quinta-feira, 16 de julho de 2015

BENZIMENTO DE UMA CASA

Para benzer Uma Casa, use Uma Bacia com Água OU preparo de Ervas nenhum centro da Casa. Acenda, 3, 5 ou 7 velas Brancas Ao Redor Dessa Bacia.
Se Quiser, PODE Colocar o Nome de Todos os moradores da Casa na Água da Bacia.
Fazer uma Evocação, Pedindo Pela Limpeza da Casa, Passar azeite consagrado nsa batentes das Portas de Acesso (frente e fundos), e Janelas. Se para Possível, defume um Toda Casa. Essa Água da Bacia PODE Ser substituída Por Um preparo de banho, de ntro dos criterios e Objetivos Já citados ...

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Plantão Tira Dúvidas

Tira Duvidas nº 27

terça-feira, 14 de julho de 2015

Allan Kardec - O Livros dos Médiuns - Parte Segunda - 

Manifestações Espíritas - cap. 14 - Médiuns - item 7 - 

Médiuns Curadores

MÉDIUNS PNEUMATÓGRAFOS

Médiuns Pneumatógrafos

177 Damos esse nome aos médiuns aptos a obter a escrita direta, o que não é possível a todos os médiuns escreventes. Essa faculdade é, até o presente momento, bastante rara; desenvolve-se provavelmente pelo exercício; porém, como dissemos, sua utilidade prática limita-se a uma constatação patente da intervenção de uma força oculta nas manifestações. Apenas a experiência pode fazer com que se saiba se a pessoa a possui; pode-se, portanto, experimentar, mas também pode-se solicitar que um Espírito protetor a faça. De acordo com o maior ou menor poder do médium, obtêm-se simples traços, sinais, letras, palavras, frases e até mesmo páginas inteiras. Basta geralmente deixar uma folha de papel dobrada num lugar qualquer ou indicado pelo Espírito durante dez minutos, às vezes um pouco mais. A prece e o recolhimento são condições essenciais; é por isso que se pode considerar impossível a obtenção de alguma coisa numa reunião de pessoas pouco sérias e que não estejam animadas de sentimentos simpáticos e benevolentes. 
(Veja a teoria da escrita direta no capítulo 8, Laboratório do mundo invisível, questões nos 127 e seguintes, e no capítulo 12, Pneumatografia ou Escrita Direta Pneumatofonia.)

Trataremos de maneira especial os médiuns escreventes nos capítulos seguintes.

Allan Kardec - O Livros dos Médiuns - Parte Segunda - Manifestações Espíritas - cap. 14 - Médiuns -
item 8 - Médiuns Pneumatógrafos

Médiuns Escreventes ou Psicógrafos
Dynamic text markers: Capítulo 15

Médiuns Escreventes ou Psicógrafos

178 De todos os meios de comunicação, a escrita manual é o mais simples, cômodo e, principalmente, o mais completo. É nesse sentido que se devem direcionar todos os esforços, porque ela permite que se estabeleça com os Espíritos relações tão seguidas e tão regulares quanto as que existem entre nós; além disso, por esse meio os Espíritos revelam melhor sua natureza e o grau de sua perfeição ou inferioridade. Pela facilidade com que eles se exprimem, fazem com que conheçamos seus pensamentos íntimos e nos possibilitam assim julgá-los e apreciá-los em seu valor. A faculdade de escrever, para o médium, é além de tudo a mais fácil de se desenvolver pelo exercício.


Allan Kardec - O Livros dos Médiuns - Parte Segunda - Manifestações Espíritas - cap. 15 - Médiuns
Escreventes ou Psicógrafos

QUAIS AS VANTAGENS DESTE MEIO DE COMUNICAÇÃO MEDIÚNICA SOBRE OS DEMAIS?
MÉDIUNS MECÂNICOS

Médiuns Mecânicos
179 Se examinarmos certos efeitos que se produzem nos movimentos da mesa, da cesta ou da prancheta que escreve, não poderemos duvidar de uma ação exercida diretamente pelo Espírito sobre esses objetos. A cesta se movimenta às vezes com tanta violência que escapa das mãos dos médiuns; algumas vezes se dirige a certas pessoas presentes para lhes impressionar; outras vezes, seus movimentos demonstram um sentimento afetuoso. A mesma coisa acontece quando o lápis é colocado na mão do médium. Muitas vezes é lançado longe com força ou a mão, assim como a cesta, agita-se convulsivamente e bate na mesa com cólera, mesmo que o médium esteja na maior tranquilidade e se admire de não ter domínio sobre si. 
Digamos, de passagem, que esses efeitos denotam sempre a presença de Espíritos imperfeitos; os Espíritos realmente superiores são constantemente calmos, dignos e benevolentes; se não são ouvidos convenientemente, retiram-se, e outros tomam seu lugar. O Espírito pode, portanto, exprimir diretamente seu pensamento, seja pelo movimento de um objeto, cuja mão do médium é apenas um ponto de apoio, seja por sua ação sobre a própria mão.
Quando age diretamente sobre a mão, o Espírito lhe dá uma impulsão completamente independente da vontade do médium. Ela se move sem interrupção e sem domínio do médium, enquanto o Espírito tem alguma coisa para dizer, e pára assim que ele termina.
O que caracteriza o fenômeno nessa circunstância é que o médium não tem a menor consciência do que escreve; essa inconsciência absoluta constitui o que chamamos de médiuns passivos ou mecânicos. Essa faculdade é preciosa por não permitir nenhuma dúvida sobre a independência do pensamento daquele que escreve.

Allan Kardec - O Livros dos Médiuns - Parte Segunda - Manifestações Espíritas - cap. 15 - 

Médiuns Escreventes ou Psicógrafos - item Médiuns Mecânicos

O LIVRO DOS MÉDIUNS
(publicado em janeiro de 1861)

Este livro reúne o ensino especial dos Espíritos Superiores sobre a explicação de todos os gêneros de manifestações, os meios de comunicação com os espíritos, o desenvolvimento da mediunidade, as dificuldades e os tropeços que eventualmente possam surgir na prática mediúnica.
É constituído de duas partes: Noções preliminares e Das manifestações espíritas.
Dentre os vários assuntos que aborda, destacam-se: provas da existência dos Espíritos, o maravilhoso e o sobrenatural, modos de ser e proceder com os materialistas, três classes de espíritos, ordem a que devem obedecer os estudos espíritas: a ação dos Espíritos sobre a matéria, manifestações inteligentes, as mesas girantes, manifestações físicas, visuais, bicorporeidade, psicografia, laboratório do mundo invisível, ação curadora, lugares assombrados (com comentários sobre o exorcismo) tipos de médiuns e sua formação, perda e suspensão da mediunidade, inconvenientes e perigos da mediunidade, a influência do meio e da moral do médium nas comunicações espíritas, mediunidade nos animais, obsessão e meios de a combater, trata também de assuntos referentes à identidade dos Espíritos, às evocações de pessoas vivas, à telegrafia humana, além de vários temas intimamente relacionados com o Espiritismo experimental.

Não menos importante são os capítulos dedicados às reuniões nas sociedades espíritas, ao regulamento oficial da Sociedade Parisiense de Estudos Espíritos e ao Vocabulário Espírita.

Como se observa, o Livro dos Médiuns é a obra básica da Ciência Espírita, graças a ele, o espiritismo firmou-se como Ciência Experimental.

Embora publicado há mais de 100 anos, seu conteúdo é atual, seus ensinamentos permitem ao leitor estabelecer relações evidentes da Ciência Espírita com várias conquistas científicas da atualidade.

O LIVRO DOS MÉDIUNS

O Livro dos Médiuns, ou Guia do Médiuns e dos Evocadores, é sequencia natural de O Livro dos Espíritos, que trata especialmente da parte experimental da Doutrina.

O Livro dos Médiuns tem como fonte básica a parte segunda de O Livro dos Espíritos, capítulo IX, que trata da Intervenção dos Espíritos no mundo corpóreo.
Antes da publicação de O Livro dos Médiuns, cerca (...) de um ano após o lançamento da 1ª edição de O Livro dos Espíritos, cujo sucesso surpreendeu até o próprio Allan Kardec, julgou este por bem editar uma espécie de manual essencialmente prático, que contemplasse a exposição completa das condições necessárias para a comunicação com os Espíritos e os meios de desenvolver a faculdade mediúnica. Esta providência revelou-se de suma importância, por que apontava um rumo, uma direção segura a quantos quisessem familiarizar-se com os mecanismos que possibilitem o intercâmbio espiritual entre os dois planos da vida, uma espécie de vade-mécum destinado a orientar corretamente as pessoas que, com a sistematização do Espiritismo em corpo de doutrina, passaram a interessar-se pelos fenômenos mediúnicos. 

Deu-lhe o Codificador da Doutrina o título de Instrução Prática sobre as Manifestações Espíritas. 

Ordenando suas matérias em onze capítulos, precedidos de uma Introdução, um Vocabulário Espírita e de um interessante Quadro Sinótico da Nomenclatura Espírita especial, verdadeiro esforço de síntese, capaz de dar, numa única página, um quadro tão completo quanto possível das manifestações mediúnicas.
Não obstante o papel inestimável que esse livro desempenhou nos primórdios da Codificação espírita, 

Allan Kardec avisou aos leitores da Revista Espírita (agosto de 1860) que aquela obra estava inteiramente esgotada e não seria reimpressa. 

Novo trabalho, muito mais completo e que seguiria outro plano, viria a substituí-la dentro de pouco tempo. 

Foi a primeira referência ao lançamento de O Livro dos Médiuns , publicado em 1861.

O Livro dos Médiuns contém, de acordo com a sua folha de rosto, o ensino (...) dos Espíritos sobre a teoria de todos os gêneros de manifestações, os meios de comunicação com o mundo invisível, o desenvolvimento da mediunidade, as dificuldades e os tropeços que se podem encontrar na pratica do Espiritismo.

O Livro dos Médiuns é uma dessas obras que merece um estudo acurado, profundo, o que nos exige, por certo, doses maiores de dedicação e constância. Não é, definitivamente, um livro de leitura digestiva, desses para se ler nas horas vagas. 

É um livro de estudo e pesquisa. E como tal como deve ser lido, estudado e meditado. A sua Introdução guarda preciosas lições, a começar pela definição do caráter da obra.
Kardec imprime-lhe a feição de "estudo sério e completo". O sério se contrapõe à leviandade com que a mediunidade era tratada em seu tempo (e também no nosso!); o completo refere-se à busca de se estudar por todos os ângulos este tema tão complexo, que é a mediunidade, sem que isso signifique a verdade total ou a última palavra.

A prática mediúnica, segundo Kardec, tem as seguintes consequências: (...) provar materialmente a existência do mundo espiritual. Sendo o mundo espiritual formado pelas almas daqueles que viveram, resulta de sua admissão a prova da existência da alma e a sobrevivência ao corpo. 

As almas que se manifestam, nos revelam suas alegrias ou seus sofrimentos, segundo o modo por que empregaram o tempo de vida terrena; nisto temos a prova das penas e recompensas futuras. Descrevendo-nos seu estado e situação, as almas ou Espíritos retificam as ideias falsas que faziam da vida futura (...).

Passando assim a vida futura do estado de teoria vaga e incerta ao de fato conhecido e positivo, aparece a necessidade de trabalhar o mais possível, durante a vida presente (...) em proveito da vida futura (...). 

A demonstração da existência do mundo espiritual que nos cerca e de sua ação sobre o mundo corporal, é a revelação de uma das forças da Natureza e, por consequência, a chave de grande número de fenômenos até agora incompreendidos, tanto na ordem física quanto na ordem moral. (6)

Entre tantos pontos analisados pelo Codificador em O Livro dos Médiuns, há um que merece destaque porque diz respeito ao conceito de médium e mediunidade. 

Esclarece que médium não é apenas pessoa cuja faculdade mediúnica se manifesta por meio de efeitos patentes, trata-se de uma faculdade do espírito imortal: 

Todo aquele que sente, num grau qualquer, a influência dos Espíritos é, por esse fato, médium. 

Essa faculdade é inerente ao homem; não constitui, portanto, um privilégio exclusivo. 

Por isso mesmo, raras são as pessoas que dela não possuam alguns rudimentos. 

Pode, pois, dizer-se que todos são, mais ou menos, médiuns.(6)

segunda-feira, 13 de julho de 2015

                    Saravá Antonio Carlos Evangelista
A simplicidade do uso do elemento natural
- Regras básicas para utilização da magia das ervas -

Amor e Bom Senso


Isso mesmo, Amor e Bom Senso, essas duas palavrinhas tão simples de dimensões tão extensas no seu sentido de entendimento.

Bom senso, de acordo com o dicionário, é a capacidade de julgamento, o senso íntimo, a consciência. É o senso comum, é o modo de pensar da maioria.

É aquele conhecimento básico, é o raciocínio capaz de discernir sobre algo bom ou algo ruim. A capacidade de julgamento que seu íntimo lhe impõe.

É o conhecimento que a maioria das pessoas tem. Se você não sabe, com certeza alguém em sua casa sabe, seu vizinho, ou alguém para quem você possa perguntar.

É a presença de espírito que temos ao saber que não devemos usar uma erva que não conhecemos. Não devemos usar o “achismo”. Simplesmente achar uma erva “bonita” e usa-la para fazer um chá, ou banho. 

Há muitas ervas tóxicas, ou com grau de toxidade tal que seu uso indiscriminado pode trazer resultados desagradáveis. 

É necessário tomar muito cuidado, filtrar as informações, comparar, perguntar. Adquirir ervas secas e frescas, mudas e sementes de locais adequados, de boa procedência.

O bom senso diz que não queimamos ervas frescas, porque contêm muita água.

Isso é bom senso. Acima de tudo, ouça seu coração. Pergunte a si mesmo, sinta em sua alma a energia da erva.

Amor. Quando falamos de amor o assunto se torna amplo. É subjetivo falar de amor, esse sentimento abstrato e de difícil compreensão. Vemos o amor definido e transmitido de várias formas. 

O amor fraterno como o sentimento entre irmãos, amigos, ou enfim, entre pessoas que se gostam. 

Vemos o Amor doado pelas almas caridosas em sua luta constante para diminuir as diferenças entre as classes sociais, o amor de Cristo por nós, por ter descido de suas esferas ultraluminosas para semear entre nós o Amor e a Fé.

Gosto de dividir esse sentimento em duas partes para nosso melhor entendimento: Fé e Respeito.

* Fé é aquilo que acreditamos, se acreditamos que algo é bom para nos temos fé naquilo.

A fé não depende da forma. 

É a mola propulsora que nos empurra em direção a algo, a um ideal. 

Quando acreditamos e vamos em frente, é ali que está nossa fé. 

Aquilo que não nos deixa esmorecer diante das dificuldades, nossa crença em algo maior que nós.

Se acreditarmos em uma sustentação religiosa é lá que colocamos nossa fé, a fé religiosa.

A fé não é só religiosa ou ligada à religiosidade, é acima de tudo acreditar. 

Mestre Jesus quando esteve entre nós, no meio material, dizia ao fazer suas curas milagrosas: “tua fé te curou, tua cura é do tamanho da tua fé”.

Então, quando acreditamos, o poder de realização entra em ação. A fé é o poder em ação, a realização. 

Ao alimentar com fé nossos projetos, damos crescimento a eles. 

Poderíamos dizer que a fé é o fermento da vida. Sem acreditar, nada acontece.

Acima da virtude religiosa que mais a inspira, podemos resumir fé como confiança.

A própria ciência já aceita que pacientes que têm fé se curam mais rápido do que os céticos, aqueles que não acreditam em nada.

Quando acreditamos e confiamos, temos fé.


* Respeito é honra. Respeitar a natureza é honrar ao Pai Criador pela dádiva da vida. 

Honrar ao Pai pelo ar que respiramos. 

Respeitar a forma que o espírito divino se apresenta nos vegetais, a energia contida em cada erva, mesmo depois de seca.

Ao respeitar as muitas formas de energia, temos benefícios práticos em nossa vida. 

A energia elétrica é fantástica se bem usada, no entanto, se usada sem conhecimento, pode causar prejuízos sem precedentes. 

Isso é respeito. Bem direcionada, toda forma de energia é benéfica.

Enfim, Amor é isso: Fé e Respeito, porque quem ama Acredita e Respeita.

Amar as ervas é acreditar que podem trazer algum benefício para nossas vidas e para a vida de nossos semelhantes, é respeitar sua forma de uso, direcioná-la da forma correta.
"Quem vê mal sempre vê pouco.
Quem escuta mal sempre escuta demais."
 
- Nietzsche - 
Entorpecidos que nos encontramos com o trago inebriante desta realidade de fantasias e modelos preconcebidos, motivados a ser e fazer tudo aquilo que raras vezes é de nossa real vontade e intenção, vemo-nos em um lago de frustrações e portanto do distanciamento da experiência de felicidade. 

Silencie e ouça o grito do silêncio interno, ignore a turbulência no entorno e observe o mundo com os olhos da alma. 

Nietzsche nos alerta que, às vezes, só ouvimos o que queremos ouvir, já que o murmúrio das nossas ideias preconcebidas se sobrepõe à realidade, sempre mais simples que a opinião que formamos dela. 

O nosso exercício portanto para pensar com clareza é corrigir nossa visão para que seja a mais abrangente possível e não ceder às opiniões da maioria. 

Grande abraço, Rodrigo Queiroz.
PENSE NISSO, PRATIQUE e tenha uma ótima semana! 

sexta-feira, 10 de julho de 2015


            Quanto você vale?

 

Um dia, um jovem rapaz, desanimado com a vida e com as pessoas, procurou um filósofo para ajuda-lo e disse:

- Venho aqui, professor, porque me sinto inútil, não tenho ânimo. Dizem que não sirvo para nada, que não faço tarefas bem feitas, que sou lerdo e muito idiota. Como posso melhorar? O que posso fazer para que me valorizem mais?

O professor, sem olhá-lo, disse:

- Sinto muito, meu jovem, mas não posso ajudá-lo, devo primeiro resolver o meu próprio problema. Talvez depois.

E fazendo uma pausa, falou:

- Se você me ajudasse, eu poderia resolver esse problema com mais rapidez e, depois, talvez possa ajudá-lo.

- Claro, professor, - gaguejou o jovem – que se sentiu mais uma vez desvalorizado e hesitou em ajudar seu professor.

O professor tirou um anel que usava no dedo pequeno, deu-o ao jovem e disse:

- Monte meu cavalo e vá até o mercado. Devo vender esse anel porque tenho que pagar uma dívida. É preciso que obtenhas pelo anel o máximo possível, mas não aceite menos que uma moeda de ouro. Vá e volte com a moeda o mais rápido possível.

O jovem pegou o anel e partiu. Mal chegou ao mercado, começou a oferecer o anel aos mercadores. Eles olhavam com algum interesse, até o momento em que o jovem dizia o quanto pretendia pelo anel. Quando o jovem mencionava uma moeda de ouro, alguns riam, outros saíam sem ao menos olhar para ele, mas só um velhinho foi amável a ponto de explicar que uma moeda de ouro era muito valiosa para comprar aquele anel. Tentando ajudar o jovem, chegaram a oferecer uma moeda de prata e uma xícara de cobre, mas o jovem seguia as instruções de não aceitar menos que uma moeda de ouro e recusava as ofertas.

Depois de oferecer a joia a todos que passaram pelo mercado, abatido pelo fracasso, montou no cavalo e voltou.

Entrou na casa e disse:

- Professor, sinto muito, mas é impossível conseguir o que me pediu. Talvez pudesse conseguir duas ou três moedas de prata, mas acho que não se possa enganar ninguém sobre o valor do anel.

- Importante o que disse, meu jovem, - contestou sorridente o mestre. – Devemos primeiro saber o valor do anel. Volte a montar no cavalo e vá até o joalheiro. Quem melhor para saber o valor exato do anel? Diga que quer vendê-lo e pergunte quanto ele lhe dá. Mas não importa o quanto lhe ofereça, não o venda. Volte aqui com meu anel.

O jovem foi até o joalheiro e lhe deu o anel para examinar. O joalheiro examinou-o com uma lupa, pesou-o e disse:

- Diga ao seu professor que, se ele quiser vender agora, não posso dar mais do que 58 moedas de ouro pelo anel.

O jovem surpreso exclamou:

- 58 moedas de ouro!

- Sim, - replicou o joalheiro, - eu sei que, com tempo, poderia oferecer cerca de 70 moedas, mas... se a venda é urgente...

O jovem correu emocionado de volta para contar o ocorrido.

O professor, depois de ouvir tudo o que o jovem lhe contou, disse:

- Você é como esse anel, meu rapaz; uma joia valiosa e única e que só pode ser avaliada por pessoas que saibam reconhecer o valor de outras pessoas.

E dizendo isso voltou a colocar o anel no dedo.

Todos somos como esta joia, valiosos e especiais e andamos pelos mercados da vida sendo avaliados por pessoas erradas que nos fazem perder a confiança e a crença em nossos próprios talentos.

Na vida, alguém pode escolher entre se deixar levar ou conduzir os próprios passos em direção àquilo em que acredita.

  Templo de Umbanda Ogum 7 Ondas e Cabocla Jupira. Leia no blog  ou  leitor Quando enxergamos o mal do outro… . Por  cristinatormena  em  5 ...