Ex seminarista, com estudos, cursos diversos na amada UMBANDA incluindo o de teologia, praticante desde 1978; vi a necessidade de poder repassar o que aprendo todos dias, quer sejam textos, cursos, vídeos, e-books, aos que possam desejar, sem compromisso algum com quem quer que seja a não ser a DIVULGAÇÃO DE NOSSA AMADA UMBANDA. Se desejarem contato: acevangel@gmail.com
segunda-feira, 14 de julho de 2014
AROMATERAPIA COM FLORAIS: Aromatizadores Florais J...
AROMATERAPIA COM FLORAIS: Aromatizadores Florais J...: Prezados irmãos planetários, Os aromatizadores florais do Grupo de Umbanda Triângulo da Fraternidade, são associações de óleos ...
sábado, 12 de julho de 2014
: Falando mal dos outros?!?
Falando mal dos outros?!?: “Toda pessoa não suficientemente realizada em si mesma tem a instintiva tendência de falar mal dos outros. Qual a razão última dessa ...
QAUAL NOSSA FINALIDADE NESSA TERRA?????
A MISSÃO NA TERRA
Posted by Administrador em julho 11, 2014
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Ao reencarnarmos, ainda sob a influência da Bondade e da Magnificência do Mundo Espiritual, seja de onde viermos, estaremos tendo a oportunidade de continuar nossa jornada na evolução.
Quanto mais, quando encarnados, estivermos afinizados com a certeza que há algo mais que a matéria, veremos que o mais simples fato cotidiano estará de acordo com o caminho que temos de trilhar. Por isso, nunca devemos reclamar das dificuldades do caminho, pois embora esquecidos, fomos alertados que as vicissitudes virão.
Muitas vezes deixam de acontecer os fatos que desejamos, mas tenhamos a certeza que nada ocorre por mera coincidência, se ainda não alcançamos aquilo que almejamos, é porque ainda não é a hora, ou aquilo de fato não seria o ideal para nosso enriquecimento pessoal.
Em outras ocasiões, perdemos o momento certo de embarcar em novos caminhos, porque talvez não estivéssemos prontos, e temos de aguardar com paciência mais uma rodada na vida para que tenhamos a oportunidade de vivenciar a plenitude de mais um portal que se abre.
Perante tanta injustiça e arbitrariedades, vemos que frequentemente somos protegidos de um mal maior, e se estivermos atentos, saberemos prever e evitar caminhos que nos façam sofrer.
Há, porém, aqueles que preferem não arriscar e se paralisam, ou se acomodam achando que já obtiveram tudo que a vida tem para oferecer. Mas, até o último suspiro haverá oportunidades para o aprendizado, para ações, e para permitir aflorar mais sentimentos benignos que levaremos conosco para a eternidade, que são nossa única bagagem.
Nunca é tarde para viver, e nunca é tarde para exercer o bem que recebemos a cada dia, desde o primeiro dia da nossa existência, quando temos a oportunidade de inflar nossos pulmões com a atmosfera deste planeta, que é tão repleto de Luz e Vida abundante em toda parte. O que ocorre é que muitas vezes nos esquecemos de ter olhos de olhar e ouvidos de ouvir, deixando de apreciar as pequenas coisas que nos acenam com sua força e beleza, as flores incessantemente se abrindo, o mar incansavelmente nos mostrando as ondas únicas que vão e vem, o rio cercado de areias e pedras por onde passa uma única vez, tudo maravilhosamente se modificando a cada dia, mostrando que é possível a reconstrução diária.
Muitos vivem cada dia como se fosse o último, e realmente talvez seja, para alguns, mas não é motivo para gastar energias desesperadamente e imprudentemente, pois a grande Verdade, é que sim, a matéria um dia se decompõe e vai se tornar outra coisa, mas é importantíssimo lembrar, que se as coisas da Terra tem inicio, meio e fim, tal não ocorre com as coisas do “céu”, onde a palavra “céu” aqui quer dizer a vida do outro lado, que está presente em todos os momentos. Então, não podemos concordar que tudo acaba, mas sim, que devemos semear sem fronteiras , e estas sementes etéreas se transformarão em frutos e árvores frondosas, através dos amigos espirituais, através das obras divinas e estaremos fazendo parte ilimitadamente de algo imorredouro e indestrutível.
Incansavelmente, os avatares do passado e aqueles que estão camuflados sob vestes comuns e que nos cercam no dia a dia, nos mostram que a melhor ferramenta, a melhor arma e o ato mais sublime, é AMAR, aprender esta arte, burilar nossas almas, ultrapassar as intempéries e prosseguir, sem nunca mercadejar com este sentimento máximo, sem nunca arrefecer na busca de seu aperfeiçoamento, valorizando cada momento de paz interior, de silencio íntimo , onde se consegue senti-lo em toda a sua pujança, e representá-lo muitas vezes sem palavras, mas apenas por um olhar, ou um ato pueril, ou às vezes em ato de grande coragem, quando é preciso.
Quando estivermos diante de situações desagradáveis, quando nos depararmos com perseguidores de outras épocas, quando a injúria, a inveja, altercações inúteis nos assediarem, lembremo-nos que tudo faz parte do caminho, e depende de nós nos afastarmos se não for possível harmonizar naquele momento, o que nos poupará de darmos mais voltas e subirmos mais montanhas espinhosas até retornarmos ao nosso rumo verdadeiro.
Somos todos andarilhos nestas paragens terrenas, sempre devemos ter tempo para o outro, pois na imensidão cósmica, há muitos seres invisíveis que se propõem a andar palmo a palmo conosco, nos auxiliando em nossos tropeços, nos protegendo em todas as horas, mesmo sem nos darmos conta, na maioria das vezes. E eles nos ensinam o valor da Verdade transcendental, o verdadeiro AMOR que temos de aprender e exercer sempre.
Alex de Oxóssi
Rio Bonito – RJ
Rio Bonito – RJ
quinta-feira, 10 de julho de 2014
Centro de Iluminação Nosso Lar: Ser Médium
Centro de Iluminação Nosso Lar: Ser Médium: Para sermos um bom médium, primeiro não devemos nos envaidecer dessa faculdade, visto não ser um premio, e sim um meio para trabalhar e...
É para Pensar, ou não e?
ANOMALIAS FETAIS: ABORTAR?
UMA CRIANÇA ANENCÉFALA É UM ESPÍRITO ENCARNADO?Luiz Carlos D. Formiga
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ANENCEFALIA e a bioética...
A VIDA humana Inicia-se na concepção! A interrupção da vida é ética? Rasga-se O juramento De Hipócrates? Matar o embrião? Que valores são esses? (*)
Juli Lima
NEU* em defesa da VIDA!
Anencéfalo tem alma? Que é a alma? Seria válido o aborto diante de anomalias fetais graves e incuráveis? Como detectar a presença do espírito? Há um espírito encarnado?
Schiefler-Fontes, juiz substituto em Santa Catarina, escreveu o Aborto do diagnosticado anencéfalo: o disparate dos pedidos judiciais de alvará ou autorização de aborto. Nele diz que: instruídos com exames médicos atestando anomalia do feto, geralmente especificando malformação congênita intitulada acrania/encefalocele, patologia supostamente incompatível com a vida extrauterina, pedidos de "autorização de aborto de feto anencéfalo" têm sido ajuizados no Judiciário brasileiro, acarretando polêmica atual no Supremo Tribunal Federal. (Schiefler-Fontes, Márcio. Aborto do diagnosticado anencéfalo: o disparate dos pedidos judiciais de alvará ou autorização de aborto. Jus Navigandi, Teresina, ano 11, n. 1465, 6 jul. 2007. Disponível em: http://jus2.uol.com.br/doutrina/texto.asp?id=10093). Desde novembro de 1993, a equipe do Instituto de Medicina Fetal e Genética Humana de São Paulo vinha tratando a questão da interrupção de gestações, nas quais haviam sido diagnosticadas anomalias fetais graves e incuráveis, com uma estratégia muito bem estabelecida. Solicitavam alvarás judiciais para as interrupções com base no laudo dos exames realizados; relatórios de três médicos e laudo psicológico do casal. Pensavam que amealhando sentenças, envolvendo uma razoável quantidade de patologias, elaboradas por juízes de diferentes pontos do país chegariam na reformulação do nosso código penal. Desta forma teriam aliado o judiciário à própria luta, o que era de importância fundamental. Afinal, os juízes podem iniciar sua justificativa afirmando que o pedido de interrupção seletiva da gravidez deve ser deferido, consoante inúmeras decisões proferidas em situações idênticas... A estratégia era oriunda de uma sugestão dada pelo juiz Miguél Kfoury Neto, autor da primeira sentença formulada em Londrina, em 1992, autorizando a interrupção de uma gravidez complicada por anencefalia. Isto aconteceu vários anos depois da primeira discussão no Congresso Brasileiro de Genética, julho de 1976, em Brasília. Nesse tempo evoluímos da fase do diagnóstico pré-natal dos anos 80 para a medicina fetal dos anos 90. Hoje pode-se tratar algumas patologias fetais e não há dúvidas de que se contam com sucessos indiscutíveis. Quando escrevemos sobre os direitos do paciente terminal lembramos que o doente enquanto está morrendo está vivendo. Schiefler-Fontes pergunta se seria justo ou razoável condenar o anencéfalo à pena máxima onde o paradoxo assombra: se há impossibilidade de "vida extrauterina" é porque há "vida intrauterina". Considerando a irreversibilidade da morte, diz que nessas condições, é evidente que a irreversibilidade da medida impõe maior prudência, de modo que até esta altura sobejam razões para o indeferimento dos pedidos judiciais de "autorização de aborto" e que é preciso que se alerte da periculosidade de precedentes que têm surgido nos tribunais em casos de anencefalia, uma vez que incontáveis questionamentos têm emergido com o suposto progresso das ciências, em especial as biológicas. Mas, o que fazer quando são malformações múltiplas ou aberrações cromossômicas graves? Uma criança portadora de malformação merece viver como qualquer ser humano? Se eliminarmos uma criança por causa de sua malformação, poderemos também eliminar os que não têm a cor da pele ou sexo esperado? Foram obtidas sentenças autorizando interrupções de gravidez em fetos portadores de aberração cromossômica incompatível com vida extrauterina prolongada e, em dois casos, constava dos laudos médicos que a mãe absolutamente não corria risco de vida. Pressionados pelas emoções cometemos grandes enganos. Quase concordamos com a reivindicação daquele pai-professor que teve a filha como uma das vítimas do maníaco motoboy. Depois refletimos, a pena de morte não se apoia em nenhum direito e a experiência parece documentar que a sua prática não é capaz de deter a mente resolvida a praticar o mal. O argumento da possibilidade de erro jurídico é suficiente para invalidar toda a retórica dos que lutam à favor da pena de morte. Haverá aberração cerebral grave nesses seres capazes de crimes hediondos? Um médico e professor estudioso do Complexo Cérebro-Mente nos diz que parece muito claro que o cérebro, por si só, não é capaz de justificar toda capacidade da mente humana e o conhecimento científico é muito limitado para alcançar as razões filosóficas da natureza humana e do seu destino. Bem antes do nascimento, as manifestações de vivências agradáveis ou não da mãe já imprimem na mente da criança, que vai nascer, reações que logo após o parto podem ser semiologicamente confirmadas. Nos congressos de Neuropediatria já estão incluídos em sua temática a apresentação de trabalhos sobre o Psiquismo Fetal. Diz o médico Nubor Facure que a confirmação de um Psiquismo Fetal, intimamente ligado ao Psiquismo Materno, implica em mais um motivo para nossa meditação quando falamos em aborto. A criança portadora de malformação, membro pleno da espécie humana, merece também viver no seu tempo programado como qualquer ser humano. Tanto a pena de morte quanto o aborto de crianças portadoras de malformações se tratam de opções intelectuais e morais que não se podem justificar racionalmente até o fim! Será que no futuro também serão eliminados os que não tenham o sexo esperado? Para o nazismo o defeito genético era outro. Surgem hoje muitos questionamentos. A ética avalia o comportamento do ser humano enquanto ser humano, independente de qualquer convicção religiosa ou política? Problemas éticos podem ser resolvidos pela estatística ou será a ética de ordem qualitativa? A base da legislação é a ética? O Estado é o centro legislador para todos os cidadãos? O aborto situa-se no campo ético, que é competência do Estado? Um feto anencéfalo é apenas uma tentativa frustrada e deformada da natureza? Uma realidade biológica irreparavelmente deformada não pode ser considerada pessoa? Se uma pessoa-em-potencial (feto) ainda não é uma pessoa, podemos, desta forma, recomendar o aborto? O que se quer é desumanizar o feto. Como princípio jurídico, a dignidade da pessoa vai designar não apenas o ser pessoa, mas a humanidade da pessoa, a reunião de todos os homens no que eles possuem em comum. Assim, a dignidade é atributo do gênero humano. Se o anencéfalo, de origem humana, compõe a humanidade, como os nascidos portadores da trissomia do cromossoma 21, eles têm esta mesma dignidade no domínio da humanidade. É difícil conciliar uma medicina que cura com outra que mata. Que argumentos são utilizados para conceder validez moral ao ato da interrupção de uma gravidez complicada por ausência dos hemisférios cerebrais? A resposta é curta porque o cerne argumentativo repousa na ausência de vida, associado à imagem de subumanidade. Os sub são aqueles para quem a vida é fadada ao fracasso, ou para quem, no mínimo, o conceito de vida não é adequado. Os anencéfalos não podem ser diferenciados dos animais, pois não possuem o órgão-sede, que por seu desenvolvimento evolutivo, permitiria essa diferenciação. Assim, admite-se estar no cérebro a localização da humanidade. A gestante foi estigmatizada como um caixão ambulante. Fernando Altemeyer Junior, comenta no Jornal do Brasil, em 1.º de abril de 1996, que a ideia de vida que nutre essa imagem não é apenas a que diz respeito à integridade biológica. Por trás desta ideologia, que esconde a verdadeira intenção, existe uma expectativa de vida muito mais ampla e é exatamente isto o que une, de forma relativamente clara, um feto anencefálico a um feto portador de trissomia do cromossoma 21 ( Síndrome de Down, Mongolismo). A quem interessa o aborto? Encontramos respostas em Maria José Miranda Pereira. Aborto: a quem interessa? Jus Navigandi, Teresina, ano 10, n. 1090, 26 jun. 2006. Disponível em: http://jus2.uol.com.br/doutrina/texto.asp?id=8562 A mesma motivação existe em relação a fetos com ausências de membros distais que são alvos potenciais da interrupção seletiva da gravidez. No fundo, vamos encontrar uma ideia social de vida, respaldada é claro, pela plenitude biológica, o que justifica grande parte das solicitações de aborto seletivo. Os juízes assentam a legitimidade do procedimento na ausência de vida dos fetos justificando que o objeto jurídico do aborto consiste na preservação da vida humana que, na hipótese sob análise, não ficaria prejudicada pela interrupção da gravidez, ante o fato descrito... Parte-se de uma construção legal de positividade de vida (proíbe-se assim a eutanásia) para uma negatividade de vida em nome da sub-humanidade extrema do feto. Os dilemas éticos parecem ser mais facilmente solucionados quando a medicina e a vida social apontam para a total impossibilidade de vida biológica e moral. Mas, nas zonas sombrias, nos casos-fronteira, como o de um feto portador de trissomia do cromossoma 21, este mesmo argumento vida humana toma outra conotação. Aí os juízes concedem um domínio da concepção moral de vida sobre os argumentos exclusivamente técnicos de sobrevivência ou de qualidade de vida. Chegamos ao suporte juridico-moral, à decisão legal e ficamos diante da moral medicalizada, a moral justificada por intermédio do discurso biológico. Adverte Fontes que a um só tempo, os direitos à saúde, à liberdade em sentido amplo, à autonomia da vontade, ao devido processo legal e, acima de tudo, à vida e à dignidade do ser humano estão por um fio, trêmulos sobre o gume de uma lâmina. Princípios e fundamentos constitucionais, como o da dignidade do ser humano, são frequentemente invocados para justificar decisões contrárias ao sistema legal-constitucional brasileiro, mas, são parte do todo que o direito compõe, não seus elementos exclusivos. Nada mais absurdo que considerar a interpretação da Constituição à luz do Código Penal, do Código Civil ou de que lei for. O direito é um todo e possui seus caminhos de aplicação. Assevera Fontes que o jurista não tem condições, sob aspecto técnico, de averiguar se pelo atual estágio de desenvolvimento da medicina efetivamente não existe solução para a anomalia de que supostamente padecem fetos anencéfalos. Segundo estimativas extraoficiais, existem hoje no Brasil mais de 350 alvarás judiciais autorizando a prática da interrupção seletiva da gravidez em nome de anomalias fetais incompatíveis com a vida extrauterina. Sabe-se que há relação direta entre fetos anencéfalos e abortamento espontâneo. Cerca de 65% morrem no período intraútero. Dos que sobrevivem, cerca de 2/3 falecem nas primeiras três horas. Alguns registros mostraram que, de 180 anencéfalos vivos, 58% não sobreviveram após as primeiras 24 horas. Quando a alma está presente? Que é a alma? A resposta é encontrada no Livro dos Espíritos, na questão 134 e diz que é um espírito encarnado. Mas, que era a alma antes de se unir ao corpo? Um Espírito. O corpo pode existir sem alma, não sendo um homem mas massa de carne sem inteligência (questão 136). Na agonia, algumas vezes, já tem deixado o corpo havendo apenas vida orgânica. Cabe perguntar, sob o ponto de vista prático, como saber se o espírito já deixou o corpo e como saber se está ligado ao corpo do anencéfalo. Nas questões deste capítulo do "O Livro dos Espíritos" vamos encontrar novamente o vocábulo (alguns/algumas) na questão 356, onde verificamos que entre os natimortos há alguns onde não foi destinada a encarnação de espíritos. Por outro lado, o Livro dos Espíritos é claro quando informa que se a criança vive após o nascimento ela tem forçosamente encarnado em si um espírito e é um ser humano (questão 356b). Interessante é que não tendo sido destinado à encarnação de espíritos, corpos podem chegar a termo de nascimento, algumas vezes (de novo o vocábulo), mas não vivem (questão 356a). Essas questões parecem explicar (percentuais referidos anteriormente) os 65% de anencéfalos que morrem no período intraútero e ainda os outros 42% que sobrevivem após as primeiras 24 horas. Uma mulher tem o direito de levar a termo uma gestação com uma criança seriamente afetada, quando isso representa uma carga financeira e social imensa para toda a sociedade? No momento de decisão vamos nos debruçar sobre a resposta dada pelos Espíritos Superiores (na questão 356b) há forçosamente um espírito encarnado. O bebê anencéfalo passou o primeiro dia em casa em estado estável, em Patrocínio Paulista (SP). Após receber alta ontem, Marcela de Jesus Ferreira, que vai completar cinco meses amanhã (20 de abril de 2007), respira sozinha. Para não desgastar a sua saúde, ela conta com auxílio de um capacete fornecedor de oxigênio. A mãe Cacilda informou que a garota está bem e é alimentada com suco de frutas e leite em pó, por meio de uma sonda. A pediatra responsável pelo caso, Márcia Beani Barcellos, fará visitas regulares para acompanhar a evolução da saúde da criança. A menina, que nasceu na Santa Casa de Patrocínio Paulista, próximo a Ribeirão Preto, São Paulo, está morando com a mãe em uma residência próxima ao hospital. Com estado de saúde estável, ela contrariou as previsões médicas que só lhe davam alguns dias de vida (Redação Terra, Quinta, 19 de abril de 2007). Fontes é enfático: decretar viver ou morrer não é poder do juiz. Certamente ele vai deixar os calouros de direito em reflexão profunda, quando adjetiva: mais inviável do que o nascituro tido como anencéfalo é a pretensão de alcançar judicialmente uma autorização de aborto, porquanto injusta, ilegal, inconstitucional, juridicamente impossível, irrelevante e inútil.
Ler também:
Suicídio e Aborto de Anencéfalos (Português / Español)
http://www.aeradoespirito.net/ArtigosLCF/SUIC_E_ABOR_DE_ANENCEFALOS_LCF.html
Este artigo, também, está disponível para a leitura nos endereços abaixo:
http://www.recantodasletras.com.br/mensagensdeamor/1978992 |
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