Ex seminarista, com estudos, cursos diversos na amada UMBANDA incluindo o de teologia, praticante desde 1978; vi a necessidade de poder repassar o que aprendo todos dias, quer sejam textos, cursos, vídeos, e-books, aos que possam desejar, sem compromisso algum com quem quer que seja a não ser a DIVULGAÇÃO DE NOSSA AMADA UMBANDA. Se desejarem contato: acevangel@gmail.com
quinta-feira, 9 de abril de 2015
Umbanda |
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Posted:
08 Apr 2015 08:23 AM PDT
Ogum é um poderoso Orixá,
dono do ferro e do fogo. seu mês é Abril e seu dia 23, Ele é um guerreiro,um
lutador que defende a lei e a ordem. Este Orixá abre os caminhos e vence as
lutas, agindo pelo instinto para defender e proteger os mais fracos. Todas as
lutas, as conquistas, as vitórias são presididas por Ogum.
Ele é a lei divina em ação,
que pune e premia, mas não gosta de ser invocado em vão. É fácil invocar Ogum,
mas controlar as suas ações é impossível.
O dia da semana consagrado a
Ogum é a terça-feira, que coincide com o dia dedicado pelos romanos a Marte, o
deus da guerra. Sempre ligado à força e ao poder, ele é o dirigente que não quer
ter suas ordens desobedecidas. Ogum pode ser associado ao arcano IV do Taro: o
Imperador; como esse arcano ele encarna a vontade firme aliada a força de
execução, as energias fluindo para uma realização material. Ele protege seus
domínios de forma consciente, seguro do poder que representa. Enfocado como
arquétipo, Ogum contém elementos fortes e consistentes que o mantém como uma
figura viva e atuante na esfera psíquica do homem.
O Físico e o
Temperamento
O filho e a filha de Ogum
são geralmente magros e altos (pode haver exceções). Apesar de ser um pouco
tímido e discreto quase nunca passa despercebido.
O temperamento reflete o
vigor físico do filho de Ogum: ele está sempre em atividade, é determinado e
criador. O espírito de competição é evidente e a impaciência e as frustrações ao
perder criam mais incentivo para ele seguir em frente.
Ele não reflete sobre os
riscos de uma ação, pois é impetuoso e impulsivo e está sempre travando
batalhas.
Sem o impulso e a coragem de
Ogum a humanidade demoraria muito para alcançar o progresso; é ele o
desbravador, aquele que abre o caminho para quem vem atrás. Moisés é uma
personalidade típica de Ogum: a sua ira ao quebrar as tábuas da lei divina, a
coragem para dirigir seu povo numa viagem para o desconhecido, o poder a ele
atribuído de abrir caminhos são atributos de um homem de
Ogum.
Como todo homem possui seus
defeitos o filho de Ogum considera apenas o seu próprio ponto de vista, seguir
metas que lhe são importantes sem considerar todos os que direta ou
indiretamente estão envolvidos com ele.
Os desafios aguçam o
espírito combativo de Ogum e o modo dele utilizar a sua força pode parecer, aos
olhos de quem não o compreende bem, altivez e arrogância.
Qualquer forma de limite
representa uma prisão para uma pessoa regida por Ogum. Ele precisa se enxergar
livre para ir e vir á sua vontade, não consegue expandir sua alegria, força e
energia em um ambiente restritivo e sempre igual. A novidade serve de estímulo à
ação.
Com capacidade de liderar e
coragem suficiente para enfrentar qualquer missão, consegue reunir a sua volta
pessoas que colaboram com ele por prazer sentindo-se revitalizadas pelas
qualidades magnéticas e energéticas dessa personalidade tão
forte.
Sem aceitar palpites no que
faz , ele é franco e rude ao impor a sua vontade aos seus subordinados. É capaz
de castigar prontamente qualquer falha , mas seu perdão vem depressa e logo pede
desculpas quando se excede no seu comportamento.
Gosta da verdade acima de
tudo, nunca fala por trás de alguém, suas críticas são abertas, pois detesta
dissimulação.
Amor e
Casamento
Quem consegue cativar e
manter junto a si um filho de Ogum tem o privilégio de saber que jamais será
enganado. Nunca ouvirá desculpas esfarrapadas para explicar onde ele esteve ou o
que fez. O filho de Ogum não mente, ele diz a verdade espera ser acreditado,
qualquer duvida irá ofendê-lo.
Quando um filho de Ogum
encontra uma pessoa de temperamento cordato, porém que possua opiniões fortes e
próprias ele fica feliz. Se essa pessoa souber se manter equilibrada na difícil
corda bamba que é agradar sem ceder, ela conseguirá manter o relacionamento
vivo.O filho de Ogum não gosta de pessoas sem idéias próprias, vai querer para
companheiro(a) alguém que as possua em quantidade, mas que também saiba expô-las
de modo especial.
Saúde
A saúde de um filho de Ogum
é boa, ele é resistente e sua constituição forte evita as doenças. Os seus
pontos fracos são as articulações, as dores de cabeça, as febres
fortes.
Quando está doente o filho
de Ogum não quer ficar em repouso, é muito trabalhoso convencê-lo a descansar e
dar tempo ao seu corpo para se recuperar. Só fica na cama quando está
verdadeiramente mal, aí então fala pouco e fica nervoso com a obrigação de parar
para se refazer.
Seus problemas de saúde são
mais para o tipo violento e repentino do que para doenças crônicas e
demoradas.
As doenças nervosas como
úlceras, esgotamentos e depressão são menos comuns, mas podem atingi-lo se ele
cometer excessos de trabalho ou for mal sucedido em seus
empreendimentos.
O Homem de
Ogum
Ele é confiante
,entusiasmado, generoso,solidário, enérgico, ousado, ativo em seu lado positivo
e pode também ser intolerante, violento, impulsivo, obstinado, egoísta e
exigente em seu lado negativo.
A mulher de
Ogum
Elas são sinceras, encantadoras,
vigorosas, corajosas, entusiasmadas, românticas que são qualidades que excedem
seu lado negativo já que ela também pode ser mandona, irritada e
impulsiva.
Que a Divina Luz esteja entre nós Emidio de Ogum http://espadadeogum.blogspot.com RECOMENDE AQUI ESTE ARTIGO NO BOTÃO +1
Saravá a todos Irmãos de Fé Emidio de Ogum
http://espadadeogum.blogspot.com
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terça-feira, 7 de abril de 2015
O que sou após alcançar meus 70 anos de vida?
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"Uma belíssima reflexão sobre a velhice do teólogo e escritor
Leonardo Boff,75, cujo título original é “Oficialmente, Velho”.
O texto foi
escrito em dezembro de 2009, quando completou 70 anos de vida.
Neste mês completo 70 anos.
Pelas condições brasileiras, me torno
oficialmente velho.
Isso não significa que estou próximo da morte, porque esta
pode ocorrer já no primeiro momento da vida.
Mas é uma outra etapa da vida, a
derradeira. Esta possui uma dimensão biológica, pois irrefreavelmente o capital
vital se esgota, nos debilitamos, perdemos o vigor dos sentidos e nos despedimos
lentamente de todas as coisas.
De fato, ficamos mais esquecidos, quem sabe,
impacientes e sensíveis a gestos de bondade que nos levam facilmente às
lágrimas.
Mas há um outro lado, mais instigante.
A velhice é a última etapa
do crescimento humano.
Nós nascemos inteiros.
Mas nunca estamos prontos.
Temos
que completar nosso nascimento ao construir a existência, ao abrir caminhos, ao
superar dificuldades e ao moldar o nosso destino.
Estamos sempre em gênese.
Começamos a nascer, vamos nascendo em prestações ao longo da vida até acabar de
nascer.
Então entramos no silêncio.
E morremos.
A velhice é a última chance que a vida nos oferece para acabar de
crescer, madurar e finalmente terminar de nascer.
Neste contexto, é iluminadora
a palavra de São Paulo: “na medida em que definha o homem exterior, nesta mesma
medida rejuvenesce o homem interior”(2Cor 4,16). A velhice é uma exigência do
homem interior.
Que é o homem interior? É o nosso eu profundo, o nosso modo
singular de ser e de agir, a nossa marca registrada, a nossa identidade mais
radical.
Esta identidade devemos encará-la face a face.
Ela é pessoalíssima e se esconde atrás de muitas máscaras que a
vida nos impõe.
Pois a vida é um teatro no qual desempenhamos muitos papéis.
Eu,
por exemplo, fui franciscano, padre, agora leigo, teólogo, filósofo, professor,
conferencista, escritor, editor, redator de algumas revistas, inquirido pelas
autoridades doutrinais do Vaticano, submetido ao “silêncio obsequioso” e outros
papéis mais.
Mas há um momento em que tudo isso é relativizado e vira pura
palha. Então deixamos o palco, tiramos as máscaras e nos perguntamos: Afinal,
quem sou eu? Que sonhos me movem? Que anjos que habitam? Que demônios me
atormentam? Qual é o meu lugar no desígnio do Mistério? Na medida em que
tentamos, com
temor e tremor, responder a estas indagações vem à lume o homem
interior.
A resposta nunca é conclusiva; perde-se para dentro do
Inefável.
Este é o desafio para a etapa da velhice.
Então nos damos conta de
que precisaríamos muitos anos de velhice para encontrar a palavra essencial que
nos defina.
Surpresos, descobrimos que não vivemos porque simplesmente não
morremos, mas vivemos para pensar, meditar, rasgar novos horizontes e criar
sentidos de vida. Especialmente para tentar fazer uma síntese final, integrando
as sombras, realimentando os sonhos que nos sustentaram por toda uma vida,
reconciliando-nos com os fracassos e buscando sabedoria.
É ilusão pensar que
esta vem com a velhice.
Ela vem do espírito com o qual vivenciamos a velhice
como a etapa final do crescimento e de nosso verdadeiro Natal.
Por fim, importa preparar o grande Encontro.
A vida não é
estruturada para terminar na morte, mas para se transfigurar através da morte.
Morremos para viver mais e melhor, para mergulhar na eternidade e encontrar a
Última Realidade, feita de amor e de misericórdia.
Aí saberemos finalmente quem
somos e qual é o nosso verdadeiro nome.
Nutro o mesmo sentimento que o sábio do Antigo Testamento:
“contemplo os dias passados e tenho os olhos voltados para a
eternidade”.
Parafraseando Camões, completo: mais vivera se não
fora, para tão longo ideal, tão curta a vida.
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segunda-feira, 6 de abril de 2015
O que é Cromoterapia na concepção Espírita
O QUE É CROMOTERAPIA
Ciência milenar : Egito, China, Índia.
Cidade de Heliópolis(cidade da Luz)
Ressurgiu em nossos tempos, com os experimentos do cientista inglês
Robert Hunt - influência das cores no crescimento das plantas
1877 - Dr. Babbit - escreveu o primeiro livro sobre a ação curativa
das cores
1933 - Ghadiali - cientista indiano, professor nos EUA, desenvolveu
estudos científicos dos princípios curativos dos raios coloridos. Publicou um
livro e desenvolveu várias lâmpadas coloridas
1970 - René Nunes - O cromoterapeuta dos nossos dias. Criou em
Brasília o Hospital de Cromoterapia e escreveu muitos livros.
- Edgar Armond - Juntamente com René Nunes, levou a cromoterapia aos
centros espíritas, trabalho que os espíritos já fazem há muito.
- Valcapelli - autor de livros e terapeuta metafísico.
TÉCNICAS USADAS:
Meditação
Jogo de Luzes
Aparelhos com lâminas coloridas
Gemoterapia (cristais e rochas)
Água Solarizada
Decoração, vestuário e alimentos.
A TERAPIA
DIAGNÓSTICO ANAMNESE
AURA
CHAKRAS
RADIETESIA
ORIENTAÇÃO ESPIRITUAL
TRATAMENTO
LIMPEZA
RETIRADA OU DOAÇÃO DE ENERGIAS
APLICAÇÃO DE CORES
EQUILÍBRIO ENERGÉTICO E FÍSICO
EQUILÍBRIO EMOCIONAL
HARMONIZAÇÃO
"Nascer, morrer, renascer ainda, e progredir sempre, tal 頡 lei"
Allan Kardec.
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