Ex seminarista, com estudos, cursos diversos na amada UMBANDA incluindo o de teologia, praticante desde 1978; vi a necessidade de poder repassar o que aprendo todos dias, quer sejam textos, cursos, vídeos, e-books, aos que possam desejar, sem compromisso algum com quem quer que seja a não ser a DIVULGAÇÃO DE NOSSA AMADA UMBANDA.
Se desejarem contato: acevangel@gmail.com
Confira aqui as principais notícias do Umbanda Eu Curto.
Olá, a quarta edição do nosso jornal semanal chegou! =)
MENSAGEM DE
EXU ZÉ CAVEIRA: UMBANDA NÃO É BAGUNÇA!
Vou contar um segredo: foi atendido por um Exu ou Pombagira que fez “acordo” e cobrou para isso? Sinto informar, você foi enganado. Quem fez “acordo” com você foi um quiumba e você ficou preso com ele!
OOs Guias Espirituais de Umbanda são movidos pelo ideal de ajudar e se manifestam em diversas Linhas de Trabalho, moldando seus corpos espirituais com a aparência dos arquétipos, com seu modo de falar característico, seu gestual e outros elementos.
NOMES DE GUIAS ESPIRITUAIS ATRAVÉS DOS SINCRETISMO
A Como Teologia de Umbanda é hoje uma disciplina fundamentada no fazer científico, a proposta que trazemos é de que alguns nomes de Guias considerados ocultadores poderiam ser tratados como reveladores, já que revelariam o nome de um santo ao qual é sincretizado com um certo Orixá.
EOuvir um Guia é conseguir não somente escutá-lo com os ouvidos, ou seja, detectar ondas sonoras e captá-las pelo órgão auditivo (faculdade que nem todos os médiuns possuem), mas sim saber reconhecer sinais ao redor que possam ser compreendidos como uma comunicação deles para com o médium.
Fizemos uma pesquisa cuidadosa para trazer a você os fundamentos, práticas e rituais de Umbanda de forma simples e fácil de entender. É pra ler, praticar e consultar com segurança e muita fé!
Permita-se ver a umbanda com outros olhos; Permita-se ver a umbanda por meio de muitos outros olhos; Permita-se sentir a umbanda por meio de outros corações; Permita-se encontrar a mesma umbanda em outras umbandas; Permita-se reconhecer-se como um irmão, com muitos irmãos, na mesma umbanda, com muitas umbandas.
Uma umbanda em muitas umbandas é um fato e não uma hipótese filosófica.
Eu me identifico com você e apenas quero mostrar para mim, em você, que a gente pode mais! Oxalá em mim saúda Oxalá em você!
Olá irmã(o), tudo bem? Estou te mandando esse texto onde descrevo 2 erros comuns que atrapalham o desenvolvimento mediúnico e espiritual das pessoas, leia abaixo:
Na caminhada de mais de dez anos em frente ao Templo Escola Casa de Lei, pude perceber dois erros comuns que atrapalharam o desenvolvimento mediúnico e espiritual das pessoas. Neste artigo, pretendo indicar esses erros e algumas maneiras simples de superá-los.
O primeiro erro é o medo, a insegurança. É aquela famosa frase persistente na cabeça do médium: quem está fazendo isso sou eu ou é o Guia? Isso ocorre até mesmo quando o médium já está incorporado: ainda assim, ele desconfia das firmezas, do ponto riscado, daquilo que ele intui que deve ser feito conforme indicado pela Entidade.
Muitos dirão: mas a dúvida é fundamental! Eu concordo. Mas concordo também que a diferença entre a espiritualização e a mistificação reside em outro elemento que é mais fundamental: no modo como se cria a relação pessoal do médium com o mentor. E, durante esse caminho, deve-se evitar os excessos, tanto de autoconfiança quanto de dúvida e medo, porque é certo que a insegurança excessiva também atrapalha o trabalho do Guia, impedindo sua progressão.
A incorporação é um processo gradativo. O Guia amplia a aura do médium com certas energias, induzindo-o a determinados comportamentos e maneirismos, o que faz com que a Entidade seja capaz de atuar e trabalhar as energias sutis no plano material por meio do seu acolhido. Nesse processo gradual, o medo e a insegurança afastam o médium das irradiações e dos estímulos do seu Guia, o que torna o processo de desenvolvimento mediúnico mais lento. Obviamente, cada pessoa tem o seu tempo e seu próprio caminho. Mas estar consciente do seu medo é a primeira chave para a virada dos mistérios espirituais que os Guias têm a nos ensinar.
O segundo erro é a autoconfiança excessiva. Já vi casos de novatos incorporando todo e qualquer tipo de Entidade, logo nos primeiros contatos com o Terreiro.
Muitas vezes, isso não é feito por charlatanismo, mistificação ou vaidade, mas porque médiuns sensitivos supervalorizam as irradiações que recebem na gira. Soma-se a isso a presença de uma percepção de que a Umbanda é feita sobretudo de incorporações e que, se o médium não se comportar assim, ele não terá espaço na comunidade religiosa.
Meu conselho nesse caso é: calma! Segure um pouco a vontade de incorporar, mergulhe um pouco na energia, deixe que ela tome conta da maneira adequada. Não é preciso ter pressa. Estude a Umbanda, conheça nossa história, siga as orientações do seu dirigente, procure estabelecer um contato com seus irmãos de Fé e uma conexão com sua Entidade. Entregue-se ao processo com o seu Guia, mas diminua suas ansiedades e expectativas. Não ceda às cobranças, mas se permita que o processo ocorra de maneira verdadeira para você. Escute, aprenda. Seja humilde, mas não deixe de valorizar igualmente seu caminho. Se o medroso peca pela insegurança, o super-homem da espiritualidade peca pela segurança, o que no fundo são dois polos de uma mesma energia e causam o mesmo tipo de atraso no desenvolvimento mediúnico.
Escrito por Pai Alan Barbieri
Conteúdo extraido do Formação Doutrinária Umbandista
Quero te convidar hoje para nosso evento online e gratuito5 Dias de BENZIMENTO AO VIVO com Pai Adriano Camargo que também é tutor da plataforma Umbanda EAD com o estudo Rituais com Ervas.