Ex seminarista, com estudos, cursos diversos na amada UMBANDA incluindo o de teologia, praticante desde 1978; vi a necessidade de poder repassar o que aprendo todos dias, quer sejam textos, cursos, vídeos, e-books, aos que possam desejar, sem compromisso algum com quem quer que seja a não ser a DIVULGAÇÃO DE NOSSA AMADA UMBANDA.
Se desejarem contato: acevangel@gmail.com
A ação do bem provoca, inevitavelmente, uma reação de violência naqueles que se comprazem no clima da viciação.
O esforço desprendido em favor da mudança emocional e psicológica das criaturas desperta um sentimento de revolta em muitos que se demoram nas licenças perniciosas.
Porque há tentativas em prol de um mundo menos infeliz, surgem movimentos que pretendem manter o estado vigente.
Há mentes que conspiram contra a tua dedicação e fidelidade ao ideal do bem.
Não te causem estranheza as dificuldades que se apresentam ante as tuas disposições de serviço edificante.
São inspiradas e promovidas pelos adversários ocultos, que se atribuem o direito de malsinar e perseguir.
Eles crivam a alma dos que lhe caem em desagrado com as farpas do ódio, gerando, em sua volta, cizânia, mal-estar e antipatia.
Promovem inveja de curso perigoso e estabelecem mal-entendidos de efeitos desagradáveis.
Excitam uns e adormecem outros, enquanto expõem o bom e o belo.
Recorrem a expedientes desonestos, desde que te desanimem o esforço.
Atrevem-se à agressão e armam os insensatos que convivem na mesma faixa vibratória, desejando paralisar-te o trabalho.
São os Espíritos imperfeitos, os impiedosos, que se alimentam dos pensamentos mais sórdidos, vivendo uma psicosfera densa, onde estabelecem o seu campo de ação e aí se movimentam, que se fazem adversários gratuitos.
Respeita-os, sem os recear.
Não sintonizes com os seus ardis, nem reajas pela revolta ou mágoa, a fim de que não sincronizes psiquicamente com eles ou os que se lhes fazem dóceis instrumentos.
O bem dá-te uma couraça de resistência e defesa.
Jesus, por todos os títulos, o Amigo Excelente, foi por eles visitado e, na ignorância em que se debatiam, não tergiversaram em intentar dificultar-Lhe o superior ministério. Como nada podiam conseguir diretamente, não desistiram: insuflaram invejas, ódios, perseguições e desequilíbrios contra o Senhor, que os venceu com o amor transcendente e sublime de que era dotado.
Atlântida ou Atlântis era um poderoso reino imaginado pelo filósofo grego Platão (428-347 a.C.), que em dois dos seus diálogos (Timeu e Crítias, escritos por volta de 360 a.C.), o situou em uma imensa ilha com o mesmo nome, no meio do Oceano Atlântico, que teria afundado nove mil anos antes da época de Sólon, seu antepassado.
Mais tarde, o mito filosófico que cita a Atlântida foi levado ao pé da letra e serviu como cenário de inúmeras elucubrações sobre a pré-história da humanidade, doutrinas esotéricas e supostas visões ocultistas, gerando uma vasta mitologia à sua volta.
Platão escreveu que Sólon, em uma viagem ao Egito, teria ouvido de um sacerdote de Sais, no delta do Nilo (então capital do Egito), a história de Atlântida e de como fora derrotada pela Atenas de seu tempo. Sólon teria contado essa história a Drópides (tradicionalmente considerado seu irmão, embora Platão não mencione esse parentesco) que, por sua vez, a contou ao filho Crítias (segundo com esse nome na família). Este a teria contado ao neto do mesmo nome (Crítias III), e este a seu próprio neto (Crítias IV), tio em segundo grau de Platão. O filósofo conta nos diálogos Timeu eCrítias como teria ouvido essa história do tio - morto décadas antes, ao tentar restaurar a oligarquia dos "Trinta Tiranos", da qual participou.
Entretanto, o contexto dessa narrativa na obra filosófica de Platão indica claramente que se trata de mais um de seus muitos mitos filosóficos, uma metáfora para expressar um conceito, neste caso ético e político.
Os fatos narrados teriam acontecido nove mil anos antes da viagem de Sólon, durante o reinado do faraó Amásis - uma referência um tanto inconsistente, pois Sólon provavelmente teria feito essa viagem entre 593 e 583 a.C., enquanto Amásis reinou de 570 a.C. a 526 a.C.
Platão descreve Atlântida como uma superpotência agressiva e conquistadora nadando em luxo - uma versão muito ampliada e exagerada do imperialismo ateniense anterior à guerra do Peloponeso - que, apesar disso é derrotada ao tentar expandir demais seus domínios, como se deu com Atenas ao tentar conquistar a Sicília. E quem a derrota é uma Atenas mítica de há milhares de anos, uma cidade pequena, sóbria e bem disciplinada, à imagem e semelhança da polis ideal que ele descreveu emA República (que, em vários aspectos, parece uma versão aperfeiçoada da Esparta que derrotou a Atenas real). O mito de Atlântida contrapõe um ideal de Atenas contra outro, saindo vitorioso o ideal platônico.
A narrativa de Platão foi escrita poucos anos depois de 373 a.C., quando Helike, uma importante cidade-estado do norte do Peloponeso, líder da liga Acaia, de fato afundou da noite para o dia em conseqüência de um terremoto, matando todos os seus habitantes. A notícia, que certamente teve grande impacto em Atenas, provavelmente inspirou Platão e tornou o mito verossímil para seus contemporâneos.
Tudo indica que a concepção do cenário por Platão e a história sobre Sólon foram conscientemente fictícios, mas o filósofo pode ter-se inspirado em lugares e tradições reais, adaptando-as às necessidades de sua ficção filosófica. A descrição da cidade de Atlântida lembra, em muitos aspectos, a topografia real de Cartago, a maior potência naval do Mediterrâneo em sua época. O físico alemão Rainer W. Kühne tem defendido que Platão usou três elementos históricos em seu conto: 1) uma tradição grega sobre a Atenas micênica, em sua descrição da Atenas pré-histórica, 2) os registros egípcios sobre as guerras com os Povos do Mar, para a descrição da guerra dos atlantes; e 3) uma tradição de Siracusa sobre Tartessos para a descrição da cidade e geografia da Atlântida, a mesma tradição que teria inspirado, quatro séculos antes, a descrição da Esquéria na Odisseia de Homero[1].
Gerações depois da morte de Platão, o mito passou a ser tomado ao pé da letra. Ainda na Antiguidade, por volta de 50 a.C., o historiador Diodoro da Sicília incluiu a Atlântida em sua interpretação evemerista dos mitos gregos e egípcios, tomando-a como uma nação real que teria existido no passado - aparentemente não em uma ilha do Atlântico, mas em torno da região do Atlas, na África do Norte.
Na Idade Moderna, quando a Bíblia começou a perder sua autoridade, mas a arqueologia científica e a ciência da pré-história ainda não existiam, o mito da Atlântida atraiu o interesse de pensadores em busca de uma versão alternativa das origens da humanidade e da civilização, alguns deles procurando demonstrar que sua própria pátria havia sido a Atlântida e o berço da cultura. Nesse período, muitos identificavam as Américas recém-descobertas com a Atlântida que, nessa concepção, não teria realmente afundado, mas apenas abalada por uma catástrofe após a qual perdeu o contato com o Velho Mundo.
A partir do início do século XIX, com o desenvolvimento da arqueologia e de métodos históricos mais rigorosos, que não confirmaram qualquer sinal da Atlântida ou de sua lembrança antes de Platão, o mito perdeu rapidamente sua respeitabilidade como hipótese histórica séria. Mas tornou-se cada vez mais importante para o ocultismo e o esoterismo, que prosseguiam na construção de um passado mítico alternativo à tradicional História Sagrada centrada em Canaã - e, em muitos casos, também na tentativa de identificar outro “povo eleito”, em geral o seu próprio, o europeu branco e "ariano".
Atlântida tornou-se, de um lado, origem mítica de supostos conhecimentos secretos e crenças esotéricas e, de outro, parte de uma nova mitologia que procurava justificar a hierarquia das "raças" e o domínio global das nações européias, ou mesmo de uma determinada nação. Ao longo do século XIX e início do século XX a teosofia de Helena Blavatsky e seus seguidores e dissidentes, bem supostos médiuns, clarividentes e portadores ou descobridores de conhecimentos secretos de diferentes escolas, fizeram da Atlântida retratos minuciosos, mas freqüentemente contraditórios, embora na maioria das vezes retivessem a idéia de uma ilha-continente no meio do Atlântico.
A partir dos anos 60, o mapeamento do fundo dos oceanos e a descoberta da deriva continental e da tectônica de placas tornaram geologicamente implausível a idéia de afundamento e soerguimento de continentes que embasava as teses teosóficas. Desde então, diferentes escritores procuraram outras maneiras de justificar a crença na existência real de Atlântida, localizando-a em plataformas continentais inundadas ao fim da Idade do Gelo (como nas vizinhanças da atual Indonésia), nos Andes ou mesmo na Antártida.
Quando abraçamos soltamos amarras. Perdemos por instantes as coisas que nos têm feito perder a calma, a paz, a alma...
Quando abraçamos baixamos defesas e permitimos que o outro se aproxime do nosso coração. Os braços se abrem e os corações se aconchegam de uma forma única.
E nada como o abraço de um filho...
Abraço de Eu amo você. Abraço de Que bom que você está aqui. Abraço de Ajude-me.
Abraço de urso. Abraço de Até breve. Abraço de Que saudade!
Quando abraçamos, a felicidade nos visita por alguns segundos e não temos vontade de soltar.
Quando abraçamos somos mais do que dois, somos família, somos planos, somos sonhos possíveis.
E abraço de filho deveria, sim, ser receitado por médicopois rejuvenesce a alma e o corpo.
Estudos já mostram, com clareza, os benefícios das expressões de carinho para o sistema imunológico, para o tratamento da depressão e outros problemas de saúde.
O abraço deixou de ser apenas uma mera expressão de cordialidade ou convenção para se tornar veículo de paz e símbolo de uma nova era de aproximação.
Se a alta tecnologia - mal aproveitada - nos afastou, é o abraço que irá nos unir novamente.
Precisamos nos abraçar mais. Abraços de família, abraços coletivos, abraços engraçados, abraços grátis.
Caem as carrancas, ficam os sorrisos. Somem os desânimos, fica a vontade de viver.
O abraço apertado nos tira do chão por instantes. Saímos do chão das preocupações, do chão da descrença, do chão do pessimismo.
É possível amar de novo, semear de novo. É possível renascer.
E os abraços nos fazem nascer de novo. Fechamos os olhos e quando voltamos a abri-los podemos ser outros, vivendo outra vida, escolhendo outros caminhos.
Nada melhor do que um abraço para começar o dia. Nada melhor do que um abraço de Boa noite.
E, sim, abraço de filho deveria ser receitado por médico, várias vezes ao dia, em doses homeopáticas.
Mas, se não resistirmos a tal orientação, nada nos impede de algumas doses únicas entre essas primeiras, em situações emergenciais.
Um abraço demorado, regado pelas chuvas dos olhos, de desabafo, de tristeza ou de alívio.
Um abraço sem hora de terminar, sem medo, sem constrangimento.
Medicamento valioso, de efeitos colaterais admiráveis para a alma em crescimento.
***
Mas, se os braços que desejamos abraçar estiverem distantes? Ou não mais presentes aqui? O que fazer?
Aprendamos a abraçar com o pensamento.
O pensamento e a vontade criam outros braços e nossos amores se sentem abraçados por nós da mesma forma.
São forças que ainda conhecemos pouco e que nos surpreenderão quando as tivermos entendido melhor.
Abraços invisíveis a olho nu, mas muito presentes e consoladores para os sentidos do Espírito imortal, que somos todos nós.
Redação do Momento Espírita.
sexta-feira, 2 de março de 2012
"A cada minuto que passa, novas pessoas acessam a Internet, novos computadores se interconectam, novas informações são injetadas na rede. Quanto mais o ciberespaço se estende, mais universal se torna, menos totalizável o mundo informacional se torna."1
"O processo de interconexão geral já tem e terá ainda mais, no futuro, imensas repercussões na vida econômica, política e cultural. Esse evento está efetivamente transformando as condições da vida em sociedade. Trata-se, no entanto, de um universal indeterminado e que tende até a manter sua indeterminação, pois cada novo nó da rede de redes em constante extensão pode tornar-se produtor ou emissor de informações novas, imprevisíveis, e reorganizar por conta própria parte da conectividade global."2
"Por intermédio dos computadores e das redes, as pessoas mais diversas podem entrar em contato, apertar a mão no mundo inteiro." 3
Citei trechos de Pierre Levy para ilustrar nossa nossa ótica dentro da internet. Ela é um poder que temos hoje em mãos e muitos estão conscientes disso e usufruindo de suas conexões objetivando compartilhar informações e criar laços com pessoas e grupos do mundo inteiro. Para nós , que trabalhamos com o que chamamos de "informação de Luz" estar consciente desse poder é fundamental. Dentro de nosso caminhar na senda virtual da informação de luz temos encontrado um rico material e excelentes sites e/ou blogs pessoais que fazemos questão de compartilhar com nossos visitantes. E consideramos importante que nos identifiquemos como trabalhadores da luz e conectados no que denominamos "Internet de Luz" .
Por isso criamos um selo , como um sinal de identificação para quem navega perdido no labirinto da internet. Sim, porque para quem começa sua busca , a internet se assemelha a um labirinto de longos corredores sinuosos e os desvios enganadores por isso, como Dédalo , criamos asas e ajudamos para que os que buscam , encontrem e saibam que acessaram a internet de Luz . Nós começaremos a distribuir o selo como nosso reconhecimento , e aqui , em nosso site , faremos a listagem dos sites que encontramos e se enquadra no conceito "internet de Luz" . Ninguém precisa usar o selo para entrar em nossos links , mas nós oferecemos como nosso sinal de gratidão e reconhecimento pelo trabalho de luz que muitos sites realizam. Em breve publicaremos a primeira listagem. Se você tem um site , informe-nos pelo e-mail : internetdeluz@anjodeluz.com.br .
Informação é luz , ajude a propagar!
Alegria sempre.
Fada San
29-10-08
21-10-09 - Atualizado com o novo selo 1,2,3 -O UNIVERSAL SEM TOTALIDADE, ESSÊNCIA DA CYBERCULTURA de Pierre Levy