sexta-feira, 11 de maio de 2018

Ritual de Cura do Caboclo das Sete Encruzilhadas

Ritual de Cura do Caboclo das 7 Encruzilhadas


Olá Antonio  tudo bem?

Para você que fez o curso dos Caboclos na Umbanda comigo, quero compartilhar um conteúdo.

A linha dos Caboclos é muito famosa dentro do meio umbandista por realizar curas físicas e psíquicas, em muitos casos desacreditados pela medicina.

Temos como exemplo o Caboclo das Sete Encruzilhadas que, através de Zélio de Morais – o fundador da religião - realizou curas extraordinárias ao longo dos seus anos de trabalho na Tenda Espírita Nossa Senhora da Piedade.

Vou passar abaixo, um ritual de cura na força dessa falange maravilhosa.
Você vai precisar de:

• 7 quartzos verdes
• 1 copo de água
• 7 folhas de guiné
• Foto da pessoa necessitada
Como fazer:

Você pode fazer no chão, mesa ou em qualquer outro lugar.
Forme um círculo com as folhas de Guiné e em cima de cada folha, coloque um quartzo verde. No centro desse circulo coloque a foto da pessoa, e em cima dela coloque o copo de água.

Tendo feito isso, ajoelhe em frente ao ritual e peça com fé ao Caboclo das 7 Encruzilhadas pela cura dessa pessoa, citando o nome dela. Faça uma oração da sua preferência ou cante um ponto dessa linha. Imediatamente o enfermo deverá tomar o copo de água.

O restante do ritual deve ficar no local por 24h.

Em seguida, coloque os 7 cristais de quartzo verde no quarto do enfermo.

As folhas de Guiné devem ser enterradas em um vaso ou jardim. A foto pode ser guardada.

Espero que tenha gostado. Se quiser compartilhar comigo suas
sensações, terei o maior prazer em te ouvir.
Gratidão,
Alan Barbieri

MENSAGEM DE MÃE MÕNICA CARACCIO PARA O DIA 13 DE MAIO

Emoção, Possibilidade e Atitude. 13 de MAIO está chegando

Lágrima de Preta








Axééé pessoal!!! Estamos chegando perto do dia treze de maio, dia em que os terreiros de Umbanda cheiram a bolo de fubá, café e guiné, se enfeitam de pipocas, crisântemos, palhas da costa e cantam para as almas, mirongas e Pretos Velhos, entidades espirituais que representam os anciãos conselheiros, os sábios bondosos e os vovôs e vovós “feiticeiros”.
Nesse dia também comemoraremos o Dia das Mães. Mulheres de todas as idades, belezas e esperanças, cheias de lembranças, ideais e cicatrizes, que lutam, cuidam, criam e educam, ou negam, abandonam, violentam e destroem.
E além dessas duas datas que mexem com nossas emoções, historicamente é o dia em que se comemora a Abolição da Escravatura, momento em que, de acordo com a Lei Áurea (Lei Imperial n.º 3.353) assinada em 13 de maio de 1888 pela princesa Isabel, encerrou-se o terrível ciclo de dor, covardia, sangue, violência, morte e desrespeito entre negros e brancos, ou melhor, entre seres humanos. Aliás, vale a pena salientar e pontuar que essa data se contextualiza somente de acordo com a história, afinal, ainda existe, nos dias atuais e em qualquer lugar, as mesmas barbáries da época de escravidão, sobrecarregadas de preconceito, prepotência e arrogância.
Enfim, estou imaginando quantos sentimentos, quantas energias e quantas lembranças, falas, juras, lamentos, comemorações ou ainda, quantas lágrimas de alegria e de tristeza envolverão  a atmosfera nesse dia.
Dia em que será exposta e vibrada a energia da Emoção junto com o atributo da Memória propriamente.
Assim, só posso pedir para que comecemos AGORA a refletir sobre nossos atos, pensamentos e sentimentos. Que fiquemos atentos à real possibilidade da energia ficar densa e tensa, de uma carga mais pesada e negativa sobrecarregar nosso campo áurico e mediúnico devido à projeção de cordões magnéticos e espirituais, afinal, a emoção ‘está no ar’, o passado estará sendo revivido potencialmente mesmo que inconscientemente e nossos antepassados serão lembrados muitas vezes abarbados de mágoas, dores, lamentações, apegos, saudades…. ou seja, cheios de sentimentos que, na grande maioria, são negativos.
Reflitamos e percebamos, nessa época é comum que as mulheres que negaram a maternidade, consequentemente, a geração, o nascimento, a passagem da condição de desencarnado para encarnado – oportunidade importantíssima para os espíritos que se encontram no plano espiritual e que muito se preparam e esperam pelo momento de reencontro – sofram influências espirituais mais intensas, como reação de suas próprias ações. Normalmente são os espíritos/filhos que reclamam por seus direitos de nascer, de terem mães, de reencontrarem suas famílias.
É comum também, pessoas que viveram – sustentados pela crença da reencarnação – na época da escravidão, que foram, em vidas passadas, agressores, mantenedores de escravos ou ainda o próprio escravo, sentirem igualmente fortíssimas influências alcançando o patamar de ‘ataques espirituais’ como reação de suas próprias ações. São pessoas que obviamente não sabem de seu passado e de suas dívidas espirituais, mas que devido a violência que o espirito revive nesse período de comemoração à Abolição da Escravatura, sentem um grande aperto no peito, uma tristeza inexplicável chegando à depressão, dores em partes específicas do corpo que surgem do “nada” ou ainda, entre tantas outras possibilidades, uma revolta, uma violência, um ódio descontrolado e até sobrenatural.
Claro que esse pensar, que esse olhar ou que essa sensibilidade não podem servir de justificativa aos nossos desequilíbrios, comodismo ou vitimísmo. Pelo contrário, a compreensão “do que” nosso espirito pode estar sofrendo, “da possibilidade” da energia ficar mais densa pelas relações emocionais e principalmente, que “tudo é” Ação e Reação, da mesma forma que tudo é ‘Reação de nossas próprias Ações’, devem nos inspirar dia a dia, devem ser as bases de nossas atitudes, pensamentos e sentimentos, consequentemente, a bomba ejetora que propicia o “fazer diferente”.
Refletir, se vigiar, se disciplinar, respirar fundo o ar da resignação e rezar com o coração aberto e sincero são, sem sombra de dúvida, as melhores opções a todos nós.
Além disso, é óbvio que encher nossa casa de axé, de energia de “preto velho”, de compreensão, perdão e serenidade, são excelentes atitudes que também irão garantir um período mais sereno.
Por fim, ainda podemos aproveitar os grandiosos ensinamentos dos Pretos Velhos de nossa querida Umbanda, mesmo porque, ninguém mais, ninguém menos, conhece o que é dor, preconceito, compaixão, bondade, lágrima e esperança.
Axé a todos e boa reflexão…
TESOUROS DO BRASIL – Rolando Boldrim & Germano Mathias cantam Mãe Preta
Rolando Boldrim e Germano Mathias cantam “Mãe Preta”, composição de Caco Velho, melodia essa que foi imortalizada na voz de Amalia Rodrigues com o titulo de Barco Negro.
por Mãe Mônica Caraccio

ACADEMIA: Texto= Renovação da Umbanda Urbana contemporânea: Por Luan Rocha de Campos

Dear Antonio, You read the paper " Algumas observações em torno da renovação na Umbanda urbana contemporânea "...