Ex seminarista, com estudos, cursos diversos na amada UMBANDA incluindo o de teologia, praticante desde 1978; vi a necessidade de poder repassar o que aprendo todos dias, quer sejam textos, cursos, vídeos, e-books, aos que possam desejar, sem compromisso algum com quem quer que seja a não ser a DIVULGAÇÃO DE NOSSA AMADA UMBANDA. Se desejarem contato: acevangel@gmail.com
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015
Qual é a nossa escolaridade Espiritual?
Qual é a nossa escolaridade Espiritual?: Jesus enfrentava imensa desvantagem na vivência terrena, porque, na competição humana e feroz dos terrícolas, ele só reagia "dando...
sábado, 14 de fevereiro de 2015
O SUICÍDIO SOB A ALEGAÇÃO DE UMA RELIGIOSIDADE, QUAL A CONSEQUÊNCIA?
Com relação ao sofrimento do suicida, como ficam os "homens-bomba" que se matam por causa de um aprendizado e de uma crença religiosa? Como ficam em relação ao seu perispírito, uma vez que sabe que vai destruir o corpo? Ao adentrar ao mundo espiritual e se sentir vivo não seria o paraíso ensinado a eles, uma vez que matou vários "inimigos" e continua vivo? Resposta: Independentemente da crença, tirar a própria vida é um ato contrário a Lei Divina. Mesmo a Religião professada por essas pessoas não recomenda o suicídio e até se posiciona contra ele. Essa crença da morte honrosa na destruição dos "inimigos", que leva ao paraíso, é uma interpretação de grupos radicais (fundamentalistas), para manipular a boa fé dessas pessoas. O homem-bomba, ao dilacerar seu corpo, deixará marcas gravíssimas em seu perispírito, que lhe causarão, no plano espiritual, profunda dor e desequilíbrio. Jamais ele se acharia (ou pensaria) estar no paraíso, pela dor e pelo sofrimento a que estará submetido. Pelo contrário, se "acharia" no inferno e ficaria profundamente revoltado e decepcionado, por lhe terem prometido uma coisa e ter recebido outra. Terá a lhe agravar a dor e o sofrimento, a reação da Lei de Causa e Efeito derivada da morte de todas as vítimas do atentado. Essas conseqüências, por certo serão ainda piores que a do próprio suicídio, refletindo-se, junto com as do suicídio, por próximas encarnações. Espero ter ajudado. Fraterno abraço. Curitiba, 09 de abril de 2006 Carlos Augusto P. Parchen www.carlosparchen.net / c_a_parchen@ yahoo.com.br
"Nascer, morrer, renascer ainda, e progredir sempre, tal é ¡ lei" Allan Kardec.
|
Estudo
|
O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO - XXXXIII CAPÍTULO V: BEM - AVENTURADOS OS AFLITOS
ITENS 14 a 17: O SUICÍDIO E A LOUCURA
No dicionário Houais, loucura é "distúrbio, alteração mental caracterizada pelo afastamento mais ou menos prolongado do indivíduo de seus métodos habituais de pensar, sentir e agir."Duas podem ser as causas desse distúrbio: orgânica e espiritual. A primeira seria uma afecção no cérebro, perturbando a manifestação do Espírito. A segunda, a mais freqüente, seriam perturbações do próprio Espírito, não sabendo lidar com determinados problemas ou situações da vida, atraindo, geralmente, espíritos obsessivos que agravam o estado de perturbação.
É a essa loucura que Kardec coloca junto ao suicídio, como possíveis de serem evitados pelos conhecimentos do espiritismo.Ambos acontecendo pelas fraquezas do homem em enfrentar as vicissitudes, as aflições naturais de um mundo de expiações e provas, onde vivem Espíritos em processo evolutivo, ainda muito imperfeitos quanto ao desenvolvimento moral.Somente o espiritismo traz os esclarecimentos racionais para o fortalecimento do homem, no enfrentamento dessas dificuldades, evitando-se a loucura e o suicídio.A doutrina espírita, demonstrando que cada um é responsável pelo que é, herdeiro de si mesmo no decorrer de sua evolução, através das vidas sucessivas e da lei de causa e efeito, fornece ao homem a certeza de que ele pode desvencilhar-se das mazelas que ele mesmo fez e faz em si.
Faz com que ele perceba que a vontade que usou para caminhar nos atalhos do egoísmo, do orgulho, é a mesma que pode acionar para eliminá-los, subordinando-se, resignadamente, às consequências difíceis e desagradáveis que ele detonou, quando não possuía os conhecimentos que hoje essa doutrina coloca à disposição de todos.Mostrando também, que todos têm amigos encarnados e desencarnados que o auxiliam, neste plano e no outro, faz com que o homem sinta mais confiança na sua luta interna e externa.
Demonstrando como é a continuidade da vida, além da morte do corpo físico, dá os melhores motivos para o homem não se abater diante dos infortúnios terrenos, e perceber, nessas aflições, oportunidades diversas de renovação interior, de aprendizado constante das virtudes ensinadas por Jesus, compreendendo a vida na Terra como passageira, diante da eternidade, diminuindo assim, a importância dessas vicissitudes e dificuldades.
Para essas, há sempre soluções corretas, que não infringem as leis de Deus, que se não as solucionam ou amenizam de pronto, podem iniciar o processo de solução. Necessário o esforço na vivência da calma, da paciência, da resignação ensinadas por Jesus e melhor esclarecidas pelo espiritismo.
Colocou Kardec, juntos, a loucura e o suicídio, porque ambos acontecem pela suposta impossibilidade que o homem vê em aceitar e enfrentar seus problemas, julgando-os muito piores do que são, insolúveis, o que não existe.O homem enlouquece quando abdica de sua razão, desequilibrando seu campo mental, entregando-se, passivamente, às influências externas que se casam com seus sentimentos desequilibrados. Sairá desse estado, tanto mais facilmente, quanto menor for a sua gravidade.O homem se suicida, excetuando-se os que se verificam por motivos de embriaguez e da loucura, quando se torna incapaz de raciocinar, por não ver saída para seus infortúnios a não ser a porta da morte, que julga ser o fim da vida.
É bom lembrar que na evolução do entendimento dos ensinos espíritas, sabemos hoje que no suicídio indireto, inconsciente, quando o homem age com desprezo aos cuidados com seu corpo, dando vazão aos vícios materiais, aos vícios espirituais, tais como estar sempre colérico, impaciente, irritado, também concorrendo para o desequilíbrio do organismo, podem ocasionar o desencarne prematuro.A doutrina espírita, demonstrando a continuidade da vida além-túmulo, com a individualidade consciente do Espírito, com suas conquistas, com sua imperfeição, continuando a aperfeiçoar-se, retira o principal motivo do suicídio: acabar com a vida de sofrimentos.
Compreender e aceitar que se desperta no plano espiritual como se é, com a mesma visão da vida, do mundo e das coisas, com as mesmas dúvidas e certezas, que a morte, por si só, não altera nosso modo de ser, de sentir, de pensar, é um motivo importante para afastar a idéia de suicídio.Quando o homem se sente desarvorado, sob o peso do sofrimento, sem vislumbrar uma saída que lhe satisfaça, e se suicida, continua, no plano espiritual, com os mesmos sofrimentos internos, não solucionados, acrescidos dos sofrimentos decorrentes do suicídio, visto que a morte do corpo não elimina o espírito e seu corpo espiritual. O que lhe parecia impossível de suportar, continua dentro de si e mais as consequências do ato provocativo da morte. A situação é nova, mas o Espírito é o mesmo.O espiritismo prova que o suicídio nada resolve, apenas agrava os sofrimentos atuais, retardando ou dificultando um progresso que estava sendo realizado, pois, muitas vezes, várias existências serão necessárias, para desfazer as suas conseqüências no perispírito e no Espírito imortal.
Só esse conhecimento, amplamente divulgado na literatura espírita, já é um bom e útil preservativo para quem tem idéias de suicídio. "A incredulidade, a simples dúvida quanto ao futuro, as idéias materialistas, em uma palavra, são os maiores incentivadores do suicídio: elas produzem a frouxidão moral."
Auxiliar o progresso da humanidade, combatendo o materialismo, é a missão do espiritismo, comprovando, cientificamente, a vida além túmulo, com seu dinamismo, numa continuidade das mesmas dificuldades e problemas, que aqui como lá, embora em condições novas, são obstáculos para serem superados, resolvidos, visando o crescimento espiritual de cada um.São os Espíritos que se suicidaram que vêm, através da mediunidade, contar dos seus sofrimentos após o ato cruel contra si mesmo, cumprindo a lei de solidariedade e de fraternidade, sob o amparo dos Irmãos Maiores, para esclarecer os que trazem dentro de si, conseqüência de experiências do passado, essa idéia infeliz de resolver problemas.
Em O Céu e o Inferno, Allan Kardec colocou no capítulo V diversas mensagens de espíritos suicidas, que vale a pena ler e refletir.Resumindo, Kardec cita os motivos que o espiritismo demonstra para que o espírita oponha-se à idéia do suicídio:
"a certeza de uma vida futura, na qual ele sabe que será tanto mais feliz quanto mais infeliz e mais resignado tiver sido na Terra", isto é quanto mais resignado tiver sido nos seus sofrimentos e infortúnios.
"a certeza de que, abreviando seu viver, chega a um resultado, inteiramente, contrário ao que esperava;que foge de um mal para cair noutro ainda pior, mais demorado e mais terrível;que se engana ao pensar que, ao se matar, irá mais depressa para o céu;que o suicídio é um obstáculo à reunião, no outro mundo, com as pessoas de sua afeição, que lá espera encontrar.
De tudo isso resulta que o suicídio, só lhe oferecendo decepções, é contrário aos seus interesses. Por isso, o número de suicídios que o espiritismo impede é considerável e podemos concluir que quando todos forem espíritas não haverá mais suicídios conscientes"Pela sua obra toda, penso que essa última frase de Kardec não deve significar que toda a humanidade da Terra será um dia espírita, mas que os princípios dessa doutrina farão parte do conhecimento e do viver de todos.
Penso que nos mundos onde vivem os espíritos já perfeitos, a religião aceita e vivida, em espírito e verdade é a do AMOR A DEUS SOBRE TODAS AS COISAS E AMOR AO PRÓXIMO COMO A SI MESMO.
O espiritismo, na atualidade, é a única doutrina científica, filosófica e religiosa que explica, com lógica e clareza, as leis naturais, eixo dos ensinos de Jesus, capaz, portanto, de auxiliar o desenvolvimento moral da humanidade da Terra.Por isso, Kardec escreveu: "A calma e a resignação adquiridas na maneira de encarar a vida terrena, e a fé no futuro, dão ao Espírito uma serenidade que é o melhor preservativo da loucura e do suicídio."
Leda de Almeida Rezende EbnerDezembro / 2004
Por que os médicos hoje acreditam que a fé cura?
Por que os médicos hoje acreditam que a fé cura?: Deparamos com esta questão na revista "Seleções", edição de agosto de 2001, página 43, e nos apressamos em conhecer o conteúdo ...
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015
O HOMEM SETENÁRIO
O homem setenário
Hoje estaremos abordando mais um assunto muito importante para o umbandista, principalmente para os iniciados do Núcleo Mata Verde.
Este é um assunto que contém um grau maior de complexidade, e deverá ser explorado, estudado e aprofundado no último grau de iniciação ( 7º grau ) do Núcleo Mata Verde.
Hoje iremos tratar de maneira rápida, somente para despertar as consciências.
Quando tratamos do ser humano, numa visão integral, que engloba o corpo material, energético, mental, emocional e espiritual, precisamos saber também, que o homem produz e recebe vários tipos de forças que podem ser classificadas como vibrações, fluidos ou energias.
Este força é chamada na doutrina dos sete reinos sagrados como ABÁ PYATÃ, mas embora seja única é modulada em diversos tons.
Estas energias podem ser transmitidas ou recebidas pelo ser humano; durante vinte e quatro horas estamos doando ou recebendo a força Abá Pyatã.
Ao recebermos estas vibrações poderemos absorver, transportar, amplificar e retransmitir estas vibrações.
O homem poderá absorver as vibrações (fluidos) que recebe do ambiente externo e neste caso estas vibrações poderão causar desequilíbrios físicos que irão se manifestar no futuro como doenças e problemas relacionados ao corpo físico.
Poderá também neste processo de absorção afetar o seu mental e o seu emocional, chegando até a sua essência espiritual, desta forma causando danos que custarão encarnações para serem corrigidos.
Poderá transportar consigo estas energias perniciosas, levando para vários ambientes e lugares por onde transitar; neste caso poderá inclusive transferir estas energias para outras pessoas, mesmo sem ter o conhecimento do que está acontecendo.
Quem ainda não passou pela experiência de encontrar alguma pessoa pela rua, no elevador, no ônibus, no comercio, no emprego e depois ficar irritado, nervoso sentindo alguma perturbação?
Depois ao chegar em casa, sem motivo algum, iniciar uma discussão podendo em alguns casos ocorrer até brigas e agressões, com os familiares.
Todos nós estamos em processo evolutivo de aperfeiçoamento espiritual e somos todos seres ainda bastante imperfeitos, e podemos em algumas situações acabar até interiorizando estas vibrações negativas e amplificando, aumentando sua intensidade, face à lei de afinidade vibracional (ressonância) e em seguida transferirmos as mesmas vibrações negativas amplificadas para outras pessoas.
Neste caso estamos atuando como retransmissores das vibrações amplificadas, em alguns casos este processo é feito inconscientemente, ou seja, não sabemos e nem imaginamos que estamos sendo usados para contaminar espiritualmente outras pessoas, ambientes e lugares.
É como se o homem fosse uma antena transmissora, que recebesse e enviasse estas vibrações em todas as direções do universo.
O homem irá atuar (receber e transmitir) estas energias em sete direções, e este é o assunto deste texto.
Repare na imagem abaixo:
O homem embora aparentemente possua certa simetria em seu corpo, não é totalmente simétrico; possui diferenças que acabam criando vibrações de natureza e intensidade diferentes nas sete direções mostradas nesta imagem.
As sete direções onde o homem encontra-se exposto são:
Pela frente
Pelas costas
Pelo lado direito do corpo
Pelo lado esquerdo do seu corpo
Pelo alto da cabeça
Pelos pés
Por dentro, neste caso, pelo seu pensamento (mente).
Naturalmente que em cada uma destas direções emitimos e recebemos fluidos, vibrações, forças e energias e que acabam comprometendo prioritariamente os órgãos existentes em cada uma destas sete direções.
Se você estudar melhor o corpo humano, irá verificar que existem órgãos que se encontram do lado esquerdo, outros do lado direito e nas demais direções relacionadas acima.
A energia que flui do lado esquerdo do seu corpo não é a mesma que flui do lado direito, a que flui pela frente é diferente da que flui nas costas, a que flui na cabeça é diferente da que flui pelos pés.
Na umbanda possuímos vários mecanismos para nos ajudar na proteção contra estas energias; podemos citar, por exemplo, banhos, Guias (colares), cruzamento do corpo, cristais etc…
Mas, a proteção mais importante que possuímos é com os guardiões (exus).
O que nem todo umbanda sabe, é que possuímos sete exus (guardiões), que recebem ordens dos sete orixás, regentes dos sete reinos e que nos protegem em cada uma das sete direções.
Temos orixás que vibram (cuidam) de cada parte de nosso corpo.
Em outro texto iremos nos aprofundar nesta questão.
São Vicente, 13/02/2015
Manoel Lopes
Assinar:
Postagens (Atom)
Templo de Umbanda Ogum 7 Ondas e Cabocla Jupira. Leia no blog ou leitor Quando enxergamos o mal do outro… . Por cristinatormena em 5 ...