sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Não é Relacionado com Religião e sim por pesquisas Científicas !!!!!!!




O Significado das Doenças
 
 

Segundo a psicóloga americana Louise L. Hay, todas as doenças que temos são criadas por nós.
Afirma ela que somos 100% responsáveis por tudo de ruim que acontece no nosso organismo.

"Todas as doenças tem origem num estado de não-perdão.
Sempre que estamos doentes, necessitamos descobrir a quem precisamos perdoar.

Quando estamos empacados num certo ponto, significa que precisamos perdoar mais. Pesar, tristeza,raiva e vingança são sentimentos que vieram de um espaço onde não houve perdão.

Perdoar dissolve o ressentimento."

A seguir, você vai conhecer uma relação de algumas doenças e suas prováveis causas, elaboradas pela psicóloga
Louise.
 
Reflita. Vale à pena tentar evitá-las.
 
DOENÇAS / CAUSAS:
 
AMIGDALITE: Emoções reprimidas, criatividade sufocada.
ANOREXIA: Ódio ao externo de si mesmo.
APENDICITE: Medo da vida. Bloqueio do fluxo do que é bom.
ARTERIOSCLEROSE: Resistência. Recusa em ver o bem.
ARTRITE: Crítica conservada por longo tempo.
ASMA: Sentimento contido, choro reprimido.
BRONQUITE: Ambiente família inflamado. Gritos, discussões.
CÂNCER: Magoa profunda, tristezas mantidas por muito tempo.
COLESTEROL: Medo de aceitar a alegria.
DERRAME: Resistência. Rejeição a vida.
DIABETES: Tristeza profunda.
DIARREIA: Medo, rejeição, fuga.
DOR DE CABEÇA: Autocrítica, falta de autovalorização.
ENXAQUECA: Raiva reprimida. Pessoa perfeccionista.
FIBROMAS: Alimentar mágoas causadas pelo parceiro.
GASTRITE: Incerteza profunda. Sensação de condenação.
HEMORRÓIDAS: Medo de prazos determinados. Raiva do passado.
HEPATITE: Raiva, ódio. Resistência a mudanças.
INSÔNIA: Medo, culpa.
LABIRINTITE: Medo de não estar no controle.
MENINGITE: Tumulto interior. Falta de apoio. v
NÓDULOS: Ressentimento, frustração. Ego ferido.
PELE (Acne): Individualidade ameaçada. Não aceitar a si mesmo.
PNEUMONIA: Desespero. Cansaço da vida.
PRESSÃO ALTA: Problema emocional duradouro não resolvido.
PRESSÃO BAIXA: Falta de amor em criança. Derrotismo.
PRISÃO DE VENTRE: Preso ao passado. Medo de não ter dinheiro suficiente.
PULMÕES: Medo de absorver a vida.
QUISTOS: Alimentar mágoa. Falsa evolução.
RESFRIADOS: Confusão mental, desordem, mágoas.
REUMATISMO: Sentir-se vitima. Falta de amor. Amargura.
RINITE ALÉRGICA: Congestão emocional. Culpa, crença em perseguição.
RINS: Crítica, desapontamento, fracasso.
SINUSITE: Irritação com pessoa próxima.
TIREOÍDE: Humilhação.
TUMORES: Alimentar mágoas. Acumular remorsos.
ÚLCERAS: Medo. Crença de não ser bom o bastante.
VARIZES: Desencorajamento. Sentir-se sobrecarregado.
Curioso, não?

"Por isso, vamos tomar cuidado com os nossos sentimentos, principalmente daqueles que escondemos de nós",conclui a psicóloga.
 
Sem perdão ficaremos doentes, então não deixe para perdoar amanhã, vamos perdoar agora .

Estudo da Mediunidade segundo Kardec

                    Estudos sobre Mediunidade 

CAPÍTULO 13
MÉDIUNS ESCREVENTES E FALANTES

INTRODUÇÃO

Os Espíritos podem manifestar-se entre os encarnados através de inúmeras maneiras. A primeira condição para que haja um intercâmbio entre as duas esferas da vida, é que o encarnado seja portador da capacidade mediúnica. Faculdade essa, que não se revela da mesma maneira em todos. Geralmente, os médiuns têm uma aptidão especial para os fenôme¬nos desta ou daquela ordem, donde resulta que formam tantas variedades quantas são as espécies de manifestações.
Segundo o Instrutor Aulus [Nos Domínios da Mediunidade] "cada vaso recebe de conformidade com a estrutura que lhe é própria", ou seja, o médium em atividade mediúnica é envolvido pela emissão mental do Espírito comunicante, a se registrar sob a forma de impressões. Essas impressões se apóiam nos centros de força do perispírito que, de imediato atingem os cabos do sistema nervoso e, simultaneamente, o cérebro - onde encontram os centros motores em cujos comandos se processam as ações e reações mentais e físicas.
 As impressões agem como estímulos a acionarem no psiquismo do médium os mecanismos das aptidões já desenvolvidas ou em desenvolvimento. São funções automáticas que se refletem nos sentidos e órgãos, realizando assim, as várias formas de manifestações mediúnicas. Cabe ao sistema nervoso a dupla função de condutor das impressões recebidas e das ordens a serem realizadas.

CONCEITOS E OBJETIVOS

a) Psicografia: meio de comunicação mediúnica a se traduzir através da escrita. Tem a vantagem de assinalar, de modo mais material, a intervenção de uma força oculta. Faculta a análise da comuni¬cação e a devida apreciação do seu valor. Tem como objetivo instruir a humanidade, informar e consolar os encarnados acerca dos seus entes queridos já desencarnados, bem como inspirar e sensibilizar o homem através da arte. Desenvolve-se pelo exercício.
b) Psicofonia: intercâmbio mediúnico a se realizar através da fala. Objetiva acelerar o progresso do médium com o auxílio que presta a Espíritos em sofrimento. Essa forma de manifestação também permite a assistência e orientação a grupos mediúnicos e Casas Espíritas pelos Espíritos Superiores.

CLASSIFICAÇÃO DOS MÉDIUNS ESCREVENTES SEGUNDO O MODO DE EXECUÇÃO

a) Médiuns Escreventes Mecânicos: a aptidão do médium permite ao Espírito comunicante atuar diretamente no centro motor correspondente à mão, impulsionando-a de modo independente da sua vontade. A mão se move sem interrupção e sem embargo. O que caracteriza o fenômeno é o total desconhecimento do médium sobre o que escreve. É uma faculdade preciosa, pois não deixa dúvida alguma sobre a independência do pensamento daquele que se comunica. O papel do médium mecânico se assemelha ao de uma máquina copiadora. São raros os médiuns portadores dessa capacidade.

b) Médiuns Escreventes Semi-mecânicos: o médium sente que a sua mão uma impulsão é dada, mau grado seu, mas, ao mesmo tempo, tem consciência do que escreve à medida que as palavras se formam. É mais comum esse tipo de capacidade.

c) Médiuns Escreventes Intuitivos: aqueles com quem os Espíritos se comunicam pelo pensamento e cuja mão é conduzida voluntariamente. O médium sente sua vontade dirigida por outra, sua postura é mais atuante. O papel do médium então, é o de transmitir o pensamento do Espírito, livre como o faria um intérprete. Tem plena consciência do que escreve, embora não exprima o seu próprio pensamento. No princípio do desenvolvimento da faculdade, o médium tem dificuldade em distinguir o que é seu e o que não é. Segundo Kardec, é possível re¬conhecer-se o pensamento sugerido, por não ser nunca preconcebido, nasce à medida que a escrita vai sendo traçada e, algumas vezes, é contrária à idéia que antecipadamente se formara.

Tem como característica a espontaneidade da comunicação e, após o intercâmbio, mesmo que o médium tenha conhecimento do assunto, dificilmente ele se lembrará das palavras textuais ou da sua ordem, perdendo-se, assim, a beleza da mensagem.

Podemos também ser intuídos ou inspirados nos trabalhos de Evangelização de crianças, na doutrinação em reuniões mediúnicas, nas orientações do Atendimento Fraterno, nas Palestras e etc.

CLASSIFICAÇÃO DOS MÉDIUNS FALANTES SEGUNDO A MECÂNICA DO PROCESSO MEDIÚNICO

a) Médiuns Falantes Inconscientes: a psicofonia inconsciente se processa sem a ligação dos centros conscientes do cérebro mediúnico à mente do hóspede que a utiliza. Este psiquismo mediúnico cede espontaneamente seus recursos ao Espírito comunicante, sem qualquer dificuldade para desligar-se, de maneira automática, do campo sensório, perdendo, provisoriamente, o contato com os centros motores da vida cerebral. Por isso é que o Espírito comunicante tem maior possibilidade de intervenção "material", tais como: alteração no tom de voz, caracterização de sotaque, podendo até alterar momentaneamente a fisionomia do médium que, ao sair do transe, não guardará lembrança do ocorrido no momento do fenômeno. O médium pode permanecer mais próximo e atento ao organismo físico ou mais tranqüilo e afastado, embora sempre presente e responsável. O que determina o maior ou menor afastamento é o estado de equilíbrio e o grau evolutivo do Espírito comunicante.
Importante: a psicofonia inconsciente se evidencia em duas condições:

1º - aos médiuns que possuam méritos morais suficientes à própria defesa;

2º - nos obsessos que se renderam às forças vampirizadoras.

b) Médiuns Falantes Semi-conscientes: o médium cederia ao Espírito comunicante o comando do centro motor correspondente à fala, mas se manteria informado do fenômeno, ou seja, teria de forma mais ou menos lúcida, consciência do que o Espírito estaria falando ou fazendo através do seu corpo. Os médiuns semi-conscientes costumam guardar com maior clareza as sensações e as emoções. Com relação às palavras a lem¬brança é mais vaga. Esta faculdade aparece com mais freqüência.

c) Médiuns Falantes Conscientes: os centros motores cerebrais do médium permanecem no comando das suas funções e o médium se mantém informado de tudo o que acontece, podendo conhecer as palavra na sua formação, arquivando-as de maneira automática, no centro da memória.

CLASSIFICAÇÃO DOS MÉDIUNS SEGUNDO O GRAU DE DESENVOLVIMENTO DA FACULDADE

a) Médiuns Novatos: são inseguros, resistentes aos fenômenos ou descontrolados. As faculdades não devidamente adestradas traduzem as comunicações de forma lenta, destorcidas, mal filtradas. O médium tem maior dificuldade de refazimento. Geralmente duvida da veracidade da comunicação.

b) Médiuns Experimentados: a transmissão das comunicações é feita com facilidade e presteza, sem hesitação. Concebe-se que este seja resultado de exercício metódico, continuado e regular. O médium experimentado tem condições de fazer distinção dos Espírito comunicantes. É resultado de um estudo sério de todas as dificuldades que se apresentam na prática do Espiritismo.
Segundo Kardec, o mal é que muitos médiuns confundem experiência - fruto do estudo, com aptidão - produto da organização física.

c) Médiuns Improdutivos: os que não chegam a obter mais do que coisas insignificantes, monossílabos, traços ou letras sem conexão, frases incompletas, idéias corriqueiras, etc... Por outro lado, também podem ser prolixos, com comunicações sobrecarregadas de repetições e termos impróprios.
"O médium por si mesmo nada representa, e jamais deverá adotar a pretensão de realizar isto ou aquilo sem antes observar se, real¬mente, é influenciado pelas verdadeiras forças espirituais superiores." Yvonne A. Pereira
bibliografia

1) Livro dos Médiuns - Allan Kardec
2) Nos Domínios da Mediunidade - André Luiz/Chico Xavier
3) Memórias de um Suicida - Yvonne A. Pereira
4) Recordações da Mediunidade - Yvonne A. Pereira

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

O CONSELHO DOS MORUBIXABAS – O PRIMEIRO ENCONTRO

lua-estrelas1
O Conselho dos Morubixabas – O primeiro encontro

“Estamos quase chegando!
Ouvi a voz firme me guiando.
No breu da noite nos deslocávamos muito rápido, quase que voando.
Na escuridão aos poucos comecei a visualizar ao meu redor uma espessa mata.
Comecei a sentir a umidade da floresta, o cheiro da mata e da terra, o som dos insetos e dos animais.
Uma  sensação muito forte.
Com uma rapidez incrível nos deslocávamos no meio daquela mata fechada, é como se estivéssemos voando entre as arvores numa velocidade surpreendente.
Quando de repente, enxerguei uma enorme clareira.
Olhei para cima e tive uma das mais intensas sensações da minha vida.
O céu negro, com milhares de estrelas brilhantes e no horizonte uma enorme lua cheia.
A lua prateada era enorme, maravilhosa.
Por  alguns segundos fiquei hipnotizado pela sua beleza, tive a sensação que foram horas olhando fixamente para aquela enorme lua prateada.
Quando ouvi novamente a voz a dizer: Chegamos!
Voltei minha visão para o solo, quando pude perceber uma grande fogueira com algumas pessoas sentadas ao seu redor.
Estavam sérias, tinham a aparência de pessoas do campo, fisionomias rudes, a maioria era de homens adultos, mas ao observa-las tive a impressão de serem muito velhas e sábias.
Contei, eram em número de sete, entre eles uma mulher e um de cabelos brancos, que parecia ser o mais velho de todos.
Estavam em silêncio sentados no chão ao redor da fogueira e banhados pela luz daquela enorme lua cheia.
Novamente ouvi aquela voz a me dizer: Venha vamos nos juntar aos outros para ouvirmos as orientações.
Outros? Perguntei.
Sim, olhe ao seu redor, respondeu.
Fixei minha atenção ao redor da clareira e então percebi que existiam centenas, talvez milhares de pessoas em pequenos grupos ao nosso redor.
Nesse momento perdi a consciência…”
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Prezados amigos umbandistas que acompanham nossos textos.
Descrevi acima, de forma sucinta, um desdobramento ou projeção astral ocorrido comigo há muito tempo, há mais de 40 anos.
Nesta época ainda não tinha entrado para a umbanda, mas me interessava muito pelas coisas do espírito.
Esta passagem me marcou profundamente e nunca mais esqueci os detalhes deste desdobramento astral.
Foi  a primeira, de muitas outras  onde entrei em contato consciente com o Conselho dos Morubixabas.
Vou detalhar um pouco mais cada etapa desta viagem.
Comecei o texto acima com aquela voz que me marcou profundamente:
Vem, é por aqui!”
Naquele momento não me preocupei em saber de quem era a voz, somente ouvia de forma firme e intensa, mas não enxergava mais ninguém me acompanhando e sentia uma segurança muito grande naquele ser que estava me acompanhando.
Após muitos anos, fiquei sabendo, que era do Caboclo Mata Verde.
Outro momento marcante foi caminhar ligeiro no meio do desconhecido.
No breu da noite nos deslocávamos muito rápido, quase que voando.”
Foi uma sensação muito estranha e marcante.
A sensação era que estava caminhando a uma velocidade enorme, poderia até dizer que estava voando, me deslocando a uma velocidade muito grande e totalmente no escuro.
Quando falo no escuro, é no escuro mesmo, sem nenhuma referência.
Sentia uma sensação de frio, é como se a umidade daquela região, o ar frio soprasse sobre meu corpo.
Aos poucos fui ficando mais consciente e comecei a visualizar algumas referências.
“Na escuridão aos poucos comecei a visualizar ao meu redor uma espessa mata, comecei a sentir a umidade da floresta, o cheiro da mata e da terra, o som dos insetos e dos animais.”
Tudo era muito real, as sensações eram muito reais.
Embora aquela mata fosse real para mim, estava me deslocando no meio daquela floresta numa velocidade incrível e sem trombar em nenhuma arvore ou cipó existente; é como se eu passasse por dentro da matéria que formava aquela região.
Olhei para cima e tive uma das mais intensas sensações da minha vida, o céu negro, com milhares de estrelas brilhantes e no horizonte uma enorme lua cheia.”
Esta visão marcou minha vida.
Ainda hoje quando olho para a lua cheia, sinto uma força interior que me incomoda, uma alegria intensa, misturada com muita saudades daquele lugar e daquele momento.
Uma visão maravilhosa que eu nunca havia visto antes; o céu era negro e nuvens de estrelas brilhavam formando uma imagem que lembrava o leito de um rio iluminado.
A lua era muito grande e brilhante, no momento que olhei para aquela lua enorme foi como se eu me juntasse a ela; perdi por alguns instantes a noção de tudo o que existia ao meu redor, me senti nas entranhas daquele astro.
A sensação durou segundos, mas pareceu uma eternidade, foi um momento de arrebatamento.
Voltei minha visão para o solo, quando pude perceber uma grande fogueira com algumas pessoas sentadas ao seu redor.”
Até aquele momento não tinha notado a presença de mais nada, somente a mata e o céu.
Quando despertado pela voz, daquele momento de êxtase, pude perceber as sete pessoas que estavam ao redor da fogueira.
Lembraram-me índios, mas não os índios brasileiros; tinham traços fortes em sua fisionomia.
Transmitiam muita seriedade e força espiritual.
Olhei, um por um, notando suas diferenças individuais e pude perceber a presença de uma mulher e do mais velho do grupo.
De forma instintiva contei quantos eram, e pude confirmar que eram em número de sete, naquele momento não significou nada para mim.
Estavam em silêncio sentados no chão, ao redor da fogueira e banhados pela luz daquela enorme lua cheia.”
Isso também chamou minha atenção.
Estavam sentados ao redor da fogueira, todos em silêncio, os olhares se perdiam no infinito, mas tive a impressão que estavam se comunicando entre si.
É como se todos estivessem conectados mentalmente, o luar que iluminava aquela reunião  dava a impressão de trazer vibrações espirituais que vinham do espaço cósmico.
A sensação era de que estavam todos em transe mediúnico recebendo mensagens das esferas superiores.
Fixei minha atenção ao redor da clareira e então percebi que existiam centenas, talvez milhares de pessoas em pequenos grupos ao nosso redor.”
Quando a voz me orientou a olhar ao redor notei que não estávamos sozinhos, mas acompanhados por muitos espíritos, eram centenas de grupos.
Notei que em cima de cada grupo de espíritos, havia um ponto luminoso de luz tênue, que posteriormente fiquei sabendo que era a luz do mentor espiritual de cada grupo.
Semelhante àquela voz que me acompanhava e me orientava naquela viagem astral.
Novamente ouvi aquela voz a me dizer: Venha vamos nos juntar aos outros para ouvirmos as orientações.”
Passados muito anos, fiquei sabendo que diariamente me deslocava para aquela região e sempre acompanhado pelo Caboclo Mata Verde.
Da mesma forma, outras pessoas, durante o sono, eram encaminhadas aquela região para receberem ensinamentos e orientações sobre a espiritualidade e a umbanda.
Estávamos em Aruanda e aqueles sete espíritos formavam o Conselho dos Morubixabas.

São Vicente, 13/08/2015
Manoel Lopes

UMBANDA: falsas incorporações inconscientes.

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