Ex seminarista, com estudos, cursos diversos na amada UMBANDA incluindo o de teologia, praticante desde 1978; vi a necessidade de poder repassar o que aprendo todos dias, quer sejam textos, cursos, vídeos, e-books, aos que possam desejar, sem compromisso algum com quem quer que seja a não ser a DIVULGAÇÃO DE NOSSA AMADA UMBANDA. Se desejarem contato: acevangel@gmail.com
sexta-feira, 19 de junho de 2015
Centro Espírita de Estudos Nossa Casa: GUIAS E COLARES NA UMBANDA
Centro Espírita de Estudos Nossa Casa: GUIAS E COLARES NA UMBANDA: Oi gente!!!!!! Hoje, depois de muito estudar e pesquisar, trago a vocês minhas anotações. Que Deus, em sua infinita bondade me dê clarez...
Conheça quatro teorias que tentam explicar os mistérios do Santo Sudário
No domingo, o papa Francisco vai "venerar" o famoso Santo Sudário, que para alguns é o tecido que envolveu o corpo de Jesus Cristo e, para outros, é um artefato produzido durante a Idade Média.
Seja como for, saber como o tecido acabou registrando a imagem de um homem segue sendo um mistério.
O escritor especializado em ciência Philip Ball discute, abaixo, as teorias envolvendo o Santo Sudário:
Em um comunicado cauteloso, o arcebispo de Turim disse que o papa “confirma sua devoção ao sudário que milhões de peregrinos reconhecem como um sinal do mistério que envolve a paixão e a morte de Cristo”.
É possível notar que ele não mencionou nada sobre sua autenticidade. A Igreja Católica não assume uma posição oficial sobre isso, afirmando apenas que é uma questão para ser investigada cientificamente.
Desde que um teste com carbono-14, feito em 1989, afirmou que a peça teria cerca de 700 anos, a Igreja tem evitado dizer muito além de que o tecido é um ícone da devoção cristã.
Mas apesar da disputa sobre sua idade, os enigmas sobre o objeto vão muito além. Um amplo estudo feito em 1978 por uma equipe de especialistas internacionais – no projeto que ficou conhecido como Sturp (sigla para Shroud of Turin Research Project) não chegou a uma conclusão sobre como o tecido carrega a impressão de um homem barbado aparentemente com ferimentos de crucificação.
Não faltam hipóteses.
Alguns sugerem que a imagem no tecido passou por um processo natural, outros afirmam que é obra de falsificadores medievais e há ainda que defenda que está relacionado à ressurreição.
Mas essas hipóteses têm algum mérito? Conheça as principais teorias a respeito do misterioso tecido:
1. É uma pintura
Se isso for verdade, análises químicas poderiam identificar os pigmentos usados, assim como restauradores fazem com pinturas clássicas. Mas a equipe do Sturp não encontrou evidências de nenhum pigmento ou de corante suficiente para explicar a imagem. Eles também não encontraram sinais de pinceladas.
Na verdade, a imagem no tecido de linho é difícil de se ver a olho nu. Ela não foi identificada até 1898, quando ficou evidente no negativo da foto tirada pelo fotógrafo italiano Secondo Pia.
A leve coloração do linho não é causada por alguma substância aplicada no tecido. Na verdade, é o próprio material das fibras que acabaram escurecendo.
E, ao contrário dos principais métodos de pintura e tingimento, a coloração no tecido não pode ser dissolvida, descolorida ou alterada com agentes químicos.
A equipe do Sturp afirmou que a imagem é a forma real de um homem “em sofrimento e crucificado... e não a produção de um artista”.
Os pesquisadores afirmaram que há gotas de sangue genuínas no tecido, inclusive com o tipo sanguíneo (AB). Também haveria traços de DNA humano.
Mas isso não impediu que o americano Walter McCrone, que é consultor na área de química e havia colaborado com o Sturp, afirmasse que as manchas vermelhas não eram sangue, e sim minúsculas partículas de um pigmento vermelho ou ocre.
Assim como qualquer outro tipo de teoria sobre o sudário, a versão de McCrone é contestada e, atualmente, poucos a levam em consideração.
Há ainda a teoria de que a imagem teria sido feita a partir de um imagem de uma estátua em baixo relevo. Mas análises físicas e químicas da imagem não sustentam essa ideia.
2. É resultado de um processo natural
Se a impressão no tecido foi feita pelo escurecimento de suas fibras, o que levou a esse processo? Um dos especialistas que analisou o sudário, Raymond Rogers, argumentou em 2002 que uma simples transformação química seria responsável pelo processo.
Segundo ele, até mesmo temperaturas moderadas de um corpo podem descolorir os compostos que formam as fibras de algodão de um tecido
Essa é uma ideia simples, mas há poucas evidências para se provar isso nessas circunstância particular. Não é algo que acontece sempre em mortalhas funerárias.
Outra ideia é a de que a descoloração das fibras foi causada por uma reação química provocada por substâncias corporais.
3. É uma fotografia
A foto de Pia mostrou que a imagem no pano era negativa: escura onde deveria ser clara. Isso aprofundou o mistério e o próprio Pia sugeriu que o sudário poderia ser um tipo primitivo de fotografia.
Essa ideia é apoiada pelo historiador sul-africano Nicholas Allen, que afirma que isso poderia ter sido conseguido ao se usar materiais e conhecimentos que estavam ao alcance de eruditos medievais, muitos antes da fotografia ter sido oficialmente inventada.
O que está por trás dessa ideia é o composto químico nitrato de prata, presente nas emulsões usadas no processo fotográfico no século 19.
O nitrato de prata de fato é conhecido desde a Idade Média, segundo Allen. Ela afirma que o composto foi citados em obras do século 8 e do século 13.
Ele pode ter sido usado no pano em uma sala escura e depois exposto à luz do sol por meio de uma lente feita de quartzo, já que a prata escurece com raios ultravioletas, que o vidro absorve, mas o quartzo, não.
Allen fez réplicas do sudário usando essa teoria. Mas a maneira como a imagem fica no pano quando a prata é removida e o modo que falsificadores medievais trabalhavam na época trazem problemas à teoria.
Assim como várias dúvidas sobre a forma exata e o contraste da imagem se ela tivesse sido feita dessa maneira. Por isso, muitos consideram a ideia de Allen mais ingênua do que plausível.
4. É resultado de algum tipo de liberação de energia
De acordo com um grupo de cientistas chamado Yahoo Shroud Science Group, a hipótese envolvendo a ressurreição de Jesus não pode ser descartada.
“Hipóteses ligadas a uma fonte de energia vinda de um Homem envolto em algo e outros correlacionados a descargas eletrostáticas causadas por um campo elétrico”, diz o grupo.
Visto que essa hipótese parece evocar processos desconhecidos da ciência, que presumidamente ocorreriam durante o retorno da morte, é tecnicamente certo dizer que a ciência não pode refutá-la nem, na verdade, dizer muito sobre ela.
Mas isso não impediu alguns cientistas de opinar. O químico Giulio Fanti, da Universidade de Pádua, propôs que as camadas superiores do tecido teriam sido queimadas por uma explosão de “energia radiante” que partiu do próprio corpo.
Ele cita o episódio bíblico da Transfiguração de Cristo e cita Lucas 9:29: “Enquanto orava, a aparência do seu rosto foi se transformando e suas roupas ficaram alvas e resplandeceram como o brilho de um relâmpago.
Isso, se falado de uma maneira educada, é uma evidência bem circunstancial. Mas Fanti sugere que se deveria ao menos testar se fontes artificiais desse tipo de radiação podem produzir um resultado similar no linho.
Todos os Dias São Um Presente |
É raro compreender os presentes que nos são dados com a vida, mas fazê-lo nos proporciona um crescimento pessoal que não tem preço. Eu espero que estas palavras lhe ajudem a lembrar o quanto é bom ser você mesmo neste mundo. Que todos os seus dias sejam felizes e radiantes!
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Deus Não Vai Lhe Perguntar Isso |
Nós vivemos nossas vidas um dia de cada vez, sempre com pressa e sacrifícios para virarmos pessoas melhores. Mas o que realmente nos torna pessoas melhores? O que Deus vai lhe perguntar quando você chegar ao Paraíso? Aqui estão 10 coisas que eu tenho certeza que Ele não vai lhe perguntar...
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quinta-feira, 18 de junho de 2015
O ENREDO DE TARSILA - UM CASO PRÁTICO.
A noite chegou e a festa estava linda. Os convidados elegantemente vestidos. Tudo primava pela beleza e bom gosto. O conjunto contratado para a ocasião iniciou com as músicas escolhidas a dedo e eram tão envolventes que os pares logo ocuparam a pista de danças, languidamente abraçados. Os ritmos se alternavam, ora modernos de acordo com o gosto da juventude, ora mais românticos, para que as oportunidades de dançar estivessem ao alcance de todos. Tarsila se divertia com os amigos e parentes, porém seu entusiasmo não era grande. Sentia falta de algo ou alguém que não saberia precisar. Uma tristeza indefinida que sufocava seu peito a ponto de não conter os suspiros que brotavam sem controle. Ela por momentos pensou ter divisado em meio aos casais que rodopiavam no salão um rosto conhecido. Foi até lá e não encontrou ninguém que se assemelhasse. Aliás, não se lembrava de nenhum convidado com tais características. Seu coração bateu mais forte. Seria alguém das relações comerciais do pai? Iria investigar. Porém perdera o entusiasmo e a festa para ela podia acabar naquele mesmo instante. Ardia de curiosidade. Quem seria?
No dia seguinte tentou descobrir junto aos amigos, poderia ser irmão de algum dos convidados, quem sabe o pai conhecia. Mas ninguém sabia quem era. E ela depois de muito perguntar ficou aturdida, sem saber a quem recorrer. Os pais perceberam a tristeza que brotou na jovem, mas não conseguiam arrancar uma palavra que fosse para poder ajuda-la. Não descobriram nada. O tempo passou e a melancolia aumentou a olhos vistos. Suspiros e mais suspiros pelos corredores da mansão. Olhos lacrimosos, noites mal dormidas. Até o momento em que não sabendo mais o que fazer, resolveram apelar para o desconhecido, por indicação de uma antiga babá, que se afeiçoara a família e ainda trabalhava com eles. A princípio não aceitaram por entender que era coisa de gente ignorante. Mas como não viam resultado nos tratamentos a que Tarsila se submetia, resolveram disfarçadamente procurar a tal casa. Roupas e sapatos mais humildes, sem maquiagem, sem joias, para não chamar atenção. Foram de táxi para não despertar interesse com os carros importados que normalmente usavam. Dispensaram até o motorista da família. Somente a babá foi com eles. Discrição acima de qualquer suspeita, foi o combinado entre eles.
Chegaram à Casa de Caridade Umbandista e foram atendidos dentro do respeito e ordem que por lá imperava. Era noite de trabalhos com apometria, nas lides dos atendimentos para distúrbios anímico-obsessivos. E participaram das entrevistas, palestras, passes e o caso de Tarsila foi selecionado. Deveriam aguardar no salão principal até serem chamados. Estavam impacientes e parecia que naquele recinto o tempo não passava. Até que chegou a vez dela. Ficou sentada em meio a um grupo de médiuns. A mãe rezava e pensava: que Deus nos guarde e ampare. O que estamos fazendo aqui?
Questionada sobre o motivo pelo qual buscava atendimento, Tarsila explicou entre choro convulsivo e olheiras profundas a razão de estar ali:
- Quero morrer para encontrar o grande amor da minha vida. Ficar com ele por toda a eternidade. É o anjo destinado a mim. E a única solução para nós é a minha morte. Nada mais me interessa. Inclusive durante a noite nos encontramos e compartilhamos do sexo que nos completa e estreita cada vez mais nossos laços.
Assim esclarecido, iniciou-se o atendimento verificando-se que o tal anjo nada tinha de anjo, era um ser umbralino, desafeto de seu pai, que apareceu por sintonia vibratória e envolveu a mesma por vingança. Pretendia leva-la ao suicídio e assim consumar seus sórdidos propósitos de fazer justiça. A criatura foi percebida pelos médiuns e compreende-se que mesmo sendo portadora de faculdade mediúnica, o tal ser não se mostrava para ela para não ser desmascarado. O tratamento a que se submeteu com o comprometimento dos pais, serviu para restaurar suas forças e prepara-la para o futuro, quando então deveria encarar a mediunidade como parte de sua trajetória. Todos engajados, comparecendo a todas as etapas, foi marcado novo atendimento e nesse dia mais fortalecida, teve a graça de através de um relance visualizar o ser que se dizia um anjo e seu amor eterno. Nesta oportunidade recebeu explicações de que se consumasse o ato do suicídio e aquele ser fosse realmente um anjo ou uma entidade mais elevada que ela, não poderia ficar junto dele, pois que seria imediatamente atraída para um vale de dor, onde ficam aqueles que atentam contra a vida. Poderia também amargar nas cidadelas umbralinas sob o jugo de entidades malfeitoras até apresentar condições para receber socorro, o que poderia levar séculos. Refeita do susto e decidida a não se deixar envolver em outra cilada tomou o rumo do estudo e da educação para aprender a lidar com as tarefas espirituais.
Um novo tempo, uma pausa nas provações para acumular forças e a pequena família recomeçou com mais segurança a tocar a vida. Agora frequentavam com regularidade a Casa de Caridade. Tímidos ainda e com passos vacilantes, porém resolutos em trilhar o novo caminho. Preparando-se ambos para daqui alguns anos receber este ser como filho e neto querido, derrubando assim as barreiras do ódio, fortalecendo laços através do amor e do carinho. Conquistando a serenidade e agregando valores morais e crísticos em suas vidas.
Lizete Iria
CURSO PRESENCIAL SOBRE CRISTAIS
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