quinta-feira, 9 de abril de 2015

LANÇAMENTO "INICIANDO NA UMBANDA".

Simpatias e mandigas prescritas na UMBANDA.


Umbanda


Posted: 08 Apr 2015 08:23 AM PDT


Ogum é um poderoso Orixá, dono do ferro e do fogo. seu mês é Abril e seu dia 23, Ele é um guerreiro,um lutador que defende a lei e a ordem. Este Orixá abre os caminhos e vence as lutas, agindo pelo instinto para defender e proteger os mais fracos. Todas as lutas, as conquistas, as vitórias são presididas por Ogum.
Ele é a lei divina em ação, que pune e premia, mas não gosta de ser invocado em vão. É fácil invocar Ogum, mas controlar as suas ações é impossível.
O dia da semana consagrado a Ogum é a terça-feira, que coincide com o dia dedicado pelos romanos a Marte, o deus da guerra. Sempre ligado à força e ao poder, ele é o dirigente que não quer ter suas ordens desobedecidas. Ogum pode ser associado ao arcano IV do Taro: o Imperador; como esse arcano ele encarna a vontade firme aliada a força de execução, as energias fluindo para uma realização material. Ele protege seus domínios de forma consciente, seguro do poder que representa. Enfocado como arquétipo, Ogum contém elementos fortes e consistentes que o mantém como uma figura viva e atuante na esfera psíquica do homem.

O Físico e o Temperamento
O filho e a filha de Ogum são geralmente magros e altos (pode haver exceções). Apesar de ser um pouco tímido e discreto quase nunca passa despercebido.
O temperamento reflete o vigor físico do filho de Ogum: ele está sempre em atividade, é determinado e criador. O espírito de competição é evidente e a impaciência e as frustrações ao perder criam mais incentivo para ele seguir em frente.
Ele não reflete sobre os riscos de uma ação, pois é impetuoso e impulsivo e está sempre travando batalhas.
Sem o impulso e a coragem de Ogum a humanidade demoraria muito para alcançar o progresso; é ele o desbravador, aquele que abre o caminho para quem vem atrás. Moisés é uma personalidade típica de Ogum: a sua ira ao quebrar as tábuas da lei divina, a coragem para dirigir seu povo numa viagem para o desconhecido, o poder a ele atribuído de abrir caminhos são atributos de um homem de Ogum.
Como todo homem possui seus defeitos o filho de Ogum considera apenas o seu próprio ponto de vista, seguir metas que lhe são importantes sem considerar todos os que direta ou indiretamente estão envolvidos com ele.
Os desafios aguçam o espírito combativo de Ogum e o modo dele utilizar a sua força pode parecer, aos olhos de quem não o compreende bem, altivez e arrogância.
Qualquer forma de limite representa uma prisão para uma pessoa regida por Ogum. Ele precisa se enxergar livre para ir e vir á sua vontade, não consegue expandir sua alegria, força e energia em um ambiente restritivo e sempre igual. A novidade serve de estímulo à ação.
Com capacidade de liderar e coragem suficiente para enfrentar qualquer missão, consegue reunir a sua volta pessoas que colaboram com ele por prazer sentindo-se revitalizadas pelas qualidades magnéticas e energéticas dessa personalidade tão forte.
Sem aceitar palpites no que faz , ele é franco e rude ao impor a sua vontade aos seus subordinados. É capaz de castigar prontamente qualquer falha , mas seu perdão vem depressa e logo pede desculpas quando se excede no seu comportamento.
Gosta da verdade acima de tudo, nunca fala por trás de alguém, suas críticas são abertas, pois detesta dissimulação.

Amor e Casamento
Quem consegue cativar e manter junto a si um filho de Ogum tem o privilégio de saber que jamais será enganado. Nunca ouvirá desculpas esfarrapadas para explicar onde ele esteve ou o que fez. O filho de Ogum não mente, ele diz a verdade espera ser acreditado, qualquer duvida irá ofendê-lo.
Quando um filho de Ogum encontra uma pessoa de temperamento cordato, porém que possua opiniões fortes e próprias ele fica feliz. Se essa pessoa souber se manter equilibrada na difícil corda bamba que é agradar sem ceder, ela conseguirá manter o relacionamento vivo.O filho de Ogum não gosta de pessoas sem idéias próprias, vai querer para companheiro(a) alguém que as possua em quantidade, mas que também saiba expô-las de modo especial.






 Saúde
A saúde de um filho de Ogum é boa, ele é resistente e sua constituição forte evita as doenças. Os seus pontos fracos são as articulações, as dores de cabeça, as febres fortes.
Quando está doente o filho de Ogum não quer ficar em repouso, é muito trabalhoso convencê-lo a descansar e dar tempo ao seu corpo para se recuperar. Só fica na cama quando está verdadeiramente mal, aí então fala pouco e fica nervoso com a obrigação de parar para se refazer.
Seus problemas de saúde são mais para o tipo violento e repentino do que para doenças crônicas e demoradas.
As doenças nervosas como úlceras, esgotamentos e depressão são menos comuns, mas podem atingi-lo se ele cometer excessos de trabalho ou for mal sucedido em seus empreendimentos.




O Homem de Ogum
Ele é confiante ,entusiasmado, generoso,solidário, enérgico, ousado, ativo em seu lado positivo e pode também ser intolerante, violento, impulsivo, obstinado, egoísta e exigente em seu lado negativo.



A mulher de Ogum
Elas são  sinceras, encantadoras, vigorosas, corajosas, entusiasmadas, românticas que são qualidades que excedem seu lado negativo já que ela também pode ser mandona, irritada e impulsiva.


Que a Divina Luz esteja entre nós 
Emidio de Ogum 
http://espadadeogum.blogspot.com 
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terça-feira, 7 de abril de 2015

083 - Nosso Senhor Jesus Cristo - Parte 2

O que sou após alcançar meus 70 anos de vida?

"Uma belíssima reflexão sobre a velhice do teólogo e escritor Leonardo Boff,75, cujo título original é “Oficialmente, Velho”. 

O texto foi escrito em dezembro de 2009, quando completou 70 anos de vida.
Neste mês completo 70 anos. 

Pelas condições brasileiras, me torno oficialmente velho. 
Isso não significa que estou próximo da morte, porque esta pode ocorrer já no primeiro momento da vida. 

Mas é uma outra etapa da vida, a derradeira. Esta possui uma dimensão biológica, pois irrefreavelmente o capital vital se esgota, nos debilitamos, perdemos o vigor dos sentidos e nos despedimos lentamente de todas as coisas. 

De fato, ficamos mais esquecidos, quem sabe, impacientes e sensíveis a gestos de bondade que nos levam facilmente às lágrimas.

Mas há um outro lado, mais instigante. 
A velhice é a última etapa do crescimento humano. 
Nós nascemos inteiros. 
Mas nunca estamos prontos. 
Temos que completar nosso nascimento ao construir a existência, ao abrir caminhos, ao superar dificuldades e ao moldar o nosso destino. 

Estamos sempre em gênese.  
Começamos a nascer, vamos nascendo em prestações ao longo da vida até acabar de nascer. 
Então entramos no silêncio. 
E morremos.

A velhice é a última chance que a vida nos oferece para acabar de crescer, madurar e finalmente terminar de nascer. 

Neste contexto, é iluminadora a palavra de São Paulo: “na medida em que definha o homem exterior, nesta mesma medida rejuvenesce o homem interior”(2Cor 4,16). A velhice é uma exigência do homem interior. 

Que é o homem interior? É o nosso eu profundo, o nosso modo singular de ser e de agir, a nossa marca registrada, a nossa identidade mais radical. 
Esta identidade devemos encará-la face a face.
Ela é pessoalíssima e se esconde atrás de muitas máscaras que a vida nos impõe. 
Pois a vida é um teatro no qual desempenhamos muitos papéis. 

Eu, por exemplo, fui franciscano, padre, agora leigo, teólogo, filósofo, professor, conferencista, escritor, editor, redator de algumas revistas, inquirido pelas autoridades doutrinais do Vaticano, submetido ao “silêncio obsequioso” e outros papéis mais. 

Mas há um momento em que tudo isso é relativizado e vira pura palha. Então deixamos o palco, tiramos as máscaras e nos perguntamos: Afinal, quem sou eu? Que sonhos me movem? Que anjos que habitam? Que demônios me atormentam? Qual é o meu lugar no desígnio do Mistério? Na medida em que tentamos, com 
temor e tremor, responder a estas indagações vem à lume o homem interior. 

A resposta nunca é conclusiva; perde-se para dentro do Inefável.

Este é o desafio para a etapa da velhice. 

Então nos damos conta de que precisaríamos muitos anos de velhice para encontrar a palavra essencial que nos defina. 
Surpresos, descobrimos que não vivemos porque simplesmente não morremos, mas vivemos para pensar, meditar, rasgar novos horizontes e criar sentidos de vida. Especialmente para tentar fazer uma síntese final, integrando as sombras, realimentando os sonhos que nos sustentaram por toda uma vida, reconciliando-nos com os fracassos e buscando sabedoria. 

É ilusão pensar que esta vem com a velhice. 

Ela vem do espírito com o qual vivenciamos a velhice como a etapa final do crescimento e de nosso verdadeiro Natal.

Por fim, importa preparar o grande Encontro. 

A vida não é estruturada para terminar na morte, mas para se transfigurar através da morte. 

Morremos para viver mais e melhor, para mergulhar na eternidade e encontrar a Última Realidade, feita de amor e de misericórdia. 

Aí saberemos finalmente quem somos e qual é o nosso verdadeiro nome.

Nutro o mesmo sentimento que o sábio do Antigo Testamento: “contemplo os dias passados e tenho os olhos voltados para a eternidade”.

Por fim, alimento dois sonhos, sonhos de um jovem ancião: o primeiro é escrever um livro só para Deus, se possível com o próprio sangue; e o segundo, impossível, mas bem expresso por Herzer, menina de rua e poetisa:”eu só queria nascer de novo, para me ensinar a viver”. Mas como isso é irrealizável, só me resta aprender na escola de Deus. 

Parafraseando Camões, completo: mais vivera se não fora, para tão longo ideal, tão curta a vida.

segunda-feira, 6 de abril de 2015

O que é Cromoterapia na concepção Espírita

                                            O QUE É CROMOTERAPIA


Ciência  milenar :  Egito, China, Índia.

Cidade de Heliópolis(cidade da Luz)

Ressurgiu em nossos tempos, com os experimentos do cientista inglês Robert Hunt - influência das cores no crescimento das plantas

1877 - Dr. Babbit - escreveu o primeiro livro sobre a ação curativa das cores

1933 - Ghadiali - cientista indiano, professor nos EUA, desenvolveu estudos científicos dos princípios curativos dos raios coloridos. Publicou um livro e desenvolveu várias lâmpadas coloridas

1970 - René Nunes - O cromoterapeuta dos nossos dias. Criou em Brasília o Hospital de Cromoterapia e escreveu muitos livros.

- Edgar Armond - Juntamente com René Nunes, levou a cromoterapia aos centros espíritas, trabalho que os espíritos já fazem há muito. 

- Valcapelli - autor de livros e terapeuta metafísico.

TÉCNICAS  USADAS:

Meditação

Jogo de Luzes

          Aparelhos com lâminas coloridas

Gemoterapia (cristais e rochas)

Água Solarizada

Decoração, vestuário e alimentos.

A  TERAPIA
DIAGNÓSTICO ANAMNESE
AURA
CHAKRAS
RADIETESIA
ORIENTAÇÃO ESPIRITUAL

TRATAMENTO                              LIMPEZA
RETIRADA OU DOAÇÃO DE ENERGIAS
APLICAÇÃO DE CORES
EQUILÍBRIO ENERGÉTICO E FÍSICO
EQUILÍBRIO EMOCIONAL
HARMONIZAÇÃO


"Nascer, morrer, renascer ainda, e progredir sempre, tal 頡 lei"
Allan Kardec.

  Templo de Umbanda Ogum 7 Ondas e Cabocla Jupira. Leia no blog  ou  leitor Quando enxergamos o mal do outro… . Por  cristinatormena  em  5 ...