quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

É PRECISO ESPERAR A LAMA SECAR

DEIXAI SECAR PRIMEIRORedação do Momento Espíritahttp://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=3308&stat=0
Contam que Carlyle (1), o célebre historiador escocês, quando ainda era muito moço, teve uma questão bastante grave com um dos seus companheiros. Um dia, sentindo-se insultado, declarou que ia imediatamente exigir satisfações daquele que o havia ofendido.
Um velho professor, informado do caso, aproximou-se de Carlyle e disse-lhe:
Meu caro amigo. Tenho longa experiência de vida e conheço as consequências tristes dos atos impetuosos. Um insulto é como a lama que cai em nossa blusa. A lama pode ser retirada facilmente, com uma simples escova, quando já está seca. Deixe secar primeiro. Não seja apressado. Espere até que se acalme, e verá como tudo será facilmente resolvido.
Carlyle aceitou o conselho do professor, e o resultado foi tão feliz que, no dia seguinte, o colega que o insultara veio lhe pedir desculpas.
Malba Tahan (2), nesta rica passagem, vem nos dizer que, dada a grande diversidade de temperamentos e caracteres humanos, não nos é possível viver em paz com o próximo, sem refrearmos a ira, e insistirmos na prática da mansidão.
Nenhuma resolução sadia pode ser tomada com ímpeto.
Às vezes, numa ação impensada, numa reação violenta, podemos comprometer séculos e séculos de nossas existências.
Alguns segundos de invigilância, permitindo que um pequeno ato de vingança se externe, pode gerar um compromisso imenso para o futuro, através da Lei de causa e efeito, que prevê a colheita obrigatória de tudo aquilo que livremente plantamos.
Vale a pena esperar. Vale a pena o esforço de conter um impulso naquele momento em que o nervosismo procura reinar.
Contar até dez. Tomar um banho frio. Fazer uma oração, pedindo auxílio a Deus. Parar tudo que estamos fazendo e refletir para não reagir sem pensar.
Vale a pena o esforço. Vale a pena ter calma.
Se algum dia você for vítima de uma violência, não revide.
Quando receber injúrias, não procure se defender atacando.
Se for caluniado, não acumule ódio e ressentimento em sua alma.
Sabemos que é difícil compreender, perdoar, ainda, mas precisamos começar, precisamos desenvolver esta virtude em nossos corações.
Os maiores beneficiados com isso seremos nós mesmos, pois deixaremos de ser depósitos de sentimentos impuros, desequilibrados, que insistem em nos fazer infelizes.
Deixe secar primeiro.
* * *
A Terra recebeu, na figura de um homem muito simples, um grande defensor da não-violência.
Mahatma Gandhi (3), o líder religioso indiano que comandou centenas de hindus, foi a lição viva da desnecessidade da violência para resolver problemas.
Eis aqui um sábio pensamento seu:
Não-violência e covardia são termos contraditórios. A não-violência é a maior das virtudes, enquanto a covardia é o maior dos vícios.
A não-violência provém do amor, a covardia do ódio.
A não-violência sempre sofre, enquanto a covardia sempre gera o sofrimento.
A perfeita não-violência é a maior das bravuras.
Sua conduta não é jamais desmoralizante, enquanto a forma da covardia se conduzir sempre o é.
Redação do Momento Espírita com base no cap. Deixai secar primeiro, do livro Lendas do Céu e da Terra, de Malba Tahan, ed. Record.
Em 26.01.2012
(1) Thomas Carlyle (Ecclefechan, 4 de dezembro de 1795 — Londres, 5 de fevereiro de 1881) foi um escritor, historiador e ensaísta escocês. História da Revolução Francesa marcou o início de seu imenso prestígio como escritor. Considerada sua obra-prima, é também considerada um importante marco na historiografia romântica.
(2) Júlio César de Mello e Souza (Rio de Janeiro, 6 de maio de 1895 — Recife, 18 de junho de 1974), mais conhecido pelo heterônimo de Malba Tahan, foi um escritor e matemático brasileiro. Através de seus romances foi um dos maiores divulgadores da matemática no Brasil. Seu livro mais conhecido, O Homem que Calculava, é uma coleção de problemas e curiosidades matemáticas apresentada sob a forma de narrativa das aventuras de um calculista persa à maneira dos contos de Mil e Uma Noites.
(3) Mohandas Karamchand Gandhi; Porbandar, 2 de outubro de 1869 — Nova Déli, 30 de janeiro de 1948), mais conhecido popularmente por Mahatma Gandhi (do sânscrito "Mahatma", "A Grande Alma") foi o idealizador e fundador do moderno Estado indiano e o maior defensor do Satyagraha (princípio da não-agressão, forma não-violenta de protesto) como um meio de revolução

MAIS DO QUE NUNCA DEIXE CLARO PARA SEU FILHO

DEIXE CLARO PARA SEU FILHO
Luiz Carlos D. Formiga
No dia em que a criança percebe que todos os adultos são imperfeitos torna-se adolescente, e, se tornará adulta quando puder perdoá-los
"Formam famílias os Espíritos que a analogia dos gostos, a identidade do progresso moral e a afeição induzem a reunir-se. Mas, como não lhes cumpre trabalhar apenas para si, permite Deus que Espíritos menos adiantados encarnem entre eles a bem de seu progresso. Esses Espíritos se tornam, por vezes, causa de perturbação, o que constitui para estes a prova e a tarefa a desempenhar" (ESE).
Em 1983 procuramos discutir o ensino na universidade. Na biologia e biomedicina a evasão de alunos incentivou estudos que pudessem identificar as causas (3,4). Será a evasão o reflexo de um estado social, de uma administração mal conduzida, que além de abortiva é também favorecedora de circunstâncias que podem ser consideradas precipitantes? Investigações semelhantes poderiam explicar porque algumas Casas Espíritas possuem jovens conscientes, atuantes, e outras não.
De uma hora para outra ele não quer mais ir ao Centro!
O que fazem os pais diante da resistência religiosa?(1)

Comportamentos Polares

Encontramos comportamentos polares. O autoritarismo estava manifesto na decisão de J. quando avisou que o filho perderia a mesada e o uso do carro nos fins de semana. Ele arranjou um emprego de "auxiliar de serviços gerais" e passou a andar de carona(1).
A aceitação pacífica, sem maiores discussões foi o que encontramos em F. que disse: “mais tarde ele voltará”. O pai desconhecia a necessidade que os jovens têm de lutar. Nessa fase eles precisam "ser do contra".
“No nosso tempo não havia discussão, os pais mandavam, eles iam e ponto final”. Frase da mãe de R., 16 anos, que vive arranjando desculpas para não ir ao Centro. Este é um fato que aflige aos pais. Embora nascidos em lares espíritas jovens são atraídos por idéias niilistas. Isto faz surgir falsa idéia de que o anjo da guarda nem sempre está de plantão.
Ouvimos uma explicação sobre o respeito que se deve depositar na questão do livre arbítrio: “se estivermos avançando na direção de algo que irá nos ensinar uma lição valiosa, porém difícil, eles poderão nos mostrar maneiras mais alegres de aprender a mesma coisa. Se resolvermos persistir no caminho original, eles não tentarão nos impedir. Cabe a nós escolhermos a alegria, mas caso aprendamos melhor através da dor e do esforço, os guias espirituais não os afastarão de nós”.
O que fazer?
Vacinar a mente infanto-juvenil para prevenir a doença causada pelo micróbio da alienação.(2)
Quais as causas da resistência encontrada na hora de ir ao Posto de Vacinação?

As Causas Naturais

Existem causas naturais e legítimas. Na fase de crescimento existem períodos naturalmente conturbados, como o da “expansão subjetiva”, conhecido como “descobrimento da realidade exterior”. Surge a dor “pela perda dos pais ideais”, quando a imagem idealizada e mágica se choca com a realidade. Em relação à evasão do jovem na casa espírita não podemos esquecer que é natural a rebelião contra a autoridade constituída, neste período da vida. Nessa fase os jovens são constantemente avaliados e aprendem a avaliar a fé da família. Ao encontrarem pais espíritas de fachada sentem-se frustrados. No dia em que a criança percebe que todos os adultos são imperfeitos torna-se adolescente, e, se tornará adulta quando puder perdoá-los.

As Causas Legítimas

Por outro lado, existem outras causas para a evasão:
  • Eles encontram com muita freqüência discursos que ficam aquém de suas ansiedades e reuniões pouco atraentes.
  • Quando encontram temas que aguçam a curiosidade, percebem também que esses estudos são mal administrados e ministrados por evangelizadores bem intencionados, mas incompetentes. Alguns são incapazes de formular objetivos e selecionar estratégias adequadas.
  • Outra causa legítima é o encontro de contradições. O que é pregado, não é vivenciado no Centro. O comportamento dos pais é ainda mais fácil de observar. Quando aprendem que devem amar ao próximo, mas os pais não vivem de acordo com esse preceito, eles se sentem traídos.
  • Examinando as condições sócio-familiares, vamos encontrar luz no fundo do túnel, principalmente quando tentamos compreender o impulso homossexual. Neste caso temos que considerar vários raciocínios e olhar através das várias janelas do edifício do holismo espiritualista.
O homem é um ser de natureza multifacetada. Na sua análise é necessário utilizar diversos raciocínios: o critério estatístico; o biológico; o psicológico; o antropológico (psicanalítico); o familiar; o político e o espiritual, que estão separados apenas didaticamente.
Quando examinamos detidamente as condições sócio-familiares no homossexualismo encontramos uma constelação familiar defeituosa. Há continuidade e severidade de relações patológicas entre pais e filhos. É possível identificar progenitores complicados, ausentes, subservientes, alcoólatras, machistas, violentos, autocratas, dominadores.
Mulheres transexuais sofreram em 22% abuso sexual dos próprios pais e em 37% dos casos a relação entre os pais era turbulenta, doentia, com separação (*). Uma constelação semelhante foi encontrada entre crianças que tentaram o suicídio.(**)
Abandonar as reuniões no Centro pode indicar a necessidade de romper as amarras de um progenitor possessivo.

A Solução

Podemos pedagogicamente sugerir a luta em favor de uma causa justa. Na luta, contra o estigma da lepra; contra o aborto; contra as condições inadequadas do Hospital Psiquiátrico Espírita; contra o uso de drogas, temos tido ajuda valiosa dos estudantes que participam dos grupos espíritas nas universidades.(***)

Dirigentes Espíritas; Pais e Professores Podem Complicar

Professores e pais muitas vezes não compreendem a verdadeira extensão dessas iniciativas acima referidas. Pensam que é um trabalho muito pontual. Acreditam que estamos empregando muita energia numa atividade que deveria ser dos representantes do poder público.
Muitos não percebem que nestas atividades de "luta contra", em favor de uma causa justa, nossos jovens, na realidade, estão adquirindo proteção contra diversos apelos que poderiam atraí-los, se não estivessem com a atenção concentrada no seu ato de heroísmo, no seu exercício de cidadania. Gastam tempo e energia, é verdade, mas também se imunizam contra a doença causada pelo micróbio da alienação ou da desesperança.
Quando o mais velho participa, com o apoio logístico, o choque de gerações desaparece e todos ganham. A Casa Espírita que vive centrada em si mesma, não possui crianças nem jovens, desestimula colaboradores e, por isso, não tem futuro.
Diversos dirigentes são "desconfiados", sendo incapazes de delegar responsabilidades. São pessoas responsáveis e acreditam que o jovem ainda não se encontra, como eles, preparado para assumir determinadas missões. A falta de fé no jovem e nos orientadores espirituais e o medo do fracasso fazem com que centralizem tudo e acabam prejudicando a quem tanto gostariam de beneficiar. Isto é uma causa de evasão.
Através de um conto popular, soubemos que um cientista estava interessado em realizar um estudo sobre a vida do maior comandante existente na face da Terra. Após exaustiva investigação foi informado que este já havia morrido. O pesquisador foi até o céu e pediu a São Pedro que lhe possibilitasse uma entrevista com o desencarnado, de modo a obter as informações preciosas. Diante dele o cientista reagiu dizendo que não era a pessoa com quem desejava falar: "esta eu conheci por muitos anos. Foi um simples sapateiro na cidade onde vivi". São Pedro explicou: "Teria sido o maior de todos, se tivesse tido oportunidades e as condições ambientais adequadas para o seu desenvolvimento".
"Embora devamos caminhar sem medo, não sejamos imprudentes, a pretexto de cultivar o desassombro, uma vez que o arrojo desnecessário é comparado à leviandade perigosa". Emmanuel, ainda, nos diz que "o equilíbrio é fundamental, pois um coração temerário incendeia qualquer serviço, arrasando-o. Mas, um coração medroso congela o trabalho".
Nesta questão de congelamento o artigo "Na Universidade – Indiferença ou Medo?" Publicado na Revista Internacional de Espiritismo, ano LXXV (2): 77-79, março de 2000, diz que em algumas universidades, existem espíritas que temem ser identificados como adeptos da Doutrina Consoladora.

Jesus, o Guia e Modelo

Em educação modelos de excelência são de grande valia. No entanto, nos dias de hoje há uma tendência a favor da desmistificação dos heróis. Em conseqüência os jovens carecem de imagens concretas de pessoas admiráveis para ajudá-los no esforço de evolução pessoal. É natural, na juventude, querer ser ou ter um herói. Jesus será seu guia e modelo, quando ele perceber que, na sua proposta pedagógica, existe uma conceituação revolucionária em torno das dores, dos tabus e preconceitos.
Jesus discute uma escala de valores que só os heróis, mesmo os pequenos e anônimos, podem possuir. Haverá identificação com o Evangelho e desaparecerá a crise de identidade, que é freqüente na homossexualidade oriunda de uma constelação familiar defeituosa.

Será que estou exagerando?

Afinal o jovem quer apenas afirmar a sua independência!
Vamos lembrar que a rebelião, quando não encontra a resistência paterna, sem luta, pode ser um fracasso para ele. Aí o jovem pode escolher um novo campo de batalha. A droga pode ser a opção. Afinal, todos os dependentes dizem: - "na hora que eu quiser deixar, eu deixo". A aceitação pacífica, sem maiores discussões, é um comportamento perigoso.
A aceitação com o empreendimento de algumas "batalhas", utilizando estratégias bem escolhidas – é a melhor opção.
Não estamos fazendo exercício ilegal da profissão de psicólogo, mas estimulando a troca de experiências, no exercício legal da paternidade responsável.
Como pais e/ou como cônjuges aprendemos com o erro e o acerto. O erro é parte do processo e deve ser transformado em estímulo de crescimento. Foi assim com a mulher adúltera e não atiramos a primeira pedra. Foi assim com o paralítico, quando o Mestre fez o reforço pedagógico: - "vai e não tornes a errar". (João, 8:11).
Somos espíritos imperfeitos, se erramos devemos reparar o erro e "dar a volta por cima", demonstrando maturidade emocional e saúde mental.
Informar ao filho que continuamos com a nossa crença, mas que respeitamos o seu direito de decidir por si, é fundamental.
Trabalhar no sentido do amadurecimento e fortalecimento da personalidade dos filhos, sabendo ouvir, num diálogo franco, coerente e seguro é tão importante quanto incentivar o companheirismo, o empenho e a responsabilidade nas suas atividades, que devem ser diversificadas, do trabalho aos esportes, dos estudos aos lazeres.

A Vacina Atraente

A posição do "meio", adotada pelo pai de S. que decidiu não mais comparecer as reuniões na mocidade, nos pareceu satisfatória, quando informou que ela “era atenciosa com a família e os amigos, se esforçava para ajudar aos outros e era voluntária numa escola para crianças com necessidades especiais”. Na verdade, ela não ia ao centro, mas vivia espiritamente.
Melhorar o homem e a sociedade ainda é o setor que reclama a maior urgência(5), até no Movimento Espírita.
Diante da revolta religiosa, precisamos parar para refletir. A angústia vivida na adolescência é muito grande. A separação do mundo infantil e a incorporação ao dos adultos é um período tão difícil que a experiência clinica permite concluir que as ocorrências são tão intensas, quanto aquelas vividas pelo adulto ante a perda de um ente querido.
M., 15 anos, começou a apresentar os sintomas da revolta religiosa. Os pais pararam para discutir e no final acharam que deveriam avaliar também a Casa Espírita. Fizeram um diagnóstico. A maioria dos freqüentadores era de meia idade ou mais. As atividades para os jovens eram pouco atraentes. Aplicavam vacinas muito dolorosas. Decidiram procurar outra casa mais “jovem”, onde havia um extenso programa de atividades para adolescentes. Rapidamente constataram que o filho não mais faltava.
Com a vacina Sabin imunizamos até crianças, que não compareceram ao posto de saúde, pelo contágio do vírus vacinal. A vacina viva, indolor, é contagiante.
Procuramos também atender ao domínio afetivo na vacina tríplice. Isso é alcançado, quando aplicamos apenas uma injeção intramuscular, mas prevenimos três doenças. Com essa explicação as mães são tocadas nas fibras do coração e aderem mais facilmente à campanha de vacinação, suportando melhor a dor dos filhos na picada da agulha. Evangelização não é apenas para crianças.
Aquele jovem foi contaminado pelo estudo bem elaborado e acabou contagiando os amigos, que passaram a freqüentar as reuniões. Pais atualizados e atuantes são evangelizadores diretos e indiretos na vacinação das mentes em formação. Há contágio do idealismo em família. Ao adotarem a posição firme, sem radicalismos, devem estar preparados para a derrota eventual.

Imortalidade E Reencarnação. Allan Kardec É Base Fundamental

Discutir valores foi proposta do dia mundial de prevenção ao uso de drogas. Quando os jovens possuem e compreendem sua própria escala de valores e são capazes de explicá-la aos outros, torna-se, para eles, mais fácil expressar e justificar sua decisão de abster-se de drogas.
Os pais devem provar aos jovens que a religião para eles não é simples formalidade, apenas um credo, com aparência de espuma flutuante.
Se nos colocarmos em oposição a determinados comportamentos, deveremos estar aptos a explicar as razões do nosso posicionamento. Para isso precisamos ser contemporâneos do nosso tempo e ter, na base dos nossos argumentos, as informações disponíveis nos livros da codificação da Doutrina Espírita. Os pais espíritas devem estudar as obras básicas com o mesmo cuidado com que o codificador estudou os ensinos morais do Cristo.
Os jovens precisam de uma nova ordem de idéias, que possa trazer também uma nova ética comportamental. Imprescindível a noção de Imortalidade, base da doutrina do Cristo que a demonstrou em inúmeras oportunidades.
Sem o seguro conhecimento das diversas evidências científicas sugestivas da imortalidade da alma, não tem sentido falar-se em escala de valores, em regras dirigentes da conduta e em livre arbítrio. No entanto, demonstrada a Imortalidade e examinadas as conseqüências futuras, dela derivadas, a vida ganhará outro sentido.
Sabendo que retornamos com as mesmas almas, mas em diferentes relacionamentos, estaremos atentos para as relações afetivo-emocionais e veremos com maior nitidez que a liberdade tem os seus limites e compromissos. A educação será um processo de formação de valores e de libertação espiritual. Desaparecerão as famílias patogênicas, onde há a educação para o egoísmo e o comodismo, que buscam o conforto antes do dever.

Isso é preconceito!

Na sociedade atual tudo é normal, tudo é permitido e sem culpa. Os pais devem se preparar para ouvir: - ”isso é preconceito!”.
Sabemos que não devemos violentar consciências, mas podemos apontar outros caminhos, alternativas menos dolorosas.
Podemos e devemos trabalhar no sentido de aumentar o nível de consciência da sociedade, onde estamos inseridos e a quem devemos servir. Não há dúvida de que deveremos procurar ter vida moralmente sadia, mas lembrando sempre que na pedagogia de Jesus o erro faz parte do processo. Não fiquemos acorrentados aos nossos erros do passado e nem deixemos aprisionados nossos amores que foram surpreendidos pelo engano.
Com "O Livro dos Espíritos" lembremos que os valores internalizados na infância provavelmente ficarão para o resto da vida. O exemplo ainda é o da jovem voluntária numa escola para crianças com necessidades especiais.
Educar dá trabalho, mas a criatura humana é o maior investimento divino. Como a essência de qualquer religião é o amor, deixe claro para seu filho rebelde que se ele se afastar da Doutrina Espírita, "a afeição que você tem por ele permanecerá inalterada."(1)
(*) Dores, Valores, Tabus e Preconceitos. Editora CELD.
(**) Suicídio infantil, artigo disponível na página do NEU - http://zap.to/neurj.
(***) "Campanhas" na página do NEU.

Referências Bibliográficas.

Fleming, A. 1979. Filhos que Rejeitam a Religião dos Pais. Seleções do Reader's Digest, XVI (97): 57-60. Condensado de "Womans Day. Fawcett Publications, Inc". Nova York, 1978.
Formiga, LCD.1981. Vacinação - Desafio de Urgência. Reformador (fevereiro). Compara as técnicas de Evangelização e Desobsessão, utilizadas pela Doutrina Espírita, com as de Vacinação e Soroterapia, utilizadas nas Ciências Biomédicas.
Formiga, LCD. 1983. Biologia e Biomedicina – Evasão Escolar. Ciência e Cultura, 35: 474-475.
Formiga, LCD. 1983. Paradoxo – Ensino de Ciências Biomédicas. Ciência e Cultura, 35: 1655-1656.
Formiga, LCD. 1999. Ética, Sociedade e Terceiro Milênio. Elaborado com base na palestra, "Ética: educação para o terceiro milênio", durante o Primeiro Congresso Interativo Sobre Educação Para o Terceiro Milênio. "A Educação da Alma é a Alma da Educação". Centro de Convenções do Barrashopping, RJ, RJ, dezembro de 1999. Disponível no NEU-RJ - http://zap.to/neurj

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

SABE PORQUE SOU UMBANDISTA?

PORQUE SOU UMBANDISTA!!!!!
UMBANDA Evangelista - 18:34 - Limitado
Sou Umbandista com muito carinho e orgulho.
Após ter estudado por 10 anos em seminário de Padres, estuado quase 22 Religiões,
colhendo sempre o bom de cada uma, e esquecendo as partes que não me interessavam e
que são conflitantes com meu pensamento e modo de agir.
Passe há mais de 45 anos, a iniciar na Mediunidade, iniciando com aprendizagem por
Kardec, e cada vez mais me aprofundando até chegar aonde venho trabalhando em prol de
todos que lá vão apenas no intuito de uma palavra de conforto, de um conselho, munidos de
sua fé no Criador que somente ELE tudo pode.
Ví que essa humildade, este amor incondicional a tudo que nos cerca, e a caridade que todos
devemos praticar sem dogmas, sem vaidades, sem orgulho, sem obrigação, puro
sentimento que brota de nossos corações é que venho procurando na humildade, cada vez
mais, resgatar minhas falhas, minhas omissões de vidas passadas, que nosso PAI
CRIADOR cheio de amor , misericordioso, nos permite por meio de nosso livre-arbítrio
exercer.
Por isso, que num lugar humilde onde de 15 em 15 dias comparecem mais de 100 pessoas
de todos tipos , credos, com fé em seus corações, vão a este lugar achando por meio de seu
merecimento um alívio em seu sofrimento, em seu problema, em sua angústia.
Lá estão sempre à disposição, os Caboclos, Os amados e queridos Pretos e Pretas Velhas,
que com suas doçuras, vão nos ensinando por transmissão a humildade, a paciência, a
ternura, e principalmente o amor ao próximo.
Por tudo isto; onde não exige nada de ninguém, somente a fé que cada um possua é que
este lugar foi o meu escolhido para cumprir minha missão.
Por tudo isso é que agradeço sempre a possibilidade de dizer que sou UMBANDISTA.

PARA QUEM NÃO SABE E CONFUNDE O QUE SEJA A UMBANDA.

     Umbanda
[Zelio+Fernadino.jpg]
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjfjzBf1Xyvp-XZb08ZrxAlyEMeANfI5GinOToSBQ4Qb5aJSyKI8zh5PO4GIofBeuegHo8uzXs5G0ocbP55Pomtax0A3Xlr68-8WvwU4z7C9AjxBWCRs6SB7oP-uxzmARz8yVvX_zHSMBhX/s400/Zelio+Fernadino.jpg

Inicio da Umbanda, muitos não conhecem mas foi o Sr.Zélio Fernandino de Moraes quem iniciou a Umbanda no Brasil, ele nasceu no dia 10 de abril de 1891, no distrito de Neves, município de São Gonçalo - Rio de Janeiro.

Aos dezessete anos quando estava se preparando para servir as Forças Armadas através da Marinha aconteceu um fato curioso.


Estávamos no ano de 1908, nessa mesma época, o jovem havia terminado o curso propedêutico(atual ensino médio), contava com quase 17 anos de idade e sofria de um estranho mal á algum tempo.

Ás vezes, sem nenhuma razão aparente, ele começava a falar em línguas estranhas.

Ou então assumia outras personalidades totalmente diversas de sua própria.

Ás vezes se assemelhava a um preto velho, arcado, reumático; outras vezes em uma figura de andar felino, jovem e lépida, e como não podia deixar de ser, este estado anormal logo chamou a atenção de seus familiares.

Principalmente, porque este jovem, seguindo uma tradição familiar, estava se preparando para seguir carreira na marinha, como aluno oficial.

Esse estado foi se agravando e os chamados ataques, se repetindo cada vez mais freqüente.

A família contava, entre outros, com o nome de um medico famoso em sua época, o Dr. Epaminondas de Moraes, diretor do Hospício de Vargem Grande e tio do referido jovem que se chamava Zélio Fernandino de Moraes.

Por isso, sua família não titubeou em envia-lo ao tio.

Este após axamina-lo e observa-lo durante alguns dias, reencaminhou-o á sua família, dizendo que a loucura não se enquadrava em nada do que ele havia conhecido, ponderando a ainda, que o melhor seria encaminha-lo a um padre, pois o garoto mais parecia estar possuído.

Como acontecia com quase todas as famílias importantes da época, também havia na família um padre católico.

E através desse sacerdote foi realizado um exorcismo para livrá-lo daqueles incômodos ataques.

Todavia, nem esse, nem os dois exorcismos realizados posteriormente, inclusive com a participação de outros padres católicos, conseguiram dar a família Moraes o tão desejado sossego, pois as manifestações prosseguiam, apesar de tudo.

Tempos depois Zélio foi acometido por uma estranha paralisia, para o qual os médicos não conseguiram encontrar a cura.

Passado algum tempo, num ato surpreendente Zélio ergueu-se do seu leito e declarou: "Amanhã estarei curado".

No dia seguinte começou a andar como se nada tivesse acontecido.

Nenhum médico soube explicar como se deu a sua recuperação.

Sua mãe, D. Leonor de Moraes, levou Zélio a uma curandeira chamada D. Cândida, figura conhecida na região onde morava e que incorporava o espírito de um preto velho chamado Tio Antônio.

Tio Antônio recebeu o rapaz e fazendo as suas rezas lhe disse que possuía o fenômeno da mediunidade e deveria trabalhar com a caridade.

O Pai de Zélio de Moraes Sr. Joaquim Fernandino Costa, apesar de não freqüentar nenhum centro espírita, já era um adepto do espiritismo, praticante do hábito da leitura de literatura espírita.

No dia 15 de novembro de 1908, por sugestão de um amigo de seu pai, Zélio foi levado a Federação Espírita de Niterói, município vizinho a São Gonçalo, onde residia a família Moraes.

A Federação era então presidida pelo Sr. José de Souza, também militar da marinha.

Estava num daqueles chamados ataques.

Que nada mais eram do que involuntárias incorporações de diferentes espíritos.

Lá chegando, o Sr. José de Souza, médium vidente, interpelou o espírito manifestado no jovem Zélio e houve o seguinte dialogo.

Sr. José de Souza – “Quem é você?”

O espírito - "Sou apenas um caboclo brasileiro"

Sr. José de Souza – “Você se identifica como um caboclo, Por que fala deste modo se está vendo que me dirijo neste momento a um jesuíta e a sua veste branca reflete uma aura de luz?” O Espírito –

“O que você vê em mim, são restos de uma existência anterior”. Fui frade, meu nome era Gabriel Malagrida e fui eu quem previu o terremoto em Lisboa em 1755. Mas em minha ultima existência física.
DEUS concedeu-me o privilegio de nascer como Caboclo Brasileiro.

“Sr. José de Souza – “ E qual é o seu nome?”

O Espírito – ‘"Se É PRECISO QUE EU TENHA UM NOME digam que sou o CABOCLO DAS SETE ENCRU­ZILHADAS, pois não haverá caminhos fecha­dos para mim.

 Venho “trazer a Umbanda, religião que harmonizará as famílias e que perdurará até o final dos séculos” ...

No desenrolar dessa conversa, entre muitas outras perguntas, O Sr. José de Souza teria perguntado se já não bastavam as religiões já existentes, e fez menção ao espiritismo então praticado e foram estas palavras do Caboclo das Setes Encruzilhadas.

O Espírito – “DEUS, em sua infinita misericórdia, estabeleceu na morte o grande nivelamento universal.

Ricos, poderosos ou humildes se tornam iguais na morte, mas vocês homens preconceituosos, não contentes em estabelecer diferenças entre os vivos, procuram levar essas mesmas diferenças até mesmo alem da carreira da morte.

PORQUE NÃO PODEM NOS VISITAR ESSES HUMILDES TRABALHADORES DO ESPAÇO, SE APESAR DE NÃO HAVEREM SIDO PESSOAS IMPORTANTES, TAMBEM TRAZEM IMPORTANTES MENSAGENS DO ALEM? POR QUE O NÃO AOS CABOCLOS E PRETOS VELHOS.

ACASO NÃO FORAM ELES TAMBEM FILHOS DO MESMO DEUS?”
A seguir, fez uma serie de revelações sobre o que estava á espera da humanidade:

- “Este mundo de iniqüidades, mais uma vez será varrido pela dor, pela ambição do homem e pelo desrespeito ás leis de DEUS.

As mulheres perderão a honra e a vergonha.

A vil moeda comprará o caráter e o próprio homem se tornará afeminado.

Uma onda de sangue varrerá a Europa e quando todos acharem que o pior dos horrores já foi atingido, uma outra onda de sangue, muito maior do que a primeira voltará a envolver a humanidade, e um único engenho militar, será capaz de destruir em segundos, milhares de pessoas.

O homem será uma vitima de sua própria maquina de destruição. ”

Não nos esqueçamos que estávamos no ano de 1908 e que nem imaginavam as armas atômicas, e que o meio de transporte mais usado, ainda era o cavalo.

E prosseguindo, ainda ante o Sr. José de Souza, disse também o Caboclo das Setes Encruzilhadas:

O Espírito – “Amanhã, na casa em que meu aparelho mora, haverá uma mesa posta a toda e qualquer entidade que queira se manifestar,independentemente daquilo que haja sido em vida.

Todos serão ouvidos.
Nós aprenderemos com aque­les espíritos que souberem mais, ensi­na­remos os que souberem menos e a nenhum viraremos as costas e nem dire­mos não, pois esta é à vontade do Pai.

" Sr. José de Souza – “Que nome darão a essa casa?”

O Espírito – “Nossa Senhora da Piedade, pois da mesma forma que MARIA ampara nos braços o Filho, a tenda acolherá aos que a ela recorrerem nas horas de aflição!

No dia seguinte, na casa da Família Moraes, o Caboclo se manifesta fundando ali a Tenda Espírita Nossa Senhora da Pie­dade, porque assim como Nossa Senhora aco­lheu Jesus em seus bra­ços, a Umbanda ha­veria de acolher os filhos seus.

Nesse mesmo dia incorporou um preto velho chamado Pai Antônio, aquele que, com fala mansa, foi
confundido como loucura de seu aparelho e com palavras de muita sabedoria e humildade e com timidez aparente, recusava-se a sentar-se junto com os presentes à mesa dizendo as seguintes palavras: "-

Nêgo num senta não meu sinhô, nêgo fica aqui mesmo. Isso é coisa de sinhô branco e nêgo deve arrespeitá",

Após insistência dos presentes fala:"-

Num carece preocupá não.

Nêgo fica no toco que é lugá di nêgo".

Assim, continuou dizendo outras palavras representando a sua humildade.

Uma pessoa na reunião pergunta se ele sentia falta de alguma coisa que tinha deixado na terra e ele responde:

"- Minha caximba.,nêgo qué o pito que deixou no toco.

Manda mureque buscá".

Tal afirmativa deixou os presentes perplexos, os quais estavam presenciando a solicitação do primeiro elemento de trabalho para esta religião.

Foi Pai Antonio também a primeira entidade a solicitar uma guia, até hoje usadas pelos membros da Tenda e carinhosamente chamada de "Guia de Pai Antonio".

No outro dia formou-se verdadeira romaria em frente à casa da família Moraes.

Cegos, paralíticos e médiuns que eram dado como loucos foram curados.

A partir destes fatos fundou-se a Corrente Astral de Umbanda.

Após algum tempo manifestou-se um espírito com o nome de Orixá Malé, este responsável por desmanchar trabalhos de baixa magia, espírito que, quando em demanda era agitado e sábio destruindo as energias maléficas dos que lhe procuravam.

Dez anos depois, em 1918, o Caboclo das Sete Encruzilhadas recebendo ordens do astral fundou sete tendas para a propagação da Umbanda, sendo elas as seguintes:

Tenda Espírita Nossa Senhora da Guia; Tenda Espírita Nossa Senhora da Conceição;
Tenda Espírita Santa Bárbara; Tenda Espírita São Pedro;Tenda Espírita Oxalá;
Tenda Espírita São Jorge; Tenda Espírita São Jerônimo.

As sete linhas que foram ditadas para a formação da

Umbanda são: Oxalá, Iemanjá, Ogum,Iansã, Xangô, Oxossi e Exu.

Enquanto Zélio estava encarnado, foram fundadas mais de 10.000 tendas a partir das acima mencionadas.

Zélio nunca usou como profissão a mediunidade, sempre trabalhou para sustentar sua família e muitas vezes manter os templos que o Caboclo fundou, além das pessoas que se hospedavam em sua casa para os tratamentos espirituais, que segundo o que dizem parecia um albergue.

Nunca aceitara ajuda monetária de ninguém era ordem do seu guia chefe, apesar de inúmeras vezes isto ser oferecido a ele.

O ritual sempre foi simples.

Nunca foi permitido sacrifícios de animais.

Não utilizavam atabaques ou qualquer outros objetos e adereços.

Os atabaques começaram a ser usados com o passar do tempo por algumas das Tendas fundadas pelo
Caboclo das Sete Encruzilhadas, mas a Tenda Nossa Senhora da Piedade não utiliza em seu ritual até hoje.

As guias usadas eram apenas as determinadas pelas entidades que se manifestavam.

A preparação dos médiuns era feita através de banhos de ervas e do ritual do amaci, isto é, a lavagem de cabeça onde os filhos de Umbanda afinizam a ligação com a vibração dos seus guias.

Após 55 anos de atividade, entregou a direção dos trabalhos da Tenda Nossa Senhora da Piedade a suas filhas Zélia e Zilméia.

Mais tarde junto com sua esposa Maria Isabel de Moraes, médium ativa da Tenda e aparelho do Caboclo Roxo fundaram a Cabana de Pai Antonio no distrito de Boca do Mato, município de Cachoeira do Macacú – RJ.

Eles dirigiram os trabalhos enquanto a saúde de Zélio permitiu.

Faleceu aos 84 anos no dia 03 de outubro de 1975.

Durante os seus 67 anos de tra­balho voltado para a Umbanda, Zélio fun­dou dezenas de Tendas e ajudou a fundar centenas delas.

Das tendas fun­dadas por ele, que se mantinham sob seu comando indireto, continua ati­va ainda a Tenda Espírita São Jorge, sob o comando do Sr. Pedro Mi­randa, tam­bém presidente da União Espírita de Umbanda do Brasil, que já se chamou Federação Espírita de Um­banda do Brasil, a primeira Federação da nossa religião fundada em 1939 por orien­tação do Caboclo das Sete encruzilhadas.
Zélio de Moraes era homem de um coração e bondade que pouco se vê, comparado apenas aos grandes Mes­tres Iluminados que já passaram por esta Terra.

Zélio deixou um legado para seus descendentes:

A mais antiga tenda de Umbanda existe e funciona até os dias de hoje na Travessa Zélio de Moraes em Boca do Mato, no município de Ca­choeiras de Macacu, onde funciona tam­bém a Cabana de Pai Antônio.

À frente dos trabalhos hoje está a neta carnal de Zélio de Moraes a Sra. Lygia Cunha. Mãe Zilméia de Moraes Cunha (Mãe carnal de Lygia) se encontra na flor dos seus 93 anos de idade com uma lucidez de
impressionar qualquer pessoa.

Mãe Zilméia é uma senhora de uma grande simpatia e muita simplicidade no modo de viver.

A forma como ex­pressa seus sentimentos a caracterizam como a pessoa mais amorosa que este simples escrevente teve o prazer de conhecer.

Pai Antônio sempre a cha­mou de carnei­rinho, por suas madeixas douradas e seu jeito doce de lidar com as pessoas.

Mãe Zilméia se emociona ao lembrar de tantos anos ao lado de seu Pai na lida espiritual e sempre que relata alguns dos casos e histórias que envolvem sua vida espiritual costuma dizer:

"Não me arre­pendo de nada, fa­ria tudo outra vez;"

"Nasci para ser espírita!"
"Papai sempre dizia..." Não há quem não se sinta ao lado de uma Mãe ou de uma Avó muito querida, quando tem a oportunidade de trocar algumas palavras com esta querida, de todos nós mãe, Zilméia, fi­lha carnal de Zélio de Moraes.

  Templo de Umbanda Ogum 7 Ondas e Cabocla Jupira. Leia no blog  ou  leitor Quando enxergamos o mal do outro… . Por  cristinatormena  em  5 ...