segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Saravá Antonio,
Eu não acreditava no estudo da Umbanda de forma on-line, ou qualquer forma que não fosse olho no olho, entretanto em 2010 me rendi a uma experiência que me oportunizou um grande aprendizado.
Meu irmão Rodrigo Queiroz pediu que eu falasse mais sobre isso, então gravei um depoimento e gostaria que você assistisse, clique aqui.
Pai Oxalá no guie,
Grato, Alexandre Cumino
Enviado por Umbanda EAD
Rua Albuquerque Lins, 6-2, Falcão, Bauru-SP, 17050-010, [14] 3010-7777 

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

            Umbanda Sagrada • Parte I


A “Umbanda Sagrada” se tornou uma vertente dentro da grande UMBANDA. Mas antes que se vaticine e dê por encerrado o assunto é importante esclarecer alguns pontos.
O termo “Umbanda Sagrada” se popularizou por meio da obra de Pai Rubens Saraceni. No entanto, nunca houve intenção de criar uma vertente ou seguimento dentro da Umbanda e, ainda assim, isso aconteceu de forma bem natural.
A partir da década de 1980, Rubens Saraceni começou a psicografar romances e livros doutrinários de Umbanda. O autor espiritual que mais se destacou foi Pai Benedito de Aruanda, um “Preto Velho”, e este espírito, ao escrever, sempre se referia à religião desta forma: “Umbanda Sagrada”. Pai Benedito não estava se referindo, em suas obras, a uma nova vertente e sim a toda a Umbanda. Para Ele, toda a Umbanda é Sagrada. Para Rubens Saraceni e Pai Benedito de Aruanda, caso alguém perguntasse de qual Umbanda eles faziam parte ou se referem, a resposta seria, com certeza, “Umbanda Natural”, não por se tratar de uma outra vertente e sim pelo fato de que consideram a Umbanda, como um todo, uma “Religião Natural” o que, na obra de Rubens, se opõe à “Religião Abstrata”. Na “Religião Natural” é possível ver Deus na Natureza, por meio dos Orixás;  na “Religião Abstrata” a relação com Deus faz parte de um processo abstrato e intelectual.
No livro “Código de Umbanda”, Rubens Saraceni, Ed. Madras, pg. 380, existe um capítulo chamado “Umbanda Natural”, no qual podemos ler:
Umbanda Natural = Umbanda Astrológica, Umbanda Filosófica, Umbanda Analógica, Umbanda Numerológica, Umbanda Oculta, Umbanda Aberta, Umbanda Popular, Umbanda Branca, Umbanda Iniciática, Umbanda Teosófica, Umbanda Esotérica.*
Natural é a Umbanda regida pelos Orixás, que são senhores dos mistérios naturais, os quais regem todos os polos umbandistas aqui descritos. Muitos optam por substituir a designação de “Ritual de Umbanda Sagrada”, dada à Umbanda Natural, porque lhes falta uma visão mais ampla do que sejam os Orixás Naturais, regentes divinos de todos os processos religiosos.
Então que fique bem claro que, em essência, para Rubens Saraceni e Pai Benedito de Aruanda, toda a Umbanda é Sagrada, toda a Umbanda é Natural e toda a Umbanda é Divina.
Não houve intenção de criar uma nova vertente. No entanto, identificar-se com a “Umbanda Sagrada” passou a ser um processo muito simples e natural a quem lê, estuda e pratica a Umbanda com base na obra de Rubens Saraceni.
Nota de Alexandre Cumino: Poderíamos citar ainda muitas outras Umbandas como: Umbanda Eclética, Umbanda Cristã, Umbanda Omolocô, Umbanda Tradicional, Umbanda Almas e Angola, Umbanda Cruzada, Umbanda Traçada e etc.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

                                       


                               

                                                 Ao Senhor do Fim


Por Danilo Lopes Guedes


Eu sei que tenho mais uma missão em mãos, e esta como outra, não será fácil, mas farei de tudo para executá-la conforme o esperado, mas claro dentro do permitido.

Tentarei descrever uma visão de um de nossos Orixás e espero não desapontá-lo.

Sou um simples médium de Umbanda, como muitos, procuro sempre compreender as
cenas, as vozes, as visões, as pessoas, as ações, as atitudes, etc.

Algumas vezes não encontro conclusões sobre estes itens, bom talvez não seja a hora de compreendê-las mesmo, mas esta em particular vem martelando em minha mente desde
hoje cedo.

Acordei com a imagem de um alfanje em mente, pensei logo de início: “Vou morrer?”, nossa justo hoje que me sinto tão bem! Desculpem pela brincadeira, mas a imagem é verdadeira.

Percebi que a mensagem não era essa, a intenção do Alfanje não era a apresentação da morte, mas sim a apresentação de um pensamento a ser escrito de uma forma que as pessoas entendessem a força de nossos amados Orixás.

Então em forma de texto passarei a mensagem de um Senhor, que sem dúvida é merecedor de uma atenção toda especial, pois está e estará presente no fim de todos nós.


“Muitos temem a morte, poucos a entendem e quase ninguém a aceita. Muitos têm receio quando escutam meu nome.

Alguns não me aceitam como PAI.

Muitos não me chamam de PAI.

Outros sentem vergonha ou receio por terem em vossas coroas a minha estrela. Os mais esclarecidos compreendem minhas ações.

Os menos esclarecidos blasfemam, cercados pelas suas limitações carnais, rodeados por suas ignorâncias e egoísmos, não aceitando o curso natural da vida, EU faço parte do ciclo Natural da Vida, pois eu sou o seu Limite,

Aqueles que me procuram são atendidos, conforme a sua necessidade e merecimento, Sou uma das poucas certezas que todos têm na vida, um dia chegará ao FIM.

Muitos só me veem assim, como O FIM DA VIDA. Poucos conseguem entender que eu posso ser o FIM para um novo começo, Posso ser o FIM de um determinado Vício, para que tenha neste instante a chance de um novo começo; Posso ser o FIM de muitas Manias que te prejudicam e aos ouros também, iniciando assim um novo começo sem Manias; Posso ser o FIM de sentimentos
descontrolados como o Ciúmes, a Inveja, o Rancor, o Ódio, para um novo começo de PAZ e União.

Para estes FINS poucos conseguem entender que também tenho minha atuação, poucos
dão atenção e poucos pedem.

A maioria lembra apenas do FIM DA VIDA e ainda me julgam Ruim, só porque posso dar
início a uma nova Vida. Eu finalizo algo para começar outro novo.

Não apenas o FIM é minha responsabilidade, também tenho a responsabilidade de PARAR, ou melhor, PARALISAR.

Entramos em outro campo onde: Poucos me chamam quando precisam PARALISAR uma doença progressiva ou agressiva de um filho necessitado. Poucos me chamam quando precisam PARALISAR as discórdias de uma família, Poucos me chamam quando precisam PARALISAR as desuniões.

Diante disso ainda muitos me colocam dentro de Tronqueiras como o chefe da falange de Exu, e esclareço: Eu não sou um Exu, cada Exu serve ao seu Orixá, assim como eu tenho os Guardiões de meus mistérios, cada um tem os seus, não é por que trabalho com o FIM, que por isso eu represente a força de EXU, pois EXU também é um Orixá.

Outros também me confundem com o Sr. responsável pela Transmutação, onde o seu corpo coberto de palhas e atuante no campo das pestes, também não sou o Sr. Obaluayê nem a representação desta força de aparência jovem ou velha, tanto que a nossa atuação é diferenciada, apesar do mesmo campo de força. Talvez isso possa gerar alguma confusão para alguns.

Sr. Obaluayê, está presente no trono da Evolução, trabalhando com o vosso poder transmutador, amparando a todos nas evoluções de nossos sentidos, Senhor coberto por sua palha, carregando o segredo de seu Axé.

Após estes breves relatos e esclarecimentos gostaria de apresentar-me, pois estou e estarei presente na vida de todos.

Eu sou

SR. OMOLU

Omolu Yê Tatá.

Tira Dúvidas nº 53

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