domingo, 21 de dezembro de 2014

Mojubá Origens: Parte I

Mojubá Ep. Influências - Parte 1

Vamos Sentir mais do que ficar pensando muito!!!!

Sinta mais, pense menos - Osho

 
"Quando Jesus traz a boa nova do reino de Deus, ninguém crê nele. Quando Buda fala do infinito vazio interior, ninguém crê nele. Nós não podemos crer! Como podemos crer a menos que venhamos a saber? Pelo menos um vislumbre é necessário.

Nós vivemos num inferno tão terrível que a notícia sobre o reino de Deus parece apenas um sonho, talvez poesia, mas nada mais. A religião não parece mais que literatura de ficção - uma boa ficção, mas nada mais. Tem que ser isso, porque você não sabe onde está, o que está acontecendo ao seu redor. Você é tão insensível, fechado...


Abra as janelas, abra as portas! Saia da prisão, coloque-se sob os céus. Sinta novamente! Pensar não ajuda. Em seu íntimo, você pode continuar pensando sem cessar, mas sem abrir uma única janela. Só o sentimento consegue tirá-lo de si mesmo - mas você fica com medo de sentir e tão à vontade pensando... e com tanto medo de sentir, justamente porque o sentir o tirará de dentro de si mesmo. O sentir o trará de volta ao fluxo da vida. Você estará no rio, movendo-se em direção ao oceano.


Sinta mais, pense menos, e aos poucos você verá que, quanto mais sente, mais relaxado você fica. Quanto mais você sente, mais ciente se torna do segredo da vida - de que não precisa fazer nada a respeito dela, só tem que estar disponível. Apenas disponível, afirmo, e tudo vem até você. Uma vez que a ideia se estabeleça, tudo desaparece.


O amor é o verdadeiro centro de todos os sentimentos; o amor é a alma de todos os sentimentos. Todos os sentimentos dependem do amor; Se você não ama, todos os sentimentos acabam desaparecendo. Se você ama, todos os sentimentos são reanimados. (...)


Alguém pediu a Santo Agostinho: "Diga-me numa frase, numa frase simples, a mensagem total de Cristo, porque eu sou um homem ignorante e não consigo entender as sutilezas da teologia. E não sei muito sobre moralidade; portanto, não me dê doutrinas complexas, para que eu possa entender e seguir."

Dizem que Santo Agostinho fechou os olhos e meditou; em seguida disse: "Então só há uma coisa a fazer - ame, e tudo o mais será consequência."

O amor é  maior moralidade, porque ele eleva a parte de você que é sentimento e rebaixa a parte que é pensamento. Não há nenhum problema com a parte pensamento, mas ela assume a função de mestre, o que é errado. A razão é boa, desde que ajude ao sentimento. O sentimento deveria ser o mestre e a razão, o servo. O sentimento deveria guiar e a razão, apenas administrar. Mas, se a razão se torna o mestre e o sentimento apenas a segue, você morre.... pois como pode permanecer vivo só com a razão? A vida é sentimento. As árvores podem existir sem a razão, mas não sem o sentimento.


Hoje em dia, até os cientistas estão se tornando cada vez mais cientes de que as árvores sentem e sentem tremendamente. Estrelas, rochas, rios, - eles não podem existir sem sentimento. O sentimento é a vida deles. Pássaros, animais, o todo - existem som sentimento. O homem é a exceção. O homem está de cabeça para baixo. A cabeça se tornou a parte proeminente, e ela tem suprimido o sentimento. (...)


É bom sentir; e se o sentimento envolve você, então, nada há de errado em pensar. Se o sentimento vem depois do sentimento - ótimo, ele ajuda. É como um radar. Ele abre caminho para o sentimento agir; Ele protege o sentimento dos perigos. Ele ajuda o sentimento a saber o que vai acontecer em seguida, a planejar um pouco. O pensamento é bom! Mas bom, apenas como servo.


Se você ama, terá uma afinidade profunda com a existência. As árvores falarão com você. Os pássaros começarão a se aproximar de você. Os animais não terão medo de você - não será preciso. O homem cria o medo por causa da cabeça. Com o coração, ele está novamente unido ao universo.


Ouça esta história:


"Era uma vez, um homem que vivia na praia e amava as gaivotas. Todas as manhãs ele descia até o mar para passear com as gaivotas. E mais de centenas de pássaros vinham brincar com ele.

Um dia, seu pai lhe disse: - Eu ouço as gaivotas ao seu redor, passeando com você - traga algumas para brincar comigo.
No dia seguinte, quando foi até o mar, as gaivotas dançavam acima dele ... e não desceram."

As gaivotas não entendem o que você está pensando com a mente, mas entendem as vibrações que você cria à sua volta - e você está continuamente criando vibrações à sua volta. Você é um transmissor contínuo de vibrações; Aconteça o que acontecer em seu coração, é como se alguém jogasse uma pedra num lago; formam-se círculos concêntricos e eles se alastram - chegam até à margem, espalham-se por toda a volta. 


Aquelas gaivotas não sabem exatamente o que o pai pediu ao filho, porque elas não entendem a língua local do homem. Elas não sabem o que de fato aconteceu, mas no fundo sabem que aquele homem não é o mesmo. Foi outra pessoa que chegou, foi um estranho, não o velho amigo. Agora ele veio com uma ideia. A ideia não é conhecida, mas por todo o corpo ele não está mais num estado de entrega. Ele tem alguma ideia para pôr em prática, algum plano, algum desejo; Ele não á o mesmo homem descontraído com quem as gaivotas se sentiam à vontade. 


E esse é o segredo de toda a vida: não só as gaivotas, mas a felicidade, a meditação, o êxtase - tudo isso vem quando você está num estado de total entrega, numa disposição profundamente amistosa, numa atitude amável para com a existência. Quando você está de coração aberto, tudo isso vem. Quando você quer forçá-las e acredita que a felicidade é algo como um direito seu, que ela tem de ser conquistada, de repente, as gaivotas da felicidade não descem mais à praia. Elas dançam acima da sua cabeça, mas não descem para brincar com você, para dançar com você,r para pular e saltitar! Não, elas nunca se tornarão uma unidade com você. Elas não descerão para o seu ser.


Sim, a felicidade é uma gaivota; A meditação também é uma gaivota. O êxtase é uma gaivota. A existência só compreende a entrega. Se você se entrega, alcança. Você alcança tudo o que esta existência puder lhe dar -  e ela pode lhe dar bênçãos infinitas, graça infinitas. Pode lhe dar total saciedade, contentamento. Você pode se tornar um buda.


A existência está disposta a dar, mas você não está disposto a receber, porque está pensando em como agarrá-la. A existência lhe dá como dádivas; você não pode agarrar, não pode conquistar, não pode alcançar. Por favor renda-se. Por favor, entregue-se.


Tudo o que é belo, é como as gaivotas. Lembre-se disto: nada pode ser feito.(...) A vida não tem portas dos fundos. Você não pode roubar a vida. Não pode ser um ladrão. A vida dá, e dá infinitamente, e dá incondicionalmente. Por favor, esteja num estado de entrega. Deixe as gaivotas descerem.(...) Não é preciso esforço. O esforço é a porta dos fundos. É preciso sim, a ausência de esforço;


É preciso ter paciência. É preciso ter poesia.(...)

Deixe a vida acontecer, não tente forçá-la; Através do fazer, só coisas sem valor são alcançadas; através do não fazer, pode-se alcançar tudo o que é belo, tudo o que é sagrado, tudo o que é divino."

Osho, em O homem que amava as gaivotas.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Pare, Leia, medite e veja se sua comemoração do NATAL é somente material?????

              O Príncipe da Paz 

       O significado pleno de Natal

Fatima dos Anjos em 18 dezembro 2014 

O Príncipe da Paz
O significado pleno de Natal não pode ser conhecido, senão através da compreensão da natureza imutável de Deus. Deus é. Eterna e infinitamente, Ele é o mesmo, ontem, hoje e para sempre. O que é próprio de Deus sempre foi, continua sendo agora, e sempre será. Em decorrência desta compreensão, o verdadeiro Natal não começou há dois mil anos: seu início está além do tempo. O que ocorreu há dois milênios foi meramente a revelação de uma experiência que se tem repetido, não somente "antes que Abraão fosse", mas antes mesmo que o tempo fosse. Deus não inaugurou nada de novo há dois mil anos.

O verdadeiro sentido de Natal é este: Deus plantou na consciência de cada um de nós uma divina semente que há de germinar e vir a ser um Filho de Deus. Ninguém jamais existiu, nem existe agora e tampouco existirá, sem esta influência espiritual; sem este Poder que foi implantado em nossa consciência, desde o princípio.

A missão do Filho de Deus foi revelada através do ministério de Jesus Cristo e do que ele ensinou: "Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância" (não eu, Jesus, mas Eu, o Filho de Deus). Disse Jesus: "Se eu der testemunho de mim mesmo, meu testemunho não é verdadeiro...Eu de mim mesmo não posso nada: o Pai, em mim, é Quem faz as obras...Eu Sou o pão da vida...Eu Sou a ressurreição e a vida". Este era o Filho de Deus falando através de Jesus, o mesmo Filho de Deus que está no íntimo de cada indivíduo, desde o início dos tempos.

Mergulhe em seu íntimo para encontrar a paz que foi estabelecida desde o princípio.

Conta, uma antiga história, que havia um rei justo, amável, pacífico e misericordioso. Seu vizinho, rei das terras limítrofes, estava empenhado em guerras de conquista. Movido por sua índole justa e misericordiosa, o primeiro rei mandou um embaixador ao reino vizinho, em missão de paz. Entrementes, para proteger o povo, começou o preparo bélico. De um extremo a outro da nação se movimentaram para o provável conflito. Desde então, a alegria se apagou no coração do povo. O sorriso desapareceu da face das pessoas. Isso entristeceu o rei, que se recolheu em prece, em busca de uma solução que devolvesse a paz e harmonia à sua gente. Um dia, a esposa de um dos oficiais da corte pediu audiência para revelar-lhe um segredo. E o que ela sussurrou em seu ouvido fê-lo sorrir. De rosto iluminado, o rei a incumbiu de ir ao encontro de todas as mulheres, não os homens, para confiar este segredo, até que todas o soubessem e o pusessem em prática. O rei levantou-se e foi segredar à rainha o que aprovara. E a própria rainha foi, com a esposa do oficial, correr o reino, para comunicá-lo a todas as mulheres. Dentro de algum tempo o sorriso voltou ao semblante do povo. Um cântico novo era entoado por toda aquela terra. O júbilo foi restabelecido.

No dia de Natal chegou um arauto do embaixador que estava no reino vizinho, anunciando que fora assinado um tratado de paz. O rei mandou dizer ao povo que cessassem os preparativos bélicos. E os oficiais da corte pediram ao rei que lhes dissesse qual fora o segredo, que provocara tão grande transformação no povo e conquistara um improvável tratado de paz. O rei lhes explicou que o segredo, embora singelo, encerrava um poder imenso: consistia nisto: "Retirar-se, pela manhã, em curto período de silêncio, de vazio e introspecção. Orar a Deus (sem pedir a paz nem qualquer outra coisa), e comungar com Ele, deixando que Sua paz permeasse e enchesse o íntimo. Depois, durante o dia, várias vezes conscientizar essa Presença, no íntimo, como paz". Tal foi o segredo que devolveu alegria ao povo e assegurou harmoniosas relações com o reino vizinho.

Aos estudantes da Verdade, esta história parecerá mui familiar, porque sabem que em estágio avançado não se ora pela paz ou ordem em nosso reino interno. Deus já plantou esta semente em nossas almas, em nossos corações, em nossas mentes. Para que esta semente germine e emerja à superfície de nossa consciência, devemos mergulhar no próprio íntimo, abrindo o canal, a fim de que o "Fulgor aprisionado" se escape de lá, abençoando nossa vida e contagiando as pessoas de nosso convívio.

A função deste Filho de Deus é levar-nos a vivenciar a paz; induzir-nos a experienciar uma vida abundante; a dinamizar as potencialidades divinas, manifestando, de dentro para fora, tudo o que o Pai é e tem, como foi dito: "Filho, tu sempre estás comigo. Tudo o que é meu, é teu". Esse "tudo" é a semente que foi plantada em nós. Quando furamos o solo em busca de petróleo; ou cavamos minas, para extrair ouro, prata, diamante; ou quando mergulhamos à cata de pérolas; não estamos trazendo para fora o que Deus formou dentro da terra e do mar? Somos, acaso, responsáveis por tudo que se formou no seio da terra ou dos mares, ou do ar? Fomos nós que formamos tudo isso? Alguém pode responder, pela ciência, que tudo isso se formou durante milhões e milhões de anos, antes que tivéssemos consciência de sua utilidade. No entanto, foi tudo previsto e tudo o que temos a fazer é extrair tudo isso que Deus preparou, para atender às nossas necessidades.

O mesmo ocorre no universo espiritual. O reino dos céus não está fora de nós ("não acrediteis quando vos disserem: ei-lo aqui; ei-lo acolá, porque o reino dos céus está dentro de vós"). Como, então, poderemos usufruir este reino, senão procurando-o e encontrando-o dentro de nós mesmos? Para contatá-lo, é mister cavar e mergulhar em nós mesmos. Quanto mais profundamente cavarmos e mergulharmos neste silêncio interior, tanto maiores e mais ricos tesouros traremos à manifestação.

Nossas vidas individuais manifestam a Graça de Deus

Para compreender o "Dia de Natal", devemos entender com clareza que Deus plantou a semente de Si mesmo em cada um de nós. Tal semente deve germinar e converter-se no Filho de Deus plenamente desenvolvido, cuja missão é tornar nossas vidas bem-sucedidas e demonstrar a glória de Deus, como Jesus a revelou. Desde que "eu, de mim mesmo, nada posso", e, "se der testemunho de mim mesmo, meu testemunho não é verdadeiro", o que nos cumpre é simplesmente demonstrar, em nossas vidas individuais, a graça de Deus -- Sua sabedoria, Espírito, saúde e abundância. Ao tornar o potencial em dinâmico, a possibilidade em atualidade, podemos dizer que Deus vai do infinito para o infinito; que Deus é o mesmo sempre, e Ele não faz acepção de pessoas.

Se Deus tudo criou para sempre, então, desde o princípio dos tempos, a humanidade trouxe, dentro de sua própria alma, a divina paz e a divina graça. Infelizmente não podemos partilhar estes dons com nossos semelhantes e nem eles conosco, enquanto cada um não os encontrar em seu íntimo. É uma simples descoberta, mas não podemos dar o que não descobrimos ou aquilo de que não temos consciência ainda. Todavia, quando o descobrimos, assumimos uma responsabilidade: "a quem muito é dado, muito lhe será exigido". Espera-se muito daqueles que encontraram dentro de si a paz: eles devem derramá-la sobre os demais.

Se ainda não encontramos o Cristo dentro de nós mesmos, não podemos partilhar essa Consciência com os outros. Se não realizamos a paz em nós mesmos, não podemos manifestá-la ao próximo nem suscitá-la nele. Quem não expressa amor não pode atraí-lo. Aquele que não exprime abundância, não pode atraí-la. Ninguém pode atrair a paz, se, antes, não a encontrou dentro de si. Tudo o que gostaríamos de receber de nossos familiares, amigos, comunidade e do mundo, ou partilhar com eles, há de ser, primeiramente, encontrado dentro de nós mesmos .

Até mesmo Jesus nada deu ao mundo, até o momento em que o Cristo Se revelou dentro dele: "O Espírito do Senhor Deus está sobre mim, porque Ele me ungiu para pregar o evangelho aos pobres; para curar os quebrantados de coração, para pregar a libertação aos cativos e devolver a visão aos cegos". Antes desta ordenação ele não fora ungido para curar os doentes. Assim, para que alguém possa partilhar o espírito de paz, de alegria, de amor e abundância, deve, antes, ter sido ordenado pelo Espírito de Deus.

A paz deve começar conosco

O Natal não teria valor e significado algum para nós, se acreditássemos que o "Príncipe da Paz" viveu há dois milênios e hoje não está mais na terra. Em verdade, o "Príncipe da Paz" viveu há dois mil anos e também em tempos anteriores, como ainda hoje está presente, no coração e na Alma de cada indivíduo, esperando ser libertado neste mundo. Não disse o Cristo: "Antes que Abraão fosse, eu Sou"?

Esta paz (do Cristo) não pode ser realizada com pedidos, em oração para que Ele transforme nosso povo ou as pessoas de outro país. Esta transformação deve começar em nós mesmos. Por que não reconhecemos nossas carências, antes de exigi-las dos outros? Deixemos tranqüilo o nosso próximo e voltemo-nos ao próprio íntimo, em discrição e sacralidade, comungando silenciosamente com o Príncipe da paz, o Príncipe da alegria, da saúde, da plenitude e da perfeição espiritual. Quando atingirmos, em alguma medida, a cristicidade, preencheremos nossas carências e teremos compreensão para não mais pretender a transformação de nosso próximo e nem orar pedindo paz, já que ela fluirá de nosso coração a toda a humanidade.

"A paz que ultrapassa todo o humano entendimento" já está dentro de nós. Em nossas meditações diárias tomamos contato com ela, para que seja liberada em nós, qual uma pomba, e comece a estender as asas sobre o universo inteiro. Buscar paz em outra pessoa ou dela exigir, é escapismo, é fugir da meta, é adiar a própria experiência da paz. Esperar justiça, misericórdia ou gratidão dos outros, é um equívoco. Essa é uma tarefa pessoal, intransferível. Cabe-nos encontrar tudo isso e mais no reino de Deus, que se acha no centro de nosso ser.

Quando Jesus ensinava o povo, às margens do mar da Galiléia, nas montanhas ou na aridez do deserto (onde dois ou três pudessem reunir-se), sempre apontava o indivíduo e lhe atribuía a responsabilidade: "TU deves perdoar setenta vezes sete: TU deves orar pelos que te perseguem: TU deves procurar em primeiro lugar o reino de Deus, que está dentro de ti". Ele sempre se dirigia a quem desejava ouvi-lo. Nada disse a Herodes e apenas se limitou a responder a caifás e a Pilatos e nem lhes exigiu a paz, porque se a tivessem dentro deles, teriam, com ela, envolvido a humanidade.

Quando começamos a assumir a responsabilidade pessoal de manter a saúde e a harmonia, descobrimos que a realização interna que encontramos, nos momentos de meditação, transborda de nós e abençoa a nossa família. Posteriormente, quando assumimos o dever de ajudar nossos amigos, parentes e os semelhantes, em geral, que nos pedem ajuda, já não lhes exigimos nada e nem dizemos que sejam saudáveis, úteis, justos ou misericordiosos. Apenas nos retiramos ao lugar secreto, dentro de nós, e comungamos com o Filho de Deus, até ficarmos plenificados de paz. Ao realizar essa paz, desbordamo-la àqueles que nos solicitaram ajuda. Não é que transferimos essa paz por alguma espécie de magia, de sugestão, "abracadabra" mental ou hipnotismo. Não. Simplesmente procuramos o reino de Deus em nós e lá encontramos a paz, o sentido de unidade, a comunhão espiritual em Cristo. Como corolário, essa influência emana de nós e vem a ser uma lei de vida, de paz e amor, para todos os que nos pediram ajuda.

Uma das mais recentes revelações que recebi foi esta: não me é necessário orar em favor de alguém ou ter a intenção de tratar espiritualmente alguém. Só é necessário encontrar minha própria paz interna, e quando a realizo em mim, como conscientização da harmonia e plenitude da bênção, imediatamente afeto as pessoas que se ligaram a mim, em busca de auxílio. É uma sintonia de consciência, como a da mulher hemorrágica, dos evangelhos, que tocou a orla do manto de Jesus (afinou-se à consciência crística em Jesus) e, no mesmo instante em que a paz do Mestre a envolveu, foi curada!

A dignidade e sacralidade do indivíduo 

O significado acerca do Cristo nos escapará, se não compreendermos que o Cristo sanador jamais foi crucificado, ou encerrado num túmulo. O Cristo sanador é o "Príncipe da Paz", que mora em nosso íntimo: o Filho de Deus que foi entronizado em nós qual uma semente, desde o princípio. Através de nossas meditações, da contemplação e comunhão interna com essa divina Centelha, fazemos ressurgir esse Filho de Deus, em nós. Esta comunhão faz manifestar tudo aquilo que o Filho de Deus é em nosso universo.

É um milagre da graça que, "onde dois ou mais estejam reunidos, em nome dEle, ali Se manifeste o reino de Deus, neles e entre eles". É um milagre da graça que, um com Deus, seja a maioria. Cada vida singular é um milagre da graça de Deus; cada indivíduo é um descendente do Altíssimo.

O homem ocidental deve aprender a apreciar a dignidade do homem individual, para merecer a força moral plena, que trará eventualmente a paz à terra. Não é pelo poderio militar que se implanta a paz. Ela será estabelecida pela capacidade moral das nações que tenham vislumbrado o significado e valor real de um indivíduo, e a razão desse valor. Não é por sua condição humana que um indivíduo é valioso. O grande valor de um indivíduo é ser ele, potencialmente, o Cristo, o Príncipe da Paz. Por isso ele é tão importante para Deus, tal como os maiores profetas, santos e salvadores são.

Se apenas dez homens justos pudessem tomar consciência da dignidade e sacralidade do ser individual, agiriam com tal força moral que poderiam alterar para melhor a natureza de toda uma cidade ou estado, os negócios de uma nação, e talvez, ajudar nos relacionamentos internacionais. Deve haver elevação do ideal crístico, a respeito da natureza individual do ser; deve haver o reconhecimento de nós mesmos como descendentes de Deus; deve haver a convicção de que nossa vida não é nossa, senão a Vida de Deus individualmente expressa através de nós, como você e como eu: a Mente de Deus individualmente manifestada como a sua mente e a minha. Se fôssemos simplesmente essa forma que vemos no espelho refletida, qual seria a razão de nossa existência na Terra? Se observamos o modo de proceder de certas pessoas, meramente como seres humanos, perguntaríamos porque elas são toleradas neste mundo. Só quando começarmos a compreender a natureza dAquele que está latente em cada indivíduo, à espera de ser conscientizado e soerguido, para nossa redenção e missão, como Filhos de Deus na Terra -- só então entenderemos que viemos a este mundo para demonstrar toda a glória de Deus. Este é o verdadeiro Natal, isto é, o Cristo corporificado, o Verbo feito carne.

"Pois eu desci dos céus, não para fazer a minha própria vontade, mas a vontade dAquele que me enviou". Esclarece o Mestre que, em virtude da natureza universal de Deus, é tarefa, minha e sua, viver de tal modo que a vontade de Deus se faça em e através de nós -- e não a vontade pessoal, minha e sua. Nossas vidas devem ser consagradas a Deus, em obediência a esse princípio.

Qualquer indivíduo que seja capaz de não se identificar com suas solicitações humanas e tome consciência de que "estou aqui para que a vontade de Deus Se cumpra, para dar saída ao 'Fulgor aprisionado' em mim; estou aqui para ser um canal consciente, amoroso e desinteressado ao Cristo interno, em benefício de todos os que ainda se encontram em escuridão", em tal indivíduo o Cristo vive e age.

Napoleão disse que todo soldado leva na mochila um bastão de marechal, uma outra forma de reconhecer as imensas e imprevisíveis possibilidades de cada indivíduo. É uma expressão paralela ao ensinamento cristão, segundo o qual, todo indivíduo, mercê da divina Semente nele plantada, pode exprimir a autoridade e dignidade de um Ser espiritual autêntico.

A humanidade teve a fortuna de contar com grandes instrutores, que alcançaram a realização do Espírito interno e a visão de Sua vontade: Moisés, Elias, Eliseu, Jesus, João, Paulo, Buda. Todos esses homens ensinaram essencialmente a mesma coisa. Mas foram simples cicerones, revelando o que haviam alcançado e o que o homem pode alcançar. Foram suficientemente humildes para reconhecer que se eles não se fossem, o Consolador não nos poderia vir, pelo emergir da Consciência espiritual interna. Percebamos, também, que a revelação dos Mestres espirituais, em todos os tempos, foi a de um princípio universal, que devemos internamente demonstrar como revelação crística. Caso contrário, como poderia o reino de Deus implantar-Se na Terra, se não fosse plantado e desabrochado em cristicidade, em cada indivíduo?

A não ser por esse potencial divino que reclama expansão, poderiam os povos deste mundo melhorar? Poderiam as pessoas más transformar-se em boas pessoas? As ignorantes em sábias? Haveria algum poder para tirar a raça humana do que sempre foi: de um estado selvagem, brutal, de servidão e carência, de ignorância em massa? Poderia o mundo transformar-se, a não ser pela vontade divina que vagamente apreendemos como vontade nossa, de buscar a realização do Natal, a natureza da verdade? Isto se deve à Semente de Deus, plantada na consciência humana, em mim e em você, e que deve germinar e frutificar, definindo nossa identidade individual.

Haveria outro meio de se fazer isso? A educação é, naturalmente, uma valiosa ajuda para a sociedade civilizada, mas, o mero treinamento acadêmico, o simples cultivo intelectual, não podem fundamentar uma consciência moral e integral. Só a realização de nossa natureza espiritual pode fazê-lo. Só o florescimento da natureza crística pode nos elevar acima das limitações humanas, formando uma sociedade de pessoas inspiradas, com elevado sentido moral e espiritual. Dizer às pessoas que devem ser boas, que deve haver paz na terra, que deve haver retidão nas relações humanas, não basta. Nem os sermões o conseguem. A paz na Terra será realizada apenas por um meio: encontrando-a em nosso próprio íntimo e abrindo caminho para que ela desborde à nossa experiência, abençoando e fazendo de nós mesmos uma bênção. De fato, ao encontrar e experimentar a paz de Deus, atrairemos pequenos grupos afins que acharão, por sua vez, essa paz. Desse modo, ela se irá espalhando, "ad infinitum".

Libertando o "fulgor aprisionado"

A paz está encerrada em você e em mim. É preciso libertar o "Príncipe da Paz" de nosso íntimo e deixá-Lo sintonizar-se como todos aqueles que, neste momento, se acham maduros e receptivos para a "experiência do despertar". Repitamos: não se consegue isto pela tentativa de moralização das pessoas ou de pedir aos outros que sejam melhores do que têm sido. Nada disso. Isto é feito individualmente, pelo mergulho em si e libertação do Príncipe da Paz, que está encerrado dentro de nós. Isto é feito ao comungarmos com o Espírito interno, ao conscientizá-Lo em nós. Desse modo vamos formando uma abertura pela qual Ele emerge e Se liberta, caminhando diante de nós para realizar nossas obras, segundo a perfeita vontade do Pai. Notem bem: não nos cabe ir ao encontro do mundo para salvá-lo, senão ir ao encontro de nós mesmos, de nossa real identidade, para nos fundirmos em nova consciência e deixarmos que Ela se expanda de nós, em realização e ajuda.

Não há mérito espiritual em milhares de palavras que possamos enunciar; não há valor moral ou espiritual nas centenas de lições que possamos dar. A graça de Deus não pode alcançar as consciências humanas pela moralização. Só a consciência pode atingir a consciência. Retiremo-nos, em nossos lares, em nossos templos, em vales e colinas, para encontrar a paz escondida em nosso interior. Convertamo-nos em faróis através dos quais a graça de Deus possa ser irradiada. Então essa Presença invisível poderá preceder-nos no caminho, aplainando o solo e preparando mansões para nós. Os períodos de silêncio e de conscientização da Presença constituem o que de mais precioso podemos oferecer ao mundo.

Cada vez que vemos uma pessoa e realizamos que esta graça divina está dentro dela, somos-lhe uma bênção silenciosa. Assim, entoamos, sem vozes nem escrito, a paz ao mundo. Olhemos um indivíduo e tomemos consciência de que a graça de Deus está nele também; que ele é um Filho de Deus. Esta é, simplesmente, a prática de libertar o "Fulgor aprisionado": o reconhecimento do Cristo, no íntimo de nossos amigos; além da mera aparência de um ser humano, andando sobre a Terra. É ver e regar, com esta verdade, a semente divina plantada em seu íntimo.

Esta semente continua enterrada dentro de nós e permanecerá como simples semente ou possibilidade, enquanto não a nutrirmos com o alimento espiritual adequado: o reconhecimento constante, repetido, de nossa identidade espiritual.

Dentro do ser individual está o Filho de Deus, este Eu, que ele é; dentro dele está a divina Presença e o divino Poder -- a Graça de Deus. O EU, dentro dele, é o alimento, o brilho do Sol e a chuva fecundante, para esta semente.

Depois esta semente começa a brotar. A natureza de nossos amigos, parentes, sócios, companheiros de trabalho, começa a mudar aos nossos próprios olhos, sem que eles mesmos saibam o porquê. É possível que algo se desenvolva neles e encetem uma busca de Deus, de verdade, até que uma mensagem ou um mensageiro lhes revele que não há necessidade de buscar longe, porque o que estão buscando está dentro deles mesmos e o desejo que sentem é o próprio apelo do "Fulgor Aprisionado" para despertar e libertar-se. O que buscam é a divina Realidade neles: o Filho de Deus, o Santo Graal dentro de susas próprias consciências.

Toda sacralidade do Filho de Deus está estabelecida no centro de nosso ser -- a eternidade, a imortalidade, a natureza infinita da seidade de Deus -- porque somos UM com o Pai, e tudo que o Pai tem, já é nosso: a Sua sabedoria,a Sua Mente, a Sua Graça, a Sua Presença, a Sua Substância, o Seu Ser. O próprio alento de nossa vida, pois somos UM e, nesta unidade, encontramos a plenitude e nossa união com toda a humanidade. Somente na unidade com Deus é que nos sintonizamos com a Luz individual em cada ser e nos identificamos com tudo que haja percorrido o globo no passado, no presente e no futuro.

O Natal revela-nos que Deus plantou o Seu Filho em nós!

"Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; e o principado está sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso, Conselheiro, Deus forte, Pai da eternidade, Príncipe da paz. Do incremento deste principado e da paz, não haverá fim." (Isaías 9: 6-7 )
Joel S. Goldsmith

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

SUPERANDO OS SENTIMENTOS DE                                        REJEIÇÃO

SUPERANDO OS SENTIMENTOS DE REJEIÇÃO
Mensagem de Julie Redstone
Outubro de 2010

Mover-se além dos sentimentos de rejeição envolve deixar ir a dependência em relação a outros para definir a identidade. Embora isto seja simples de dizer, é muitas vezes difícil de fazer, desde que o ego teve muito tempo para responder de um modo emocionalmente reativo às ações ou não ações dos outros, sem saber que outro modo era possível. Este ego esteve com os seres humanos por muito tempo, e assim qualquer violação dos seus hábitos envolve determinação, auxiliada intensamente por uma experiência autêntica de que há outro modo de viver. Se a experiência autêntica do “outro modo” for bem profunda, o esforço para superar as premissas do ego pode ser ganho em um instante.

O caminho da independência é o caminho do crescimento interior – a compreensão da integridade do ser. Cada ser é capaz de experienciar esta integridade que não depende de circunstâncias externas, mas de uma percepção interior da verdade. Independência é um termo relativo, desde que somos também seres comuns que compartilham a energia e as conexões profundas da alma uns com os outros. Mas as conexões da alma e ser dependente são duas coisas muito diferentes. A dependência é um vínculo emocional que tem a ver com influências cármicas que moldam a identidade. A conexão da alma é um vínculo positivo, criado a partir do amor e da alegria, onde dois ou mais seres sentem a sua afinidade interna e a identidade do propósito da alma.

O modo de superar a vulnerabilidade à rejeição é a maneira de dirigir para o Divino todas as necessidades, e não apenas ao Divino exterior, mas ao Divino interior.

Acredite que a sua integridade já existe dentro de você e ela será um ponto de partida para se estabilizar em relação às respostas do mundo, sejam positivas ou negativas. Esta estabilização é uma parte essencial do crescimento espiritual, e é muito facilitada por uma conexão regular com o próprio eu superior.

Amados, a vulnerabilidade à mágoa está dentro do seu próprio poder de mudar, limitar, dissolver na luz da verdade maior. Isto não significa que não haja alguma tristeza residual quando os propósitos do amor são afastados pelos outros, mas que esta tristeza será uma tristeza Divina baseada na compaixão, não aquela que se reflita no eu pessoal.

WORLD BLESSINGS (Mantendo a Luz para uma Terra sagrada)

http://www.worldblessings.net

Tradução: Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br

INVOCAÇÃO PARA LIBERAR 

            O EGO HUMANO


Através da Consciência Unificada de cada homem, mulher e criança na Terra, eu invoco a Chama Violeta da Perfeição Infinita de Deus, e as Qualidades Divinas da Liberdade, da Justiça Divina, da Autonomia e da Vitória. Estas poderosas dádivas do Coração de nosso Deus Pai/Mãe ajudarão na ruptura dos egos humanos manipuladores da Humanidade, baseados no medo, enquanto abrimos o caminho para a expansão da Presença EU SOU na Chama do Coração de cada pessoa.

Eu inspiro agora profundamente e esvazio a minha mente de todos os pensamentos do dia. EU SOU relaxado e tranqüilo, enquanto me interiorizo na Divindade do meu Coração. EU SOU Uno com toda a Vida, e enquanto EU SOU elevado, TODA a Vida é elevada comigo.

Eu passei por difíceis desafios em minhas várias jornadas Terrestres, para a glória de um Novo Dia cheio do pleno momentum do Céu na Terra.
A Vitória é minha! A Vitória é minha!

O equilíbrio perfeito de nosso Deus Pai/Mãe retornou à Terra, e a Presença EU SOU de cada pessoa está de prontidão, aguardando a oportunidade de assumir o pleno domínio de nossos pensamentos, palavras, ações e sentimentos.

Com este conhecimento interior, eu compreendo que é da responsabilidade da Humanidade, se tornar a manifestação plena de nossa Presença EU SOU, enquanto ainda estamos encarnados na Terra. Isto significa literalmente, liberar os nossos egos humanos menos elevados para a Luz, e integrarmos a nossa Presença EU SOU em nossos corpos: físico, etérico, mental e emocional.

Diariamente e a cada hora, a Luz de Deus está aumentando na Terra. Isto está acelerando a integração da Presença EU SOU de cada pessoa a um nível atômico, celular. Enquanto isto ocorre, cada elétron, cada átomo, cada partícula subatômica e cada vibração dos Corpos Terrestres da Humanidade, e todos os espaços entre os átomos e moléculas de nosso corpo, estão sendo preenchidos com a Luz de Deus. Esta é uma dádiva extraordinária, uma oportunidade sagrada, e está sendo presenteada a cada homem, mulher e criança na Terra, aqui e agora.

Eu contemplo esta Verdade e enquanto este conhecimento sagrado ressoa dentro de mim, eu experiencio a Chama da Divindade em meu coração, enquanto ela se expande mais e mais. O Equilíbrio Divino do Amor, da Sabedoria e do Poder que vibram através desta Chama Trina em meu coração, estão envolvendo agora os meus quatro corpos Terrestres.

Dentro da Chama do meu Coração, a minha Presença EU SOU comanda amorosamente o meu ego humano menos elevado para liberar os meus corpos: físico, etérico, mental e emocional…
Ego humano menos elevado, EU SOU a Presença EU SOU do seu Ser. Eu o amo, e EU SOU grato pela oportunidade que você me proporcionou para o crescimento e a aprendizagem neste plano físico, mas agora é o momento para que você libere estes Corpos Terrestres e se mova para a Luz.
Ego humano menos elevado, com o Poder Divino e o Amor que EU SOU, eu o dirijo agora para a Luz.
Ego Humano…
Libere o meu CORPO FÍSICO, e retorne à Luz (repita três vezes).
Libere o meu CORPO ETÉRICO, e retorne à Luz. (repita três vezes)
Libere o meu CORPO MENTAL, e retorne à Luz. (repita três vezes).
Libere o meu CORPO EMOCIONAL, e retorne à Luz (repita três vezes).
Minha Presença EU SOU entra agora na plena autoridade dos meus quatro Corpos Terrestres e me eleva na energia, vibração e na consciência para as freqüências da Quinta Dimensão da Perfeição Infinita de Deus. Aqui eu vivo, me movimento e respiro na minha Presença EU SOU, e eu percebo claramente que EU SOU Uno com TODA a Vida.

Eu agora sei que ainda que os meus pés estejam plantados firmemente na Terra, simultaneamente, EU SOU Uno com todos os Reinos Ascensionados da Luz. EU SOU liberando a Luz de Deus em cada interação física e química dentro dos meus Corpos Terrestres, curando e restaurando todos os laços de energia entre os átomos e dentro dos átomos, para a saúde vibrante e a perfeição infinita.
Contido dentro desta Luz Divina, está tudo o que é necessário para curar os meus Corpos Terrestres e todo o reino físico deste precioso planeta. Esta Luz contém tudo o que é necessário para corrigir a órbita, o giro e a carga eletrônica de cada célula, átomo e elétron de Vida na Terra.

Agora dentro da minha Presença EU SOU, EU SOU as Qualidades Divinas da Liberdade, da Justiça Divina, da Autonomia e da Vitória, libertando a Humanidade, e todos os laços de energia dentro da Humanidade, incluindo os relacionamentos e as interações de todas as pessoas, todas as raças, todas as religiões, todas as organizações e todas as nações. EU SOU liberando estas interações na harmonia de uma Ordem Superior do Ser, expandindo assim a influência da Presença EU SOU da Humanidade na Terra. Eu conheço esta Realidade Mais Elevada dentro do meu coração e mente, e EU SOU um oceano calmo destas Qualidades Divinas fluindo na Terra.

Através da minha Presença EU SOU, EU SOU um Templo vivo, cheio de Luz da invencível Saúde Perfeita, da Eterna Juventude, da Vitalidade, da Alegria e da Abundância Infinita de Deus. E…
EU SOU Grato, EU SOU Grato, EU SOU Eternamente Grato ao meu amado Deus Pai/Mãe – Tudo O Que É – EU SOU. E assim é.
EU QUERO, EU POSSO, EU ME TRANSFORMO
por Luiz Antonio Gasparetto

Esqueça quem você foi ontem e, a partir de agora, seja alguém bem melhor. Basta querer

Hoje quero reforçar o tema que abordei na semana passada por meio de uma meditação. Convide um(a) amigo(a) para fazer o seguinte exercício junto com você. Primeiro, ele(a) lê em voz alta o texto a seguir enquanto você, de olhos fechados, sente o poder das palavras. Depois, vocês invertem os papéis.

"Eu estou consciente e tenho o poder de pensar como eu quero. Tenho o direito de pensar no que eu quero para o meu próprio bem. Eu tenho e posso impor ao meu mundo interior tudo aquilo que eu quiser. E quero me sintonizar com o melhor. Esqueço, a partir de agora, a pessoa que eu fui, sobretudo meus vícios de pensamentos. Penso apenas na paz. Penso nela, permitindo que seu perfume toque minha aura e atinja todas as áreas da minha vida, todos os cantos do meu corpo. Penso na paz com uma mensagem de ordem e equilíbrio perfeito.

Deixo fluir na minha cabeça a consciência do 'eu posso'. Eu posso estar na paz. Impor essa paz é praticar o meu poder pessoal com responsabilidade divina, obtida por herança natural. O melhor para mim é um grande sorriso no peito. É a felicidade barata e fácil a que tenho direito. É tão simples pensar que o melhor está em mim! A beleza está em mim. A suavidade está em mim. A ternura, o calor, a lucidez e o esplendor das mais belas formas do universo estão em mim. Aí eu me abro inteiro(a), viro do avesso e sinto que não há fronteiras nem barreiras para mim. Sinto que o limite é apenas uma impressão. Sinto que cada condição foi apenas a insistência de uma posição. Sinto que sou livre para deixar trocar qualquer posição por outra melhor. Sou livre para descartar qualquer pensamento ruim, qualquer sentimento ou hábito negativo, qualquer paixão dolorosa. Porque eu sou espírito. Sou luz da vida em forma de pessoa.

Ah, universo, eu estou aberto(a) para o melhor para mim. Eu sei que muitas vezes sou levado(a) por uma série de pensamentos ruins. Mas é porque eu não conhecia a força da perfeição. Eu não conhecia a lei do melhor. Agora eu me entrego, me comprometo comigo, com o universo e contigo. Vou manter a minha mente aberta. Esse momento me desperta, me traz a inspiração ao longo do dia onde se efetiva a luz que irradia para quem insiste no próprio aperfeiçoamento.

Não quero pensar nas minhas fraquezas. Quero olhar bem fundo nos meus olhos e ver como eu sou bonito(a), como fiz e faço coisas maravilhosas e como o meu peito está cheio de vontade. Eu assumo a responsabilidade sobre essas vontades e me projeto com força nessa identidade de saber que eu posso, sim, fazer o melhor. Despertar o meu espírito é viver nele. É ter a satisfação de ser eu mesmo(a). É poder ser original, único(a), pequeno(a) e grande ao mesmo tempo. Sei agora que o melhor está a meu favor. Meu sucesso, aliás, é o sucesso de Deus que se manifesta em mim como pessoa em transformação. Eu sinto como se tivesse sentado nessa cadeira da solidez universal porque eu estou no meu melhor. Porque sou o sucesso da eternidade, porque estou há milhares de anos seguindo e não fui destruído(a). Porque o universo garante.

Grito dentro de mim mesmo(a): de todas as coisas da vida, o melhor ainda sou eu.

O melhor sou eu!"


Luiz Antonio Gasparetto, escritor e autor de 26 livros sobre desenvolvimento emocional
Vinte Atitudes para Simplificar Sua Vida
Vamos ser francos: a vida tornou-se muito complicada. Entre grande parte do nosso tempo passada no trabalho, pagando impostos, assegurando-nos de que tudo está em ordem em casa, consertando nosso carro, certificando-nos de que nossos filhos estão bem, trabalhando para garantir-lhes o futuro e lidando com a sempre crescente demanda da tecnologia, nos sentimos, às vezes, com  vontade de gritar: “Chega! Me deixem em paz!”

Porém, a vida não se descomplica sozinha, nós é que temos que fazer isso. E assim, com o objetivo de ter uma vida mais simples sem precisar mudar-se para um fim-de-mundo e dedicar-se a ordenhar vacas, aqui vão nossas sugestões:

1. Levante-se 20 minutos mais cedoSe você acha que as suas manhãs são muito corridas, experimente ir dormir um pouco mais cedo e levantar-se 20-30 minutos antes da hora usual. Você ficará surpreso ao ver como esse pequeno acréscimo de tempo pode melhorar o início do seu dia.
2. Chegue 10 minutos adiantado para reuniões: É estressante atrasar-se quando você quer ser pontual nos seus compromissos. Procure chegar um pouquinho adiantado. Isso lhe dará tempo de ajeitar sua aparência, tomar água e sentir-se mais relaxado.Você também terá tempo de organizar suas ideias e refletir sobre o que vai dizer.

3. Faça uma coisa de cada vez: Não se impressione com gente que diz que pode fazer tudo ao mesmo tempo. Todo o mundo tem dificuldade para concentrar-se em diversas tarefas simultaneamente, ou mesmo prestar atenção a uma coisa enquanto pensa em outra.. Experimente colocar focar-se no assunto mais urgente. Finalize-o e siga adiante para o próximo. Você ficará surpreso com sua eficiência e capacidade de resolver problemas  quando dedica-se a uma coisa de cada vez.

4. Faça algumas perguntas a si mesmo: Dê uma pausa no que está fazendo de tempos em tempos e pergunte-se: “Será que eu estou fazendo tudo de forma mais complicada?” e “Como eu posso simplificar essa tarefa?” às vezes nós não nos damos conta de soluções simples porque não paramos para refletir a respeito.

5. Pergunte a si mesmo: "Isso vai ser importante dentro de 5 anos?" Na maior parte do tempo, isso não importará mais em 5 meses e nem em 5 semanas. Se você se vê enfrentando uma tempestade, certifique-se de que não está num copo d’água

6. Tome nota de tudo: Não existe memória que não falhe de vez em quando. Os poucos minutos que você gasta tomando notas compensarão mais adiante, pois você não precisará se preocupar em lembrar o que você tem guardado em suas anotações. Isso libera a sua memória e contribui para diminuir seu estresse.
 
7. Recorde-se de que existem coisas mais importantes do que nós: Nós não sabemos de tudo, nem estamos sempre corretos. Nem somos o centro do mundo. Sempre haverá causas maiores e mais importantes do que nossos problemas pessoais.

8. Desfrute das coisas simples: Às vezes, precisamos parar, fechar bem os olhos, abri-los novamente e verdadeiramente SENTIR o momento em que estamos vivendo, como se apresenta, os seus sons, os seus cheiros, os seus gostos, e como nos vemos em tudo isso. Essa atitude chama-se “viver o momento presente”, e usufruir das coisas que, de tão básicas, não têm mais a nossa atenção.

9. Beba um copo d’água: Água é a essência da vida, e, às vezes, é bem melhor para nós bebermos um copo d’água do que consumirmos comida processada ou bebidas alcoólicas, que apenas aumentarão nosso estado de ansiedade.
10. Gentileza gera gentileza: Seja gentil com os outros. Um dia, você poderá estar velho, doente e necessitando de gentileza. Saber que você é gentil com os outros e sempre procura ajudar, reduz a carga de ansiedade e o receio quando ao seu futuro.

11. Simplifique sua vida simplificando sua casa: Dizem que uma casa bagunçada é o reflexo de uma cabeça confusa. Experimente encontrar um lugar para cada coisa em sua casa, e a mantenha limpa e arrumada. Parece não ter nada a ver, mas uma casa limpa nos faz sentir bem conosco mesmos e ajuda a concentrar no que é importante.

12. Pare um pouco para admirar as rosas: Em vez de correr de uma tarefa para outra, experimente demorar-se um pouco mais com certas atividades, relacionamentos, trabalhos e projetos pessoais. Esse tempo extra lhe dará uma certa confiança e ajudará  a descobrir coisas que você não vê enquanto está super ocupado.

13. Passe alguns momentos com pessoas simples: Passar algum tempo com pessoas que têm uma vida mais simples ajudará você a simplificar a sua. O ritmo lento e a calma delas contaminará a sua vida, e você aprenderá alguns dos seus truques para simplificar as coisas.

14. Peça conselhos a quem já passou por isso: Quando você encontrar um problema, lembre-se de que a maioria deles não é coisa nova. Eles já desafiaram outras pessoas antes de você. Procure pessoas com experiência e solicite seus conselhos.

15. Esqueça a perfeição: Não tente fazer tudo de maneira perfeita, você provavelmente não conseguirá. Abandone a ilusão da perfeição e concentre-se no que você possui de bom e de verdadeiro.

16. Faça pausas para toma ar várias vezes ao dia: Tal como um fumante, dê pausas nas suas atividades e vá respirar um pouco de ar fresco. Você se surpreenderá como aqueles pensamentos provocadores de ansiedade se dissipam enquanto você tira um minuto para desconectar-se do que o deixa aflito e reconecta-se com o mundo ao seu redor.

17. Reserve 30 minutos no fim de semana para planejar a sua semana: Finais de semana são ótimos para relaxer e tirar um tempinho para planejar o que você irá fazer na próxima semana. Faça uma lista, isso ajudará a ficar mais calmo ao lidar com os desafios que vêm com a nova semana.

18. Faça mais perguntas às pessoas ao seu redor: Às vezes, as situações que nos deixam ansiosos poderiam ser resolvidas com uma simples pergunta. Não tenha medo de receber respostas que você não quer ouvir – no fim das contas, sempre será  bom saber.
19.  Tire um tempo para ser preguiçoso: Se você puder simplificar um pouco a sua vida, verá que irá sobrar um tempo livre. Use-o para relaxar, você merece um pouco de “dolce far niente”.

20. Lembre-se: a vida é mais curta do que você pensa. Você poderá mudar seu  modo de pensar algumas vezes. Enquanto amadurece, você poderá querer diferentes coisas, amar dferentes pessoas. Aceite este fato e você verá e como os motivos de suas incomodações irão diminuir. Vá em frente.

Ato de Espelhar é diferente de imitar- Segundo Mãe Cristina Tormente.

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