segunda-feira, 13 de julho de 2015

"Quem vê mal sempre vê pouco.
Quem escuta mal sempre escuta demais."
 
- Nietzsche - 
Entorpecidos que nos encontramos com o trago inebriante desta realidade de fantasias e modelos preconcebidos, motivados a ser e fazer tudo aquilo que raras vezes é de nossa real vontade e intenção, vemo-nos em um lago de frustrações e portanto do distanciamento da experiência de felicidade. 

Silencie e ouça o grito do silêncio interno, ignore a turbulência no entorno e observe o mundo com os olhos da alma. 

Nietzsche nos alerta que, às vezes, só ouvimos o que queremos ouvir, já que o murmúrio das nossas ideias preconcebidas se sobrepõe à realidade, sempre mais simples que a opinião que formamos dela. 

O nosso exercício portanto para pensar com clareza é corrigir nossa visão para que seja a mais abrangente possível e não ceder às opiniões da maioria. 

Grande abraço, Rodrigo Queiroz.
PENSE NISSO, PRATIQUE e tenha uma ótima semana! 

sexta-feira, 10 de julho de 2015


            Quanto você vale?

 

Um dia, um jovem rapaz, desanimado com a vida e com as pessoas, procurou um filósofo para ajuda-lo e disse:

- Venho aqui, professor, porque me sinto inútil, não tenho ânimo. Dizem que não sirvo para nada, que não faço tarefas bem feitas, que sou lerdo e muito idiota. Como posso melhorar? O que posso fazer para que me valorizem mais?

O professor, sem olhá-lo, disse:

- Sinto muito, meu jovem, mas não posso ajudá-lo, devo primeiro resolver o meu próprio problema. Talvez depois.

E fazendo uma pausa, falou:

- Se você me ajudasse, eu poderia resolver esse problema com mais rapidez e, depois, talvez possa ajudá-lo.

- Claro, professor, - gaguejou o jovem – que se sentiu mais uma vez desvalorizado e hesitou em ajudar seu professor.

O professor tirou um anel que usava no dedo pequeno, deu-o ao jovem e disse:

- Monte meu cavalo e vá até o mercado. Devo vender esse anel porque tenho que pagar uma dívida. É preciso que obtenhas pelo anel o máximo possível, mas não aceite menos que uma moeda de ouro. Vá e volte com a moeda o mais rápido possível.

O jovem pegou o anel e partiu. Mal chegou ao mercado, começou a oferecer o anel aos mercadores. Eles olhavam com algum interesse, até o momento em que o jovem dizia o quanto pretendia pelo anel. Quando o jovem mencionava uma moeda de ouro, alguns riam, outros saíam sem ao menos olhar para ele, mas só um velhinho foi amável a ponto de explicar que uma moeda de ouro era muito valiosa para comprar aquele anel. Tentando ajudar o jovem, chegaram a oferecer uma moeda de prata e uma xícara de cobre, mas o jovem seguia as instruções de não aceitar menos que uma moeda de ouro e recusava as ofertas.

Depois de oferecer a joia a todos que passaram pelo mercado, abatido pelo fracasso, montou no cavalo e voltou.

Entrou na casa e disse:

- Professor, sinto muito, mas é impossível conseguir o que me pediu. Talvez pudesse conseguir duas ou três moedas de prata, mas acho que não se possa enganar ninguém sobre o valor do anel.

- Importante o que disse, meu jovem, - contestou sorridente o mestre. – Devemos primeiro saber o valor do anel. Volte a montar no cavalo e vá até o joalheiro. Quem melhor para saber o valor exato do anel? Diga que quer vendê-lo e pergunte quanto ele lhe dá. Mas não importa o quanto lhe ofereça, não o venda. Volte aqui com meu anel.

O jovem foi até o joalheiro e lhe deu o anel para examinar. O joalheiro examinou-o com uma lupa, pesou-o e disse:

- Diga ao seu professor que, se ele quiser vender agora, não posso dar mais do que 58 moedas de ouro pelo anel.

O jovem surpreso exclamou:

- 58 moedas de ouro!

- Sim, - replicou o joalheiro, - eu sei que, com tempo, poderia oferecer cerca de 70 moedas, mas... se a venda é urgente...

O jovem correu emocionado de volta para contar o ocorrido.

O professor, depois de ouvir tudo o que o jovem lhe contou, disse:

- Você é como esse anel, meu rapaz; uma joia valiosa e única e que só pode ser avaliada por pessoas que saibam reconhecer o valor de outras pessoas.

E dizendo isso voltou a colocar o anel no dedo.

Todos somos como esta joia, valiosos e especiais e andamos pelos mercados da vida sendo avaliados por pessoas erradas que nos fazem perder a confiança e a crença em nossos próprios talentos.

Na vida, alguém pode escolher entre se deixar levar ou conduzir os próprios passos em direção àquilo em que acredita.

terça-feira, 7 de julho de 2015


Jacob Melo 



     Mateus, 19 – 13, 14, 15. Então lhe trouxeram algumas crianças para que lhes impusesse as mãos, e orasse; mas os discípulos os repreenderam. Jesus, porém, disse: Deixai as crianças e não as impeçais de virem a mim, porque de tais é o reino dos céus. E, depois de lhes impor as mãos, partiu dali.
     Interessante como, já ao tempo de Jesus, muitos sabiam da necessidade das crianças serem tocadas, receberem o influxo magnético de uma fonte de energias revigorantes.
   
  Impressiona que, juntamente com isso, àquela época também havia a tentativa de impedimento, o querer estabelecer-se regras ou proibições.
  
   Ao que se percebe no texto evangélico, as crianças não estavam, necessariamente, portando enfermidades; simplesmente elas foram trazidas até Ele e, colocadas ao seu redor, foi solicitado ao Mestre que impusesse suas mãos sobre elas.

    Antes de prosseguir, quero ressaltar que a expressão “imposição de mãos”, há 2000 anos, tinha significado bastante diferente do que entendemos hoje, como, de ordinário, quase tudo que seja antigo sempre pede contextualização a fim de serem evitados os equívocos cometidos, tão comuns como lamentáveis, quando queremos limitar nossas interpretações e/ou conclusões à literalidade das palavras e expressões.
  
   Jesus as abençoou, transmitindo-lhes os fluidos que cada uma carecia e aproveitou magistralmente o ensejo para dizer a todos que é imprescindível termos na alma aquele tipo de pureza.

    Embora transcorrido tanto tempo, ainda hoje é recorrente se perguntar sobre os passes em crianças. Concentram-se fluidos? Não se faz nada além de dispersar? Elas possuem centros vitais? A partir de que idade pode-se aplicá-los com segurança? E se a criança não quiser recebê-los? No caso de crianças muito inquietas, que não aceitam ficar sentadas na cabine de passes, não se faz ou o que se faz? E por aí se seguem as questões...

Vamos refletir um pouco sobre elas.

    De início sabemos que uma criança, por menor que seja, é um ser humano perfeito, pois tendo os órgãos que todos dispomos, certamente também possui sua identidade perispiritual, o que significa dizer que trazem em si reais estruturas vitais (centros vitais), ainda que eventualmente sejam de extensões e potências diferentes daquelas dos adultos. Sendo assim, que diferenças básicas encontramos nelas em relação a estes (magneticamente falando)? As crianças, por estarem em desenvolvimento fisio-psico-emocional-perispiritual, não possuem estruturas vitais nas mesmas dimensões de um adulto, porém, embora usando os mesmos mecanismos, apresentam variações muito importantes, posto que precisam absorver, reter e dissipar “energias” de variada ordem em padrões diferentes. Só para servir de comparação: normalmente as crianças precisam de muito menores quantidades de alimentos do que os adultos, ainda assim seus processos de “multiplicação celular” seguem em franca expansão, dizendo-nos que do menos elas extraem e conservam o máximo, de forma distribuída e bem equilibrada. Energeticamente ocorre algo semelhante: elas precisam de fluidos, todavia de um padrão mais sutil e quase sempre em “quantidades” muito menores do que as que se aplica em adultos. Apesar disso, os resultados das manipulações bem executadas costumam apresentar resultados sobejamente felizes.
  
   A partir da realidade de como são e de como funcionam essas usinas vitais infantis podemos deduzir que os concentrados (imposições, circulares, sopros quentes) devem ser administrados com parcimônia, contando com uma qualificação emocional do magnetizador bastante harmônica e evitando-se longas exposições energéticas aos pequenos. Já os dispersivos, por serem mais distributivos e dissipadores de congestionamentos energéticos, estes podem e até devem ser aplicados com mais eficiência e com muito menores “riscos” para os infantes.
  
   Se tomarmos em consideração a banalização do “aplicar passes por aplicá-los apenas”, não sou dos que sugerem fazê-lo no primeiro ano de vida e, logo após esse período, ainda aí não convém gerar condicionamentos, tudo isso ressalvados os casos de crianças portadoras de problemas fisiológicos ou deficiências diversas, nas quais seja imperioso aplicar-lhe os recursos magnéticos. Para tanto é determinante que o magnetizador tenha um mínimo de experiência e segurança para agir de forma correta e feliz, a fim de não sujeitá-las a riscos desnecessários.

     Por fim, a questão do comportamento das crianças na recepção dos passes; isto, por si só, nos indica de que devemos estar muito bem preparados para atendê-las. Veja-se o exemplo de autistas, na maioria irrequietos, alguns chegando a atitudes violentas ou de total desabandono interior, sem se conectarem às menores recomendações que lhes sejam repassadas. Se os magnetizadores não se prepararem para atendê-los como deve, eles estarão entregues à própria sorte, posto que as Casas costumam cobrar comportamentos que não lhes são aplicados. Sendo assim, será que uma criança “problema” (como ordinariamente as chamam) não precisa nem merece um atendimento digno e justo? Seria justo não atendê-las por elas não se sujeitarem ao padrão que queremos impor?
  
   Muito se fala de que “Deus protege os inocentes” bem como “a boa vontade sempre faz o bem”. Na vida real isto não é tão seguro como se pensa ou se diz. Deus protege a todos, indistintamente, mas Ele não quebra as regras da Grande Lei para que nossos descasos e irresponsabilidades sejam inócuos ou inofensivos. Por sua vez, a boa vontade, em muitos casos, sequer chega a mobilizar o mínimo, muito menos o suficiente, por isso não chegando a gerar o bem que se espera. Por tudo isso, agir magneticamente com crianças não é ter comportamentos mágicos, não agir por simples obrigação ou crer que atitudes magnéticas não possam oferecer riscos. É preciso sim que os aplicadores de passes em crianças saibam exatamente o que fazem.
   
  Jesus, quando atendia a quem quer que fosse, inclusive às crianças, Ele sabia primorosamente como, quanto e de que maneira fazer; quanto a nós precisamos todos estudar, aprimorar, aperfeiçoar para agirmos com a segurança indispensável.

     Este tema traz muitas reflexões, as quais pedem para serem pensadas e refletidas; do contrário poderemos ensejar condicionamentos sem solução ou levar algumas crianças a verem o passe não como uma bênção e sim como uma obrigação esdrúxula

Fonte Correio Espírita

domingo, 5 de julho de 2015

Sociedade Espiritualista Mata Virgem Este arquivo foi retirado do Site Povo de Aruanda www.povodearuanda.com.br -1

Curso de Umbanda IANSÃ Iansã é um Orixá feminino muito famoso no Brasil, sendo figura das mais populares entre os mitos da Umbanda e do Candomblé em nossa terra e também na África, onde é predominantemente cultuada sob o nome de Oiá. 

É um dos Orixás do Candomblé que mais penetrou no sincretismo da Umbanda, talvez por ser o único que se relaciona, na liturgia mais tradicional africana, com os espíritos dos mortos (Eguns), que têm participação ativa na Umbanda, enquanto são afastados e pouco cultuados no Candomblé. 

Em termos de sincretismo, costuma ser associada à figura católica de Santa Bárbara. Iansã costuma ser saudada após os trovões, não pelo raio em si (propriedade de Xangô ao qual ela costuma ter acesso), mas principalmente porque Iansã é uma das mais apaixonadas amantes de Xangô, e o senhor da justiça não atingiria quem se lembrasse do nome da amada. 

Ao mesmo tempo, ela é a senhora do vento e, conseqüentemente, da tempestade. 

Nas cerimônias da Umbanda e do Candomblé, Iansã, ela surge quando incorporada a seus filhos, como autêntica guerreira, brandindo sua espada, e ao mesmo tempo feliz. 

Ela sabe amar, e gosta de mostrar seu amor e sua alegria contagiantes da mesma forma desmedida com que exterioriza sua cólera. 

Como a maior parte dos Orixás femininos cultuados inicialmente pelos iorubás, é a divindade de um rio conhecido internacionalmente como rio Níger, ou Oiá, pelos africanos, isso, porém, não deve ser confundido com um domínio sobre a água. 

A figura de Iansã sempre guarda boa distância das outras personagens femininas centrais do panteão mitológico africano, se aproxima mais dos terrenos consagrados tradicionalmente ao homem, pois está presente tanto nos campos de batalha, onde se resolvem as grandes lutas, como nos caminhos cheios de risco e de aventura - enfim, está sempre longe do lar; Iansã não gosta dos afazeres domésticos. 

É extremamente sensual, apaixona-se com freqüência e a multiplicidade de parceiros é uma constante na sua ação, raramente ao mesmo tempo, já que Iansã costuma ser íntegra em suas paixões; assim nada nela é medíocre, regular, discreto, suas zangas são terríveis, seus Sociedade Espiritualista Mata Virgem Este arquivo foi retirado do Site Povo de Aruanda www.povodearuanda.com.br 2 arrependimentos dramáticos, seus triunfos são decisivos em qualquer tema, e não quer saber de mais nada, não sendo dada a picuinhas, pequenas traições. 

É o Orixá do arrebatamento, da paixão. 

Foi esposa de Ogum e, posteriormente, a mais importante esposa de Xangô. é irrequieta, autoritária, mas sensual, de temperamento muito forte, dominador e impetuoso. 

É dona dos movimentos (movimenta todos os Orixás), em algumas casas é também dona do teto da casa, do Ilê. 

Iansã é a Senhora dos Eguns (espíritos dos mortos), os quais controla com um rabo de cavalo chamado Eruexim - seu instrumento litúrgico durante as festas, uma chibata feita de rabo de um cavalo atado a um cabo de osso, madeira ou metal. 

É ela que servirá de guia, ao lado de Obaluaiê, para aquele espírito que se desprendeu do corpo. 

É ela que indicará o caminho a ser percorrido por aquela alma. 

Comanda também a falange dos Boiadeiros. 

Duas lendas se formaram, a primeira é que Iansã não cortou completamente relação com o ex-esposo e tornou-se sua amante; a segunda lenda garante que Iansã e Ogum, tornaram-se inimigos irreconciliáveis depois da separação. Iansã é a primeira divindade feminina a surgir nas cerimônias de cultos afro-brasileiros. 

Deusa da espada do fogo, dona da paixão, da provocação e do ciúme. 

Paixão violenta, que corrói, que cria sentimentos de loucura, que cria o desejo de possuir, o desejo sexual. 

É a volúpia, o clímax. 

Ela é o desejo incontido, o sentimento mais forte que a razão. 

A frase estou apaixonado, tem a presença e a regência de Iansã, que é o orixá que faz nossos corações baterem com mais força e cria em nossas mentes os sentimentos mais profundos, abusados, ousados e desesperados. 

É o ciúme doentio, a inveja suave, o fascínio enlouquecido. 

É a paixão propriamente dita. É a falta de medo das conseqüências de um ato impensado no campo amoroso. 

Iansã rege o amor forte, violento. 

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CARACTERÍSTICAS Cor Coral (amarelo) Fio de Contas Coral (marrom, bordô, vermelho, amarelo) Ervas Cana do Brejo, Erva Prata, Espada de Iansã, Folha de Louro (não serve para banho), Erva de Santa Bárbara, Folha de Fogo, Colônia, Mitanlea, Folha da Canela, Peregum amarelo, Catinga de Mulata, Parietária, Para Raio (Catinga de mulata, Cordão de frade, Gerânio cor-de-rosa ou vermelho, Açucena, Folhas de Rosa Branca) Símbolo Raio (Eruexim -cabo de ferro ou cobre com um rabo de cavalo) 

Pontos da Natureza Bambuzal Flores Amarelas ou corais Essências Patchouli Pedras Coral, Cornalina, Rubi, Granada Metal Cobre Saúde Planeta Lua e Júpiter Dia da Semana Quarta-feira 

Elemento Fogo Chacra Frontal e cardíaco Saudação Eparrei Oiá Bebida Champanhe Animais Cabra amarela, Coruja rajada Comidas Acarajé (Ipetê, Bobó de Inhame) Numero 9 

Data Comemorativa 4 de dezembro Sincretismo Sta. Bárbara, Joana d’arc. Incompatibilidades Rato, Abóbora. Qualidades Egunitá, Onira, Balé, Oya Biniká, Seno, Abomi, Gunán, Bagán, Kodun, Maganbelle, Yapopo, Onisoni, Bagbure, Tope, Filiaba, Semi, Sinsirá, Sire, Oya Funán, Fure, Guere, Toningbe, Fakarebo, De, Min, Lario, Adagangbará. 

ATRIBUIÇÕES Uma de suas atribuições é colher os seres fora-da-Lei e, com um de seus magnetismos, alterar todo o seu emocional, mental e consciência, para, só então, redirecioná-lo numa outra linha de evolução, que o aquietará e facilitará sua caminhada pela linha reta da evolução. 

AS CARACTERÍSTICAS DOS FILHOS DE IANSÃ Seu filho é conhecido por seu temperamento explosivo. 

Está sempre chamando a atenção por ser inquieto e extrovertido. Sempre a sua palavra é que vale e gosta de impor aos outros a sua vontade. 

Não admite ser contrariado, pouco importando se tem ou não razão, pois não gosta de Sociedade Espiritualista Mata Virgem Este arquivo foi retirado do Site Povo de Aruanda www.povodearuanda.com.br 4 dialogar. 

Em estado normal é muito alegre e decidido. Questionado torna-se violento, partindo para a agressão, com berros, gritos e choro. 

Tem um prazer enorme em contrariar todo tipo de preconceito. 

Passa por cima de tudo que está fazendo na vida, quando fica tentado por uma aventura. 

Em seus gestos demonstra o momento que está passando, não conseguindo disfarçar a alegria ou a tristeza. 

Não tem medo de nada. 

Enfrenta qualquer situação de peito aberto. 

É leal e objetivo. 

Sua grande qualidade, a garra, e seu grande defeito, a impensada franqueza, o que lhe prejudica o convívio social. Iansã é a mulher guerreira que, em vez de ficar no lar, vai à guerra. 

São assim os filhos de Iansã, que preferem as batalhas grandes e dramáticas ao cotidiano repetitivo. 

Costumam ver guerra em tudo, sendo portanto competitivos, agressivos e dados a ataques de cólera. 

Ao contrário, porém, da busca de certa estratégia militar, que faz parte da maneira de ser dos filhos de Ogum, os filhos de Iansã costumam ser mais individualistas, achando que com a coragem e a disposição para a batalha, vencerão todos os problemas. 

São fortemente influenciados pelo arquétipo da deusa aquelas figuras que repentinamente mudam todo o rumo da sua vida por um amor ou por um ideal. 

Talvez uma súbita conversão religiosa, fazendo com que a pessoa mude completamente de código de valores morais e até de eixo base de sua vida, pode acontecer com os filhos de Iansã num dado momento de sua vida. 

Da mesma forma que o filho de Iansã revirou sua vida uma vez de pernas para o ar, poderá novamente chegar à conclusão de que estava enganado e, algum tempo depois, fazer mais uma alteração - tão ou mais radical ainda que a anterior. 

São de Iansã, aquelas pessoas que podem ter um desastroso ataque de cólera no meio de uma festa, num acontecimento social, na casa de um amigo - e, o que é mais desconcertante, momentos após extravasar uma irreprimível felicidade, fazer questão de mostrar, à todos, aspectos particulares de sua vida. 

Os Filhos de Iansã são atirados, extrovertidos e chocantemente diretos. 

Às vezes tentam ser maquiavélicos ou sutis, mas, a longo prazo, um filho de Iansã sempre acaba mostrando cabalmente quais seus objetivos e pretensões. 

Têm uma tendência a desenvolver vida sexual muito irregular, pontilhada por súbitas paixões, que começam de repente e podem terminar mais inesperadamente ainda. 

Se mostram incapazes de perdoar qualquer traição - que não a que ele mesmo faz contra o ser amado. 

Enfim, seu temperamento sensual e voluptuoso pode levá-las a aventuras amorosas extraconjugais múltiplas e freqüentes, sem reserva nem decência, o que não as impede de continuarem muito ciumentas dos seus maridos, por elas mesmas enganados. 

Mas quando estão amando verdadeiramente são dedicadas a uma pessoa são extremamente companheiras. Sociedade Espiritualista Mata Virgem Este arquivo foi retirado do Site Povo de Aruanda www.povodearuanda.com.br 5 

Todas essas características criam uma grande dificuldade de relacionamentos duradouros com os filhos de Iansã. 

Se por um lado são alegres e expansivos, por outro, podem ser muito violentos quando contrariados; se têm a tendência para a franqueza e para o estilo direto, também não podem ser considerados confiáveis, pois fatos menores provocam reações enormes e, quando possessos, não há ética que segure os filhos de Iansã, dispostos a destruir tudo com seu vento forte e arrasador. 

Ao mesmo tempo, costumam ser amigos fiéis para os poucos escolhidos ara seu círculo mais íntimo
Sociedade Espiritualista Mata Virgem Este arquivo foi retirado do Site Povo de Aruanda www.povodearuanda.com.br 3 Repouso vibratório ou isolamento Nesta posição, o corpo de médiuns ou um médium isoladamente, permanece com as mãos cruzadas à frente. Serve para anular (isolar) os fluídos negativos, as vibrações oriundas de elementares e pertur-bações mentais, que procuram se aderir ao ambiente. Nós a utilizamos durante a defumação, mantendonos todos isolados até que todos os médiuns da corrente tenham se defumado. Vênia Esta posição consiste, na posição genuflectora da perna direita, antebraços formando dois ângulos retos, paralelos, mãos com as palmas voltadas para cima e a cabeça semi inclinada para baixo. É a posição da humildade, que acende o fervor religioso e também, a veneração ao Chefe Espiritual dos trabalhos ou Entidade incorporada, para os quais se usa como saudação. Utilizamos ao saudar Oxalá Corrente Vibratória Esta posição é altamente eficaz para precipitar fluídos mediúnicos no Corpo Astral, ao mesmo tempo em que vitaliza, suprindo as deficiências momentâneas de um e de outro, além de servir de descarga. Consiste em todos os médiuns darem as mãos (formando um círculo ou semicírculo), sendo que a mão direita fica espalmada para baixo, sobre a mão esquerda do seu companheiro, espalmada para cima, isto é: a mão direita dando e a esquerda recebendo. Esta posição gera uma precipitação de fluídos, que constitua o ambiente propício ao objetivo da caridade, corrigindo qualquer deficiência, quer mediúnica quer orgânica. É de grande eficiência e utilidade nas sessões de caridade e nas de desenvolvimento. Convém lembrar que, por muitos chamada de Corrente Vibratória, sempre foi usada pelos séculos afora nas diversas escolas e rituais, inclusive pelo Mestre Jesus, que assim procedia quando se punha em harmonia com as potências divinas, e sintonizava sua Mente Espiritual com o PAI. Sociedade Espiritualista Mata Virgem Este arquivo foi retirado do Site Povo de Aruanda www.povodearuanda.com.br 4 De Joelhos Sim !!! Dentro das várias ritualísticas que se desenvolvem nos terreiros de Umbanda, é comum vermos principalmente no início e término dos trabalhos espirituais o corpo mediúnico com os joelhos no chão. Alguns vêem esta postura como arcaica e sem sentido, porém nunca se deram ao trabalho de analisarem detidamente tal comportamento. É de conhecimento geral que as primeiras religiões do globo terrestre já inseriam a genuflexão em seus rituais, exteriorização de respeito junto ao Criador e também manifestação de humildade que todos devem ter, seja para com o Divino, seja para com o próximo. Da mesma forma, o ato de postar-se de joelhos fazia e faz ver aos fiéis que assistiam ou assistem uma manifestação de religiosidade, a seriedade, o respeito e a simplicidade do sacerdote e dos médiuns, frente ao plano espiritual superior. A implantação do ajoelhar-se tem como finalidades mostrar a Deus todo o nosso carinho, obediência, respeito e amor e o quanto somos pequeninos diante do universo criado por Ele; e para passar a assistência que aquele espaço de caridade tem a exata noção do papel que desempenha como instrumentos de trabalho dos bons espíritos. Infelizmente, é do conhecimento de todos que, ao lado de criaturas humildes, simples, meigas e caridosas que estão sempre dispostas a dar seu suor à Umbanda, existem outras tantas orgulhosas, vaidosas, "auto-suficientes", que procuram a todo custo imporem-se aos demais, maximizando suas "qualidades" e minimizando as virtudes alheias. Ostentam falsas conquistas, querendo submeter todos a seus caprichos. Contudo, nada mais doloroso e incômodo para estas pessoas do que ficar em posição de subserviência, de aparente inferioridade. Tal postura lhes sangra a alma e lhes oprime o pétreo coração. Suas visões ofuscadas não conseguem enxergar que tal rito e para seu próprio bem, para sua própria libertação dos sentimentos mesquinhos e posterior elevação espiritual, pois auxilia na quebra da vaidade e da soberba. Alguns até podem dizer que ao postar-se de joelhos, o médium pode ter em mente pensamentos diametralmente opostos àquela posição. Mas aí meus irmãos é que termina a tarefa dos encarnados e inicia-se o processo de assepsia e lapidação dos arrogantes e vaidosos, levados a efeito pelos amigos de Aruanda, e assim, dando luz a estas pessoas e reconduzindoas ao rebanho Divino. Joelhos ao chão sim !!!!
Sociedade Espiritualista Mata Virgem Este arquivo foi retirado do Site Povo de Aruanda www.povodearuanda.com.br 

Curso de Umbanda AS SETE LINHAS Para entender um pouco mais a Umbanda devemos conhecer as linhas ou vibrações. 

Uma linha ou vibração, eqüivale a um grande exército de espíritos que rendem obediência a um "Chefe". Este "Chefe" representa para nós um Orixá e cabe a ele uma grande missão no espaço. 

Vejamos quais são as Sete Linhas da Umbanda: 

1. Linha De Oxalá ( Ou Orixalá ) 

2. Linha De Yemanjá 

3. Linha De Xangô 

4. Linha De Ogum 

5. Linha De Oxossi 

6. Linha De Yori (Ibeiji) 

7. Linha De Yorimá (Almas) Estes nomes são sagrados e ancestrais e nomeiam os sete Orixás Maiores da Umbanda. 

Estes Orixás Planetários são os sete espíritos mais elevados do planeta, e nunca encarnaram aqui. 

Os Orixás Maiores não incorporam, eles têm funções de governo planetário. 

Cada um deles estende suas vibrações e ordenações a mais sete entidades denominadas Orixás Menores e estas, cada uma para mais sete inferiores e assim por diante. 

Veja como se organiza uma linha: 
Categoria Quantidade Grau Denominação Orixá Maior 1 - Orixá Menor 7 (1º Grau) Chefe de Legião Orixá Menor 49 (2º Grau) Chefe de Falange Orixá Menor 343 (3º Grau) Chefe de Sub-Falange Guia 2401 (4º Grau) Chefe de Grupamento Protetor 16807 (5º Grau) Chefe Integrante de Grupamento Protetor 117649 (6º Grau) Sub Chefe de Grupamento Protetor 823543 (7º Grau) Integrante de Grupamento Tabela 1 

A cada grau que a hierarquia vai descendo a quantidade de entidades vai se multiplicando por sete, pois cada entidade, dentro de sua hierarquia delega ordenações para mais sete. 

2 LINHAS, LEGIÕES E FALANGES Cada linha compõe-se de sete legiões, tendo cada legião o seu chefe. Cada legião divide-se em sete grandes falanges, que por sua vez também tem um chefe e cada falange divide-se em sete sub-falanges e assim por diante, obedecendo a um critério lógico. 

Agora apresentaremos as linhas e seus Orixás com os seus respectivos chefes de legiões. 

OXALÁ (ou ORIXALÁ): (ORI  Luz, Reflexo; XA  Senhor, Fogo; LÁ  Deus, Divino) Portanto, A LUZ DO SENHOR DEUS Os Setes Chefes de Legião da Vibração Espiritual de Oxalá: CABOCLO URUBATÃO DA GUIA representante da vibração espiritual Caboclo Guaracy intermediário para Ogum Caboclo Guarani intermediário para Oxossi Caboclo Aymoré intermediário para Xangô Caboclo Tupy intermediário para Yorimá Caboclo Ubiratan intermediário para Yori Caboclo Ubirajara intermediário para Yemanjá OXOSSI: (OX  Ação ou Movimento; O  Círculo; SSI  Viventes da Terra) Portanto, A POTÊNCIA QUE DOUTRINA, O CATEQUIZADOR DE ALMAS Os Setes Chefes de Legião da Vibração Espiritual de Oxossi: CABOCLO ARRANCA-TOCO Representante Da Vibração Espiritual Caboclo Araribóia Intermediário Para Ogum Caboclo Arruda Intermediário Para Oxalá Caboclo Cobra-Coral Intermediário Para Xangô Caboclo Tupinambá Intermediário Para Yorimá Cabocla Jurema Intermediário Para Yori Caboclo Pena-Branca Intermediário Para Yemanjá OGUM: (OG  Glória, Salvação; AUM  Fogo, Guerreiro) Portanto, O GUERREIRO CÓSMICO PACIFICADOR, O FOGO DA GLÓRIA Os Setes Chefes de Legião da Vibração Espiritual de: CABOCLO OGUM DILÊ representante da Vibração Espiritual Caboclo Ogum Matinata intermediário para Oxalá Caboclo Ogum Rompe-Mato intermediário para Oxossi Caboclo Ogum Beira-Mar intermediário para Xangô Caboclo Ogum De Malé intermediário para Yorimá Caboclo Ogum Megê intermediário para Yori Caboclo Ogum Yara intermediário para Yemanjá 

3 XANGÔ: (XA  Senhor, Dirigente; ANGÔ  Raio, Alma) Portanto, O SENHOR DIRIGENTE DAS ALMAS Os Setes Chefes de Legião da Vibração Espiritual de Xangô: CABOCLO XANGÔ KAÔ representante da vibração espiritual Caboclo Xangô Pedra-Branca intermediário para Oxalá Caboclo Xangô Agodô intermediário para Oxossi Caboclo Xangô Sete Montanhas intermediário para Ogum Caboclo Xangô Sete Cachoeiras intermediário para Yori Caboclo Xangô Pedra-Preta intermediário para Yorimá Caboclo Xangô Sete Pedreiras intermediário para Yemanjá YORIMÁ: (YO  Potência, Ordem, Princípio; RI  Reinar, Iluminado; MÁ  Lei, Regra) Portanto, PRINCÍPIO OU POTÊNCIA REAL DA LEI Os Setes Chefes de Legião da Vibração Espiritual de Yorimá: PAI GUINÉ representante da vibração espiritual Pai Tomé intermediário para Oxalá Pai Joaquim intermediário para Oxossi Pai Benedito intermediário para Ogum Vovó Maria Conga intermediário para Xangô Pai Congo D'aruanda intermediário para Yori Pai Arruda intermediário para Yemanjá YORI: (YO => Potência, Ordem, Princípio; RI => Reinar, Iluminado; ORI => Luz, Esplendor) Portanto, POTÊNCIA DOS PUROS OU DA PUREZA Os Setes Chefes de Legião da Vibração Espiritual de Yori: TUPANZINHO representante da vibração espiritual Ori intermediário para Oxalá Damião intermediário para Oxossi Yari intermediário para Ogum Doum intermediário para Xangô Cosme intermediário para Yorimá Yariri intermediário para Yemanjá YEMANJÁ: (YE => Mãe, Princípio Gerante; MAN => O Mar, A Água, Lei das Almas; YÁ => Matriz, Maternidade) Portanto, A SENHORA DA VIDA Os Setes Chefes de Legião da Vibração Espiritual de Yemanjá: CABOCLA YARA representante da vibração espiritual Cabocla Estrela Do Mar intermediário para Oxalá Cabocla Indaiá intermediário para Oxossi Cabocla Do Mar intermediário para Ogum Cabocla Iansan intermediário para Xangô Cabocla Nanã Burukun intermediário para Yorimá Cabocla Oxum intermediário para Yori 

4 1 - Linha de Oxalá Essa linha representa o princípio, o incriado, o reflexo de Deus, o verbo solar. É a luz refletida que coordena as demais vibrações. As entidades dessa linha falam calmo, compassado e se expressam sempre com elevação. Seus pontos cantados são verdadeiras invocações de grande misticismo, dificilmente escutados hoje em dia, pois é raro assumirem uma "Chefia de Cabeça". 

2 - Linha de Iemanjá Essa linha é também conhecida como Povo d'Água. Iemanjá significa a energia geradora, a divina mãe do universo, o eterno feminino, a divina mãe na Umbanda. As entidades dessa linha gostam de trabalhar com água salgada ou do mar, fixando vibrações, de maneira serena. Seus pontos cantados têm um ritmo muito bonito, falando sempre no mar e em Orixás da dita linha. 

3 - Linha de Xangõ Xangô é o Orixá que coordena toda lei Kármica, é o dirigente das almas, o Senhor da balança universal, que afere nosso estado espiritual. Resumindo, Xangô é o Orixá da Justiça. Seus pontos cantados são sérias invocações de imagens fortes e nos levam sempre aos seus sítios vibracionais como as montanhas, pedreiras e cachoeiras. 

4 - Linha de Ogum A vibração de Ogum é o fogo da salvação ou da glória, o mediador de choques conseqüentes do karma. É a linha das demandas da fé, das aflições, das lutas e batalhas da vida. É a divindade que, no sentido místico, protege os guerreiros. Os Caboclos de Ogum gostam de andar de um lado para outro e falam de maneira forte, vibrante e em suas atitudes demonstram vivacidade. Suas preces cantadas traduzem invocações para a luta da fé, demandas, batalhas, etc. 

5 - Linha de Oxossi A vibração de Oxossi significa ação envolvente ou circular dos viventes da Terra, ou seja, o caçador de almas, que atende na doutrina e na catequese. Suas entidades falam de maneira serena e seus passes são calmos, assim como seus conselhos e trabalhos. Seus pontos cantados traduzem beleza nas imagens e na música e geralmente são invocações às forças da espiritualidade e da natureza, principalmente as matas. 

6 - Linha de Yori Essas entidades, altamente evoluídas, externam pelos seus cavalos, maneiras e vozes infantis de modo sereno, às vezes um pouco vivas. Quando no plano de protetores, gostam de sentar no chão e comer coisas doces, mas sem desmandos. Seus pontos cantados são melodias alegres e algumas vezes tristes, falando muito em Papai e Mamãe de céu e em mantos sagrados. 

5 7 - Linha de Yorimá Também chamada de Linha das Almas, essa linha é composta dos primeiros espíritos que foram ordenados a combater o mal em todas as suas manifestações. São os Orixás Velhos, verdadeiros magos que velando suas formas kármicas, revestem-se das roupagens de PretosVelhos ensinando e praticando as verdadeiras "mirongas". Eles são a doutrina, a filosofia, o mestrado da magia, em fundamentos e ensinamentos. Geralmente gostam de trabalhar e consultar sentados, fumando cachimbo, sempre numa ação de fixação e eliminação através de sua fumaça. Seus fluídos são fortes, porque fazem questão de "pegar bem" o aparelho e o cansam muito, principalmente pela parte dos membros inferiores, conservando-o sempre curvo. Falam compassado e pensam bem no que dizem. Raríssimos os que assumem a Chefia de Cabeça, mas são os auxiliares dos outros "Guias"- o seu braço direito. Os pontos cantados nos revelam uma melodia tristonha e um rítmo mais compassado, dolente, melancólico, traduzindo verdadeiras preces de humildade. 

OS GUIAS E AS LINHAS Os Caboclos, Pretos-Velhos e Crianças, que fazem parte da chamada Corrente Astral de Umbanda, trabalham dentro de uma das Sete Linhas de Umbanda: Orixalá, Ogum, Oxossi, Xangô, Yorimá, Yori e Yemanjá. Os Caboclos que trabalham nos terreiros são das seguintes Linhas: Orixalá (estes não incorporam, somente passam vibrações), Ogum, Oxossi, Xangô e Yemanjá; Os Pretos-Velhos são da Linha de Yorimá; E as Crianças da Linha de Yori. Como descrito na “Tabela 1” (na primeira página), a linha se divide hierarquicamente em vários graus. 

Nos terreiros, em geral trabalha-se com Protetores de 5º, 6º e 7º Grau. 

Para se trabalhar com Guia (4º Grau) é exigida muita experiência e devoção por parte do médium. 

Raras (praticamente impossíveis) são as incorporações de Orixás Menores (1º, 2º e 3º Grau), que necessitam de um médium muitíssimo preparado, corrente mediúnica segura, um terreiro limpo no físico, astral e mental, e ausência de obsessores até mesmo vindo da assistência. 

É impossível a incorporação de Orixás Maiores. 

Os espíritos militantes da Umbanda só usam os mesmos nomes dos seus Chefes Principais, até quando são do 4º Grau, quer dizer, até quando são Guias (Chefes de Grupamento). 

Daí para baixo, até 7º Grau não seguem esta regra, variando seus nomes mas tendo a mesma ligação afim. 

Você Aprendeu: O que são e quais são as Sete Linhas; Como as linhas se organizam; O que significam os nomes de cada uma das sete linhas; Quais são os 7 chefes de legião de cada uma das linhas e as interligações entre as linhas; Como os guias de Umbanda se distribuem dentro das linhas; Qual o grau dos guias que se apresentam na Umbanda; Porque se apresentam vários guias com o mesmo nome

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