quinta-feira, 20 de agosto de 2015

O Conselho dos Morubixabas – O primeiro encontro

“Estamos quase chegando!
Ouvi a voz firme me guiando.
No breu da noite nos deslocávamos muito rápido, quase que voando.
Na escuridão aos poucos comecei a visualizar ao meu redor uma espessa mata.
Comecei a sentir a umidade da floresta, o cheiro da mata e da terra, o som dos insetos e dos animais.
Uma  sensação muito forte.
Com uma rapidez incrível nos deslocávamos no meio daquela mata fechada, é como se estivéssemos voando entre as arvores numa velocidade surpreendente.
Quando de repente, enxerguei uma enorme clareira.
Olhei para cima e tive uma das mais intensas sensações da minha vida.
O céu negro, com milhares de estrelas brilhantes e no horizonte uma enorme lua cheia.
A lua prateada era enorme, maravilhosa.
Por  alguns segundos fiquei hipnotizado pela sua beleza, tive a sensação que foram horas olhando fixamente para aquela enorme lua prateada.
Quando ouvi novamente a voz a dizer: Chegamos!
Voltei minha visão para o solo, quando pude perceber uma grande fogueira com algumas pessoas sentadas ao seu redor.
Estavam sérias, tinham a aparência de pessoas do campo, fisionomias rudes, a maioria era de homens adultos, mas ao observa-las tive a impressão de serem muito velhas e sábias.
Contei, eram em número de sete, entre eles uma mulher e um de cabelos brancos, que parecia ser o mais velho de todos.
Estavam em silêncio sentados no chão ao redor da fogueira e banhados pela luz daquela enorme lua cheia.
Novamente ouvi aquela voz a me dizer: Venha vamos nos juntar aos outros para ouvirmos as orientações.
Outros? Perguntei.
Sim, olhe ao seu redor, respondeu.
Fixei minha atenção ao redor da clareira e então percebi que existiam centenas, talvez milhares de pessoas em pequenos grupos ao nosso redor.
Nesse momento perdi a consciência…”
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Prezados amigos umbandistas que acompanham nossos textos.
Descrevi acima, de forma sucinta, um desdobramento ou projeção astral ocorrido comigo há muito tempo, há mais de 40 anos.
Nesta época ainda não tinha entrado para a umbanda, mas me interessava muito pelas coisas do espírito.
Esta passagem me marcou profundamente e nunca mais esqueci os detalhes deste desdobramento astral.
Foi  a primeira, de muitas outras  onde entrei em contato consciente com o Conselho dos Morubixabas.
Vou detalhar um pouco mais cada etapa desta viagem.
Comecei o texto acima com aquela voz que me marcou profundamente:
Vem, é por aqui!”
Naquele momento não me preocupei em saber de quem era a voz, somente ouvia de forma firme e intensa, mas não enxergava mais ninguém me acompanhando e sentia uma segurança muito grande naquele ser que estava me acompanhando.
Após muitos anos, fiquei sabendo, que era do Caboclo Mata Verde.
Outro momento marcante foi caminhar ligeiro no meio do desconhecido.
No breu da noite nos deslocávamos muito rápido, quase que voando.”
Foi uma sensação muito estranha e marcante.
A sensação era que estava caminhando a uma velocidade enorme, poderia até dizer que estava voando, me deslocando a uma velocidade muito grande e totalmente no escuro.
Quando falo no escuro, é no escuro mesmo, sem nenhuma referência.
Sentia uma sensação de frio, é como se a umidade daquela região, o ar frio soprasse sobre meu corpo.
Aos poucos fui ficando mais consciente e comecei a visualizar algumas referências.
“Na escuridão aos poucos comecei a visualizar ao meu redor uma espessa mata, comecei a sentir a umidade da floresta, o cheiro da mata e da terra, o som dos insetos e dos animais.”
Tudo era muito real, as sensações eram muito reais.
Embora aquela mata fosse real para mim, estava me deslocando no meio daquela floresta numa velocidade incrível e sem trombar em nenhuma arvore ou cipó existente; é como se eu passasse por dentro da matéria que formava aquela região.
Olhei para cima e tive uma das mais intensas sensações da minha vida, o céu negro, com milhares de estrelas brilhantes e no horizonte uma enorme lua cheia.”
Esta visão marcou minha vida.
Ainda hoje quando olho para a lua cheia, sinto uma força interior que me incomoda, uma alegria intensa, misturada com muita saudades daquele lugar e daquele momento.
Uma visão maravilhosa que eu nunca havia visto antes; o céu era negro e nuvens de estrelas brilhavam formando uma imagem que lembrava o leito de um rio iluminado.
A lua era muito grande e brilhante, no momento que olhei para aquela lua enorme foi como se eu me juntasse a ela; perdi por alguns instantes a noção de tudo o que existia ao meu redor, me senti nas entranhas daquele astro.
A sensação durou segundos, mas pareceu uma eternidade, foi um momento de arrebatamento.
Voltei minha visão para o solo, quando pude perceber uma grande fogueira com algumas pessoas sentadas ao seu redor.”
Até aquele momento não tinha notado a presença de mais nada, somente a mata e o céu.
Quando despertado pela voz, daquele momento de êxtase, pude perceber as sete pessoas que estavam ao redor da fogueira.
Lembraram-me índios, mas não os índios brasileiros; tinham traços fortes em sua fisionomia.
Transmitiam muita seriedade e força espiritual.
Olhei, um por um, notando suas diferenças individuais e pude perceber a presença de uma mulher e do mais velho do grupo.
De forma instintiva contei quantos eram, e pude confirmar que eram em número de sete, naquele momento não significou nada para mim.
Estavam em silêncio sentados no chão, ao redor da fogueira e banhados pela luz daquela enorme lua cheia.”
Isso também chamou minha atenção.
Estavam sentados ao redor da fogueira, todos em silêncio, os olhares se perdiam no infinito, mas tive a impressão que estavam se comunicando entre si.
É como se todos estivessem conectados mentalmente, o luar que iluminava aquela reunião  dava a impressão de trazer vibrações espirituais que vinham do espaço cósmico.
A sensação era de que estavam todos em transe mediúnico recebendo mensagens das esferas superiores.
Fixei minha atenção ao redor da clareira e então percebi que existiam centenas, talvez milhares de pessoas em pequenos grupos ao nosso redor.”
Quando a voz me orientou a olhar ao redor notei que não estávamos sozinhos, mas acompanhados por muitos espíritos, eram centenas de grupos.
Notei que em cima de cada grupo de espíritos, havia um ponto luminoso de luz tênue, que posteriormente fiquei sabendo que era a luz do mentor espiritual de cada grupo.
Semelhante àquela voz que me acompanhava e me orientava naquela viagem astral.
Novamente ouvi aquela voz a me dizer: Venha vamos nos juntar aos outros para ouvirmos as orientações.”
Passados muito anos, fiquei sabendo que diariamente me deslocava para aquela região e sempre acompanhado pelo Caboclo Mata Verde.
Da mesma forma, outras pessoas, durante o sono, eram encaminhadas aquela região para receberem ensinamentos e orientações sobre a espiritualidade e a umbanda.
Estávamos em Aruanda e aqueles sete espíritos formavam o Conselho dos Morubixabas.

São Vicente, 13/08/2015
Manoel Lopes

Por que Cigarros e Bebidas na Umbanda??????


O fumo (tabaco) é considerado uma “Erva de Poder”, usada há milênios pelos povos indígenas, considerado sagrado com larga utilização em seus trabalhos de Cura, Pajelança e Xamanismo.
Tudo que é sagrado traz o Divino e as virtudes para nossas vidas; sempre que profanamos algo sagrado atraímos a dor e o vício.  Assim, o mesmo tabaco que cura em seu aspecto sagrado também vicia e traz a dor quando utilizado de forma profana. Industrializado no formato de cigarro, o fumo traz além da nicotina mais outros 4.250 agentes tóxicos, prejudiciais à saúde, sendo causadores de várias doenças, entre elas o câncer. Resultado do uso profano…
Algo muito parecido acontece com o álcool que como “Bebida de Poder” atrai forças e poderes das divindades, também utilizado para curas. Dentro do conceito elemental, o fumo é o vegetal que traz o elemento terra e água, quando utilizado no fumo e defumação traz elemento ar e fogo. Resumindo, o fumo é uma defumação direcionada, que traz além do vegetal, os quatro elementos básicos (terra, água, ar e fogo) para trabalhos de magia prática. O sopro por si só traz efeitos terapêuticos e espirituais muito valorosos e eficazes nos trabalhos de cura e limpeza, que somado ao poder das ervas é potencializado muitas vezes em resultados largamente vistos durante os trabalhos de Umbanda.
banner-ervas-ebook-uec-lateralálcool é do elemento água, provindo de um vegetal (a cana), que se sustenta na terra, altamente volátil no ar e considerado o “Fogo líquido”, de fácil combustão. Tanto o Fumo quanto o Álcool são utilizados para desagregar energia negativa, queimar larvas e miasmas astrais, e no caso do álcool para desinfetar e limpar no externo e no interno, já que pode ser ingerido. Logo, as entidades de Umbanda não têm vício e nem apego a estes elementos, não bebem (não devem beber) além de alguns poucos goles e nem tragam a fumaça que é manipulada apenas.Alguns Guias chegam a cuspir em recipientes adequados, a famosa “caixinha”, que fica ao seu lado para neste ato evitar ao máximo a ingestão da nicotina e de outros elementos que não interessam para o trabalho e muito do que vêm pela química industrial.
O Astral têm nos ensinado muitos recursos para evitarmos o uso de cigarros industrializados no Templo. No reino vegetal, temos ervas de várias propriedades, que quando combinadas e ativadas (queimadas) tornam-se grandes condutores energéticos, descarregadores, energizadores e equilibradores. Então, seguem algumas receitinhas:Façam charutos para caboclos com as seguintes ervas piladas: sálvia, alfazema e calêndula, pode ser enrolada na palha, o Caboclo aceita esta receita que é muito boa e funciona tanto quanto um charuto bom e natural, sem a química.
Para Preto Velho faça o fumo de cachimbo com sálvia, alecrim, folha de café e urucum. Para Exu troque o cigarro comum por charutos ou cigarrilhas. Para Pombagira troque o cigarro por cigarrilha. Temos a opção para Exu, de pilar sálvia, cravo vermelho seco e levante e, para Pombagira, podemos usar sálvia, hibisco e rosa vermelha. Cabe a nós facilitarmos o trabalho das entidades.
Erroneamente, algumas pessoas acreditam que Exu tem que beber garrafas de “marafo” (álcool, águardente, pinga), assim como Baianos e outras Linhas, pensam que Marinheiro “enche a cara” e vêm embriagado, quando sua “embriaguês” é a energia e a vibração do mar que ele traz. Os Guias manipulam estas bebidas onde temos para elas o nome de “curiador” (a bebida correta para cada linha de trabalhos), sendo assim:
. Caboclos bebem cerveja ou água de côco;
. Preto-velho bebe café e em alguns casos já presenciamos utilizarem vinho;
. Crianças bebem guaraná e suco de frutas, mas também presenciamos algumas que tomam outros tipos de refrigerante;
. Baianos bebem água de côco ou batida de coco;
. Boiadeiros bebem cerveja escura;
. Marinheiros bebem rum e alguns bebem cerveja clara;
. Exu bebe a “marafo” (pinga). Alguns bebem whisky ou vinho (embora não seja comum já vimos alguns que bebem cerveja);
. Pombagira bebe champagne ou sidra.
É imprescindível o “marafo” no trabalho de Exu, mas não para beber em demasia. A bebida é usada paramanipulação magística, é colocada no Ponto, na tronqueira, lavam os instrumentos, etc. No caso de Exu, sua vibração é mais densa, por isso, pode-se antes da incorporação, passar um pouco de pinga nas mãos, pés, testa e nuca, assim o médium sentirá sua vibração baixar, facilitando a conexão da incorporação.
Se numa determinada situação é preciso derrubar mais a vibração orgânica é onde possivelmente a entidade toma um golinho de “marafo”. Dependendo do trabalho, pode ser preciso ingerir mais, com a intenção de manipular e canalizar esta energia, nada além disso. Uma outra função da bebida, muito usado pelas Linhas da Direita é usá-los como o “contraste”, usado pela medicina tradicional. Quando algum problema de ordem física está ocorrendo, eles magnetizam a bebida, tal como, vinho, água de côco, água pura, batida, etc., e pedem para o consulente ingerir uma pequena quantidade, aí eles conseguem visualizar outras coisas no organismo (é como um check-up mais apurado).
Mas, atenção: se tiver Preto Velho virando garrafas de vinho, Baianos matando litros de batida, então algo está fora da doutrina e da educação mediúnica.
Umbanda é Luz, e onde não houver bom senso e 
ética, não tem Umbanda!
CONSCIENTIZAÇÃO, A SOLUÇÃO PARA A TERRA

Somente a elevação da consciência coletiva poderá criar as condições necessárias para quebrar velhos tabus e pavimentar a estrada que integrará a Terra ao contexto cósmico tão sonhado

A pobreza e a miséria humana têm solução. Elas podem ser resolvidas se todos estiverem engajados e realmente quiserem resolvê-las. Irmãos, o que estamos querendo dizer com isso? Que cabe a vocês determinar o que querem. A humanidade terrestre já sofreu muito por ações impensadas dos seus ancestrais, governantes que não souberam usar o poder que tinham e que, ainda na atualidade, continuam a fazê-lo.

É hora de o povo da Terra acordar do sono profundo em que esteve mergulhado todos estes anos. Somente a consciência coletiva de todos vocês poderá criar as condições necessárias para quebrar velhos tabus e pavimentar a estrada que os reintegrará ao contexto cósmico tão sonhado. Sim, queridos filhos, há muito tempo estamos esperando por este reencontro e por isso estamos aqui, auxiliando vocês nesta tarefa de reaproximação e conscientização.

Por isso, não meçam esforços no sentido de divulgarem tudo o que lhes estiver ao alcance para aqueles a quem a luz ainda não chegou. Não precisam forçar nada, apenas façam com que as informações cheguem até os seus irmãos. O próprio discernimento de cada um irá começar aos poucos a ampliar a percepção e os canais poderão se abrir. É como um terreno que só precisa que alguém coloque algumas sementes para que as flores possam germinar e depois, com o progresso e o desenvolvimento de cada um, dar flores e frutificar.

Por isso, é tão importante divulgar, para que, num efeito cascata, mais e mais indivíduos possam ter a oportunidade de poder crescer. Lembrem-se de que também vocês já estiveram mergulhados na escuridão e as sombras não os deixavam ver aquilo que hoje está claro e visível. Ajudem os seus irmãos a tirar o véu da ignorância e do medo. Mostrem a eles a oportunidade de poder, pelas próprias pernas e discernimento, se colocar na trilha certa que os leve de volta ao Pai.

É para isso que todo este esforço está sendo feito agora, e por isso pedimos mais uma vez a todos os canais e mensageiros da luz que se apresentem para este nobre serviço. Dediquem todo o tempo que puderem para estas atividades, pois o momento requer ação contínua. Todos vocês sentirão a alegria de poder estar participando de tão importante momento da história terrestre e se sentirão confortados e felizes com isto.

Somos a Consciência Cósmica para a iluminação do planeta Terra.

Canal: Paulo Veneziano





ORAÇÃO PELA PAZ
Há Uma Paz, Um Poder, Uma Presença, que permeia e penetra em todo o Universo. É uma Força de Deus. É a Fonte de toda a Existência. Ela está ativa em todas as coisas. Ela é uma Energia disponível a toda a humanidade e está presente agora, neste exato momento. Eu compreendo agora que eu sou um pilar da Paz. Eu sei que eu sou uno com este Poder. Esta Presença Gloriosa é o alicerce do meu ser. Esta Energia Cósmica flui através de mim e me conecta com toda a Humanidade.

Eu escolho agora usar este imenso poder da minha mente para criar um mundo digno de todos nós. Eu dirijo os meus pensamentos em direção à Paz, ao Amor, à Cooperação e eu posso ver todas as pessoas do mundo, unidas em uma Celebração Jubilosa da Vida. Esta energia que eu libero, transforma este momento e toda a eternidade. As gerações que vierem, serão abençoadas com um mundo baseado na Paz. Pois eu sei agora que a Paz começa comigo e é o legado legítimo para as Humanidades. Um legado que eu vivo diariamente com todos os meus pensamentos, palavras e ações.

A Paz está aqui agora!

A Paz está aqui para sempre!

Eu agradeço por este momento sagrado de Paz. Eu agradeço por uma eternidade de Paz. Eu agradeço pela minha família global que vive na Paz. Eu agradeço pelos laços de amor que nos unem com força e coragem para criar o mundo dos nossos sonhos.

Um Mundo de Paz.
Um Mundo Amoroso.
Um Mundo Pleno de Infinitas Possibilidades.
Eu sou Uno com toda a Existência. Eu sou Uno com a Fonte da própria Vida. Eu sou Uno com a Presença da Paz e compartilho estas bênçãos com todo o mundo.
Eu sei que as minhas palavras são cheias de Verdade e de Poder e eu as libero à Lei Universal da Vida. Eu sei que como eu o disse, assim será.
E assim é.
Paz. Paz. Paz.
Amém.

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

E, continua a perseguição RELIGIOSA no BRASIL !!!!!!!

O vereador Átila Alexandre Nunes denunciou mais um caso de intolerancia religiosa no Rio de Janeiro.

Passageiros da linha de onibus (815-Taquara-Boiuna) da Viação Santa Maria, acusam o gerente de discriminar os frequentadores da instituição espírita Frei Luis. A linha, que funciona normalmente com 10 veículos, passa a ter só 2 às quartas-feiras, quando aumenta o número de usuários em razão das sessões no Lar Espírita Frei Luiz.

Às quartas-feiras, por causa dos poucos veículos, formam-se filas quilométricas de frequentadores do centro espírita.

Funcionários
da Viação Santa Maria disseram 
que o gerente é evangélico e parte dele a ordem da retirada dos carros às 4as feiras, quando aumenta o número de usuários por causa da grande frequencia no Lar Frei Luiz.
 
O
 vereador Átila Alexandre Nunes se reunirá com o Secretário de Transportes e convocará o proprietário da Viação Santa Maria. Caso se confirme o preconceito religioso e o boicote continue, denunciará o gerente e a empresa ao Ministério Público.


"
Vivemos um momento de perplexidade. De um lado, olhamos para as conquistas da humanidade. Por outro, vemos homens e mulheres exibindo sua face mais cruel, através das diversas faces do fanatismo
" - disse Átila.



Vereador Átila Alexandre Nunes




Vamos aprender a conhecer quem é quem?????

                            TENDA Espírita Zurykan


                                      Quiumbas 


Existem casos de médiuns desavisados, não doutrinados, ignorantes e não evangelizados, que abrem as portas da sua mediunidade para a atuação de quiumbas, verdadeiros marginais do baixo astral, que tudo farão para ridicularizar não só o médium, como o terreiro, bem como a Umbanda.

Em muitas incorporações onde a entidade espiritual ora se faz presente como Guia Espiritual e ora como Guardião, ou é a presença do animismo do médium (arquétipo) ou é a presença de um quiumba.

Vamos estudar e entender a atuação dos quiumbas, para uma fácil identificação.

O quiumba nada mais é do que o marginal do baixo astral, e também é considerado um tipo de obsessor.

Espíritos endurecidos e maldosos, que fazem o mal pelo simples prazer de fazer, e tudo o que é da luz e o que é do bem querem a todo custo destruir.

Esses espíritos, “quiumbas”, vivem onde conhecemos por “Umbral” onde não há ordem de espécie alguma, onde não há governantes e é cada um por si. 

Muitas vezes são recrutados através de propinas, pelos magos negros para que atuem em algum desafeto.

Na Umbanda existe uma corrente de luz, denominada de Boiadeiros, que são especializados em desobsessão, na caça e captura desses marginais (os quiumbas os temem muito), e os trazem até nós para que através da mediunidade redentora possam ser “tratados”, ou seja, terem seu corpo energético negativo paralisado através da incorporação e serem levados para as celas prisionais das Confrarias de Umbanda, onde serão devidamente esgotados em seus mentais e futuramente se transformarão em um sofredor, e ai sim estarão prontos a serem encaminhados aos Postos de Socorros Espirituais mais avançados, pois já se libertaram através do sofrimento, de toda a maldade adquirida

O processo que devemos realizar para evitar os nossos irmãos “quiumbas” é o mesmo da obsessão, mas, o processo para “tratá-los” é peculiar à Umbanda e cada caso é analisado particularmente pelos Guias Espirituais que utilizam diversas formas (que conhecemos como arsenal da Umbanda) para desestruturar as manifestações deletérias negativas desses nossos irmãos.

Como identificar um quiumba incorporado

O que infelizmente observamos na mediunidade de muitos é a abertura para a atuação dos verdadeiros quiumbas, se fazendo passar por Exus, Pombas Gira ou mesmo Guias Espirituais, trazendo desgraças na vida do médium e de todos que dele se acercam. 

Notem bem, que um quiumba, ser trevoso e inteligente, somente atuará na vida de alguém, se esta pessoa for concomitante com ele, em seus atos e em sua vida. 

Os afins se atraem. O médium disciplinado, doutrinado e evangelizado, jamais será repasto vivo dessas entidades.

Lembre-se que o astral superior é sabedor e permite esse tipo de atuação e vibração para que o médium acorde e reavalie seus erros, voltado à linha justa de seu equilíbrio e iniciação.

Como os quiumbas são inteligentes, quando atuam sobre um médium, se fazendo passar por um Guardião.
Por isso vemos, infelizmente, em muitos médiuns, esses irmãos do baixo astral incorporados, mas é fácil identificá-los.

Vamos lá:

Pelo modo de se portarem: são levianos, indecorosos, jocosos, pedantes, ignorantes, maledicentes, fofoqueiros e sem classe nenhuma;

Quando incorporados:

machões, com deformidades contundentes, carrancudos, sem educação, com esgares horrorosos e geralmente olhos esbugalhados.

Muitos se portam com total falta de higiene, babando, rosnando, se arrastando pelo chão, comendo carnes cruas, pimentas, ingerindo grandes quantidades de bebidas alcoólicas, fumando feito um desesperado, ameaçando a tudo e a todos. 

Geralmente ficam com o peito desnudo (isso quando não tiram a roupa toda); utilizam imensos garfos pretos nas mãos.
Geralmente, nos ambientes em que predominam a presença de quiumbas, tudo é encenação, fantasia, fofoca, libertinagem, feitiçaria para tudo, músicas (pontos) ensurdecedoras e desconexas, nos remetendo a estarmos presentes num grande banquete entre marginais e pessoas de moral duvidosa.

Nesses ambientes, as consultas são exclusivamente efetuadas para casos amorosos, políticos, empregatícios, malandragem, castigar o vizinho, algum familiar, um ex-amigo, o patrão, etc.

Os atendimentos são preferenciais, dando uma grande atenção aos marginais, traficantes, sonegadores, estelionatários, odiosos, invejosos, pedantes, malandros, alcoólatras, drogados, etc., sempre incentivando, e dando guarida a tais indivíduos, procedendo a fechamento de corpos, distribuindo “patuás e guias” a fim de protegê-los. 

Com certeza, neste ambiente estará um quiumba como mentor.

Certamente será um quiumba, quando este pedir o nome de algum desafeto para formular alguma feitiçaria para derrubá-lo ou destruí-lo.

Os quiumbas costumam convencer as pessoas de que são portadoras de demandas, magias negras, feitiçarias, olhos gordos, invejas, etc. inexistentes, sempre dando nome aos bois, ou seja, identificando o feitor da magia negra, geralmente um inocente (parente, amigo, pai de santo, etc.) para que a pessoa fique com raiva ou ódio, e faça um contra feitiço, a fim de pretender atingir o inocente para derrubá-lo. 

Agindo assim, matam dois coelhos com uma cajadada só: afundam ainda mais o consulente incauto que irá criar uma condição de antipatia pelo pretenso feitor da magia, e pelo inocente que pretendem prejudicar.

Os quiumbas invariavelmente exigem rituais disparatados, e uma oferenda atrás da outra, todas regadas a muita carne crua, bebidas alcoólicas, sangue e outros materiais.

Atentem bem, que sempre irão exigir tais oferendas constantemente, a fim de alimentarem suas sórdidas manipulações contra os da Luz, e sempre efetuadas nas ditas encruzilhadas de rua ou de cemitério, morada dos quiumbas.

Pelo modo de falarem: impróprio para qualquer ambiente.

É impressionante como alguém pode se permitir ouvir palavrões horrorosos, a guiza de estarem diante de uma pretensa entidade a trabalho da luz.

Pelas vestimentas:

São exuberantes, exigentes e sempre pedem dinheiro e jóias aos seus médiuns e consulentes.

Os quiumbas incitam a luxúria, incentivam as traições conjugais, as separações matrimonias e geralmente quando incorporados, gostam de terem como cambonos, alguém do sexo oposto do médium, geralmente mais novos e bonitos (imaginem o que advirá disso tudo).

Os quiumbas, nos atendimentos, gostam de se esfregarem nas pessoas, geralmente passando as mãos do médium pelo corpo todo do consulente, principalmente nas partes íntimas.

Os quiumbas incorporados conseguem convencer algumas consulentes, que devem fazer sexo com ele, a fim de se livrarem de possíveis magias negras que estão atrapalhando sua vida amorosa. E ainda tem gente que cai nessa.

Se for uma quiumba, mesmo incorporada em homens, costumam alterar o modo de se portarem, fazendo com que o homem fique com trejeitos femininos e escrachados. 

Costumam também travestir o médium (homem) com roupas femininas com direito a maquiagem e bijuterias.

Os quiumbas atendem a qualquer tipo de pedido, o que um Guia Espiritual ou um Guardião de Lei jamais faria. 

Ao contrário, eles bem orientariam o consulente ou o seu médium, da gravidade e das conseqüências do seu pedido infeliz.

Os quiumbas (e só os quiumbas) adoram realizar trabalhos de amarração, convencendo todos de que tais trabalhos são necessários e que trarão a pessoa amada de volta (ledo engano quem assim pensa).

Esquecem-se de que existe uma Lei Maior que a tudo vê e a tudo provê. 

Se fosse assim tão fácil “amarrar” alguém, certamente não existiriam tantos solteiros por este país afora.

Os quiumbas fazem de um tudo para acabar com um casamento, um namoro, uma família, incitando as fofocas, desuniões e magias negras.

No caso de quiumbas se passando por um Guia Espiritual ou mesmo um Guardião, geralmente utilizam de nomes esdrúluxos, indecorosos e horrorosos, remetendo a uma condição inferior.

Exemplo:

Pomba Gira Leviana; Pomba Gira Assanhada; Pomba Gira Prostituta; Pomba Gira Mariposa; Pomba Gira da Desgraça; Pomba Gira Rameira; Pomba Gira Siririca; Exú Trapaceiro; Exú Tagarela; Exu Lambada; Exú Fracalhão; Exú Gostoso; Exú Falador; Exú Suspiro; Exú Come Tuia; Exú Acadêmico; Exú Galhofeiro; Exú Arruaça; Exú Alegria; Exú Cheira-Cheira; Exú Malandrinho; Exú Encrenca; Exú Topada.

No caso de se passarem por Guias Espirituais, com certeza utilizarão nomes simbólicos que representam, geralmente condições humanas degradantes, como:

Caboclo da Saia Curta; Caboclo da Pá Virada; Preto Velho Beiçudo; Preta Velha Barriguda; Baiano 7 Facadas; Baiano da Morte Certeira; Baiano Cabra Macho; Baiana Risca Faca; Boiadeiro Lascado; Boiadeiro Pé de Boi; Boiadeiro Laço da Morte; Marinheiro da Morte; Marinheiro da Cana Forte e assim por diante.

Obs:

Dificilmente encontraremos quiumbas se passando por Caboclos, Pretos Velhos, Crianças ou Linha do Oriente. 

Já os Baianos, Boiadeiros, Marinheiros e Ciganos, favorecem aos médiuns incautos a presença de quiumbas mistificando, pelo fato de terem o arquétipo totalmente desvirtuado pelos humanos.

É só observar.

É simples verificar a presença de um quiumba em algum médium. 

Tudo o que for desonesto, desamor, desunião, personalismos, egocentrismo, egolatrias, sexo, falta de moral, etc., com certeza estará na presença de um quiumba.

Cuidado, meus irmãos.

Não caiam nessa armadilha.

Quando um quiumba se agarra vibratoriamente em um médium, dificilmente largarão aqueles que os alimentam com negatividade, dando-lhes guarida por afinidade.

Dissemos tudo isso, para que nossos irmãos pudessem avaliar a gravidade e permitir a presença de qualquer espírito em sua mediunidade.

Lembrando que semelhantes atraem semelhantes.

Analisem dentro da razão e bom senso, e constatarão a veracidade dos fatos.

Não estamos aqui para criticar esse ou aquele irmão com sua mediunidade, mas sim, esclarecer dentro da luz da ciência umbandista, que todos os desavisados estarão sujeitos a terem do seu lado, não um Guia Espiritual de Luz, mas sim, um espírito embusteiro, cuja finalidade é tão somente achincalhar a Religião de Umbanda, e levar o médium e seus seguidores, à falência espiritual.

Reparem bem, que muitos pseudo-espíritos têm o grave costume de ingerir grande quantidade de bebidas alcoólicas.

Fiquem atentos meus irmãos!!

Sarava a Umbanda !!

PRECE DE CÁRITAS

  Templo de Umbanda Ogum 7 Ondas e Cabocla Jupira. Leia no blog  ou  leitor Quando enxergamos o mal do outro… . Por  cristinatormena  em  5 ...