Ex seminarista, com estudos, cursos diversos na amada UMBANDA incluindo o de teologia, praticante desde 1978; vi a necessidade de poder repassar o que aprendo todos dias, quer sejam textos, cursos, vídeos, e-books, aos que possam desejar, sem compromisso algum com quem quer que seja a não ser a DIVULGAÇÃO DE NOSSA AMADA UMBANDA. Se desejarem contato: acevangel@gmail.com
sábado, 12 de abril de 2014
sexta-feira, 11 de abril de 2014
quinta-feira, 10 de abril de 2014
Na hora da morte?!?
Na hora da morte?!?: PERGUNTA: - Como poderíamos entender essa pressão exercida pelos parentes do moribundo, na hora de sua desencarnação, obrigando-o a lutar...
Vò Benta e seus Conselhos
: Proveitos e Mal Feitos - Vó Benta.: As portas se abriam, permitindo que as pessoas daquela enorme fila que se formava na frente da Casa, pudessem adentrar. Eram recebidas po...
quarta-feira, 9 de abril de 2014
IR ADIANTE CUSTE O QUE CUSTAR!
ADIANTE
Redação do Momento
Espírita
Dia 29 de agosto de 2005. Uma
tempestade tropical de escala 5 atinge a costa sudeste dos Estados Unidos da
América.
Os ventos do furacão, que recebeu
o nome de Katrina, atingiram 280 quilômetros por hora, e devastaram a histórica
cidade de Nova Orleans.
Mais de um milhão de pessoas foram
evacuadas. Seiscentas mil casas, na grande maioria de pessoas pobres, foram
destruídas.
Um dos furacões mais destrutivos a
ter atingido os Estados Unidos, deixou cerca de mil e trezentos
mortos.
Muitos relatos se misturam ao do
senhor J.R., habitante de 65 anos de idade, sem automóvel, cartão de crédito ou
dinheiro poupado.
Ouvira pelo rádio, três dias
antes, que a tempestade se aproximava, e que a desocupação era fortemente
recomendada.
Mas, sem ter para onde ir, e com a
esposa numa cadeira de rodas, a saída era quase impossível.
O Sr. J.R. decide permanecer e
enfrentar a tempestade, a exemplo do que sempre fizera antes. Com estoque de
comida e água, a família se sentia preparada.
Porém, na segunda-feira, a ruptura
dos diques inundou em poucas horas aquela área, uma das regiões mais baixas de
Nova Orleans.
A subida rápida da água forçou
J.R. a tirar a mulher da cadeira de rodas, mas mesmo seus consideráveis 1 metro
e 90 centímetros não foram suficientes para evitar a tragédia.
Escapando de seus braços, sua
amada morre submersa.
* * *
Como seguir adiante depois de
acontecimentos como este?
Como lidar com essas tragédias do
cotidiano, sem nos deixar esmorecer e desistir?
Certamente, cada um deverá
encontrar a sua maneira, o seu alicerce, mas possivelmente todos eles passem,
mesmo que sem perceber, por um maior: a confiança em
Deus.
Não falamos desse deus, com
d minúsculo, que criamos ao longo do tempo, à nossa imagem e
semelhança.
Não, esse deus está desgastado,
cansado, e talvez em seus últimos dias...
Referimo-nos à
Inteligência Suprema, o Criador, onipresente, bom e
justo.
Referimo-nos ao Deus das
Leis perfeitas, que não se vinga, que não é tomado pela ira em
circunstância alguma, e que ama todas as Suas criaturas, não preterindo
ninguém.
E neste amor supremo, que ainda
escapa de nossa compreensão, estão desígnios, experiências, ensinamentos que,
por vezes, ainda temos dificuldades em entender.
Esta inteligência
está no controle de tudo. Nada acontece sem que Ele e Suas leis
permitam.
Deus não Se esquece, nada deixa de
lado, não privilegia.
Ele nos dá o que precisamos neste
ou naquele momento, para que continuemos nosso crescimento moral e intelectual
rumo à felicidade.
Seus desígnios, por vezes ainda
nos deixam perplexos, mas se dermos a Ele uma chance, uma chance apenas,
vislumbraremos suas razões logo adiante.
Veremos que Ele apenas atendia
nossa necessidade íntima, como um Pai amoroso que faz sempre o melhor ao filho,
mesmo este ainda não compreendendo Suas ações.
* * *
Adiante... É forçoso seguir
adiante.
Estagnados no agora, sem
horizonte, perde-se a razão de ir, de continuar.
Não esmoreças... Dá mais uma
chance à vida e verás que ela e o Criador te reservam dias
melhores...
Confia... E segue
sempre... Adiante.
Redação do Momento Espírita.
SAIBA CONVERSAR!
Nas Conversações |
| Não se irrite com o interlocutor,
se não lhe corresponde à expectativa. Talvez não tenha sido você suficientemente
claro na expressão.
*
Se o
interpelado não atende, de pronto, cale as reclamações. É provável que ele seja
gago e, se o não for, a descortesia é uma infelicidade em si mesma.
*
Quando alguém não lhe der a informação solicitada, com a presteza
que você desejaria, não se aborreça. Recorde que a surdez pode atacar a
todos.
*
Evite os assuntos desconcertantes para o ouvinte. Todos temos
zonas nevrálgicas no destino, sobre as quais precisamos fazer
silêncio.
*
Não
pergunte a esmo. Quem muito interroga, muito fere.
*
Cultive a delicadeza com os empregados de qualquer instituição ou
estabelecimento, onde você permaneça de passagem. Sua mente, quase sempre, está
despreocupada em semelhantes lugares e ignora os problemas de quem foi chamado a
servi-lo.
*
Seja
leal, mas fuja à franqueza descaridosa. A pretexto de ser realista, não pretenda
ser mais verdadeiro que Deus, somente de cuja Autoridade Amorosa recebemos as
revelações e trabalhos de cada dia.
*
Se o
companheiro lhe fere o ouvido com má resposta, tenha calma e espere o tempo.
Possivelmente já respondeu com gentileza noventa e nove vezes a outras pessoas,
ou, talvez, acabe de sofrer uma perda importante.
*
Ajude, conversando. Uma boa palavra auxilia sempre.
*
Lembre-se de que o mal não merece comentário em tempo
algum. |
|
* * *
Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Agenda Cristã.Ditado pelo Espírito André Luiz. Edição de Bolso. Rio de Janeiro, RJ: FEB, 1999. |
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