Ex seminarista, com estudos, cursos diversos na amada UMBANDA incluindo o de teologia, praticante desde 1978; vi a necessidade de poder repassar o que aprendo todos dias, quer sejam textos, cursos, vídeos, e-books, aos que possam desejar, sem compromisso algum com quem quer que seja a não ser a DIVULGAÇÃO DE NOSSA AMADA UMBANDA. Se desejarem contato: acevangel@gmail.com
quarta-feira, 17 de junho de 2015
terça-feira, 16 de junho de 2015
O LIVRO DOS ESPÍRITOS
CAPÍTULO VI
DA LEI DE DESTRUIÇÃO
1. Destruição necessária e destruição abusiva.
2. Flagelos
destruidores.
3. Guerras.
4. Assassínio.
5. Crueldade.
6. Duelo.
7. Pena de
morte.
Destruição necessária e destruição abusiva
728. É lei da Natureza a destruição?
Preciso é que tudo se destrua para renascer e se regenerar. Porque,
o que chamais destruição não passa de uma transformação, que tem por fim a
renovação e melhoria dos seres vivos. a) O instinto de destruição teria sido
dado aos seres vivos por desígnios providenciais?
As criaturas são instrumentos de que Deus se serve para chegar aos
fins que objetiva. Para se alimentarem, os seres vivos reciprocamente se
destroem, destruição esta que obedece a um duplo fim: manutenção do equilíbrio
na reprodução, que poderia tomar-se excessiva, e utilização dos despojos do
invólucro exterior que sofre a destruição. Esse invólucro é simples acessório e
não a parte essencial do ser pensante. A parte essencial é o princípio
inteligente, que não se pode destruir e se elabora nas metamorfoses diversas por
que passa.
729. Se a regeneração dos seres faz necessária a destruição, por que
os cerca a Natureza de meios de preservação e conservação?
A fim de que a destruição não se dê antes de tempo.
Toda destruição antecipada obsta ao desenvolvimento do princípio
inteligente. Por isso foi que Deus fez que cada ser experimentasse a necessidade
de viver e de se reproduzir.
730. Uma vez que a morte nos faz passar a uma vida melhor, nos livra
dos males desta, sendo, pois, mais de desejar do que de temer, por que lhe tem o
homem, instintivamente, tal horror, que ela lhe é sempre motivo de
apreensão?
Já dissemos que o homem deve procurar prolongar a vida, para cumprir
a sua tarefa. Tal o motivo por que Deus lhe deu o instinto de conservação,
instinto que o sustenta nas provas. A não ser assim, ele muito freqüentemente se
entregaria ao desânimo. A voz íntima, que o induz a repelir a morte, lhe diz que
ainda pode realizar alguma coisa pelo seu progresso. A ameaça de um perigo
constitui aviso, para que se aproveite da dilação que Deus lhe concede. Mas,
ingrato, o homem rende graças mais vezes à sua estrela do que ao seu
Criador.
731. Por que, ao lado dos meios de conservação, colocou a Natureza os
agentes de destruição?
É o remédio ao lado do mal. Já dissemos: para manter o equilíbrio e
servir de contrapeso.
732. Será idêntica, em todos os mundos, a necessidade de
destruição?
Guarda proporções com o estado mais ou menos material dos mundos.
Cessa, quando o físico e o moral se acham mais depurados. Muito diversas são as
condições de existência nos mundos mais adiantados do que o vosso.
733. Entre os homens da Terra existirá sempre a necessidade da
destruição?
Essa necessidade se enfraquece no homem, à medida que o Espírito
sobrepuja a matéria. Assim é que, como podeis observar, o horror à destruição
cresce com o desenvolvimento intelectual e moral.
734. Em seu estado atual, tem o homem direito ilimitado de destruição
sobre os animais?
Tal direito se acha regulado pela necessidade, que ele tem, de
prover ao seu sustento e à sua segurança. O abuso jamais constituiu
direito.
735. Que se deve pensar da destruição, quando ultrapassa os limites
que as necessidades e a segurança traçam?
Da caça, por exemplo, quando não objetiva senão o prazer de destruir
sem utilidade?
Predominância da bestialidade sobre a natureza espiritual. Toda
destruição que excede os limites da necessidade é uma violação da lei de Deus.
Os animais só destroem para satisfação de suas necessidades; enquanto que o
homem, dotado de livre-arbítrio, destrói sem necessidade. Terá que prestar
contas do abuso da liberdade que lhe foi concedida, pois isso significa que cede
aos maus instintos.
736. Especial merecimento terão os povos que levam ao excesso o
escrúpulo, quanto à destruição dos animais?
Esse excesso, no tocante a um sentimento louvável em si mesmo, se
torna abusivo e o seu merecimento fica neutralizado por abusos de muitas outras
espécies. Entre tais povos, há mais temor supersticioso do que verdadeira
bondade.
Flagelos destruidores
737. Com que fim fere Deus a Humanidade por meio de flagelos
destruidores?
Para fazê-la progredir mais depressa. Já não dissemos ser a
destruição uma necessidade para a regeneração moral dos Espíritos, que, em cada
nova existência, sobem um degrau na escala do aperfeiçoamento?
Preciso é que se veja o objetivo, para que os resultados possam ser
apreciados. Somente do vosso ponto de vista pessoal os apreciais; daí vem que os
qualificais de flagelos, por efeito do prejuízo que vos causam.
Essas subversões, porém, são freqüentemente necessárias para que mais
pronto se dê o advento de uma melhor ordem de coisas e para que se realize em
alguns anos o que teria exigido muitos séculos. (744)
738. Para conseguir a melhora da Humanidade, não podia Deus empregar
outros meios que não os flagelos destruidores?
Pode e os emprega todos os dias, pois que deu a cada um os meios de
progredir pelo conhecimento do bem e do mal.
O homem, porém não se aproveita desses meios. Necessário, portanto,
se torna que seja castigado no seu orgulho e que se lhe faça sentir a sua
fraqueza.
a) Mas, nesses flagelos, tanto sucumbe o homem de bem como o
perverso. Será justo isso?
Durante a vida, o homem tudo refere ao seu corpo; entretanto, de
maneira diversa pensa depois da morte. Ora, conforme temos dito, a vida do corpo
bem pouca coisa é. Um século no vosso mundo não passa de um relâmpago na
eternidade.
Logo, nada são os sofrimentos de alguns dias ou de alguns meses, de
que tanto vos queixais. Representam um ensino que se vos dá e que vos servirá no
futuro. Os Espíritos, que preexistem e sobrevivem a tudo, formam o mundo real
(85). Esses os filhos de Deus e o objeto de toda a sua solicitude. Os corpos são
meros disfarces com que eles aparecem no mundo. Por ocasião das grandes
calamidades que dizimam os homens, o espetáculo é semelhante ao de um exército
cujos soldados, durante a guerra, ficassem com seus uniformes estragados, rotos,
ou perdidos. O general se preocupa mais com seus soldados do que com os
uniformes deles.
b) Mas, nem por isso as vítimas desses flagelos deixam de o
ser.
Se considerásseis a vida qual ela é e quão pouca coisa representa
com relação ao infinito, menos importância lhe daríeis.
Em outra vida, essas vitimas acharão ampla compensação aos seus
sofrimentos, se souberem suportá-los sem murmurar. Venha por um flagelo a morte,
ou por uma causa comum, ninguém deixa por isso de morrer, desde que haja soado a
hora da partida. A única diferença, em caso de flagelo, é que maior número parte
ao mesmo tempo.
Se, pelo pensamento, pudéssemos elevar-nos de maneira a dominar a
Humanidade e a abrangê-la em seu conjunto, esses tão terríveis flagelos não nos
pareceriam mais do que passageiras tempestades no destino do mundo.
739. Têm os flagelos destruidores utilidade, do ponto de vista
físico, não obstante os males que ocasionam?
Têm. Muitas vezes mudam as condições de uma região. Mas, o bem que
deles resulta só as gerações vindouras o experimentam.
740. Não serão os flagelos, igualmente, provas morais para o homem,
por porem-no a braços com as mais aflitivas necessidades?
Os flagelos são provas que dão ao homem ocasião de exercitar a sua
inteligência, de demonstrar sua paciência e resignação ante a vontade de Deus e
que lhe oferecem ensejo de manifestar seus sentimentos de abnegação, de
desinteresse e de amor ao próximo, se o não domina o egoísmo.
741. Dado é ao homem conjurar os flagelos que o afligem?
Em parte, é; não, porém, como geralmente o entendem. Muitos flagelos
resultam da imprevidência do homem. A medida que adquire conhecimentos e
experiência, ele os vai podendo conjurar, isto é, prevenir, se lhes sabe
pesquisar as causas. Contudo, entre os males que afligem a Humanidade, alguns há
de caráter geral, que estão nos decretos da Providência e dos quais cada
indivíduo recebe, mais ou menos, o contragolpe. A esses nada pode o homem opor,
a não ser sua submissão à vontade de Deus. Esses mesmos males, entretanto, ele
muitas vezes os agrava pela sua negligência. Na primeira linha dos flagelos
destruidores, naturais e independentes do homem, devem ser colocados a peste, a
fome, as inundações, as intempéries fatais às produções da terra. Não tem, porém
o homem encontrado na Ciência, nas obras de arte, no aperfeiçoamento da
agricultura, nos afolhamentos e nas irrigações, no estudo das condições
higiênicas, meios de impedir, ou, quando menos, de atenuar muitos
desastres?
Certas regiões, outrora assoladas por terríveis flagelos, não estão
hoje preservadas deles?
Que não fará, portanto, o homem pelo seu bem-estar material, quando
souber aproveitar-se de todos os recursos da sua inteligência e quando, aos
cuidados da sua conservação pessoal, souber aliar o sentimento de verdadeira
caridade para com os seus semelhantes? (707)
"Nascer, morrer, renascer ainda, e progredir sempre, tal 頡 lei" Allan Kardec.
Esta é uma frase muito ouvida dentro dos Templos de Umbanda e igualmente mal compreendida.
Muitas vezes, quem a ouve chega a pensar que esta mediunidade é uma maldição em sua vida, que é uma praga ou um “karma”, enquanto a mediunidade é um dom e uma benção desconhecida.
A mediunidade é algo que o ser conquista ao longo de várias encarnações e o problema na vida não é o “ter” a mediunidade e sim o “não saber” como lidar com ela.
E, claro, a mediunidade pode ser trabalhada de diversas formas, em lugares e filosofias diferentes de acordo com sua afinidade, mas é comum que os afins se atraiam e muitos que são afins com a Umbanda são atraídos para ela sem saberem que esta afinidade é algo real.
Muitas vezes a Umbanda é seu lugar, mas nem sempre o Templo que lhe acolheu é o seu lugar dentro da Umbanda.
Muitas vezes a Umbanda é um lugar desconhecido dentro de você e não um local físico a ser encontrado.
Nem sempre o primeiro Templo que nos acolhe será a sua “casa” dentro da Umbanda.
E como a virtude NUNCA pede recompensa, não existe dívida por caridade recebida, apenas o sentimento de gratidão e a liberdade de procurar seu Templo interno e externo, aquele que melhor puder lhe acolher de acordo com sua simpatia, empatia e afinidade.
A Umbanda lhe ensina a seguir seu coração; é um caminho de amor e liberdade, no qual não cabe o medo e a obrigação como peso para sua alma que venha a lhe acorrentar a uma situação ou lugar.
15 junho, 2015
Por: Umbanda Eu Curto
É certo que religião e ciência não se misturam, certo? Nem sempre! Hoje em dia a ciência tem respeitado e encontrado caminhos para religião e a religião tem evoluído e repensado suas práticas de forma mais sistematizada e organizada. Não chegamos ainda em uma “Ciência Umbandista” ou uma “Umbanda Científica”; porém, já encontramos diversas religiões e campos da ciência que simpatizam e contribuem direta ou indiretamente com a prática de Umbanda.
Vamos falar um pouco sobre ciências aplicadas a Umbanda? Clique sobre os títulos abaixo e veja mais!
Arterapia e a Umbanda
A Arterapia consiste em práticas terapêuticas que visam a cura através do ar.
Envolve processos de oxigenação, respiração, conhecimento sobre o funcionamento dos pulmões, fluxo sanguíneo, atividades físicas, etc.
Os estudiosos desta ciência defendem os ganhos à saúde de seus praticantes.
Em Giras de Umbanda ela pode ser usada pelo Guia mesmo que este não use estes nomes técnicos complexos.
Pode ocorrer quando o Guia pede para alguém respirar fundo e também pode ser utilizado por dirigentes espirituais como ajuda ao médium que está desenvolvendo a incorporação, etc.
A respiração altera diretamente o comportamento humano, tanto com o propósito de acalmá-lo, quanto com o propósito de hiper estimulá-lo.
Hidroterapia e Umbanda
Geoterapia e a Umbanda
Helioterapia e a Umbanda
Fitoterapia, Etnobotânica e a Umbanda
Psicologia e a Umbanda
Cromoterapia e a Umbanda
Conclusão: há muitas ciências hoje que contribuem direta ou indiretamente para a prática de Umbanda.
Por isso ela se chama “Uma banda”, pois não importa que tipo de ciência ou religião exista, ela filtra tudo que pode lhe servir junto ao atendimento espiritual e reconhece em seu uso dentro do Terreiro, mesmo que na Gira isso seja feito de forma “direta e não analítica”, quase como no “piloto automático”.
Os Guias demonstram deter total conhecimento do que fazem e isso tem ganhado cada vez mais o respeito dos estudiosos de renomadas instituições de ensino no país.
Quando dizemos que a Umbanda tem fundamento e é preciso estudar, esta é a mais pura verdade, e traduz muito o que a Umbanda representa.
Fonte: Blog Baiano Juvenal
SOU FELIZ OU INFELIZ????????
Encontre Alternativas Para a Infelicidade |
Algumas pessoas passam a vida procurando a felicidade em objetivos quase impossíveis, sem parar para apreciar as pequenas alegrias que a vida nos dá. Neste artigo você vai encontrar uma interessante análise e um novo modo de pensar para alcançar a verdadeira felicidade.
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Todo mundo já sabe que investir em áreas verdes nas cidades traz benefícios para todos. O que muitos ainda não sabem é que as plantas também são capazes de operar maravilhas dentro de quatro paredes, como em casas e escritórios.
No final da década de 1980, a NASA começou a estudar o poder de certas plantas em proporcionar um ar mais puro e limpo dentro do espaço confinado das estações espaciais. Essa e outras pesquisas apontam que elas filtram certos compostos nocivos no ar, tornando-o muito mais saudável, além de embelezar e melhorar o clima interno.
“São plantas de fácil cuidado, de manutenção simples, e nada difíceis de se encontrar”, diz Luiz Eloy Pereira, biólogo e presidente do Conselho Regional de Biologia de São Paulo, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.
Com base em estudos sobre o tema desenvolvidos e apresentados por cientistas, ele indica algumas espécies vegetais que ajudam a melhorar a qualidade do ar em ambientes fechados. Confira abaixo:
01 – BABOSA
A Aloe Vera, também chamada de Babosa, é uma planta da categoria das suculentas. Ela é considerada um excelente filtro de ar. Segundo o biólogo, ao absorver uma quantidade excessiva de substâncias tóxicas, suas folhas apresentam manchas marrons.
Além de embelezar o ambiente com suas flores, essa planta também ajuda a remover do ar a substância formaldeído, bastante utilizada em mobiliário fabricado com madeira prensada.
03 – ESPADA DE SÃO JORGE
O Lírio da Paz é considerada uma das melhores plantas purificadoras naturais de ar; ela ajuda ajuda a diminuir o nível de toxinas do ar, como formaldeído, benzeno, amônia e outros. E, como o próprio nome diz, auxilia na paz do ambiente.
Encontrada nas mais variadas cores, a Gérbera é indicada para eliminar resíduos deixados no ar por cigarros, charutos e cachimbos.
06 – CRISÂNTEMO
Como purificadora do ar, sua principal função é a de filtrar a substância benzeno, muito comum no fumo do tabaco e que pode provocar sérios problemas sanguíneos, se inalado de forma aguda.
07 – SAMAMBAIA
Além de funcionar como um ótimo umidificador natural, essa planta ainda atua removendo do ar substâncias poluentes como benzeno e xileno. Segundo Adriano Camargo, nosso colaborador e especialista em ervas, a samambaia também é ideal para enfeitar e energizar altares e Terreiros.
Fontes: Exame e Adriano Camargo Erveiro
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