terça-feira, 22 de março de 2016

                


            Mironga de Umbanda para problemas afetivos

Mironga é como chamamos o feitiço de preto-velho, a mandinga de negro em favor aos filhos que o procuram. 

Aqui vão algumas mirongas que essa nega véia tem a ensinar para resolver as dificuldades do coração. 

Leia tudo com muita atenção e principalmente, aplique isso no seu dia-dia. 

Grande é a força dessas pequenas dicas...

1 – Aprenda a viver sozinho. Caso você não consiga nem viver consigo mesmo, como poderá levar felicidade e alegria para outra pessoa? Primeiro relacione-se com seu eu interior. Depois busque alguém.

2 – Assuma a responsabilidade pelo seu relacionamento. Não é magia, inveja, ciúmes de terceiros, etc, que irá separar aquilo que o amor uniu.

3 – É claro que também nenhuma simpatia, reza ou trabalho irá unir ou "amarrar" aquilo que a falta de carinho desuniu.

4 – Simplificando: quem procura as coisas ocultas para resolver problemas sentimentais é imaturo. Ruim do juízo e doente do coração.

5 – Desapegue-se! Ser humano é um bicho apegado. O único problema é: o amor é um sentimento livre. Um eterno querer bem. Um carinho incondicional. Quase um sentimento de devoção. Se você "gosta" tanto de alguém, que prefere ele "morto" do que feliz com outra pessoa, escute: Isso não é amor! Simples ilusão disfarçada...

6 – Aprenda que ninguém irá te completar. Você já é completo! Mas quando um relacionamento é calcado no mais puro amor, muito do amado vive no amante, e muito do amante pra sempre viverá no amado. Quer milagre maior que esse?

7 – Melhor sozinho do que mal acompanhado! Sabedoria popular, mas o que têm de doutor e doutora que não consegue entender isso.

8 – Ponha o pé no chão e esqueça essa história de alma gêmea. Pare de enfeitar suas próprias desilusões com devaneios ditos espiritualistas. Encare a realidade de frente.

9 – A vida vai passando, com ele/a, ou sem ele/a. E a morte se aproximando. ..

10 – Por isso, vão viver a vida meus filhos! Quem sabe ela não está guardando um presente para vocês? Não existe mironga maior que essa
...



Vó Dita – Recebido por Fernando Sepe 11/02/07
                                                         

                                                                 E Daí?!


Autor: Antonio Pereira (Apon)

Você está chateado? Aborrecido? 

De mau-humor? 
É... O custo de vida? 
Problemas de família? 
Aborrecimentos no trabalho? 
Falta de trabalho? 
A política continua uma zona? 
Os impostos estorcivos? 
Seu time perdeu novamente? 
Foi traído? 
Não foi bem naquela prova? 
Perdeu alguém muito querido? 
Quem está usando drogas? 
A violência?... 

E daí?!


Mesmo durante as piores tempestades e mesmo nas noites mais longas e escuras, o sol não deixa de bordar seus fios de luz. 

Ele sabe que tudo passa, segue convicto na sua missão de brilhar, faz a sua parte para dissipar as nuvens e calar a escuridão.


Você tem câncer? 
AIDS? 
Tem alguma deficiência? 
Foi desenganado?... 

E daí?


Você não é apenas um corpo! 

Não permita que sua alma adoeça, seja como o rio que segue sem detença o traçado do seu destino. 

Luta quando for hora de lutar. 

Quando já não for hora, quando as forças te faltarem, descobrirá que a morte inexiste e o espírito que você conservou sadio estará despido das dores, pronto para mergulhar no mar do infinito.


Você não acredita em Deus? 

Está em dúvida?.. 

E daí?


Tudo é o que é, não o que queremos ou pensamos ser. 

Esqueça o Deus caricato, criado por religiões mercenárias. 

Alheio ao que dizemos ou cremos; Deus se faz notar na órbita matemática dos astros, nos processos bioquímicos que garantem nossa vida somática e lhe permitem ler esse texto, na intrincada engenharia da natureza; do protozoário ao ser humano, de uma gota de orvalho à montanha mais imponente... 

O que importa é que você seja do bem! 

Sendo do bem, mesmo que você não acredite nelas, as forças do bem te circundarão e um dia a fé florescerá, sem artifícios, subserviência e temores.


Você é do mau? 

Um "bad boy"?


Gosta de pagode?(risos)... 

E daí?!


"Na natureza nada se perde, tudo se transforma."


Demore quanto demorar, você se transformará, nem as pedras conservam indefinidamente sua rigidez e da rígida pedra, nasce uma magnífica obra de arte. 

O tempo te aparará as arestas e a ação inexorável das águas da vida polirão sua aridez e mesmo a contragosto, a locomotiva da evolução te arrastará para adiante, no conforto da primeira classe ou num vagão de carga... 

Depende de você. 

Gostou do texto? 

Não gostou?... 

E daí?! ... ...

--
Postado por aponarte no Para pensar e sentir - Apon Home Page em 7/31/2007 

Doenças e sentimentos

Doenças por não saber perdoar...
 
Segundo a psicóloga americana Louise L. Hay, todas as doenças que temos são criadas por nós. Sempre que estamos doentes, necessitamos descobrir a quem ou o que precisamos perdoar.

Quando estamos empacados num certo ponto, significa que precisamos perdoar mais.

A seguir, você vai conhecer uma relação de algumas doenças e suas prováveis causas:
 
* AMIGDALITE: Emoções reprimidas, criatividade sufocada.*

* ANOREXIA: Ódio ao externo de si mesmo.*
 
* APENDICITE: Medo da vida. Bloqueio do fluxo do que é bom.*

* ARTERIOSCLEROSE: Resistência. Recusa em ver o bem.*

* ARTRITE: Crítica conservada por longo tempo.*

* ASMA: Sentimento contido, choro reprimido.*
* BRONQUITE: Ambiente família inflamado. Gritos, discussões.*

* CÂNCER: Mágoa profunda, tristezas mantidas por muito tempo.*

* COLESTEROL: Medo de aceitar a alegria.*

* DERRAME: Resistência. Rejeição a vida.*

* DIABETES: Tristeza profunda.*

DIARREIA: Medo, rejeição, fuga.*

* DOR DE CABEÇA: Autocrítica, falta de autovalorização.*

* ENXAQUECA: Medos sexuais. Raiva reprimida. Pessoa perfeccionista.*
 
* FIBROMAS: Alimentar mágoas causadas pelo parceiro.*

* FRIGIDEZ: Medo. Negação do prazer.*
 
* GASTRITE: Incerteza profunda. Sensação de condenação.*

HEMORROIDAS: Medo de prazos determinados. Raiva do passado.*

* HEPATITE: Raiva, ódio. Resistência a mudanças.*

* INSÔNIA: Medo, culpa.*

* LABIRINTITE: Medo de não estar no controle.*

* MENINGITE: Tumulto interior. Falta de apoio.*

* NÓDULOS: Ressentimento, frustração. Ego ferido.*

* PELE (ACNE): Individualidade ameaçada. Não aceitar a si mesmo.*

* PNEUMONIA: Desespero. Cansaço da vida.*

* PRESSÃO ALTA: Problema emocional duradouro não resolvido.*

* PRISÃO DE VENTRE: Preso ao passado. Medo de não ter dinheiro suficiente.*

* PULMÕES: Medo de absorver a vida.*

* QUISTOS: Alimentar mágoa. Falsa evolução.*

* RESFRIADOS: Confusão mental, desordem, mágoas.*
 
* REUMATISMO: Sentir-se vitima. Falta de amor. Amargura.*

* RINITE ALÉRGICA: Congestão emocional. Culpa, crença em perseguição.*

* RINS: Crítica, desapontamento, fracasso.*
 
* SINUSITE: Irritação com pessoa próxima.*

TIREOIDE: Humilhação.*
 
* TUMORES: Alimentar mágoas. Acumular remorsos.*

* ÚLCERAS: Medo. Crença de não ser bom o bastante.*

* VARIZES: Desencorajamento. Sentir-se sobrecarregado

Curioso, não?
Por isso vamos tomar cuidado com os nossos sentimentos,  principalmente daqueles que escondemos de nós mesmos.

Sugestão:

1. Já encontramos nas locadoras o filme: "Quem somos nós" - que fala de física quântica e espiritualidade. Ele é lindamente ilustrado e bem fácil de entendermos o poder dos nossos pensamentos e sentimentos no rumo de nossas vidas.

2. O filme "The secret" também já disponível em circuitos particulares pode ser baixado da Net ensina como mudarmos o rumo das nossas vidas, inclusive em termos de saúde.

3. Bert Hellinger e o perdão
Nas constelações familiares, Bert Hellinger diz que não devemos perdoar ou pedir perdão e sim assumir a responsabilidade pelos nossos atos.
Ele apela para a lei do dar e receber - que funciona para os bons atos, mas também para as ofensas.
Segundo as "leis do amor" que regem as constelações familiares sistêmicas - é importante que o ofensor sinta pelo que fez e o ofendido aceite o que aconteceu.
 
Na realidade, parece uma troca de vocábulo: perdoar por aceitar.
Mas percebo que faz muita diferença.
Sabemos e falamos freqüentemente que perdoar é divino.
Mas somos apenas humanos.
Para perdoar é preciso antes de tudo termos julgado e condenado aquele ato - do outro ou nosso.
E temos o direito de julgar?
Cabe a nós, com a visão limitada da tridimensionalidade, dizer o que é certo, errado, justo ou não?
Conhecemos o passado mais distante?
Conhecemos as conseqüências do futuro?
Por acaso sabemos quando realmente estamos acertando ou não?
O que é sucesso ou fracasso (como está no curso em milagres)?

É realmente difícil e além do humano perdoar quando estamos com ódio, raiva, medo....
Mas aceitar e deixar ir é possível.
A melhor forma de adoecer é ficar na auto-pena - não corrige nem adianta nada - apenas nos "des...culpamos" (tiramos a culpa), mas o movimento de mudança não vem.
O melhor meio de atingir nossos objetivos é assumirmos a responsabilidade, aceitarmos nossas responsabilidades como arquitetos do nosso destino - bom ou ruim.
E construirmos o futuro que queremos aceitando as coisas como são e deixando-as ir.
DESCOBRINDO
O PASSADO


Muitas pessoas afirmam desejar conhecer suas encarnações anteriores.

Uma boa parte delas espera ter animado importantes personalidades históricas.

Reis e santos, poetas e intelectuais, sumidades as mais diversas não faltam no imaginário dos candidatos à recordação.

Entretanto, é preciso lembrar que a lei do progresso vigora em toda a sua plenitude.

Ela impede o retrocesso moral e intelectual.

As condições sociais podem variar significativamente ao longo dos séculos.

É possível passar-se da extrema riqueza à mais abjeta pobreza, de uma encarnação a outra.

Esse movimento pendular presta-se a viabilizar a realização da justiça Divina.

Mediante ele, o poderoso que elaborou leis iníquas para o povo, posteriormente a elas se submete.

Quem lesou o patrimônio público terá oportunidade de se ressentir da falta de educação e segurança públicas eficientes.

O mau patrão poderá experimentar a condição de empregado oprimido.

Essa oscilação nas condições materiais também auxilia o despertar da sensibilidade.

O homem que olha insensível a dor alheia candidata-se a experimentá-la.

Nem toda dor é uma expiação.

O sofrimento é corolário da imperfeição.

Todo vício, toda insensibilidade, toda rudeza atrai a dor como um remédio necessário.

Somente a perfeição moral e intelectual livra a criatura de experiências dolorosas.

A partir de certo nível de desenvolvimento, o espírito desvincula-se das experiências materiais.

Sem necessidade de vivências terrenas, a elas retorna por espírito de amor e serviço.

Cumprindo missões, dá exemplo de genuína elevação moral e intelectual.

Mas o relevante é que a evolução conquistada jamais é perdida.

Nenhuma alma generosa de repente se torna mesquinha.

O homem intelectualmente superior não perde suas habilidades intelectuais.

Por certo, quem utilizou mal a inteligência pode renascer na condição de idiota.

Ou viver em condições difíceis que não lhe possibilitem adquirir cultura.

Contudo, ordinariamente a alma expressa o seu potencial.

Assim, a criatura pode ter certeza de que se encontra no ápice de sua evolução.

Ninguém jamais foi tão bondoso e inteligente como é hoje.

Esse raciocínio auxilia a perder ilusões quanto ao próprio passado espiritual.

Quem atualmente detesta estudar, certamente nunca foi um intelectual.

O homem egoísta ou fútil de hoje pode ter como certo jamais ter sido um santo, na acepção da palavra.

Raras pessoas têm recordações precisas do que viveram nos séculos precedentes.

Entretanto, se a recordação detalhada não é possível, nem por isso é inviável ter uma noção do que se viveu.

Para ter uma ideia do que se fez, basta analisar as tendências atuais.

E pensar que ocorreu uma melhora, ao longo do tempo.

As suas idéias inatas revelam o seu nível evolutivo e o caminho que você trilhou.

Para se conhecer, preste atenção nos impulsos mais naturais de seu coração.

Caso seu agir e seu sentir instintivos tenham algo de egoísta, insensível ou vulgar, convém refletir sobre isso.

Enquanto não burilar o seu íntimo, você permanecerá tendo experiências dolorosas.

Então, é de seu interesse mais direto modificar o próprio comportamento e livrar-se de velhas fissuras morais.

Afinal, mais importante do que saber o que você já viveu, é garantir que o seu futuro seja pleno de felicidade e bem-estar.


Pense nisso. 

Olá!!!
     Saudações fraternas...
       Haroldo.

Sabedoria - Aceita a sabedoria venha ela de onde vier. Avicébron

"OBRIGADO, Irmão maior, Jesus!!! Guia, Modelo e Exemplo de Bondade, Justiça e Amor; por estarmos, mais uma vez aqui reunidos, nesta interação virtual, para elevarmos nossos Espíritos em sabedoria, harmonia e  conhecimento. 

Que esta forma de comunicação com irmãos, nos auxilie na obtenção de profundos progressos hoje e sempre, não só no aprendizado, mas na prática humanitária e fraterna que devemos aplicar no nosso dia-a-dia!!! 

Que nossos corações ouçam e nossa mente aprendam as lições da moral e das Leis de Deus que nos chegam sob as mais diversificadas formas!!! 

Assim, Irmão maior!!! Pedimos mais uma vez; intercedimentos com relação à paz, sustentação e serenidade para estarmos em ambiente de estudo, interação, confraternização e progresso, não só procurando beneficio próprio, mas estendendo-o também ao maior número possível de pessoas. Graças a Deus, Amém!" ".

Decisões e Escolhas: Uma Questão Essencial
José Augusto Wanderley
Consultor em negociação e administração do pensamento

A vida é a arte das escolhas,
dos sonhos, dos desafios e da ação
J. A. Wanderley

Os caminhos da vida são feitos de decisões e escolhas. Assim, o que cada um de nós é hoje, seja na sua vida profissional, seja na sua vida pessoal, é conseqüência destas escolhas e das ações adotadas para efetivá-las. 

Algumas são essenciais e importam decisões sobre nossa religião ou nosso papel social. 
Outras são operacionais, como a roupa que vamos vestir hoje para ir trabalhar.

O que vale para as pessoas também vale para as empresas, ou seja, uma empresa sobrevive ou não, tem êxito ou fracassa, de acordo com as decisões e escolhas que fez ou faz, de suas estratégias e foco, seus sistemas de crenças e valores, seu estilo gerencial, seus processos, suas estruturas, as pessoas que seleciona, o sistema de treinamento e desenvolvimento que adota. Ou, de acordo com Peter Drucker, "o produto final do trabalho de um gerente são decisões e ações".

Assim sendo, três aspectos devem ser considerados:
  1. A todo momento, queiramos ou não, conscientes ou inconscientes, por ação ou omissão, estamos sempre fazendo escolhas. E nunca é demais lembrar que não escolher já é uma escolha;
  2. Se queremos ser os timoneiros da nau da nossa vida, devemos procurar ser conscientes das escolhas que fizemos e estamos fazendo, pois é esta consciência que nos permite assumir a responsabilidade pelos nossos atos e, conseqüentemente, continuar com o que estamos fazendo ou então mudar. É conveniente ter presente que algumas escolhas deram certo em determinados contextos, mas que se adotadas em outros podem ser profundamente negativas. Um pequeno exemplo: alguém que quando criança, para obter o carinho e a atenção dos pais, chorava, fazia manha ou gritava. Depois, quando adulto, para ter as suas necessidades de aceitação e reconhecimento atendidas, adota comportamentos de essência semelhante que, sem a menor sombra de dúvida serão totalmente inadequados, gerando respostas justamente opostas às desejadas;
  3. Podemos, através do desenvolvimento pessoal, aumentar a nossa esfera de escolhas. Aprender, no fundo, importa ter mais opções, isto é, ampliar possibilidades. A questão básica é o que aprender para que possamos ter êxito neste mundo de crescente insegurança, complexidade, ambigüidade e imprevisibilidade. E isto também é uma escolha.
De qualquer forma, é sempre conveniente ter presente 6 escolhas que estamos fazendo a todo o momento.

1- Vida ou morte

O general franquista Millan d'Astray, nas suas palavras na Universidade de Salamanca, na frente do filósofo Miguel de Unamuno, proferiu sua célebre frase: "Abaixo a inteligência. Viva a morte!". E esta é a grande questão. 

Estamos escolhendo a vida ou a morte do planeta em que habitamos? 

Todas aquelas pessoas ou empresas que contribuem com poluição ambiental e destruição dos ecossistemas, chuvas ácidas, aumento da temperatura na Terra e a conseqüente elevação dos níveis das marés, destruição da camada de ozônio, desmatamentos indiscriminados e a existência de pessoas vivendo em condições subumanas, em função da ganância, da busca do lucro Camicaze ou da falta de consciência social, estão engrossando o coro de Millan d'Astray e à sua própria maneira estão repetindo com o general franquista: "Viva a morte!"

Na realidade, esta é a grande questão ética, segundo a qual todas as outras devem se ordenar. 

É saber qual a resposta a uma pergunta de Albert Einstein: 

"Será que estamos fazendo deste planeta um lugar melhor para se morar?" 

Ou estamos ao lado dos que não têm nenhuma preocupação com isto, pois, como dizem, a longo prazo estaremos todos mortos.

2 - Os significados

A riqueza de nossa vida está muito relacionada aos significados que damos ao que fazemos. 

É a história dos 3 operários que estavam numa mesma obra e foram indagados sobre o que estavam fazendo. 

Um deles disse que estava assentando pedras. 

O outro, que estava construindo uma escada. 

O terceiro, que estava colaborando para a construção de uma catedral. 

Nós podemos escolher os significados que damos a tudo o que fazemos e isto pode representar uma grande diferença.

3 - Passado ou futuro orientado

As pessoas  passado orientadas  ficam querendo mudar o que fizeram, como se pudessem entrar na máquina do tempo. 

Tendem a se lamentar ou arranjar culpados e estão mais voltadas para ameaças. 

As pessoas  futuro orientadas buscam resultados, aceitam as situações existentes como um ponto de partida, não confundindo aceitação com conformismo, e procuram identificar e agir de acordo com as oportunidades. 

De qualquer forma é conveniente citar Franklin Delano Roosevelt: 

"O progresso é realizado pelos homens que fazem e não pelos que discutem de que modo as coisas deveriam ter sido feitas."

4 - Sistema aberto ou fechado

Os seres humanos são e deveriam agir como sistemas abertos, ou seja, em interação com o seu meio. 

Cada vez que as pessoas se fecham através do dogmatismo, da arrogância ou da negação, estão agindo como sistemas fechados. 

Prendem-se ao familiar e ao conhecido e, freqüentemente, ficam encasteladas em torres de marfim. 

As pessoas que agem como sistema aberto estão em relacionamento, têm consciência do fluxo contínuo de mudanças e sabem que a melhor forma de prever o futuro é criá-lo.

5 - Crenças e valores

Uma das coisas que têm forte influência sobre nossos comportamentos é o nosso sistema de crenças e valores. 

Neste sentido há quem diga que: "Quer você acredite que pode, quer acredite que não pode, você está certo." 

Todos nós temos um conjunto de crenças e valores que fomos adquirindo ao longo da vida e que são determinantes do nosso comportamento. 

Algumas podem ser extremamente úteis, como acreditar que tudo o que nos acontece pode ser uma oportunidade. 

Outras podem ser negativas, como a de se acreditar vítima das circunstâncias, na base do "isto só acontece comigo". 

Em geral as pessoas não analisam os impactos de suas crenças sobre suas vidas e não sabem que podem e como mudá-las.

6 - Intervir e mudar ou ser passivo

A consciência de que o que obtemos da vida está profundamente relacionado às escolhas que fizemos ou fazemos nos permite estar abertos a identificá-las e ratificá-las ou retificá-las. 

E esta é uma grande escolha final. 

É possível mudar. 

E um bom modo de fazê-lo é com base em Jean P. Sartre: 

"Não importa o que fizeram de mim, o que importa é o que eu faço com o que fizeram de mim." 

Em suma, ser consciente das escolhas que fazemos é entrar no mundo mágico das possibilidades. 

É saber que existem infinitas formas e caminhos e que a vida é daqui para a frente.

OBS.: José Augusto Wanderley é autor do livro Negociação Total: Encontrando Soluções, Vencendo Resistências, Obtendo Resultados www.jawanderley.pro.br
É raro compreender os presentes que nos são dados com a vida, mas fazê-lo nos proporciona um crescimento pessoal que não tem preço. Eu espero que estas palavras lhe ajudem a lembrar o quanto é bom ser você mesmo neste mundo. Que todos os seus dias sejam felizes e radiantes!
Todos os Dias São Um Presente
 
Todos os Dias São Um Presente
 
Todos os Dias São Um Presente
 

Todos os Dias São Um Presente
 
Todos os Dias São Um Presente
 
Todos os Dias São Um Presente
 
Todos os Dias São Um Presente
 
Todos os Dias São Um Presente
 
Todos os Dias São Um Presente
 
Todos os Dias São Um Presente
 
Todos os Dias São Um Presente
 
Todos os Dias São Um Presente
 

Fonte: Jorge T.

segunda-feira, 21 de março de 2016

                                                   
                                                U M B A N D A

                                            Origem Indígena  


Alexandre Cumino

De sua raiz indígena a Umbanda recebe o amor à natureza e a influência do xamanismo caboclo e pajelança, bem como o uso do fumo, que é considerado erva sagrada para os índios. 

Um culto irmão da Umbanda, o Catimbó, Jurema ou Linha dos Mestres da Jurema, também realiza trabalhos com entidades espirituais de forma muito parecida com esta, sob influência direta do Toré, que é uma prática essencialmente indígena. 

A Umbanda e o Catimbó trabalham com algumas entidades em comum como, por exemplo, Caboclo Tupinambá na Umbanda e Mestre Tupinambá no Catimbó, Caboclo Tupã e Mestre Tupã, Caboclo Gira-mundo e Mestre Gira Mundo, Pai Joaquim e Mestre Joaquim, e o tão conhecido Mestre Zé Pelintra, juremeiro muito presente na Umbanda. 

Alguns chegam a dizer que a Jurema é “Mãe da Umbanda”, de tanto que teria colaborado com esta. 

O Toré e a Jurema são vivos ainda hoje nas tribos Kariri – Chocó, considerados os guardiões da Jurema. 

Em conversa com um amigo desta tribo, o índio Tkainã, o mesmo me esclareceu que Aruanda é a Terra da Luz para sua cultura, falada na língua Macrogeu, “coincidentemente”, Aruanda é o Céu, correspondente ao Mundo Astral, para os Umbandistas. 

Muitas vezes na Umbanda se usa o termo Jurema para identificar um local do mundo espiritual de onde provêm os caboclos. 

O uso de chás, banhos de ervas e defumações é algo em comum para indígenas, africanos e europeus. 

Em muitas Tendas de Umbanda se vê o uso do Maracá (chocalho indígena) e outros elementos como penachos e cocares, usados pelas entidades incorporadas, que dá todo um ar indígena para Umbanda. 

A primeira manifestação de Umbanda que se tem notícia é do Caboclo das Sete Encruzilhadas, que justifica chamar-se “caboclo” por ter sido índio em uma encarnação aqui no Brasil, esclarece ainda que em outra encarnação foi o Frei Católico Gabriel Malagrida, queimado na Santa Inquisição.  

São os Caboclos os verdadeiros mentores da Umbanda, se apresentando como linha de frente e de comando dentro da religião, sendo na maioria das vezes quem responde pela “chefia” e responsabilidade do que é realizado dentro de uma Tenda de Umbanda.  

Dessa forma, vamos percebendo que existe uma cultura indígena forte dentro da Umbanda, na qual destacamos três pontos que se ressaltam nessa raiz:  

1. O Xamanismo é a prática realizada por aborígines do mundo inteiro, como siberianos, australianos, indianos, africanos ou índios das três Américas. 

Consiste no uso de poderes psíquicos para, em estado alterado de consciência, encontrar respostas, realizar curas ou profecias. 

Muitas vezes para entrar nesse estado, de transe, usam a ingestão de bebida ou fumo que lhes propicie ampliar sua consciência, sair do corpo em busca de respostas ou receber, incorporar, a presença de um animal de poder ou energia poderosa, para auxiliar sua tribo. 

Aqui no Brasil os Pajés são considerados xamãs, e a pajelança um xamanismo; da mesma forma, os rituais onde está presente a bebida de poder também é visto como prática xamânica. 

Podemos lembrar aqui do Santo Daime, Ayuaska, Peiote, Jurema e até a Canabis Ativa (Maconha) sagrada para a religião Rastafari, da Jamaica, onde tal erva é fumada apenas em ritual, e não é compartilhada para não adeptos. 
   
2. O Toré, 

Que é ainda praticado no Brasil pela tribo dos Kariri-xocó, consiste de uma dança realizada com a infusão da bebida feita à base de Jurema, que pode ser mais ou menos enteógena (alucinógena para os psicólogos e leigos), palavra que significa “Encontro com Deus”. 

Os índios reverenciam uma divindade como um gênio que é o Espírito da Jurema, diferente de Cabocla Jurema. 

Da árvore de Jurema os índios usam as folhas, sementes e o tronco, para fazerem bebidas, maracás (chocalho) e cachimbos, onde o fumo também é misturado com folhas de jurema.  


3. O Catimbó ou Linha da Jurema

É muito praticado no Nordeste, principalmente Pernambuco, consiste em um culto que combina as tradições do Toré com a Magia Europeia, onde a presença afro se percebe menos. 

A palavra Catimbó pode ser derivada ou deturpada de Cachimbo, não se sabe ao certo sua origem, no entanto, tornou-se sinônimo de Magia de uma forma pejorativa, às vezes confundida com Magia Negra, o mesmo caso do que aconteceu com a palavra Macumba. 

Por isso, muitos “catimbozeiros” preferem ser chamados de “Juremeiros” ou simplesmente de Mestre, que é como se identificam os espíritos guias e também os dirigentes do culto. 

Seu ritual lembra um pouco a Umbanda, no entanto cada médium costuma trabalhar apenas com um ou dois Mestres Espirituais, que pode ser índio, preto-velho, baiano, marinheiro e outros. 

Todo o trabalho é feito com o uso da Marca (Cachimbo) por parte dos espíritos, e sempre com o uso da bebida de Jurema, antes e durante as incorporações. 

Para fazer parte desse culto, o neófito passa por uma iniciação chamada “Tombo da Jurema” onde sob um preparo especial de bebida de jurema esse médium sai em espírito e vai encontrar seus mestres no astral, onde em espírito vão aprender sobre a arte da Jurema. 

Muitas entidades da Jurema vêm na Umbanda e vice versa, o mestre de Jurema mais conhecido por aqui é “Seu Zé Pelintra”, que por sua origem externa à Umbanda vem em qualquer linha, caboclo, preto-velho, baiano ou exu.  

• Luiz da Câmara Cascudo, que foi o maior folclorista brasileiro, publicou em 1951 o título Meleagro, que é um estudo de mais de 20 anos sobre o Catimbó, ainda hoje é a obra mais completa sobre o assunto, na segunda edição da obra ele apresenta comentários interessantes para este nosso estudo:  

Creio que antes de 1928 estaria eu dando campo ao Catimbó em Natal, contagiado pelas reportagens de João do Rio às religiões suplementares na Capital Federal. Em 1928, dezembro, Mário de Andrade (1893-1945), meu hóspede, “fechou o corpo” com um Mestre frequentador de nossa chácara. 

Pagou vinte mil réis e narrou a proeza em crônica que não consegui reconquistar. Denunciaria a técnica catimbozeira natalense há 49 anos, fase das anciãs perquiridoras. Terminado em dezembro de 1949, a Editora AGIR publicou em 1951 MELEAGRO, nome pedante para justificar feitiço da Grécia em mão africana. 

Não se falava ainda em Umbanda, mesmo na cidade de Salvador onde fui garboso “calouro” de medicina em 1918, residindo na Baixa do Sapateiro. Édison Carneiro, baiano investigador devoto, não registra o vocábulo no Candomblé da Bahia, 1948 e em A Linguagem Popular da Bahia, 1951. Redigiu o verbete “Umbanda” para o meu Dicionário do Folclore Brasileiro. 

Depois de 1960 é que a Umbanda abordou Natal [...] Neste MELEAGRO verifica-se minha familiaridade com os “Mestres”. Dizê-los “Catimbozeiros” era agressão. 

Reinava o amável sincretismo acolhedor entre os “Mestres do Além”, africanos, indígenas e mestiços nacionais [...]  
No Dicionário do Folclore Brasileiro, 1954, Câmara Cascudo nos apresenta a definição do verbete Catimbó, da onde retiro os fragmentos abaixo, que é a parte do texto que nos interessa aqui: 
  
Feitiço, coisa-feita, bruxedo, muamba, canjerê e também o conjunto de regras e cerimônias a que se obedece durante a feitura do encanto. Reunião de pessoas, presidida pelo “mestre”, procedendo à prática do catimbó [...]  

“Catimbó quer dizer cachimbo, usado pelo mestre. 

O catimbó não é religião. 

Não tem ritos maiores, como o candomblé baiano, o xangô pernambucano, sergipano ou alagoano, ou a macumba carioca. 

Com breve liturgia, o mestre defuma os assistentes com o fumo de seu cachimbo e recebe o espírito de um mestre defunto, Mestre Carlos, Xaramundi, Pinavaruçu, Faustina, Anabar, indígenas, negros feiticeiros, como Pai Joaquim, bons e maus. 

Todos acostam, receitam e aconselham. Cada um deles é precedido pelo canto da linha, melodia privativa que anuncia a vinda do Mestre ou da Mestra. 

Não há indumentária especial, escolas de filhas de santo, comidas votivas, decoração, bailado, instrumentos musicais. 

O mestre é o curandeiro, o bruxo. Há, naturalmente, a presença de elementos negros e ameríndios, nomes de tuxauas e de orixás, rezas católicas, num sincretismo inevitável e lógico. 

O catimbó é prestigioso nos arredores das grandes cidades, consultório infalível para pobres e ricos, embora sem a espetaculosidade sonora do candomblé, da macumba e dos xangôs nordestinos. 

Na Pajelança amazônica intervêm animais conselheiros, mutuns, boiúnas, cavalos-marinhos, cobras, jacarés, ao lado de mestres e mestras. 

O catimbó aproxima-se velozmente do baixo-espiritismo, perdendo a ciência dos remédios vegetais e a técnica de São Cipriano e da Bruxa de Évora. 

Representa, como nenhuma outra entidade, o elemento da bruxaria europeia, da magia branca, clássica, vinda da Europa, herdeira dos bruxos que o Santo Ofício queimou e sacudiu as cinzas no mar. 

O mestre é uma sobrevivência do feiticeiro europeu, e não um colega do babalorixá, babalawô ou pai-de-terreiro banto ou sudanês. 

Catimbó não é sinônimo de Candomblé, macumba, xangô, grupo de Umbanda, casa de mina, tambor de crioulo, etc. 

É uma presença da velha feitiçaria deturpada, diluída, misturada, bastarda, mas reconhecível e perfeitamente identificável. 

Foi motivo de quase vinte anos de observação pessoal para o Meleagro, ed. Agir, Rio de Janeiro, 1951 [...]1”    
Texto do Livro História da Umbanda, de Alexandre Cumino, Editora Madras.

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