Ex seminarista, com estudos, cursos diversos na amada UMBANDA incluindo o de teologia, praticante desde 1978; vi a necessidade de poder repassar o que aprendo todos dias, quer sejam textos, cursos, vídeos, e-books, aos que possam desejar, sem compromisso algum com quem quer que seja a não ser a DIVULGAÇÃO DE NOSSA AMADA UMBANDA. Se desejarem contato: acevangel@gmail.com
quarta-feira, 30 de abril de 2014
NOSSOS ÍDOLOS, excelente artigo:
NOSSOS ÍDOLOS, excelente artigo:: O dinheiro é capaz de fazer o ser humano esquecer seus sentimentos mais nobres e humanos adquiridos durante uma vida toda. Leia o arti...
terça-feira, 29 de abril de 2014
Não desanime NUNCA!
Quem de nós está isento de
dificuldades, problemas e dores ao longo da vida?
Quem consegue atravessar uma
existência toda sem momentos de tristeza, processos dolorosos, perdas, angústias
ou sofrimentos?
Isso se dá porque as dificuldades
e dores, as aflições e tormentos da existência têm uma razão de
ser.
Se assim não fosse, Deus, sendo
bom e justo, Pai amoroso e ciente de tudo o que nos ocorre, não ofereceria as
dores e aflições para o nosso cotidiano.
Entendemos que as dificuldades
morais ou físicas, presentes em nossas vidas, fazem parte do processo evolutivo
em que nos encontramos.
Ciente disso é que Jesus nos
alertou, de maneira clara, que no mundo teríamos aflições. Porém, não esqueceu
de nos recomendar bom ânimo para que, como Ele, pudéssemos vencer o
mundo.
Este é o grande desafio da
existência aqui na Terra: Vencer o mundo.
Naturalmente, se analisarmos a
vida apenas como o pequeno espaço que se estende do ventre materno ao túmulo, se
tornará difícil entendermos os porquês e razões dos sofrimentos.
Verdade que algumas aflições e
dificuldades são próprias de nossas ações impensadas e de nossa
imprudência.
Quantos passamos por agruras
financeiras apenas por sermos imprevidentes e gastadores
contumazes?
Quantos somos daqueles que
padecemos doenças e males físicos simplesmente pelo descuido do corpo ou pelos
excessos que cometemos?
Entretanto, há um grande
contingente de dores que a vida nos oferece que não são consequência de ações do
hoje, do agora. Dores que não conseguimos explicar.
Afinal, como entender a dor
imensurável de uma mãe despedindo-se do filho que retorna ao mundo espiritual,
deixando imenso vazio em seu coração?
Como explicar crianças, em tenra
idade, tendo que lutar contra doenças terríveis que lhes minam a saúde, e lhes
exigem dolorosos processos de tratamento?
* * *
Como Espíritos imortais que somos,
sempre retornamos às lides da Terra com lições a serem aprendidas.
E, não raras vezes, esse
aprendizado se dá sob o signo do sofrimento e da dificuldade. Não se trata de
castigo divino, mas da nossa condição de aprendizes renitentes e
teimosos.
Como a Lei Divina é de progresso e
melhoria, mesmo os mais teimosos, mesmo os que tropeçamos em outras
oportunidades, temos sempre novas chances de aprendizado e de burilamento
pessoal.
Assim, as aflições do mundo são
oportunidades de resgate e aprendizado.
O que hoje se nos mostra como
imensa dor, a ponto de pensarmos que enlouqueceremos, amanhã veremos que foi
momento de amadurecimento, de mudança de valores, de conquistas de
virtudes.
Por isso, o conselho de
Jesus: Tende bom ânimo.
Se hoje a dor nos chega, se
estamos sob um maremoto de aflições, armemo-nos de fé, coragem e bom ânimo,
entendendo que Jesus será sempre o Bom Pastor, a nos amparar, a fim de que, como
Ele, nós também possamos vencer o mundo.
Redação do Momento
Espírita.
Em 29.4.2014.
segunda-feira, 28 de abril de 2014
sábado, 26 de abril de 2014
sexta-feira, 25 de abril de 2014
ESPÍRITOS, PENSAMENTOS
PARA OS ESPÍRITOS O PENSAMENTO É
TUDO
Estudo
com base numa comunicação dos Espíritos Erasto e Timóteo
in
O Livro dos Médiuns, Cap. XIX, Papel do Médium nas
Comunicações, item 225.
Obra codificada por
Allan Kardec.
Pesquisa: Elio Mollo
Em 23/04/2013
Os Espíritos não têm necessidades de vestir os seus pensamentos com
palavras. Os seres encarnados pelo contrário, só podem comunicar-se pelo
pensamento traduzido em palavras. Contudo, o ser encarnado põe o seu corpo, como
instrumento de comunicação por palavras, à disposição, o que um Espírito errante
não tem condição de fazê-lo. Assim, podemos perceber a importância do papel dos médiuns nas
comunicações espíritas.
Os Espíritos gastam algum tempo para percorrer o espaço, porém, rápido
como o pensamento. Quando o pensamento está em algum lugar, a alma está também,
uma vez que é a alma que pensa. O pensamento é um atributo da alma. Para os
Espíritos o pensamento é tudo. (1)
Os Espíritos agindo sobre os fluidos espirituais, não os manipulam como
os homens manipulam os gases, mas com a ajuda do pensamento e da vontade. O
pensamento e a vontade são para os Espíritos o que a mão é para o homem. Pelo
pensamento, eles imprimem a esses fluidos tal ou tal direção; aglomeram-nos,
combinam-nos ou os dispersam. É com esses fluidos que eles formam a grande
oficina ou o laboratório da vida espiritual. (2)
A linguagem dos Espíritos é o verdadeiro critério pelo qual podemos
julgá-los, pois, sendo a linguagem a expressão do pensamento, eles tem sempre um
reflexo das qualidades boas ou más que possuem em sua capacidade evolutiva,
sendo assim, o primeiro sentimento que os evocadores e os médiuns devem ter em
relação a eles é o da prudência (3), pois os Espíritos, não sendo outros senão
as almas dos homens, não possuem a soberana sabedoria, nem a soberana ciência. O
saber dos Espíritos esta limitado ao grau de seu adiantamento, e a suas opiniões
tem unicamente o valor de uma opinião pessoal. Essa verdade, reconhecida
preservará os evocadores e os médiuns da grande dificuldades de crerem em suas
infalibilidades. Inclusive, é útil e sensato não formular teorias prematuras
sobre o dizer de um só ou de alguns Espíritos. (4)
Salvo algumas poucas exceções, o médium transmite o pensamento dos
Espíritos pelos meios mecânicos de que dispõe, e a expressão desse pensamento
pode e deve, o mais frequentemente, ressentir-se da imperfeição desses meios.
Qualquer que seja a natureza dos médiuns escreventes, mecânicos,
semi-mecânicos ou simplesmente intuitivos, os processos de comunicação dos
Espíritos não variam na essência. As comunicações com os Espíritos encarnados,
diretamente, ou com os Espíritos propriamente ditos, se realizam unicamente pela
irradiação do pensamento. Os pensamentos não necessitam das vestes da palavra
para que os Espíritos os compreendam. Todos os Espíritos percebem o pensamento
transmitido, pelo simples fato de ele ter sido dirigido a alguém, um grupo, ou
de uma maneira geral e cada um o entenderá na razão do grau de suas faculdades
intelectuais. Quer dizer que determinado pensamento pode ser compreendido por
estes e aqueles, segundo o respectivo adiantamento, enquanto para outros o mesmo
pensamento, não despertará nenhuma lembrança nenhum conhecimento no fundo do seu
coração ou do seu cérebro não será perceptível. No caso de ser um Espírito
encarnado que serve de médium, este processo é o método mais apropriado para
transmitir o pensamento de um Espírito para outros encarnados, mesmo que o
médium não o compreenda.
Se um Espírito tiver a necessidade de usar de um médium para comunicar o
seu pensamento por palavras, ele irá usar um ser terreno (espirito encarnado),
porque este pode ceder o seu corpo como um instrumento, colocando-se a sua
disposição, o que um Espírito errante não tem condição de fazê-lo. Eis aqui um
ponto importante do papel dos médiuns nas comunicações
espíritas.
Assim, quando os Espíritos superiores encontram num médium o cérebro
cheio de conhecimentos adquiridos na sua vida atual, e o seu Espírito rico de
conhecimentos anteriores, latentes, próprios a facilitar as comunicações, eles
preferem servir-se dele, porque então o fenômeno da comunicação será muito mais
fácil do que através de um médium da inteligência limitada, e cujos
conhecimentos anteriores fossem insuficientes.
Para compreender melhor tentaremos usar algumas explicações que nos
parecem ser mais claras e precisas.
Com um médium cuja inteligência atual ou anterior esteja desenvolvida, o
pensamento do Espírito se comunica instantaneamente, de Espírito a Espírito,
graças a uma faculdade peculiar à essência mesma do Espírito. Nesse caso o
Espírito encontra no cérebro do médium os elementos apropriados à roupagem de
palavras correspondentes a esse pensamento, quer o médium seja intuitivo,
semi-mecãnico ou mecânico. É por isso que apesar de diversos Espíritos se
comunicarem através do médium, os ditados por eles recebidos trazem sempre o
cunho pessoal do médium, quanto à forma e ao estilo. Porque embora o pensamento
não seja absolutamente dele, o assunto não se enquadre em suas preocupações
habituais, se bem o que os Espíritos desejam dizer não provenha do médium, ele
não deixa de exercer sua influência na forma, dando-lhe as qualidades e
propriedades características da sua individualidade. É precisamente como quando
olhamos diversos lugares através de binóculos coloridos, de lentes brancas,
verdes ou azuis, e embora os lugares e objetos vistos pertençam ao mesmo trecho,
mas tenham aspectos inteiramente diferentes, aparecem sempre com a coloração
dada pelas lentes.
Melhor ainda: comparemos os médiuns a esses botijões de vidros com
líquidos coloridos e transparentes que se veem nos laboratórios farmacêuticos.
Pois bem, os Espíritos são como focos luminosos voltados para certos trechos de
paisagens morais, filosóficas, psicológicas, iluminando-os através de médiuns
azuis, verdes ou vermelhos, de maneira que os nossos raios luminosos tomam essas
colorações, se bem o que os Espíritos desejam dizer não provenha dele, ou seja,
obrigados a atravessar vidros mais ou menos bem lapidados, mais ou menos
transparentes, o que vale dizer médiuns mais ou menos apropriados, esses raios
só atingem os objetos que os Espíritos desejam iluminar tomando a coloração ou a
forma própria e particular desses médiuns.
Para terminar oferecemos mais uma comparação: os Espíritos são como os
compositores de música que tendo composto ou querendo improvisar uma ária só
dispõem de um destes instrumentos; um piano, um violino, uma flauta, um fagote
ou um apito comum. Não há dúvida que com o piano, com a flauta ou com o violino
eles executarão a ária de maneira satisfatória. Embora os sons do piano, do
fagote ou da flauta sejam essencialmente diferentes entre si, a composição do
Espírito será sempre a mesma nas diversas variações de sons. Mas se ele dispõe
apenas de um apito comum, ou mesmo de um sifão de esguicho, ei-lo em
dificuldade.
Quando os Espíritos são obrigados a servir-se de médiuns pouco adiantados
o trabalho deles se torna mais demorado e penoso, pois eles tem de recorrer a
formas imperfeitas de expressão, o que é para eles um embaraço. São então
forçados a decompor os pensamentos e ditar palavra por palavra, letra por letra,
o que é fatigante e aborrecido, constituindo verdadeiro entrave à presteza e ao
bom desenvolvimento das manifestações espíritas.
É por isso que eles se sentem felizes quando encontram médiuns bem
apropriados, suficientemente aparelhados, munidos de elementos mentais que podem
ser prontamente utilizados, bons instrumentos, numa palavra, porque então o
perispírito dos Espíritos, agindo sobre o perispírito daquele que
mediunizam, só tem de lhe impulsionar a mão que serve de porta caneta ou
porta lápis. Com os médiuns mal aparelhados eles, para se comunicarem são
obrigados a realizar um trabalho por meio de pancadas, ou seja, indicando letra
por letra, palavra por palavra, para formar as frases que traduzem o pensamento
a ser transmitido. Essa a razão dos Espíritos preferirem as classes esclarecidas
e instruídas, para a divulgação do Espiritismo e o desenvolvimento da
mediunidade escrevente, embora seja nessas classes que se encontram os
indivíduos mais incrédulos, mais rebeldes e mais destituídos de moralidade. E é
também por isso que, se deixam aos Espíritos brincalhões e pouco adiantados a
transmissão das comunicações tangíveis por meios de pancadas e os fenômenos de
transporte, é porque os homens são pouco sérios preferindo os fenômenos que lhes
tocam os olhos e os ouvidos aos de natureza puramente espiritual, puramente
psicológica.
Quando os Espíritos desejam ditar mensagens espontâneas agem sobre o
cérebro, nos arquivos do médium, e juntam o material deles com os elementos que
o médium fornece. E tudo isso sem que ele o perceba. É como se os Espíritos
tirassem da bolsa do médium o seu dinheiro e dispuséssem a moedas, para
somá-las. Na ordem que lhes parecer melhor. (5)
Mas quando o próprio médium quer interrogar os Espíritos, melhor será que
antes reflita seriamente a fim de fazer as perguntas de maneira metódica,
facilitando assim o trabalho deles para responder. Porque o cérebro do médium,
como acontece frequentemente, pode estar numa desordem dificílima de organizar,
sendo para os Espíritos muito mais difícil trabalhar com o labirinto do
pensamento do médium.
Quando as perguntas devem ser feitas por terceiro, é bom e conveniente
que sejam antes comunicadas ao médium para que ele se identifique com o Espírito
do interrogante, impregnando-se, por assim dizer, das suas intenções. Porque
então os Espíritos terão muito mais facilidades para responder, graças à
afinidade existente entre o perispírito do Espírito e o do médium que servirá de
intérprete (6).
Certamente, os Espíritos podem tratar de Matemáticas através de um médium
que as desconheça por completo, mas quase sempre o Espírito do médium possui
esse conhecimento em estado latente. Isso quer dizer que se trata de um
conhecimento pessoal do ser fluídico e não do ser encarnado, porque o seu corpo
atual é um instrumento inadequado ou rebelde a essa forma de conhecimento. O
mesmo se dá com a Astronomia, a Poesia, a Medicina e as línguas diversas, e
ainda com todos os demais conhecimentos peculiares à espécie humana. Por fim, os
Espíritos, tem ainda o meio dificultoso de elaboração, aplicado aos médiuns
completamente estranhos ao assunto tratado, que é o de reunião das letras e das
palavras como se faz em tipografia (7).
Finalizando, os Espíritos não têm necessidades de vestir os seus
pensamentos com palavras. Eles o percebem e os transmitem naturalmente entre si.
Os seres encarnados pelo contrário, só podem comunicar-se pelo pensamento
traduzido em palavras. Enquanto a letra, a palavra, o substantivo, o verbo, a
frase, enfim, são necessários para percepção dos seres encarnados, mesmo mental,
nenhuma forma visível ou tangível é necessária para os Espíritos.
(8).
Esta análise do papel dos médiuns e dos processos, pelos quais se
comunicam é tão clara quanto lógica. Dela decorre o princípio de que o Espírito
não se serve das ideias do médium, mas dos materiais necessários para exprimir
os seus próprios pensamentos, existentes no cérebro do médium, e de que, quanto
mais rico for cérebro do médium, mais fácil se torna a
comunicação.
Os que exigem esses fenômenos para se convencerem, devem antes tratar de
estudar a teoria, só assim, poderão saber em que condições especiais eles se
produzem. (9)
NOTAS
(1) Ver
Allan Kardec, O Livro dos Espíritos, Escala Espírita, itens
89, 89a e 100.
(2) Ver
Allan Kardec, Revista Espírita junho 1868, Fotografia do
Pensamento.
(3) Ver
Allan Kardec, Revista Espírita, setembro 1859, Procedimentos
para Afastar os Maus Espíritos.
(4) Ver
Allan Kardec, Obras Póstumas, 2ª. Parte, Minha primeira
iniciação no Espiritismo.
(5)
Note-se a precisão deste exemplo: o médium possui os elementos materiais da
comunicação, que no caso são as moedas; o Espírito os toma e utiliza segundo as
suas ideias para exprimir o seu pensamento. Os exemplos anteriores são também de
extrema clareza. Mas devemos ressaltar neste capitulo o perfeito esclarecimento
das relações entre os Espíritos e os médiuns. Graças a esse esclarecimento,
compreende-se a função médiuns como de verdadeiro intérprete espiritual e os
problemas tantas vezes levantados pela crítica, como o da marca pessoal do
médium nas mensagens, o da trivialidade da maioria destas, o da dificuldade na
obtenção de comunicações de teor elevado no campo das Ciências ou da Filosofia,
e outros que tais ficam perfeitamente esclarecidos. Vê-se que os críticos do
Espiritismo, em sua esmagadora maioria, nada conhecem de todos esses problemas,
expostos de maneira precisa e didática há mais de um século. (Nota de J.
Herculano Pires)
(6)
Observe-se aqui a origem de uma das maiores dificuldades encontradas pela
pesquisa psíquica. A lei de afinidade fluídica é desconsiderada pelos
pesquisadores, em nome da desconfiança "necessária" ao rigor científico.
Felizmente, na atualidade, os estudos de Parapsicologia sobre as relações entre
o experimentador e o sensitivo modificaram muito essa situação, dando razão à
pesquisa espírita. Compreende-se, afinal, depois de muitas torturas físicas e
morais impostas aos médiuns, que o problema exige condições psicológicas
favoráveis. (Nota de J. Herculano Pires)
(7)
Note-se a diferença entre ser fluídico e ser encarnado. O
primeiro, como Espírito, possui conhecimentos e predicados que podem não se
refletir no segundo. O ser encarnado é um condicionamento especial do
ser fluídico para uma experiência terrena, com vistas aos objetivos dessa
experiência. A personalidade total do homem está no Espírito e não na conjugação
espírito corpo. que constitui a sua forma de manifestação temporária e
específica na Terra. (Nota de J. Herculano Pires)
(8) A
expressão vestir os pensamentos com palavras corresponde precisamente ao
princípio espírita da encarnação e da materialização. O pensamento, segundo a
Lógica, é uma entidade abstraia, que existe realmente, mas como objeto lógico.
Essa entidade se manifesta no plano material através dos elementos
convencionados para traduzir ideias: a palavra, a letra, os sinais da mímica,
telegráficos e outros. É a esses signos convencionais que os Espíritos recorrem
para nos transmitir, através dos médiuns, os seus pensamentos, que então se
encarnam ou se materializam na palavra, na escrita, na tiptologia.
Esse problema lógico, até há pouco encarado como de simples abstração mental,
passou para o plano da realidade científica através das pesquisas
parapsicológicas sobre telepatia. O pensamento não é hoje apenas um objeto
lógico, sem realidade própria, uma espécie de epifenômeno produzido pelo
cérebro (segregado pelo cérebro como o fígado segrega a bílis, segundo a
conhecida expressão materialista), mas um objeto dotado de realidade
cientificamente constatada e cuja natureza extrafísica (segundo Rhine e sua
escola) abre as portas da Ciência para um novo mundo, evidentemente o
espiritual. Na Física moderna o problema é colocado em termos de
antimatéria, mas também já foi atingido e o físico nuclear Arthur Compton
chegou mesmo a afirmar que "por trás da energia", a que as pesquisas
reduziram a própria matéria, existe algo mais, e que esse algo mais "parece ser
pensamento". Vemos assim a importância dessas explicações dos espíritos de
Erasto e Timóteo, dadas há mais de um século e sistematicamente desprezadas e
ridicularizadas pelos que negam e combatem o Espiritismo. (Nota de J. Herculano
Pires)
(9)
Porque os Espíritos se referiram ao cérebro e não à mente, nessas explicações,
Kardec segue a mesma linha nas suas observações? Porque estão explicando o
processo de manifestação, que implica a materialização do pensamento. E claro
que os elementos ou materiais que aludem são abstratos, são
conceitos, mas em forma palavras. Atente-se para a explicação final de que as
palavras nos são necessárias pá a percepção do pensamento, mesmo mental,
e será fácil compreender que eles trata das funções mentais do cérebro,
que é o instrumento material da mente. De fato, (experiências telepáticas ficou
demonstrado que a transmissão do pensamento se por meio de palavras, em virtude
do nosso hábito de pensar em palavras. (Nota de J. Herculano
Pires).
* * *

Com esta mensagem eletrônica
seguem muitas vibrações de paz e amor
para você
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para você
quinta-feira, 24 de abril de 2014
Seria o final dos tempos? Vó Benta.
Seria o final dos tempos? Vó Benta.: PERGUNTA: VÓ Benta, o atual momento do planeta nos assusta. As pessoas parecem sentir prazer em se auto-destruir. Além de todos os vício...
segunda-feira, 21 de abril de 2014
: Proibido cruzar braços ou pernas!?!?
Proibido cruzar braços ou pernas!?!?: Tem fundamento a proibição de se cruzar os braços ou pernas nos terreiros? Isto pode ser uma superstição? Se tal prática ...
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Técnicas para "abrir" a CLARIVIDÊNCIA:: "Portanto, não andeis ansiosos pelo dia de amanhã, pois o amanhã se preocupará consigo mesmo. Basta a cada dia o seu próprio mal.” JES...
domingo, 20 de abril de 2014
Jesus não desejava nada do mundo e jamais temeu a...
Jesus não desejava nada do mundo e jamais temeu a...: RAMATÍS - A vida de Jesus foi clara, sem sofismas ou hesitações, e não à maneira do homem, que se salienta sobre a massa humana, mas...
sexta-feira, 18 de abril de 2014
RESSURREIÇÃO !!!!
Ressurreição de todos
José Reis Chaves
Jesus foi ressuscitado por Deus (At 5,30), que nos ressuscitará a todos, também. A ressurreição não é, pois, um privilégio só para Jesus. E ela é do espírito e perispírito, inclusive a de Jesus. “...morto, sim, na carne, mas ressuscitado no espírito” (1 Pedro 3,18, e 1 Co 15,44). ”. E o espírito tanto ressuscita no mundo espiritual, como na carne (reencarnação), até que ressuscite em definitivo no mundo espiritual, de outras dimensões.“Ao vencedor, fá-lo-ei coluna no santuário do meu Deus, e daí jamais sairá...”(Ap.3,12). E é isso o que querem dizer os teólogos cristãos, quando afirmam que Jesus nos precedeu! As aparições Dele são materializações, de que há vários outros exemplos bíblicos. Os anjos, além de se materializarem em episódios bíblicos, a exemplo de Jesus, até comiam também (Gn 19,3). E vemos esses fenômenos de materializações em todas as culturas, comprovados por grande número de cientistas renomados.
A confusão com a ressurreição do corpo físico ou da carne veio da corporeidade ou corporalidade da alma aceita por muitos padres da Igreja Antiga: São Basílio, São Gregório Nazianzeno, São Cirilo de Alexandria, Bernardo, Stº Ambrósio, Evódio (bispo de Uzala), João de Tessalônica, Tertuliano etc. (Abrahm, liv. 2, parágrafo 58, Edição Beneditina, 1686, citação de vários autores, entre eles Leon Denis, “Cristianismo e Espiritismo”, págs. 312). Mas a corporalidade da alma, aceita hoje também pela Igreja, nada mais é do que o perispírito da Doutrina Espírita, o qual é constituído de matéria muito sutil.
O perispírito acompanha o espírito. E é por meio do perispírito que o espírito se manifesta. E tem ele vários nomes nas diversas culturas: Ochema, eidolon, somod, ferouer, lúcido, etéreo, aura, corpo sidéreo, ka, aromático, corpo astral, corpo bioplasmático (russo) ,“Corpo Espiritual” (de São Paulo) e “Perispírito” (de Kardec). “Se a alma não tivesse corpo, a imagem dela não teria a imagem de corpos” (Tertuliano). O perispírito (corporalidade) foi pesquisado pelos cientistas, que se tornaram espíritas: William Crokes, descobridor dos Raios Catódicos, da energia radiante, e isolador do tálio, “Pesquisas sobre os Fenômenos Espíritas”; Russell Wallace, “O Moderno Espiritualismo”; Aksakof, “Animismo e Espiritismo”; Charles Richet, Prêmio Nobel de Medicina; Gustave Geley etc. Já as ressurreições bíblicas, na verdade, foram de epilépticos. Por isso Jesus dizia sobre as pessoas que ressuscitava, aparentemente mortas, que elas dormiam. Mais tarde, é óbvio, é que elas morreram de fato. E a subida de Elias vivo em um veículo espacial confundiu também muito os teólogos sobre a ressurreição. Eles concluiram que ele foi de alma e corpo para o mundo espiritual. Mas ele ficou ainda na Terra, pois Jeorão, depois, recebeu dele uma carta (2 Crônicas 21, 12).
Se ressurreição (palingenesia) é a ação de retorno nosso à vida, essa ação de retornar só pode ser feita pelo sujeito, o espírito vivo, jamais pelo corpo morto, que é pó. “A carne para nada aproveita!” (Jo 6,63).
Autor de “A Face Oculta das Religiões” (Ed. Martin Claret). E-mail: escritorchaves@ig.com.br
quinta-feira, 17 de abril de 2014
segunda-feira, 14 de abril de 2014
Ação dos espíritos para conduzir os encarnados ao ...
Ação dos espíritos para conduzir os encarnados ao ...: PERGUNTA: - Qual o processo que os espíritos trevosos julgam mais eficiente para conduzir os encarnados ao desregramento completo na senda ...
sábado, 12 de abril de 2014
sexta-feira, 11 de abril de 2014
quinta-feira, 10 de abril de 2014
Na hora da morte?!?
Na hora da morte?!?: PERGUNTA: - Como poderíamos entender essa pressão exercida pelos parentes do moribundo, na hora de sua desencarnação, obrigando-o a lutar...
Vò Benta e seus Conselhos
: Proveitos e Mal Feitos - Vó Benta.: As portas se abriam, permitindo que as pessoas daquela enorme fila que se formava na frente da Casa, pudessem adentrar. Eram recebidas po...
quarta-feira, 9 de abril de 2014
IR ADIANTE CUSTE O QUE CUSTAR!
ADIANTE
Redação do Momento
Espírita
Dia 29 de agosto de 2005. Uma
tempestade tropical de escala 5 atinge a costa sudeste dos Estados Unidos da
América.
Os ventos do furacão, que recebeu
o nome de Katrina, atingiram 280 quilômetros por hora, e devastaram a histórica
cidade de Nova Orleans.
Mais de um milhão de pessoas foram
evacuadas. Seiscentas mil casas, na grande maioria de pessoas pobres, foram
destruídas.
Um dos furacões mais destrutivos a
ter atingido os Estados Unidos, deixou cerca de mil e trezentos
mortos.
Muitos relatos se misturam ao do
senhor J.R., habitante de 65 anos de idade, sem automóvel, cartão de crédito ou
dinheiro poupado.
Ouvira pelo rádio, três dias
antes, que a tempestade se aproximava, e que a desocupação era fortemente
recomendada.
Mas, sem ter para onde ir, e com a
esposa numa cadeira de rodas, a saída era quase impossível.
O Sr. J.R. decide permanecer e
enfrentar a tempestade, a exemplo do que sempre fizera antes. Com estoque de
comida e água, a família se sentia preparada.
Porém, na segunda-feira, a ruptura
dos diques inundou em poucas horas aquela área, uma das regiões mais baixas de
Nova Orleans.
A subida rápida da água forçou
J.R. a tirar a mulher da cadeira de rodas, mas mesmo seus consideráveis 1 metro
e 90 centímetros não foram suficientes para evitar a tragédia.
Escapando de seus braços, sua
amada morre submersa.
* * *
Como seguir adiante depois de
acontecimentos como este?
Como lidar com essas tragédias do
cotidiano, sem nos deixar esmorecer e desistir?
Certamente, cada um deverá
encontrar a sua maneira, o seu alicerce, mas possivelmente todos eles passem,
mesmo que sem perceber, por um maior: a confiança em
Deus.
Não falamos desse deus, com
d minúsculo, que criamos ao longo do tempo, à nossa imagem e
semelhança.
Não, esse deus está desgastado,
cansado, e talvez em seus últimos dias...
Referimo-nos à
Inteligência Suprema, o Criador, onipresente, bom e
justo.
Referimo-nos ao Deus das
Leis perfeitas, que não se vinga, que não é tomado pela ira em
circunstância alguma, e que ama todas as Suas criaturas, não preterindo
ninguém.
E neste amor supremo, que ainda
escapa de nossa compreensão, estão desígnios, experiências, ensinamentos que,
por vezes, ainda temos dificuldades em entender.
Esta inteligência
está no controle de tudo. Nada acontece sem que Ele e Suas leis
permitam.
Deus não Se esquece, nada deixa de
lado, não privilegia.
Ele nos dá o que precisamos neste
ou naquele momento, para que continuemos nosso crescimento moral e intelectual
rumo à felicidade.
Seus desígnios, por vezes ainda
nos deixam perplexos, mas se dermos a Ele uma chance, uma chance apenas,
vislumbraremos suas razões logo adiante.
Veremos que Ele apenas atendia
nossa necessidade íntima, como um Pai amoroso que faz sempre o melhor ao filho,
mesmo este ainda não compreendendo Suas ações.
* * *
Adiante... É forçoso seguir
adiante.
Estagnados no agora, sem
horizonte, perde-se a razão de ir, de continuar.
Não esmoreças... Dá mais uma
chance à vida e verás que ela e o Criador te reservam dias
melhores...
Confia... E segue
sempre... Adiante.
Redação do Momento Espírita.
SAIBA CONVERSAR!
Nas Conversações |
Não se irrite com o interlocutor,
se não lhe corresponde à expectativa. Talvez não tenha sido você suficientemente
claro na expressão.
*
Se o
interpelado não atende, de pronto, cale as reclamações. É provável que ele seja
gago e, se o não for, a descortesia é uma infelicidade em si mesma.
*
Quando alguém não lhe der a informação solicitada, com a presteza
que você desejaria, não se aborreça. Recorde que a surdez pode atacar a
todos.
*
Evite os assuntos desconcertantes para o ouvinte. Todos temos
zonas nevrálgicas no destino, sobre as quais precisamos fazer
silêncio.
*
Não
pergunte a esmo. Quem muito interroga, muito fere.
*
Cultive a delicadeza com os empregados de qualquer instituição ou
estabelecimento, onde você permaneça de passagem. Sua mente, quase sempre, está
despreocupada em semelhantes lugares e ignora os problemas de quem foi chamado a
servi-lo.
*
Seja
leal, mas fuja à franqueza descaridosa. A pretexto de ser realista, não pretenda
ser mais verdadeiro que Deus, somente de cuja Autoridade Amorosa recebemos as
revelações e trabalhos de cada dia.
*
Se o
companheiro lhe fere o ouvido com má resposta, tenha calma e espere o tempo.
Possivelmente já respondeu com gentileza noventa e nove vezes a outras pessoas,
ou, talvez, acabe de sofrer uma perda importante.
*
Ajude, conversando. Uma boa palavra auxilia sempre.
*
Lembre-se de que o mal não merece comentário em tempo
algum. |
* * *
Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Agenda Cristã.Ditado pelo Espírito André Luiz. Edição de Bolso. Rio de Janeiro, RJ: FEB, 1999. |
CONVERSAR SABENDO CONVERSAR!
Nas Conversações |
Não se irrite com o interlocutor,
se não lhe corresponde à expectativa. Talvez não tenha sido você suficientemente
claro na expressão.
*
Se o
interpelado não atende, de pronto, cale as reclamações. É provável que ele seja
gago e, se o não for, a descortesia é uma infelicidade em si mesma.
*
Quando alguém não lhe der a informação solicitada, com a presteza
que você desejaria, não se aborreça. Recorde que a surdez pode atacar a
todos.
*
Evite os assuntos desconcertantes para o ouvinte. Todos temos
zonas nevrálgicas no destino, sobre as quais precisamos fazer
silêncio.
*
Não
pergunte a esmo. Quem muito interroga, muito fere.
*
Cultive a delicadeza com os empregados de qualquer instituição ou
estabelecimento, onde você permaneça de passagem. Sua mente, quase sempre, está
despreocupada em semelhantes lugares e ignora os problemas de quem foi chamado a
servi-lo.
*
Seja
leal, mas fuja à franqueza descaridosa. A pretexto de ser realista, não pretenda
ser mais verdadeiro que Deus, somente de cuja Autoridade Amorosa recebemos as
revelações e trabalhos de cada dia.
*
Se o
companheiro lhe fere o ouvido com má resposta, tenha calma e espere o tempo.
Possivelmente já respondeu com gentileza noventa e nove vezes a outras pessoas,
ou, talvez, acabe de sofrer uma perda importante.
*
Ajude, conversando. Uma boa palavra auxilia sempre.
*
Lembre-se de que o mal não merece comentário em tempo
algum. |
* * *
Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Agenda Cristã.Ditado pelo Espírito André Luiz. Edição de Bolso. Rio de Janeiro, RJ: FEB, 1999. |
terça-feira, 8 de abril de 2014
AS PEDRAS SAGRADAS DOS ORIXÁS
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segunda-feira, 7 de abril de 2014
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sábado, 5 de abril de 2014
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quinta-feira, 3 de abril de 2014
Preto Velho: Vibrações de Preto Velho
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Preto Velho: Um Novo Mundo - Pai Joaquim de Aruanda: Todas as religiões afirmam que um 'novo mundo', uma nova era, nascerá no planeta Terra. Dizem, ainda, que este novo tempo será c...
Preto Velho: Para que serve a Umbanda? Para que serve o umbandi...
Preto Velho: Para que serve a Umbanda? Para que serve o umbandi...: Algumas vezes já estive por aqui escrevendo sobre Umbanda. Como se escreve sobre Umbanda, não? Como se debate a Umbanda, como se diver...
TRADUÇÃO DOS 12 VOLUMES DA REVISTA ESPÍRITA
|
BRASIL – O PRIMEIRO PAÍS A TRADUZIR
OS 12 VOLUMES DA “REVISTA ESPÍRITA”
OS 12 VOLUMES DA “REVISTA ESPÍRITA”
(Lições de Espiritismo /
Crônicas)
J. Herculano Pires, no livro O Homem
Novo.
Faltava uma dúzia de livros da Codificação no país
mais espírita
do mundo – A teoria dos agêneres só existe na “Revista”
– As pesquisas de Kardec minuciosamente relatadas.
do mundo – A teoria dos agêneres só existe na “Revista”
– As pesquisas de Kardec minuciosamente relatadas.
Nada prova melhor a asserção de que o Espiritismo
avança “apesar dos homens” do que este aparecimento tardio da “Revista Espírita” (1) no Brasil.
Obra fundamental, escrita página a página pelo Codificador, os doze volumes
dormiram longos anos nas estantes de uns poucos estudiosos. Muitos problemas
discutidos na imprensa, nas reuniões de estudos, nos congressos, lá estavam
resolvidos. Mas, os espíritas ignoravam isso e ainda hoje continuam ignorando.
Chegou-se mesmo a afirmar que os cinco livros do chamado “Pentateuco Kardeciano”
eram o único repositório dos ensinos do Espírito da Verdade. Mas, a verdade era
outra e a prova está hoje nas mãos de todos os que se interessaram por
ela.
No capítulo terceiro da primeira parte de “O
Livro dos Médiuns”, Kardec declara: “Aos que quiserem adquirir os
conhecimentos preliminares (da doutrina), pela leitura dos nossos livros,
aconselhamos a seguinte ordem: 1) O
que é o Espiritismo, 2) O
Livro dos Espíritos, 3) O Livro dos
Médiuns, 4) A Revista
Espírita.” (2) Ainda não haviam aparecido O Evangelho Segundo
o Espiritismo, O Céu e o Inferno e A Gênese, mas a Revista Espírita
já era recomendada como indispensável. E a verdade é que esses livros iam
sair das suas páginas. A Revista era a fonte em que borbulhavam as águas
da III Revelação.
Os Agêneres
Kardec trata rapidamente do problema dos agêneres no
capítulo sétimo da segunda parte de O
Livro dos Médiuns. Muitos confrades reclamam maiores esclarecimentos
a respeito. Poucos sabem que o Codificador declarou, no final daquele capítulo:
“Restaria falarmos do estranho fenômeno
dos agêneres, que, por mais sobrenatural que possa parecer à primeira vista, não
o é mais do que os outros. Mas, como já o explicamos na Revista Espírita (fevereiro de 1859) achamos inútil reproduzir aqui os
detalhes...”
A teoria dos agêneres (3), desses espíritos que
aparecem de maneira visível e tangível, espontaneamente, em plena rua, numa
casa, num escritório, numa festa, dando plena impressão de tratar-se de uma
pessoa viva, essa teoria se encontra na Revista Espírita. Mas não é só.
Os casos de comunicação de espíritos de vivos; a maneira científica e minuciosa
pela qual Kardec pesquisou as condições do espírito fora do corpo; as suas
evocações para estudo; o problema em si das evocações, ainda tão mal conhecido
dos espíritas; o problema complexo da escrita direta e da voz direta; o
mecanismo das relações fluídicas entre o espírito comunicante e o médium e mais
uma infinidade de questões são esclarecidas nas páginas da Revista
Espírita.
Indicações de
Kardec
Aliás, todo estudioso da Codificação sabe que Kardec
indica, frequentemente, nos seus livros, a consulta à Revista Espírita. Problemas que
não podiam ser esclarecidos amplamente nos livros, que deviam sujeitar-se a
limites de espaço, estão expostos com todas as minúcias na Revista. Impossível, pois,
absolutamente impossível, um conhecimento aprofundado do Espiritismo sem a
consulta a essa obra. E dizer que somente agora ela aparece em português e que a
maioria dos confrades ainda pergunta se haverá necessidade de
lê-la!
Em “Obras Póstumas”, Kardec relata as
dificuldades que teve para lançar a Revista Espírita. Sem dinheiro,
absorvido inteiramente por dois empregos de que necessitava para viver, pedira
auxílio a um amigo. Mas o amigo mostrou-se desinteressado. Os Espíritos lhe
dizem que enfrente sozinho a tarefa. Ele arrisca e consegue manter a Revista durante onze anos e três
meses, redigindo-a sozinho, sem faltar um só número. Pontualidade absoluta. A
desencarnação o surpreendeu quando o quarto número já estava nas oficinas para
ser impresso. Assim, até mesmo depois do seu passamento, ainda os leitores
receberam mais um número elaborado inteiramente por
ele.
A coleção publicada em nosso país abrange todo esse
volumoso trabalho e mais dois meses, pois os números de maio e junho de 1869,
embora não redigidos por Kardec, trazem o noticiário do seu passamento, do
sepultamento do corpo, da construção do seu túmulo, hoje pertencente ao
Patrimônio Histórico da França, as decisões da Sociedade Parisiense de Estudos
Espíritas para a continuação do movimento doutrinário e as primeiras
comunicações do Espírito. Além disso, a coleção inclui as comunicações de Kardec
recebidas mais tarde e publicadas em outros números da Revista.
Laboratório
Espírita
Os relatórios das sessões da Sociedade Parisiense de
Estudos Espíritas (4), sob a direção de Kardec, orientadas pelo Espírito de São
Luís, mostram-nos o critério científico dos trabalhos. A publicação por extenso
dos diálogos de Kardec com os espíritos comunicantes revela que a sala de
sessões era um verdadeiro laboratório espírita, em que os instrumentos de
pesquisa não eram mecânicos, mas mediúnicos. O interrogatório dos espíritos
seguia um método científico, pacientemente elaborado e habilmente aplicado. Mas
a ciência espírita não é materialista, e por isso vemos também os elementos da
religião, como o recolhimento, a prece e a fé, servindo de ingredientes do
processo científico.
O problema das curas mediúnicas foi amplamente
estudado por médicos espíritas (5). Há o caso da srta. Desiré Godu, médium
curadora, observado pelo médico Mohrery, em sua clínica. Esse médico enviava
seus relatórios a Kardec, que os estudava, analisava e os submetia à apreciação
dos Espíritos Protetores dos trabalhos. Os problemas do magnetismo animal e do
magnetismo espiritual, as primeiras aceitações do magnetismo pelas ciências
oficiais, na forma de hipnotismo, todas essas questões e outras muitas fazem dos
volumes da Revista Espírita
verdadeiros repositórios de estudos valiosos, que não podemos ignorar. As
pesquisas atuais da Parapsicologia ficam muito aquém das pesquisas profundas e
amplas que a Revista nos apresenta, oferecendo uma base sólida e
inabalável ao Espiritismo.
Acervo
Literário
Mas, além de tudo isso há ainda o acervo literário da
Revista, constituído
por novelas, contos, apólogos, poesias, discussões filosóficas, exposição de
teses artísticas, psicológicas, sociológicas, biológicas, astronômicas,
geológicas e assim por diante. Quantas afirmações feitas há mais de um século e
que hoje estão sendo confirmadas! E que admirável bom senso a presidir todo esse
gigantesco trabalho, a seleção desse material
imenso!
Os artigos de fundo da Revista, as refutações a
críticas científicas, filosóficas ou religiosas, o método rigoroso de Kardec no
trato com os adversários, só respondendo às críticas que tivessem alguma coisa
de sério, mesmo que errado, e jamais às simples diatribes de ataques pessoais,
injuriosas e apaixonadas. O que interessava era defender a Doutrina e esclarecer
os que a ignoravam. Quantos exemplos de paciência, de tolerância, de amor ao
próximo, de caridade!
Brasil: o
primeiro
Apesar do nosso atraso na publicação da Revista Espírita, a
verdade é que estamos na frente de todos os demais países, com exceção
naturalmente da França. A primeira língua estrangeira que se enriquece com a
tradução dessa obra gigantesca é a nossa, o que prova mais uma vez a vocação
espírita do Brasil. Ainda recentemente, quando nos visitou, Humberto Mariotti,
vice-presidente da Confederação Espírita Panamericana, trouxe a incumbência de
estudar em nosso país a possibilidade do lançamento da Revista em
castelhano.
Neste ano se comemora, além do Centenário de “A
Gênese”, o 110º aniversário da Revista Espírita. Nós, os
brasileiros, somos o único povo do mundo, fora o francês, que pode ler essa obra
gigantesca e maravilhosa em sua própria língua. Por isso, e por muito mais do
que isso, – por tratar-se de uma obra que completa a Codificação, que nela se
entrosa e que a ela realmente pertence, segundo as próprias indicações de
Kardec, – precisamos levar este fato histórico da sua publicação no Brasil ao
conhecimento de todos os espíritas. E precisamos também acentuar que esta
publicação, devidamente considerada, ampliará de muito os nossos conhecimentos
doutrinários e enriquecerá a cultura brasileira. Para os espíritas conscientes
da importância da Doutrina esta obra de Kardec, que é principalmente dos
Espíritos, representará em nossa Terra a consolidação cultural do
Espiritismo.
(1) Coleção da Revista Espírita no
formato PDF.
(2) Ordem nos Estudos Espíritas
(3) Estudo com base in respostas do Espírito de São Luís à Allan
Kardec na Revista Espírita (2) - Ano 2 - fevereiro 1859 - Nº. 2
- Os Agêneres
(4) SOCIEDADE PARISIENSE DE ESTUDOS ESPÍRITAS: Estudo com base em
um PPS (eslaides) recebido via e-mail em 23/11/2009 intitulado O 1°. Centro
Espírita do Planeta com formatação de Mário Celso mariocelso633@yahoo.com.br)
(5) Coleção de artigos da Revista Espírita que tratam da
mediunidade de cura:
* * *

Com esta mensagem eletrônica
seguem muitas vibrações de paz e amor
para vocêhttp://br.groups.yahoo.com/group/aeradoespirito/
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Portal A ERA DO ESPÍRITOhttp://www.aeradoespirito.net/
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Planeta ELIO'S (Temas Espíritas)http://emollo.blogspot.com.br/
"Nascer, morrer, renascer ainda, e progredir sempre, tal é ¡ lei" Allan Kardec.
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quarta-feira, 2 de abril de 2014
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