Ex seminarista, com estudos, cursos diversos na amada UMBANDA incluindo o de teologia, praticante desde 1978; vi a necessidade de poder repassar o que aprendo todos dias, quer sejam textos, cursos, vídeos, e-books, aos que possam desejar, sem compromisso algum com quem quer que seja a não ser a DIVULGAÇÃO DE NOSSA AMADA UMBANDA. Se desejarem contato: acevangel@gmail.com
quarta-feira, 19 de agosto de 2015
terça-feira, 18 de agosto de 2015
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segunda-feira, 17 de agosto de 2015
Comunicações
Irmão x / Chico Xavier
A história parece brejeira, mas o fato é autêntico.
Rafael Provenzano escutava os grandes comentaristas do Evangelho, entre despeitado e infeliz. Atormentado de inveja. Queria também falar às massas, comover a multidão. Nada lhe fulgia tanto aos olhos como a tribuna. E aguardava, ansioso, o dia em que pudesse alcançar aquele ponto saliente no espaço, de onde a sua voz conseguisse impressionar centenas de ouvidos. Embora fixado à semelhante ambição, era empregado de singela sapataria. E a sua especialidade era bater pinos em sola.
Várias vezes, surpreendia-se no trabalho, mentalizando público enorme e ele a falar, a falar sob aplausos quentes. Talvez por isso fosse ranzinza. Conflito permanente entre a vocação e a profissão. A família e os companheiros pagavam a diferença. A esposa e as quatro filhinhas, em casa, sofriam-lhe a teimosia e o desespero. Irritadiço, classificava-se à conta de tirano doméstico. Apurava com esmero o hábito de chacoalhar e ferir. A tensão não se limitava ao círculo mais íntimo. A parentela toda aguentava espancamentos morais. Entre amigos era temido na condição de crítico impertinente. Apesar de tudo isso, a paixão de Rafael era pregar solenemente a verdade cristã nos templos espíritas.
Certa noite, quando falava Martinho, o orientador espiritual da reunião mediúnica de que era participante, Rafael consultou o comunicante a respeito de seus velhos propósitos.
- Sim, meu filho – comentou o benfeitor, através do médium -, você poderá ensinar, mais tarde, das tribunas. Agora, porém, é cedo. Convém estudar, preparar-se, aprender a servir...
E prosseguiu explicando que banca de solador era também lugar santo. Podia demonstrar fé e abnegação pelo exemplo, edificar, inspirar, auxiliar...
Provenzano ouviu paciente, mas saiu desapontado.
Decorridas algumas semanas, o grupo se aprestava à reunião, em sala adequada. Conversa amena. Uma hora faltando para o início das orações. Rafael chega, alegre. Participa que deseja expor ao estimado Martinho o estudo de um belo sonho e contou aos circunstantes que, na noite anterior, se vira espiritualmente, fora do corpo físico. Sentira-se volitando, leve qual pluma ao vento. E contemplara nos céus um cartaz com seis letras “A.D.P.S.B.P.” em projeção radiante. Tomara nota de tudo ao despertar.
Dona Emília, que supunha nos sonhos um constante veículo para grandes ensinamentos, inquiriu dele, quanto à conclusão a que chegara.
- Pois a senhora não compreende?
E Rafael explanou para o auditório interessado:
- Segundo a minha intuição, as letras querem dizer: “Agora Deves Pregar Sem Bater Pinos”.
E acentuou que, apesar de algum sacrifício para a família, se dispunha a tentar outro emprego. Precisava de algum tempo livre. Se isso redundasse em privações e provações, afirmava-se pronto para o que desse e viesse. Por fim, declarou-se cansado de bater couro de boi para calçados. Aspirava à posição diferente.
No horário justo, a pequena assembleia se entregou às tarefas que, naquela noite, se vinculavam a desobsessão.
Atividades preparatórias. Preces. E começou movimentado socorro às entidades enfermas. Martinho ocupava o médium esclarecedor, que, de quando em quando, orientava os serviços, dava ideias.
Rafael pediu vez para conversar. O instrutor, contudo, recomendou-lhe esperasse. Necessário desincumbir-se de obrigações mais urgentes. Entender-se-iam no fim.
Com efeito, ao término das atividades, Martinho convidou-o à palavra. Algo tímido, Provenzano narrou o sonho, referiu-se às letras luminosas que descobrira no firmamento, como que brilhando especialmente para ele, e reasseverou os antigos desejos. Queria ser grande conferencista e prometia consagrar-se de corpo e alma, aos ensinamentos públicos do Evangelho.
O amigo espiritual, sereno, perguntou sobre a interpretação que ele, o interessado, dera a letras.
Rafael repetiu, impávido: “Agora Deves Pregar Sem Bater Pinos”.
O benfeitor espiritual, todavia, pintou expressão de complacência no rosto do médium e observou:
- Efetivamente, Rafael, você esteve fora do corpo de carne e viu, de fato a mensagem do plano espiritual... Mas, engana-se quanto ao que julga ter lido. As letras querem dizer simplesmente: “Antes De Pregar Seja Bom Primeiro”.
Extraído do Livro “Cartas e Crônicas” / Francisco Cândido Xavier pelo / Espírito Irmão X / Editora FEB
Irmão x / Chico Xavier
A história parece brejeira, mas o fato é autêntico.
Rafael Provenzano escutava os grandes comentaristas do Evangelho, entre despeitado e infeliz. Atormentado de inveja. Queria também falar às massas, comover a multidão. Nada lhe fulgia tanto aos olhos como a tribuna. E aguardava, ansioso, o dia em que pudesse alcançar aquele ponto saliente no espaço, de onde a sua voz conseguisse impressionar centenas de ouvidos. Embora fixado à semelhante ambição, era empregado de singela sapataria. E a sua especialidade era bater pinos em sola.
Várias vezes, surpreendia-se no trabalho, mentalizando público enorme e ele a falar, a falar sob aplausos quentes. Talvez por isso fosse ranzinza. Conflito permanente entre a vocação e a profissão. A família e os companheiros pagavam a diferença. A esposa e as quatro filhinhas, em casa, sofriam-lhe a teimosia e o desespero. Irritadiço, classificava-se à conta de tirano doméstico. Apurava com esmero o hábito de chacoalhar e ferir. A tensão não se limitava ao círculo mais íntimo. A parentela toda aguentava espancamentos morais. Entre amigos era temido na condição de crítico impertinente. Apesar de tudo isso, a paixão de Rafael era pregar solenemente a verdade cristã nos templos espíritas.
Certa noite, quando falava Martinho, o orientador espiritual da reunião mediúnica de que era participante, Rafael consultou o comunicante a respeito de seus velhos propósitos.
- Sim, meu filho – comentou o benfeitor, através do médium -, você poderá ensinar, mais tarde, das tribunas. Agora, porém, é cedo. Convém estudar, preparar-se, aprender a servir...
E prosseguiu explicando que banca de solador era também lugar santo. Podia demonstrar fé e abnegação pelo exemplo, edificar, inspirar, auxiliar...
Provenzano ouviu paciente, mas saiu desapontado.
Decorridas algumas semanas, o grupo se aprestava à reunião, em sala adequada. Conversa amena. Uma hora faltando para o início das orações. Rafael chega, alegre. Participa que deseja expor ao estimado Martinho o estudo de um belo sonho e contou aos circunstantes que, na noite anterior, se vira espiritualmente, fora do corpo físico. Sentira-se volitando, leve qual pluma ao vento. E contemplara nos céus um cartaz com seis letras “A.D.P.S.B.P.” em projeção radiante. Tomara nota de tudo ao despertar.
Dona Emília, que supunha nos sonhos um constante veículo para grandes ensinamentos, inquiriu dele, quanto à conclusão a que chegara.
- Pois a senhora não compreende?
E Rafael explanou para o auditório interessado:
- Segundo a minha intuição, as letras querem dizer: “Agora Deves Pregar Sem Bater Pinos”.
E acentuou que, apesar de algum sacrifício para a família, se dispunha a tentar outro emprego. Precisava de algum tempo livre. Se isso redundasse em privações e provações, afirmava-se pronto para o que desse e viesse. Por fim, declarou-se cansado de bater couro de boi para calçados. Aspirava à posição diferente.
No horário justo, a pequena assembleia se entregou às tarefas que, naquela noite, se vinculavam a desobsessão.
Atividades preparatórias. Preces. E começou movimentado socorro às entidades enfermas. Martinho ocupava o médium esclarecedor, que, de quando em quando, orientava os serviços, dava ideias.
Rafael pediu vez para conversar. O instrutor, contudo, recomendou-lhe esperasse. Necessário desincumbir-se de obrigações mais urgentes. Entender-se-iam no fim.
Com efeito, ao término das atividades, Martinho convidou-o à palavra. Algo tímido, Provenzano narrou o sonho, referiu-se às letras luminosas que descobrira no firmamento, como que brilhando especialmente para ele, e reasseverou os antigos desejos. Queria ser grande conferencista e prometia consagrar-se de corpo e alma, aos ensinamentos públicos do Evangelho.
O amigo espiritual, sereno, perguntou sobre a interpretação que ele, o interessado, dera a letras.
Rafael repetiu, impávido: “Agora Deves Pregar Sem Bater Pinos”.
O benfeitor espiritual, todavia, pintou expressão de complacência no rosto do médium e observou:
- Efetivamente, Rafael, você esteve fora do corpo de carne e viu, de fato a mensagem do plano espiritual... Mas, engana-se quanto ao que julga ter lido. As letras querem dizer simplesmente: “Antes De Pregar Seja Bom Primeiro”.
Extraído do Livro “Cartas e Crônicas” / Francisco Cândido Xavier pelo / Espírito Irmão X / Editora FEB
QUER ENTENDER UM POUCO SOBRE QUE POSSA SER " POMBAGIRA "
A popularidade de Pombagira
Por Rubens Saraceni
Com a liberação da mulher, vieram a responsabilidade, os direitos e os deveres.
Pombagira popularizou-se com a expansão da Umbanda e dos demais cultos afro-brasileiros nos anos 60 e 70 do século XX e, em meio a multiplicidade de cultos com ela presente em todos, sua força era indiscutível e seu poder foi usufruído por todos os que iam se consultar com ela.
Não demorou a descobrirem que ela atendia a todos os pedidos, inclusive pedidos bem terrenos dos humanos.
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"Umbanda é Linda;
Umbanda é Tudo de Bom;
Umbanda é Religião,
Portanto Só Pode Praticar o BEM!!!"
Alexandre Cumino
Por Rubens Saraceni
Com a liberação da mulher, vieram a responsabilidade, os direitos e os deveres.
Pombagira popularizou-se com a expansão da Umbanda e dos demais cultos afro-brasileiros nos anos 60 e 70 do século XX e, em meio a multiplicidade de cultos com ela presente em todos, sua força era indiscutível e seu poder foi usufruído por todos os que iam se consultar com ela.
Não demorou a descobrirem que ela atendia a todos os pedidos, inclusive pedidos bem terrenos dos humanos.
Como ninguém se preocupou em fundamentá-la enquanto Mistério da criação e instrumento repressor da Lei Maior e da Justiça Divina, temidíssima justamente em um dos campos mais controvertidos da natureza dos seres, que é justamente o da sexualidade, eis que não foram poucas as pessoas que foram pedir o mal ao próximo e adquiriram terríveis carmas, todos ligados aos relacionamentos amorosos ou passionais.
Nada como pedir para as “moças da rua” coisas que não seriam muito bem vistas pelo “povo da direita”.
Assim, Pombagira tornou-se a ouvinte e conselheira de muitas pessoas com problemas nos seus relacionamentos amorosos, procurando atender a maioria das solicitações, fixando em definitivo um arquétipo poderoso e acessível a todas as classes sociais.
Junto à explosão descontrolada das manifestações de Pombagiras, vieram os males congênitos, que acompanham tudo o que é poderoso: os abusos em nome das entidades espirituais, tais como os pedidos de jóias e perfumes caríssimos; de vestes ricas e enfeitadas, de oferendas e mais oferendas caríssimas; de assentamentos luxuosos e ostentativos; de cobrança por trabalhos realizados por elas, mas recebidos em espécie por encarnados, etc.
Pombagira também serviu de desculpa para que algumas pessoas atribuíssem a ela seus comportamentos no campo da sexualidade.
Ainda que hoje saibamos que elas são esgotadoras do íntimo das pessoas negativadas por causa de decepções e frustrações nos campos do amor, no entanto ainda hoje vemos um caso ou outro que atribuem à Pombagira o fato de vibrarem determinados desejos ou compulsões ligadas ao sexo.
Mas a verdade indica-nos exatamente o contrário disso, ou seja, a “mulher da rua” atua esgotando o íntimo de pessoas e de espíritos vítimas de desequilíbrios emocionais ou conscienciais, pois essa é uma de suas muitas funções na riação.
Texto do livro: Orixá Pombagira, Ed Madras, www.madras.com.br
QUER SABER MAIS SOBRE POMBAGIRA ?
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"Umbanda é Linda;
Umbanda é Tudo de Bom;
Umbanda é Religião,
Portanto Só Pode Praticar o BEM!!!"
Alexandre Cumino
domingo, 16 de agosto de 2015
Podemos ver que pessoas reclamam em todos os cantos do globo terrestre, dizendo que a vida está difícil, que o mundo está perdido, que o mal predomina.
De fato o planeta Terra passa por momentos extremamente delicados, onde aqueles que trabalham pelo bem estão se entregando ao desânimo e à falta de esperança.
Há muitos que já questionam a própria fé e a existência de Deus.
Não podemos permitir que esses sentimentos negativos dominem a atmosfera do planeta.
Cada um de nós é responsável pelo momento difícil pelo qual todos passamos.
Se cada um de nós deixar o orgulho e o egoísmo, aprendendo a amar e a perdoar as ofensas, auxiliando, sendo solidários e fraternos com nossos irmãos de jornada, certamente que o panorama pesado e sombrio que estamos vivendo se transformará em luz.
Se todos fizerem sua parte, ou seja, cultivando o amor, a paz e a alegria, tornaremos o planeta Terra num mundo melhor.
Mas lembremo-nos de que essa tarefa cabe a cada um de nós. Somos todos responsáveis. Pensemos nisso!
Prece de amor
Como estiveres, Deus te guarde.
Como penses, Deus te use.
Com quem estejas, Deus te guie.
No que fizeres, Deus te ampare.
Em todos os teus passos, Deus te abençõe.
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