigo ou novo):
1. Nenhum médium é insubstituível - nem mesmo o sacerdote! O Templo não precisa do médium; o médium é quem precisa do Templo, como um local físico e espiritual para praticar a caridade através da incorporação!
2. A espiritualidade sabe muito bem quantos médiuns confirmados a Casa tem e quantos terão condição de comparecer à Gira daquele dia. Há todo um planejamento no Astral quanto aos Guias que darão consulta, aos consulentes que virão, por qual Guia serão atendidos e do tempo de duração geral do trabalho espiritual. Então não há UM médium essencial ao trabalho; um corpo mediúnico saudável, consciente e bem disposto é que é essencial!
3. O Guia não precisa do seu médium de incorporação para trabalhar! Ele é um trabalhador de Deus e tem MUITO trabalho a fazer sem precisar estar incorporado aqui em nossa dimensão material. Se o terreiro faz uma Gira de Caboclo a cada 3 meses, o coitado do caboclo trabalha dando consultas durante 2 ou 3 horas e se vê obrigado a ficar de "licença obrigatória" até a próxima oportunidade 3 meses depois?? A incorporação é um milésimo do trabalho geral na vida de um Guia!
4. O Guia não precisa do seu médium de incorporação para evoluir! É a presença (incorporada ou não) do Guia, dando conselhos e orientações, que ajuda o médium a evoluir. Nós somos as crianças que muito pouco ou nada sabemos -  os Guias são os adultos, pais e mestres, que com amor e paciência nos orientam, guiam e protegem. E eles muito trabalham no Astral para conquistar sua evolução sem precisar de nós!
5. As incorporações sofridas, difíceis e cansativas não acontecem por culpa do Guia que exige demais do seu médium... são produto do ego do médium que se posiciona como vítima de sua mediunidade e precisa chamar a atenção de seu sacerdote, de seus irmãos de corrente, de seus familiares e de si mesmo de quanto ele é um mártir do trabalho mediúnico e da Umbanda. Porque incorporar é algo suave, sublime e reenergizador - a maior preocupação do Guia, após terminar qualquer trabalho mediúnico, é deixar seu médium melhor do que estava antes de começar.
6. Não contribuir (ou fazê-lo parcialmente) nas despesas, no caso deste médium, apenas reflete a personagem "médium vítima" que ele criou para si mesmo. Essa atitude é o reflexo do não contribuir espiritualmente para o Corpo Mediúnico, da não consciência da importância do Solo Sagrado em sua evolução, da inversão das prioridades em sua vida - porque é comum ver esse médium com roupas novas, comprando livros, fazendo cursos, gastando em gasolina, se alimentando na lanchonete do terreiro... então a situação financeira não está tão difícil assim, não é?
Não se pode acreditar que ser "mais velho" no terreiro ou na Umbanda faz o médium ser imune à prepotência, ignorância, paralisia, desequilíbrio e negatividade. Ao contrário, esse médium deve redobrar sua autovigilância, pois o tempo lhe conduz à famosa zona de conforto e acomodação, onde todas as paralisias são prejudiciais
Repense seus conceitos, reveja suas visões, recicle seus conhecimentos e procure domar seu ego que pode se transformar no seu maior inimigo na jornada evolutiva desta encarnação!



NÃO SOU VISITA

Por Alexandre Cumino

sábado, 9 de agosto de 2014

Boletim do TE34




  •                         


                                                velho pai
 
Filho, acorda! São oito horas! Você vai se atrasar!
De um salto, o rapaz se levantou. Contudo, logo se deu conta que era seu primeiro dia de férias.
Atrasar para quê, mãe?
Para pescar com seu pai.
O jovem perdeu todo o entusiasmo. Sim, ele prometera, quando estivesse em férias, pescar com seu pai. Mas, tinha que ser logo no primeiro dia de férias?
Enfim, ele foi, mesmo a contragosto.
Sentado ao lado do pai, que dirigia, cantando, ele pensava em como seu pai estava ficando velho e meio lelé.
Ficava cantando músicas antigas, ria, conversava e conversava.
Finalmente, chegaram. Quer dizer, o carro estacionou, mas o pai disse que ali não era local apropriado para pesca. Só dava peixe pequeno.
Andaram durante duas horas, no meio de mata densa, até chegar ao pesqueiro secreto do pai.
Claro que é secreto, falou o rapaz, incomodado. Ninguém, a não ser você vem aqui. Nem os peixes.
Isso é o que você pensa! - Falou o pai. Aqui é que se reúnem as maiores tilápias da represa.
E, disposto, colocou botas altas, calças impermeáveis e entrou na água para cortar o mato que tomava conta quase total do lago.
Tudo aquilo estava parecendo muito doido ao filho. Que graça podia ter tudo aquilo?
Quando o pai preparou a vara e jogou o anzol, ele não aguentou e falou:
Pai, estou preocupado com você.
Essa maluquice de vir até este fim de mundo para pescar tilápias. E a mamãe falou que você nunca volta com peixe.
Já pensou em procurar um psicólogo?
Estou ótimo, falou o pai. O Freitas, que vem sempre aqui comigo, é psicólogo. O Tavares é psiquiatra.
Nesse momento, ele sentiu a fisgada no anzol, puxou a linha e lá estava ela: uma grande tilápia.
O rapaz estava surpreso.
Pai, você já pescou peixe grande assim, antes?
Sempre, meu filho.
Mas eu nunca vi você levar para casa nenhum.
Eu vou mostrar por que, falou o pai.
E fotografou o filho segurando o peixe. Depois, pegou a tilápia e a devolveu à água.
Eu pesco por prazer, não para encher a barriga.
Aquilo sim era legal, pensou o filho. O resto do dia passou pescando com o pai. E devolvendo às águas o que pescava, depois de fotografar.
Vá procurar o seu irmão, dizia, soltando o peixe.
Ao final do dia, no retorno ao lar, confessou que fazia tempo que não se divertia tanto. Aquilo sim, era radical.
À noite, enquanto se preparava para dormir, pensou que seu pai não tinha nada de louco ou de desequilibrado.
Seu pai sabia viver. Seu pai era um gênio. E ele descobrira naquele dia.
*   *   *
Você já se dispôs a passar um dia inteiro ao lado de seu velho pai, bebendo da sua sabedoria?
Já tentou puxar conversa dos tempos em que ele passava brilhantina no cabelo para ir namorar sua mãe?
Você já pensou que seu pai também foi moleque, adolescente, rapaz? Que teve sonhos?
Olhe seu velho com esses olhos de quem valoriza a experiência, os anos da madureza, as lutas que lhe nevaram os cabelos.
E, sem receio, abrace seu velho, agradeça por todos os dias de alegria que ele lhe proporcionou.
Faça isso. Mesmo que seja pela primeira vez. Hoje, enquanto é tempo e ele está ao seu lado.

Redação do Momento Espírita com base na história Meu pai... o rei do peixe, de Maurício de Sousa, da Revista Cebolinha, nº. 224.
Disponível no cd Momento Espírita, v. 19, ed. Fep.
Em 10.08.2011.

SER PAI !!!!!



 
Quando o Espírito, no afã de receber a dádiva do retorno à peregrinação terrena, perpassa seus registros perispirituais e, com o concurso benfazejo dos Amigos Instrutores, programa os principais envolvimentos ocupacionais e as espécies de relacionamentos, um elemento assume especial relevo: o berço familiar. Passo primevo, base sobre a qual estará sendo edificada a construção intelecto-moral do ser, o lar representa o manancial onde estarão contidas as fundamentais experimentações que a individualidade humana pode realizar, antes de alçar voos mais altos, no desembaraço das atividades sociais a que todos nos filiamos.

É no lar que encontramos os primeiros laços de companheirismo e, não obstante, é onde passamos pelas iniciais dificuldades de superação pessoal – interior – para, em seguida, confrontarmos nossa personalidade (em formação, ou em fase de despertamento) com a de nossos entes mais chegados. Estamos falando, especificamente, dos embates travados entre seres com bagagens espirituais distintas que, não obstante hajam se comprometido em mútuo auxílio, agem instintivamente buscando primeiro a autodefesa para depois, mais seguros, se possível, exercerem o amor ao próximo.

Quantas discussões, quantas incompreensões... Dias e noites em que, comumente, batemos portas, gritamos e choramos, ou ficamos “bicudos”. Tudo para, algum tempo depois, pedirmos escusas ou aceitarmos desculpas... É, quem não passou ou passa por isso? Insistimos, por vezes, em fazer o caminho mais longo, por termos de retornar ao ponto de partida – após o erro – para recomeçar a caminhada.

Lembro-me de um antigo anúncio comercial de tv, no qual o personagem recordava as célebres discussões com seu pai. Este nunca o compreendia! Com a maioridade, saiu de casa. Vitória! – pensava. Doce ilusão da juventude... Adiante, tendo vivido suas próprias lutas, encurralado por suas memórias, lembra ele de todos aqueles (bons) momentos de infância: o primeiro carrinho, a bicicleta, as partidas de futebol, as lições do colégio, feitas após o jornal das oito... Chora, chora copiosamente!

Reconhece que foi duro, muito duro com o “velho”. Passa a mão no telefone. O pai atende... Alguns instantes sem fala, o remorso... Vai-se o orgulho... Enfim, o alívio: - Pai, eu te amo!

Que possamos lembrar dos pais como verdadeiros companheiros, mesmo que, na realidade visível de nosso dia-a-dia, tenhamos contratempos e desilusões. Grande parte destes, oriundos de nosso próprio proceder...

Valeu, pai!

(*) Marcelo Henrique Pereira, Doutorando em Direito, Secretário Executivo da ABRADE,

presidente do Centro Cultural Espírita Herculano Pires, São José (SC).

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

UMBANDA: "puxada" e descarrego nas Engiras Públicas (Sessões de Caridade).

Sem Dúvida - Um espírito pode machucar fisicamente uma pessoa?

Sem Dúvida - Como a doutrina espírita vê a doação de órgãos ?

Sem Dúvida - Existe anjo da guarda?

Sem Dúvida - O que são os mentores espirituais?

Sem Dúvida - Como saber se somos médiuns?

UMBANDA: médiuns "prontos" ou presunçosos?

UMBANDA: o médium iniciando.

terça-feira, 5 de agosto de 2014

PARA QUEM DESEJA APRENDER ALGO SOBRE A MEDIUNIDADE NA UMBANDA-LIVROS- I E II

Manual do Abá Guassu - Livro II

Continuando com a divulgação da doutrina seguida no Núcleo Mata Verde, estamos disponibilizando o segundo livro do Abá Guassu.
Abá Guassu é a denominação da primeira etapa do processo iniciático do neófito.
É o recém chegado, o aprendiz, aquele que inicia sua jornada na escola iniciática umbandista do Núcleo Mata Verde.
Manual do Abá Guassu - Livro II , possui as primeiras orientações e vem complementar o Livro I.
Para cada Grau iniciático existem livros destinados ao estudo.
Tornamos público os primeiros desta série de brochuras.
O arquivo está em PDF.

Manual do Abá Guassu - Livro I (3ªrevisão - 04/08/2014)

No Núcleo Mata Verde seguimos uma Umbanda iniciática.
Abá Guassu é a denominação da primeira etapa deste processo iniciático.
É o recém chegado, o aprendiz,aquele que inicia sua jornada na escola iniciática umbandista do Núcleo Mata Verde.
O Manual do Abá Guassu - Livro I , possui as primeiras orientações.
Para cada Grau iniciático existem livros destinados ao estudo.
Tornamos público a primeira desta série de brochuras.
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"Na sua mata tem a cachoeira"

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