terça-feira, 31 de março de 2015

MEDIUNIDADE - ESTUDO 11
Mediunidade e Animismo - O Espírito do médium introduzindo suas idéias nas mensagens de que se faz instrumento.
Em nosso estudo de número 8 - O Papel do Médium nas Comunicações (fev/02), percebemos que ao médium cabe o papel de "intérprete" do pensamento do Espírito. Se não compreender o alcance desse pensamento, não o poderá fazer com fidelidade. Se compreender o pensamento mas, por falta de simpatia ou outro motivo, não for passivo  (isto é, se misturar suas idéias próprias com as do Espírito comunicante), deformará o pensamento comunicado, o que evidencia a grande participação do Espírito do médium na comunicação que ocorre.
            O problema das interferências do médium na comunicação não passou despercebido a Kardec que, ao questionar os Espíritos orientadores da Codificação, deles obteve a confirmação do fato ( O Livro dos Médiuns, Cap. XIX O Papel dos Médiuns nas Comunicações, Influência do Espírito do Médium item 223)
            Assim, no exercício mediúnico, o animismo se revela sob dois aspectos distintos:
O Espírito do médium se comunicando - animismo clássico pesquisado por Aksakof, Bozzano e outros, aspecto estudado em março/02, e,
2. Espírito do médium introduzindo suas idéias nas mensagens de que se faz instrumento.
            Ao estudarmos o item 2 , identificamos as manifestações mistas, ou parcialmente anímicas, em que o médium, não conseguindo apassivar-se totalmente, introduz inconscientemente suas próprias idéias, clichês mentais e automatismos da personalidade, insistindo num tipo particular de manifestação, podendo ocorrer na vidência, psicografia, psicofonia etc.
            Uma das causa principais deste problema é a falta de afinidade entre o médium e o Espírito, o que se caracteriza, do ponto de vista vibratório, por divergências constitucionais que dificultam as ligações fluídicas indispensáveis para que o fenômeno se processe com naturalidade. (Ver OLM, Cap. XIX item 223, q. 7 e 8).
            A simpatia de que falam os Espíritos não é um resultado somente de afinidades psicológicas ou afetivas, mas de peculiaridades da organização perispiritual que determinam a sintonia vibratória (capacidade de afinização) responsável pelo ocorrência do fenômeno mediúnico.
            Outras vezes o que se dá é um mecanismo de associação de idéias provocado por ação telepática. O pensamento do desencarnado, mal sintonizado pelo médium, apaga-se totalmente em sua mente, despertando idéias correlatas, parecidas ao acervo de suas experiências.
            No livro No Mundo Maior - F.C. Xavier/André Luiz, cap. 9, André Luiz relata o momento em que um médico no plano espiritual transmite ao médium escolhido, mensagem de estímulo a realização de um trabalho de assistência à saúde, na Terra . Enquanto isso, outros médiuns registram-lhe os pensamentos de forma indireta, decodificando-os, interpretando-os de modo particular por meio de associações anímicas peculiares às experiências de cada um. Um senhor recorda-se de comovente paisagem de hospital, outro relembra o exemplo de uma enfermeira bondosa que conhecera, um terceiro abrigou pensamentos de simpatia para com os doentes desamparados. Se qualquer dessas pessoas, supondo estar mediunizada, externasse essas idéias como se fossem comunicações, teríamos um exemplo peculiar de animismo por associação de idéias.
            As interferências anímicas podem ser provocadas ainda por interrupções intermitentes de sintonia: o médium começa a dar a comunicação, e de repente, perde a sintonia, e pode ceder à tentação de preencher as lacunas com pensamentos próprios, num mecanismo inconsciente de preservação de sua imagem. Algumas vezes, essas perdas de sintonia são provocadas pela ação de obsessores que querem inviabilizar o trabalho do médium.
            Para se compreender corretamente o problema do animismo relembremos o papel dos médiuns nas comunicações. Sabemos que ele é o intérprete da mensagem que chega. Ora, quem interpreta, vivencia, e não apenas repete, absorvendo em seu mundo íntimo a idéia, devolvendo-a com a vestimenta representada por seu estilo, vocabulário, emoções e acervo cultural.
            Quando o médium é limitado no conhecimento e menos evoluído do que o Espírito comunicante, não pode transmitir a mensagem, tal qual foi ideada, por falta de experiência vivencial e valor interno para interpretação adequada. Nesse caso, não há propriamente uma adulteração anímica, mas uma incapacidade técnica para a experiência. Estudemos com André Luiz, no exemplo citado acima, a análise que o Instrutor Espiritual, Calderaro, faz: "..."Nosso amigo médico não encontra na organização psicofísica da médium os elementos afins perfeitos; nossa colaboradora não se liga a ele através de todos os centros perispirituais; não é capaz de elevar-se à mesma freqúência de vibração em que se acha o comunicante; não possui suficiente espaço interior para comungar-lhe as idéias e conhecimentos; não lhe absorve o entusiasmo total pela ciência... Eulália, a médium, manifesta, contudo, um grande poder, o da boa-vontade criadora, sem o qual é impossível o início da ascensão...".
   "Após essas explicações, vimos que a médium, apesar de suas limitações, conclui o seu trabalho, grafando o ditado psicográfico com razoável nitidez e com a precisão que lhe era possível. No final da reunião, sob a liderança do dirigente encarnado, os participantes se puseram a analisar a mensagem, concluindo que o seu conteúdo, conquanto edificante na essência, não apresentava índices evidentes de identificação do conhecido profissional da medicina, dada a falta de uma linguagem mais adequada, técnica e com características próprias de sua erudição. A tese animista foi ventilada sendo aceita pela maioria como tábua de salvação. Enquanto isso, na Espiritualidade, os Mentores lamentavam o erro crasso e a verbosidade intelectual daqueles colaboradores humanos, alimentados apenas superficialmente de ciência".
            Seja o episódio a expressão de uma experiência normal em que o médium simplesmente se desvela, a consequência de um trauma que eclode ou a inserção de expressões adulteradoras da mensagem dos Espíritos, ele haverá de ser um episódio esporádico e passageiro que cederá lugar ao exercício mediúnico normal, na medida que o médium adquire experiência e se esforça por superar as suas íntimas dificuldades.
            É comum, no início da educação mediúnica, quando os médiuns ainda não estão familiarizados com o processo das comunicações, que eles façam o conflito sem saberem determinar corretamente a fronteira entre o pensamento próprio e o dos comunicantes.
Ao mesmo tempo que exercita a faculdade, deve o médium educar-se moralmente, a fim de que os seus fatores de desajuste sejam superados antes que se convertam em viciações alienantes e caminhos de acesso para as obsessões.
            Para os dirigentes, a tarefa de acompanhar o desempenho dos médiuns e compreendê-los, requer apurado tato psicológico, um razoável conhecimento da natureza humana e particularmente de cada indivíduo com quem atua. E esse conhecimento só é possível quando o grupo convive, associam-se os seus membros para a tarefa do Bem. Somente assim alcança-se o que Kardec chamou de familiaridade, uma das condições evocadas por ele como indispensável ao processo do trabalho mediúnico.
            O animismo na mediunidade, como expressão de um desajuste psicológico, não resistirá a um esforço consciente de crescimento interior. Deverá constituir-se um capítulo inerente à inexperiência, uma sombra que a luz da boa-vontade desvanecerá. A sua repetição prolongada, todavia, pode refletir uma ferida mal drenada ou uma viciação mal conduzida, e o "médium", com a mente assim coagulada, pode estar precisando muito mais de um terapeuta da área do comportamento do que de exercício mediúnico.
            A questão do animismo na mediunidade não é, porém, obstáculo insuperável. É simplesmente um processo a ser vivenciado e ultrapassado, nem antes nem depois do tempo. Não é de responsabilidade exclusiva dos médiuns ostensivos, mas de toda a equipe, que se deve ajustar no trabalho abraçado sob a égide da fraternidade. O problema se dilui na cooperação e desaparece, quando a tarefa é executada com otimismo e alegria, realçando a boa-vontade de quantos aspiram compreender servindo.
Bibliografia
Kardec, Allan - O Livro dos Médiuns - Cap. XIX, q. 223, de 1 a 8, FEESP . 2ª ed. São Paulo, 1989
Neves, J.; Azevedo, G.; Calazans, N.; Ferraz, J. - "Vivência Mediúnica - Projeto Manoel P. de Miranda", Cap. 1 - Fenômenos, Cap 11- Do Anímico ao Mediúnico, LEAL. 1ª edição. Salvador/BA, 1994
Xavier, Francisco C. - pelo Espírito André Luiz, No Mundo Maior. Cap. 9 - Mediunidade, FEB, 11ª ed.1983

segunda-feira, 30 de março de 2015

QUEM É PAI JUVÊNCIO DA BAHIA? - ORIENTADOR ESPIRIT...

QUEM É PAI JUVÊNCIO DA BAHIA? - ORIENTADOR ESPIRIT...: LIÇÃO DE UM PRETO VELHO JUREMEIRO Pai Juvêncio da Bahia     "Filho meu, pé que dá fruta é o que mais leva pedrada. Nunca r...
MISTICISMO - CODIGOS DESPERTADOS
INICIAÇÃO –TEMPLO DE DELPHOS – SACERDOTISAS - DEUSA – SOL – SOM – DRUÍDAS – ATLÂNTIDA – CÁTAROS – MONSEGUR – PIRINEUS - CHAVES E CODIGOS – CRISTAIS - 7º. SOL - DESPERTAR DA CONSCIÊNCIA DIVINA
por Judith Kusel
29 de março de 2015


"As derradeiras Portas de Entrada da Iluminação foram abertas nas duas últimas semanas.
Elas vão abrir imensas aberturas internas e portais no interior de quem é chamado a levar a humanidade através Delas, como uma onda maciça de energias surgindo através de fogos de Iluminação.

Que aqueles que têm ouvidos - ouçam.
Que aqueles que têm olhos - vejam.
Que aqueles que precisam sair - saiam.
Que aqueles que precisam vir- venham.
Chegou a hora."

Os mais elevados caminhos do Misticismo têm a ver com a preparação para mergulhar cada vez mais fundo nas profundezas do Ser - esse estado de Ser que é o Reino Desconhecido Inesgotável e Infinito dos Deuses e Deusas - o Mistério da Vida e da Força da Vida em si.

Aprofunda na consciência cósmica, que é sublime e que é a própria força criativa que está dentro de todos os seres e de tudo o que já foi criado sob o Cósmico Sol Central.

É a mais alta vocação do Estado Iluminado.
É preciso empenho total e dedicação a este caminho.
É o caminho mais elevado de pureza suprema e vai exigir Totalidade.

Segundo o dicionário Oxford um místico é uma pessoa que dedica seu tempo ao pensamento profundo a fim de tornar-se mais perto de Deus e alcançar verdades além da compreensão humana. Sua raiz é a palavra grega "mustes" - pessoa iniciada.

O misticismo é então caminho do supremo Iluminismo e não é por acaso que o herdamos da palavra grega, os Gregos sempre tiveram um grande respeito por aqueles que buscavam o último estado do Ser.

Nos últimos anos tenho sido levada de volta para Delphos em minha própria pesquisa, como a tentativa de vincular os Cátaros, minhas próprias conclusões; e retornando à Deusa, com a minha própria emergente elevada imagem da verdadeira história do planeta e dos Super Campos de energia - consciente.

Neste estágio personagens interessantes começaram a surgir a partir dos Pirineus, muito mais antigas do que as pesquisas com os Cátaros e a compreensão nasceu sobre o que eles sabiam, ou de que o praticado era algo mais antigo e rico em tradições ancestrais do próprio misticismo.

Curiosamente, a grande fortaleza de Monsegur, o último reduto dos Cátaros, era um Templo dedicado a Artemis, como Templo da Lua, enquanto mais ao lado estava o Templo do Sol, dedicado a outro: a chama gêmea de Artemis - Apollo.

Foi através de Apollo que a lira, instrumento tocado pelos Trovadores, surgiu como um presente para os nobres da região, porque Apollo é o guardião das frequências vibratórias do SOM.

Isso se move mais longe para ninguém menos que Pitágoras, que teve sua formação como Sumo Sacerdote Druída nos Pirineus e, em seguida, passou para os Templos em Delphos.

Mais interessante é que, posteriormente, os Visigodos dos Pirineus cercaram os Templos de Delfos, onde um grande tesouro estava abrigado. E aconteceu que eles conseguiram ter acesso aos redutos desses Templos e, em seguida, levaram o tesouro.

No entanto, uma grande praga ocorreu e as pessoas morriam como moscas. Foi então que os Druídas descobriram que isso estava ligado ao tesouro e, então, todo este tesouro foi jogado em um dos lagos nos Altos Pirineus.

Os Druídas vedaram toda a área e curiosamente nada cresce lá.
Os Cátaros também têm sido associados com o tesouro - um tesouro perdido.

Em essência Delphos possuía as chaves para o Misticismo e as Antigas Escolas de Mistério dos gregos que foram ligadas às do Egito, Haran e, depois, também às do Himalaia. E, então, as escolas foram sempre para fora dos limites para atingir os que estavam distantes desses ensinamentos internos, principalmente por causa das vias superiores rigorosas do próprio misticismo.

Não foi por acaso que o mundialmente famoso Oráculo de Delfos fazia parte da Escola de Mistérios Antiga de lá.

Isso retroage para Atlântida e até antes, para as Superiores Sacerdotisas que eram altamente treinadas como canais TRANSMISSORES e tinham a capacidade de explorar os campos de energia da Super Consciência e transmitir a informação diretamente da Fonte Divina.

Elas agiram então como Oráculos para o povo - mas só depois que foram cuidadosamente selecionadas para esta tarefa e passarem por imensas e intensas Iniciações para os caminhos mais elevados do Misticismo.

Mais tarde na Grécia, a humanidade começou a esquecer e o papel da Alta Sacerdotisa ficou enfraquecido assim que a dominação masculina assumiu.

No entanto, essas Sacerdotisas também foram altamente treinadas no uso do Som para elevada cura com cristais – muito mais do que aquela que a Grande Sacerdotisa do Templo da Chama Branca realizou sustentando toda a rede de energia do 7º Sol Central sob a sua jurisdição e que ela poderia ativar à vontade. Ela agiu como Guardiã e Mantenedora desta rede e sustentou todas as chaves de cristal e códigos.

As Sacerdotisas também registraram informações gravadas em cristais durante a Atlântida, em seguida foram levados ao subsolo, a fim de preservar os seus conhecimentos - o conhecimento da Deusa, o conhecimento da Alta Sacerdotisa como o caminho feminino do Misticismo.

Os próprios Cátaros tinham dois ramos distintos: eles tinham o ramo mais baixo, que era o homem comum ou mulheres, e o elevado e perfeito treinamento, (e que na maior parte, registrado pela Inquisição, nunca ganhou acesso aos verdadeiros ensinamentos dos Cátaros, apesar de queimar milhares em estacas e torturá-los até a morte), mas outra parte destes, a camada superior, foi cuidadosamente treinada nos velhos caminhos da Deusa do Misticismo e, com ela, à elevada compreensão do Ensinamento do Sol.

O Sol como a via mais elevada de Iluminação

Isso ligado aos antigos ensinamentos dos Druídas, e ainda mais antigo do que isso - diretamente conectado com os Antigos - os ocultos povos que vivem no subsolo.

Monsegur em si é um Portal para este mundo subterrâneo - os Antigos nunca deixaram o planeta a partir da primeira civilização e Eles agem como elevados professores, mentores e guias.
Nota: Lemurianos

Os Cátaros entenderam que as maiores vias de iluminação foram os caminhos do Misticismo e, portanto, a pessoa tinha que passar por iniciações nos planos interno e externo.

Muito disso nunca foi entendido, ou mal interpretado - em essência, não é por acaso que os Cátaros eram também conhecidos como Os Puros. Pelos ritos interiores de Pureza exigido.

Na medida em que as vias superiores para o Misticismo sempre foram sustentadas pelas Escolas de Mistérios Antigos, agora é um fato que as Portas de Entrada abriram-se para aquelas almas chamadas para esses caminhos mais elevados, e que agora vão começar a seguir juntas.

Elas sabem quem são.

Elas virão juntas do leste, oeste, norte e alma, e elas serão o fogo da iluminação que deve iluminar a terra.

Elas são almas antigas e foram envolvidas com a co-criação deste planeta desde o início. Elas encarnaram novamente para provocar mudanças de consciência imensas na humanidade e ascender a humanidade, através das Oitavas de Ser, para um estado de consciência superior.

Dentro de suas próprias almas estão codificadas e consagradas todas as chaves e códigos para a verdadeira iluminação e todos estão agora sendo ativados com o retorno do 7º Sol da 7º Galáxia e os elevados códigos de 777.

Está na hora.

As Portas de Entrada finais da Iluminação foram abertas nas duas últimas semanas.

Elas vão abrir imensas aberturas internas e portais no interior de quem é chamado a levar a humanidade através Delas, como uma onda maciça de energias surgindo através de fogos de Iluminação.

"Que aqueles que têm ouvidos - ouçam.
Que aqueles que têm olhos - vejam.
Que aqueles que precisam sair - saiam.
Que aqueles que precisam vir- venham.
Chegou a hora."
Por favor, respeite os créditos ao compartilharhttp://stelalecocq.blogspot.com/2015/03/misticismo-codigos-despertados.html
por Judith Kusel – através de Uncategorizedleo-radiance-from-your-heart-holeman
http://www.judithkusel.com
https://judithkusel.wordpress.com/2015/03/29/mysticism-awakened-codes/
Tradução - Vilma Capuano - vilmacapuano@yahoo.com.br
Grata Vilma!

LUZ!
STELA

domingo, 29 de março de 2015

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